segunda-feira, janeiro 25, 2010

OK.
vou esquecer o botafogo por um tempo.
até quarta pra ser mais exato.
Agora, alguém por favor me responde,
o que é que o botafogo vai fazer jogando e são Januário?

Já sei, o botafogo virou o vasco. por isso perdeu de 6.
por isso o dodô joga neles, porque eles são o botafogo...

enfim...


*******

Uma preocupação (ok, nem tão preocupante)

Começo a tirar umas coisas das caixas que estavam fechadas desde cuiabá.
Achei livros que estava lendo, cds que ainda não ouvi, dvds que nem lembrava que tinha. Mas verdade seja dita, só abri umas 4 caixas que estavam em meu armário.
as graaaandes caixas ainda não estão abertas.
E bem que eu queria abri-las e colocar tudo o que eu tenho numa estante.
Essa aqui ficaria bem legal num ap dixxxxxcolado.

domingo, janeiro 24, 2010

hoje é dia de Locomania!!!
Partindo pro engenhão a tempo de ver a inauguração da estátua do garrincha.
que ele nos ilumine lá de cima.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

me permitam fazer uma observação...

Coisas legais que acho pela internet

e tome de descobrir novas sensações na cidade mais zoneada do Brasil.
Hoje fui na Uruguaiana pensando em ver preços de videogame e tudo mais...
acabei almoçando por lá mesmo, na Nana Filé.
x-tudo MAIS coca-cola por 2.50
acho que nunca comi um hamburguer tao fino na minha vida.
o OVO era mais alto que o danado.
Pelo menos passei o presunto, que estava aberto num topuére às moscas e, claro, sem refrigeração decente.
OK, admito, sem refrigeração nenhuma.

depois fico com diarréia e não sei porque...
Frases que criei/pensei

Todos caminhamos em direção ao óbito,
mas alguns são piores,
caminham em direção ao óbvio".
site genérico.

http://www.internetonlinewebsite.com/

Só para todos saberem a importância de uma equipe equilibrada na hora de construir um.
Mas ainda tem gente que acha que o sobrinho que sabe fazer um blog e mexe em html pode ser a solução.
Anteontem estava relendo o Livro Negro do Dahmer,
e me lembrei que esqueci da maioria das tirinhas.
Então foi como ler o livro pela primeira vez.
E para matar as saudades dos Malvados,
vai uma tirinha deles.


se alguém pudesse me explicar o que é a volta do ICQ,
eu agradeceria e muito.

Se já não bastasse twitter, blog, fotolog, flickr, facebook, orkut, MSN, yahoo, gmail...

terça-feira, janeiro 19, 2010

Frases que merecem ser postadas

O sol nasceu pra todos, a sombra é que é pra poucos.

Uma vez na garagem, até Ferrari vira fusca.

É preciso trair para não ser traído.



Só pra não causar confusão, são frases que estavam na VIP deste mês que eu calhei de ler ontem. Não quer dizer que eu acredite ou, pior ainda, leve ao pé da letra qualquer uma delas.
Personagens de novela que eu gostaria de ver:

Gêmeos que sejam amigos, e não uma imitação de Caim e Abel.

Fortões que usem camisa.

Solteiros que não queiram se casar no final da novela. E fiquem solteiros até o final da novela, claro, pegando geral.

pensando bem, acho que vou começar a escrever uma novela.
Hoje no ônibus.
Ar-condicionado bombando,
eu até com frio, depois de ter suado pra caramba (e nem eram nove da matina),
parado em um sinal em ipanema.

Olhei para a lateral de um prédio e um bicho preto, como uma mariposa descia, meio que caindo e batendo na parede do alto edifício.
Lá pelas tantas, a mariposa deu um rasante e, a ela se juntaram outros dois pássaros, um de cada lado. A mariposa era na verdade, um filhote de pássaro que, com certeza tinha seu ninho numa daquelas caixas de ar-condicionado espalhadas pela lateral do prédio.

E esse pássaro começou a voar.

Que bonito, né?
Poder acordar de manhã e ainda ver a natureza fazer das suas nessa cidade cheia de gente e carros. saudade do mato?
hum...
acho que não, mas de vez em quando é bom mudar a paisagem.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Esse início no trabalho foi legal por algumas coisas.
Primeiro, é sempre bom pegar uns mp3 novos com os amigos do expediente.
E dessa vez veio uma leva interessantíssima, com melodias às quais deveria ser íntimo, mas por problemas e pré-conceitos mil, só tive a chance de degustar agora, depois de anos de maturidade. Então, posso dizer que, sem baixar, estou ouvindo umas velharias.
Talvez o que faltasse fosse a apresentação decente por parte de alguém.
Digo, um cd com as velharias gravadas.

Bom, to ouvindo Van Halen, Deep Purple e Thin Lizzy.
Com atenção e pela primeira vez na vida.
dez tendências de mercado para 2010
(em inglês, porque traduzir isso tudo vai me dar um trabaaaalho...)


Bussiness as unusual

Forget the recession: the societal changes that will dominate 2010 were set in motion way before we temporarily stared into the abyss.
This year, prepare for ‘business as unusual’. For the first time, there’s a global understanding, if not a feeling of urgency that sustainability, in every possible meaning of the word, is the only way forward. How that should or shouldn’t impact consumer societies is of course still part of a raging debate, but at least there is a debate.

Meanwhile, in mature consumer societies, companies will have to do more than just embrace the notion of being a good corporate citizen. To truly prosper, they will have to ‘move with the culture’. This may mean displaying greater transparency and honesty, or having conversations as opposed to one-way advertising, or championing collaboration instead of an us-them mentality. Or, it could be intrinsically about generosity versus greed, or being a bit edgy and daring as opposed to safe and bland.

As always, the future is unevenly distributed: one only needs to look at the Googles and the Amazons and the Zappos and the Virgins of this world to get a feel for 'business as unusual'. So not surprisingly, the trends in this briefing all touch on doing things differently, driven by changing consumer preferences and desires. Time to study and learn from those brands that you think are already mirroring today's more diverse, chaotic, networked society, and then outdo them.


Urbany
Urban culture is the culture. Extreme urbanization, in 2010, 2011, 2012 and far beyond will lead to more sophisticated and demanding consumers around the world.
A defining trend for 2010, 2011, 2012, and so on: urbanization on steroids. We'll let the numbers speak for themselves:

* "Less than 5 per cent of the world’s population lived in cities a century ago. In 2008, for the first time in humanity, that figure exceeded 50 per cent. In the last two decades alone, the urban population of the developing world has grown by an average of 3 million people per week.”
* “By 2050, it will have reached 70 per cent, representing 6.4 billion people. Most of this growth will be taking place in developing regions; Asia will host 63 percent of the global urban population, or 3.3 billion people in 2050.” (Source: the Global Report on Human Settlements 2009, October 2009.)

Where will this lead us? We’ve dubbed this extreme push towards urbanization ‘URBANY', representing a global consumer arena inhabited by billions of experienced and newly-minted urbanites. The significance?

A forever-growing number of more sophisticated, more demanding, but also more try-out-prone, super-wired urban consumers are snapping up more ‘daring’ goods, services, experiences, campaigns and conversations.

And thanks to near-total online transparency of the latest and greatest, those consumers opting to remain in rural areas will be tempted to act (and shop) online like urban consumers, too.


Real-time reviews
Whatever it is you're selling or launching this year, it will be reviewed 'en masse', live, 24/7.
We recently highlighted NOWISM*, and while that mega-trend in its entirety should be on your radar for the next 12 months, let’s dive into one sub-trend that will be truly disruptive: the rise of REAL-TIME REVIEWS.

In short, with even more people sharing, in real time, everything they do**, buy, listen to, watch, attend, wear and so on, and with even more search engines and tracking services making it easy to find and group these ‘live dispatches’ by theme, topic or brand, this year will see ready-to-buy consumers tapping into a live stream of (first-hand) experiences from fellow consumers.

* Consumers’ ingrained lust for instant gratification is being satisfied by a host of novel, important (offline and online) real-time products, services and experiences. Consumers are also feverishly contributing to the real-time content avalanche that’s building as we speak.

** As more people are reviewing and contributing, the sheer mass of opinions will lead to a real-time stream of information, findable and viewable to all. In addition, online access and device convergence will allow more on-the-spot reviews. Twitter is the much-deserved poster child for real-time reviews: it has established itself as the real-time snapshot of what people are thinking/feeling/experiencing and yes, reviewing, around the world.

Next: Just because they can (Twitter's Direct Messages come to mind), consumers who will need more specifics after reading a review, will want to get in direct touch with the reviewer. And because of the self-selecting nature of Twitter, Facebook, LinkedIn, these direct conversations will actually be welcomed by the reviewer, too. By posting reviews for his peers, he or she is almost angling for a follow-up. This will lead to real conversations between like-minded customers and potential buyers, without the brand even being able to monitor what's being said about its products, let alone being able to respond.


(F)luxury
This year, luxury, and what it means to a bewildering number of ‘consumer segments’, will remain in flux.

So how will luxury brands fare over the next 12 months? What will define luxury over the next few years? The answer is ‘luxury will be whatever you want it to be'. After all, what constitutes luxury is closely related to what constitutes scarcity. And, beyond the basic needs, scarcity is in the eye of the beholder, especially those beholders who are desperately trying to be unique. Now that there are so many more ways to be unique than just buy the biggest and the most expensive, how about luxury constituting:

Anything commissioned? Providing 'access'? Secrets? Stories? Time with one's loved ones? Time for oneself? All things local? Peace and quiet, if not escape? Eco-friendly? Human-friendly? Animal-friendly? Caring? Empathy? Perks? Craft? Friends? Having a larger-than-life perspective? Households of six or more? An audience? Eccentricity? Appointment-only? Relevant information? Extreme personalization? Not having or wanting to consume? Being opinionated? Anything premium? Fuck-you money? Curation if not the absence of any kind of choice? Philanthropy? Bespoke goods and services? Knowledge? Skills? Frugality? Health? Etiquette & manners? Or a mix of any of these?

So don't worry about missing out on the next big thing in luxury, focus on defining it. How? By finding and coining the right (status) trigger for the right audience. Just declare that the end is nigh for anything that’s getting a little too affordable, too accessible, too polluting, or just too well-known. Then introduce something very different (if not the opposite), appealing to the in-crowds who are ready to jump ship anyway.



Mass Mingling

Online lifestyles are fueling and encouraging 'real world' meet-ups like there's no tomorrow, shattering all cliches and predictions about a desk-bound, virtual, isolated future.

More people than ever will be living large parts of their lives online in 2010. Yet, those same people will also mingle, meet up, and congregate more often with other ‘warm bodies’ in the offline world.
In fact, social media and mobile communications are fueling a MASS MINGLING that defies virtually every cliché about diminished human interaction in our ‘online era’.

So, forget (for now) a future in which the majority of consumers lose themselves in virtual worlds. Ironically the same technology that was once seen to be—and condemned for—turning entire generations into homebound gaming zombies and avatars, is now deployed to get people out of their homes.

Basically, the more people can get their hands on the right info, at home and on the go; the more they date and network and twitter and socialize online, the more likely they are to eventually meet up with friends and followers in the real world. Why? Because people actually enjoy interacting with other warm bodies, and will do so forever.


Eco-Easy
To really reach some meaningful sustainability goals this year, corporations and governments will have to forcefully make it 'easy' for consumers to be more green, by restricting the alternatives.

The numerous green opportunities we highlighted in our ECO-BOUNTY briefing are still up for grabs. From ECO-STURDY to ECO-ICONIC to ECO-TRANSIENT. So what else is building in the Green Arena? How about ECO-EASY:

While the current good intentions of corporations and consumers are helpful, serious eco-results will depend on making products and processes more sustainable without consumers even noticing it, and, if necessary, not leaving much room for consumers and companies to opt for less sustainable alternatives to begin with.

Which will often mean forceful, if not painful, government intervention, or some serious corporate guts, or brilliantly smart design and thinking, if not all of those combined.
Think anything from thoroughly green buildings, to a complete ban on plastic bags and bottles, to super-strict bluefin tuna quota — anything that by default leaves no choice, no room for complacency, and thus makes it 'easy' for consumers (and corporations) to do the right and necessary thing.



Tracking and alerting
Tracking and alerting are the new search, and 2010 will see countless new INFOLUST services that will help consumers expand their web of control.

If INFOLUST (consumers lusting after relevant information) is the enduring mega trend, then TRACKING and ALERTING are its du jour sub-trends.

First of all, TRACKING & ALERTING is the new searching, as it saves consumers time, makes it impossible to forget or miss out, and thus ultimately gives them yet another level of control. Count on everything being tracked and alerted on (there's more than FedEx packages!): from friends (MASS MINGLING!) to enemies to fuel prices to flights to authors to pizzas to any mentions of oneself.

Oh, and ALERTING, when done well, is of course the ultimate in INFOLUST: relevant information finding consumers, based on (voluntarily revealed) preferences.

The real opportunity this year? TRACKING and ALERTING is something that consumers actually need and want, that delights them, that they crave. They are quite literally asking for relevant information, even giving you permission to provide them with more.



Embedded Generosity
This year, generosity as a trend will adapt to the zeitgeist, leading to more pragmatic and collaborative donation services for consumers.

GENERATION G(ENEROSITY). It was big in 2009, and it will be even bigger this year. In particular all things EMBEDDED GENEROSITY. It incorporates all giving initiatives that make giving and donating painless, if not automatic (after all, pragmatism is the new religion ;-).
On top of that, with collaboration being such an integral part of the zeitgeist, expect lots of innovative corporate giving schemes that involve customers by letting them co-donate and/or co-decide.



Profile Myning
What insights can we possibly add to the avalanche of intelligence available on where social media is going? Here’s one modest attempt: the importance of owning and making the most (financially) of personal profiles.

And no, we’re not referring to companies / advertisers making money from personal profiles (jeez....), even though they’re dying to ‘mine’ personal data to serve up 'relevant' ads; we're putting our money on data and profile mining by its rightful owners, i.e. consumers. Hence the MYNING, not MINING.



Maturialism
Let’s face it: this year will be rawer, more opinionated, more risqué, more in your face than ever before. Your audiences (who are by now thoroughly exposed to, well, anything, for which you can thank first and foremost the anything-goes online universe) can handle much more quirkiness, more daring innovations, more risqué communications and conversations, more exotic flavors and so on than traditional marketers could have ever dreamed of. In short; audiences in mature consumer societies no longer tolerate being treated like yesteryear’s uninformed, easily shocked, inexperienced, middle-of-the-road consumer.

We've dubbed this MATURIALISM (mature materialism), and, to go full circle, it is closely linked to BUSINESS AS UNUSUAL, to URBANY, to PROFILE MYNING, if not all trends in this Trend Briefing.

domingo, janeiro 17, 2010

bom, uma semana de trabalho.
tirando a virose de sexta, quando voltei para casa passando muito mal,
foi tranquilo.
e, devo admitir, a partir do momento em que se tem uma rotina,
um casa-trabalho-casa, qualquer cidade se torna igual.
a falta de tempo é a mesma,
a sala do escritório é a mesma,
as ruas e os carros são os mesmos,
os almoços na rua são os mesmos...

espero que pelo menos as idas ao engenhão e aos shows façam valer a pena a escolha.

- - - - - - - -

No mais, fui chamado pra fazer o som de um programa pro canal Brasil,
trampo pro mes de fevereiro inteiro, quatro dias por semana, 3 pau e meio.
não, não posso pegar. agora trabalho numa agência. mas sei o que estou fazendo.

sábado, janeiro 16, 2010

Hoje dei tchau.
e até que foi fácil.

Não que seja fácil dar tchau. nunca é.
Mas com a sensação de paz e tranquilidade que senti,
facilita muito.

vai em paz bisa.

quinta-feira, janeiro 14, 2010

De Tanto Amor
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Ah ! Eu vim aqui amor só pra me despedir
E as últimas palavras desse nosso amor, você vai ter que ouvir
Me perdi de tanto amor, ah, eu enlouqueci
Ninguém podia amar assim e eu amei
E devo confessar, aí foi que eu errei
Vou te olhar mais uma vez, na hora de dizer adeus
Vou chorar mais uma vez quando olhar nos olhos seus, nos olhos seus
A saudade vai chegar e por favor meu bem
Me deixe pelo menos só te ver passar
Eu nada vou dizer perdoa se eu chorar
Os campeonatos estão aí, virando a esquina e vou brincar de fazer previsões e comentar os times montados para a maratona dos estaduais.

Cariocão -
Campeonato sem sal pela frente.
Clubes iniciando a temporada ainda fora de forma, com jogadores não-registrados e muitos desfalques. Ou seja, só começa pra valer mesmo nas semifinais da taça guanabara. Boa dica pra um time pequeno se agigantar nesse começo e tentar o título. (vide américa e resende, recentemente).
O Botafogo contratou uma boa dupla de ataque, los hermanos, e vários nomes a serem descobertos (ou não). O time da dúvida. Os caras podem emplacar ou podem sumir.
Falta uma zaga mais forte e um meio campo mais rápido e driblador, tipo um zé roberto ou um maicossuel. Ao lado deles o Lucio Flavio rende melhor.

O Flamengo ainda não contratou um nome de peso. Trouxe o irmão do Carlos Alberto, um botineiro carga pesada. Mas tem um elenco entrosado e acima de tudo campeão. Como vai focar a libertadores, a ressaca do Brasileirão pode pesar no estadual. Mas é sua chance de conquistar o inédito tetra.

O Flu e seu time de guerreiros parece querer ccontinuar com o time do último terço do campeonato, mas que também foi o time do primeiro e do segundo terço. Qual deles vai jogar o carioca? essa é a grande questão. Tem o Fred, tem o Conca e tem o Cuca, exímio montador de times e ótimo contratador. Traz caras desconhecidas e os coloca no mercado nacional.

O Vasco contratou um time inteiro, porque pelo jeito viu que ganhar a segunda divisão é diferente de jogar um campeonato sério como a primeira. Apostou em bons nomes, que apareceram muito bem como Marcelo Careca e o Léo Gago. Ainda tem o Dodô e o Rafael Carioca, que podem trazer alegria ao time. Mas precisa se entrosar logo e os bons nomes do ano passado precisam mostrar futebol, agora num time com peso na camisa.

Pequenos - O América, com romário e bebeto à frente pode ser uma surpresa. O Duque de Caxias, que se manteve na segunda divisão pode render alguma coisa. O resto são apostas.

Sem pensar muito, coloco minhas fichas no Vasco da Gama pra ser campeão carioca de 2010.


Paulistão

Não sou um profundo conhecedor dos times paulistas, mas não tenho dúvidas em colocar o Corinthians como o time mais forte do Brasil. No papel, pelo menos é imbatível. E se Ronaldo e cia. jogarem como jogaram no primeiro semestre de 2009, vai ser difícil segurar o timão. Tcheco, Iarley e Roberto Carlos, sem dúvida, foram boas adições ao time que contava com Jorge Henrique, Ronaldo, Willian, Chicão, Elias...

O Palmeiras não assusta ninguém, mas tem o Muricy. Pena que treinador não entra em campo. Se perder Vagner Love, perde muita força no ataque. Mas manteve Cleiton Xavier e Diego Souxa, que podem dar um brilho num time fosco com Armeros e Figueroas da vida.

Santos. Uma grande interrogação. Perdeu sua referência no ataque, Kléber Pereira. E parece estar mais disposto a apostar na molecada de novo (Ganso e Neymar). Giovani voltou, mas e daí?

São Paulo. É o time que pode tirar o título do Corinthians. Mas contratando Léo Lima e André Luiz... Não que eles sejam ruins de bola, mas são ruins de cabeça. E Ricardo Gomes não tem muito o perfil de treinador xerifão. Poder perder a mão e o grupo com o andar da carruagem.

Pequenos - Sempre tem um time chato no paulistão. Ponte, Portuguesa, Bragantino, Guarani e Barueri podem fazer boas campanhas, ainda mais com a libertadores por aí. E um ou outro time do interior deve revelar algum bom jogador que provavelmente será contratado para jogar o Brasileirão por algum dos 4 grandes de SP. Abre o olho, fogão!

Mineiro e Gaúcho.
O Atlético-MG agora tem o Luxa como treinador. Será que sua estrela continuará em baixa? Pra mim, não tem como concorrer com o Cruzeiro de Kleber e Guerron. Mas o Cruzeiro precisa fortalecer seu meio-campo. Na criação deixar tudo nos pés do Gilberto pode ser uma temeridade.

Inter tem elenco forte e Thiago Humberto pode aparecer bem, ao lado de D'Alessandro e Guiñazu. Mas o ataque, só com Alecsandro fica difícil. Precisa de um atacante que saiba conduzir a bola, para que o jogador-referência possa brilhar mais. A libertadores também pode roubar o foco do inter. Já o Grêmio remontou o são paulo de uns dois, três anos atrás com Souza, Leandro, Borges e Hugo e pode dar um trabalho dando ao Inter na busca do tri.

Campeões: Cruzeiro, mas sem os tradicionais 5 a 0 no primeiro jogo da final, e Grêmio.

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Pra lembrar do tempo de Criativa, com o Léo, Rodrigo, Agnes e Carlinha.
Essa era HIT!!!
tocava até sair sangue dos ouvidos. E peguei direto do Napster.
Ou será que foi daquele outro, o AudioGalaxy??
bons tempos.

da sessão Eu Quero




Cerveja em garrafa Pet. Dois litros da gelada.
resta saber se a garrafa é de plástico (tô fora!!)
e se a tampa é de rosca (a grande invenção da humanidade).

Isso me lembra a época da faculdade, quando achava que a maior invenção
do homem era a garrafa de vinho de plástico e com tampa de rosca.
Ela não quebrava quando caia e a gente podia abrir sem saca-rolhas.
;)
Da sessão Eu Quero


será que essas "jack ices" são mesmo boas?


Jack com coca? pra mim isso tem um nome: desperdício.

terça-feira, janeiro 12, 2010

e meu laptop simplesmente morreu.
estava eu escrevendo um e-mail e ele se apagou.
agora é correr atrás de assistência técnica porque
ficar sem computador nos dias de hoje é como ficar sem...
sei lá, tomar banho.
comecei no trabalho.
tenho que levantar informações sobre inovações em quase todos os meios existentes.
Estou ficando meio maluco. ou maluco inteiro.
acho que vou me mudar pro meio da floresta e esquecer de como se vive na cidade, no meio de tantas traquitanas e bugingangas tecnológicas. E depois que vi isso, que me deixou passado. tem legenda em português, se alguém quiser ver. É o futuro, mas daqui há um tempo, né.
tô pensando até em começar a colocar aqui as coisas mais interessantes que encontrar. ou começar um blog novo, fazendo uma compilação das coisas que encontrar.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

e ontem, enfim, vi o Avatar.
Numa sessão lotada (comprei um dia antes) e em 3D.
apesar de ser aquela coisa James Cameron,
dá pra se pegar pensando em milhares de coisas.
primeiro, como a gente dizimou uma população igualzinha a aquela, sem dor na consciência.
E ainda continuamos a dizimar.
Indígenas(como eles chamavam os nativos literalmente no filme, mas que se perdeu na tradução), florestas, culturas, sabedorias...
resta esperar que a nossa natureza não nos ataque, como atacou os humanos em Pandora.
Peraí...
deslizamento em angra, alagamento em sampa,inundaçao no Rio Grande do Sul, frio e mais frio no hemisferio norte, tsunamis, furacões, terremotos...

É. acho que estamos com os dias contados.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

ontem saí para ver Avatar,
mas acabei vendo o Fantastico Sr. Raposo.
Quando vi a fila, com bastante crianças pensei:
elas estão erradas. Depois, por um momento, caí na real e pense:
será que eu estou errado???

Bom, era Wes Anderson. Aí, respirei fundo e entrei no cinema.
Começou a animação e, minutos depois, estávamos todos felizes,
crianças e adultos.
Sobre o filme, posso dizer que é uma pequena obra-prima, que nos faz sair felizes e leves da sala escura. Quase copiando os passos de dança dos nossos novos amigos raposos. Mas eles são animais selvagens, e nós, não.

Sempre tive um pé atrás com Wes Anderson. Seus filmes, raramente atingiam a expectativa que construia(m) em torno deles. Foi assim com Vida Marinha e Tenembauns. bom, achei muita falação pra pouca história. Depois vi Rushmore, um pequeno clássico e Viagem a Darjeeling. Roteiros mais bem amarrados, digamos. O placar estava dois a dois. Mas o sr raposo mudou isso e virou o jogo.

E com o dedo do Noah Baumbach de Margot at the wedding e a Lula e a Baleia no meio...
Taí uma parceria que eu gosto...

terça-feira, janeiro 05, 2010

na lista:
A culpa é do fidel,
Anticristo,
Inglorious Basterds (pra rever com calma e degustar lentamente os extras)
Extract, do Mike Judge
A Onda e
Drag me to hell.

ainda pretendo ver o Sr. Raposo e Avatar por esses dias.
o ano começou bombando.
trabalhos aparecendo de todo canto.
dois frilas pra entregar até sexta.
ainda assim tirei um tempo pra assistir a uns filmes que estavam na lista há algum tempo.
um deles, adventureland, mal traduzido como ferias frustradas de verao, foi uma decepção. talvez por esperar algo mais voltado para a comédia como as primeiras férias com o Chevy Chase. Mas o que temos é uma típica história de amor bobinha adolescente loser americana. Sem pensar muito, prefiro rever o Nick and Norah's infinite playlist. Muito mais sincero na sua capa e na sua forma de contar a história. e muito mais cool, sem precisar lançar mao de toneladas de drogas e de alcool, só com musicas bonitinhas.
Ah, claro, tem o Michael Cera. O moleque manda bem mesmo, apesar de ter a mesma cara desde superbad.

quinta-feira, dezembro 31, 2009

engraçado como neste ano de 2009 as datas perderam a importancia.
no natal, bem, eu trabalhei.
no reveillon, tenho sono.

dias são dias. e acabou-se.
acho que vou passar a me guiar pelo calendário chinês.

***

tenho tudo que preciso para passar um reveillon tranquilo e feliz:
3 garrafas de vodka
3 garrafas de Jack Daniels
uma tonelada de música
e um ventilador de teto.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

procurando sarna pra se coçar.
pode ser chamada assim a tarefa a qual me assignei (existe essa palavra? Assign em inglês eu sei que tá certo.)

passar meus cds de backup de mp3 para o HD externo novo que comprei.
Acho que em 1Tb cabe tudo.
Mas se não couber, me dou outro HD de presente.
CD empilhado, pegando poeira e ruim de encontrar?
nunca mais!

: )

(devia ter ouvido o tourco beeeeeem antes)
então chega um dia em que vc não quer mais se preocupar com dinheiro, preço ou qualidade.
você quer o melhor. E nesse dia, você pode ter o melhor.
Eu tenho, guardado dentro de uma caixa do free shop.
poucos serão os felizardos...


Vovô


Papai, um senhor gentil

digamos que junto com o vovô, vieram o papai e o filhinho.
Porque o irmão mais velho ainda está vivo, me esperando em Vitória.

DETALHES DA ULTIMA PASSAGEM DE PAPAI, PELO BRASIL



então, um dia, você pega um voo e está no Brasil.
Em plena capital do estado do Rio, cheio de gringos e turistas,
num calor infernal, doido de vontade de tomar um chopp,
de dar um pulo na lapa, de ver os filmes que vc deixou para ver depois,
de dar beijos, abraços e dizer para as pessoas que vc gosta que, sim, vc voltou...

depois escrevo mais.
hora de comer o bacalhau do natal.
: )

domingo, dezembro 27, 2009

A idéia é:
tomar toda a garrafa de Wilson(ver posts anteriores) com terra que resta (ela caiu no chão na ceia de natal e entrou terra por todos os lados),
ficar meio bêbado,
ligar o som no metal mais burro que tiver aqui (e no meu laptop o que não falta é metal burro),
me espreguiçar e dormir a última noite em Filadelfia, Departamiento de Boqueron, PY.
Amanhã, queridos, coletivo a las diez de la noche hasta Assunción.
Um passo mais perto do Brasil.
depois não sei se terei acesso a computador, internet, essas coisas...
ixi...
acaba de acabar a luz

: /

bjos

sábado, dezembro 26, 2009

Do blog do malvado Dahmer:
"Mesmo assim, os vivos costumam se reunir para enterrar seus mortos: É que quando um vira náufrago, o abraço do outro é tábua de salvação."
sobre o prazer de não fotografar bem.

Com o advento da tecnologia, da máquina digital e do zoom e foco automáticos,
todos se tornaram fotógrafos em potencial. Eu disse, TODOS.
Não é mais como antes que a máquina ficava na mão de quem soubesse fotografar. Ou ainda, quando só quem tinha máquina realmente gostava de fotografia e fotografava alguma coisa que prestasse.
Bom, nesses tempos modernos de consumo luxo, não ter uma máquina de fotografia digital é como não ter roupa. Seja ela uma pro, uma cybershot de bolso ou um celular.
E tome de sacar fotos (xi, já to trocando as palavras em português para espanhol).
aí somos presenteados com frames e mais frames da realidade, sob a visão de cada um dos queridos espectadores. viver e ver através de retinas celulares, de nervos ópticos é coisa do passado, mermão.
tenho que guardar tudo no meu memory stick, na minha memória virtual.
"E como foi o show?" pergunta um.
Não lembro, diz o outro, mas está tudo no youtube. e no flickr. e no picasa. e no diabo que te carregue.

Eu, modéstia a parte, desaprendi a bater fotos. Ou nunca aprendi a bate-las. Tenho um olho torto. Acho um saco ficar pensando no enquadramento, na luz, nos sorrisos falsos. Porque mesmo quando vejo a poesia escrita com luz, eu aperto um botão, registro o momento e tenho um borrão como resultado final. Vai ver minha memória regida a álcool acostumou meus olhos a verem só o borrão da realidade.

O pior é que o borrão-resultado-final só será visto por este que vos escreve, se a camera deste que vos escreve. Se for tirada por outros, nem pensar. As fotos digitais somem tão facilmente quanto são tiradas. Aos milhares. O que deve ter de servidor cheio de megapixels-lixo por aí...

Agora então, época de natal, ano novo, carnaval... Vou ser alvo de flash espocando aos montes. Sairei de olhos fechados, sorrindo, bêbado, fantasiado, feliz, triste, comendo, espirrando, pedirei para apagar os registros, bater de novo, irei sorrir novamente, beber novamente, ser feliz novamente. E por aí vai. Numa repetição infinita de instantes que só acontecem uma vez. E que não dá pra serem registrados por uma câmera.

***

Como diz meu sábio amigo Caio:
"Eu não saio mais em foto de ninguém, porque nunca chego a ver essas fotos mesmo..."

sexta-feira, dezembro 25, 2009

listas listas listas

como escrever sobre os melhores discos de 2009 se não ouvi metade do que foi lancado por aí?
ouvi, sim, muita coisa.
Mas lembrar AGORA é praticamente impossível. Mas vamos lá:

ac/dc
Mastodon
Lamb Of God
Yeah Yeah Yeahs
Julian Casablancas
Phoenix
Editors
The bravery
Air
Burn The Negative
Slayer
muse
Pearl Jam
Alice in Chains
waxdools
rakes
junior boys
kasabian
Doves
white lies

e por aí vai...
Hoje é dia 25/12.
pode-se dizer que o corte final das 4 partes do vídeo que viemos fazer está fechado.
Pequenas modificações serão feitas a partir de agora. acertos, formatações, gravações de versões, subtitularização...
Ou seja, fiz o que vim fazer.

Agora é esperar a hora de voltar ao berço esplêndido.
saudade de casa.

quinta-feira, dezembro 24, 2009

oi mundo.
a música do fim do ano não poderia ser outra:
Mastodon - Oblivion




e depois de ouvir noite feliz e todas as outras músicas natalinas cantadas em alemão, no supermercado FernHeim, em plena Filaelfia Paraguaya, só posso desejar um feliz natal a todos.
vendo mais uma ficçao com zmbis (pandorum),
comecei a fazer uma lista mental das melhores ficcoes cientificas que ja vi.

segue pequena lista:

2001

codigo 46

alien e aliens

tropas estrelares

herois fora de orbita

enigma de andromeda

solaris (os dois)

moon

sunshine, sem os zumbis

o homem duplo

trilogia original de Star Wars

Star Trek do J J Abrams

...

alguem me ajuda a lembrar mais filmes?
filmes que vi no paraguay:

Funny People (estranho)

Moon (lindo)

Zombieland (quer ser cool)

Pandorum (...)

quarta-feira, dezembro 23, 2009

hoje fiZ a minha obra-prima.
que video que nada!!!
Muito menos foto.
menos ainda guiso chaqueño.
nem video diario, nem cocô.
aqui está a MINHA obra-prima:
o arroz piamontesa chaquenho!!!

ingredientes:
arroz dormido de dois dias (ou seriam tres?)
leite
mayonesa (com A no final, sim. Assim se escreve em espanhol)
Cubos de Queijo Paraguay
meia lata de seleta de cenoura, ervilha e milho.

misture tudo e coma.
delícia!!!!!



Prova de que o piamontesa chaquenho existiu!!!




E pra acompanhar...
O bom e velho companheiro dos naufragos:
WILSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOON!!!



detalhe para o sabor:maçã e coco.
presta?

terça-feira, dezembro 22, 2009

e aí um dia vc se percebe completamente borracho,
hablando en español, comendo una paella riquissima,
com Aji Ayoreo (pimienta de los ayoreo, riquissima tambien)
hablando toda la noche con mateo, un anciano muy sabio,
de lo pueblo ayoreo...

e se pensa: si, me gusta mucho estar aca.
pero olvido Brasil todavia.


mas aqui é do caralho tambien!

domingo, dezembro 20, 2009

Sorte de hoje: Sua vida é limitada. Não perca tempo vivendo a vida de outra pessoa
nem sempre tem e-mail pra mim,
porque nem sempre as pessoas pensam em mim.

Mas pensando bem, elas pensam em você ou você pensa nelas?
E se só você pensar em você?

tudo isso faz você pensar bem antes de colocar uma outra vida neste mundo.
como o pensamento que produzi essa tarde:

Não importa o tamanho da jaula, o importante é saber que você está dentro dela.

sábado, dezembro 19, 2009

Holly shit!
Estou aqui no Paraguay, sozinho, sem carro, sem internet, sem telefone.
Pelo menos ainda tenho o Itunes funcionando com suas quase um milhão de horas de musica e energia elétrica. Coisa que anda dando umas rateadas por aqui.
Bom, os mosquitos desse lado do mundo (e se vc parar para pensar bem, é do mesmo lado do Brasil) já evoluíram. Aqui eles voam e caminham. SIM!!!
Os mosquitos pousam e começam a andar. Acho que assim chegam nas melhores veias dos chaquenhos. E são bem maiores do que os Aedes daí. Quem disse q a industria paraguaya de mosquitos não é bem desenvolvida?
Mas meu medo aqui não são os mosquitos. Nunca foram.
São os barbeiros. Calma, meu cabelo continua intacto, cortei antes de vir. O barbeiro que assusta aqui é o que passa o mal de chagas. Esse é foda, viu. Picou já era. Mesmo que o já era for daqui a uns vinte anos. É que não descobriram cura pro mal de chagas (xi, acho que falei o nome da doença em espanhol. É doença de chagas aí nas paragens tupiniquins). Acredita?
Se ainda fosse câncer ou AIDS... mas aqui no paraguay, no Brasil, enfim, na America do sul, ah... deixa morrer. Isso não chega mesmo no primeiro mundo.
Entãonces ficamos sem vacina. E se um desses te picar por aqui, aproveite como ninguém os últimos anos de sua vida...

Outra coisa bem interessante de quase um mês de paraguay é que vc começa a ver o país como um lugar comum, nada “exótico”. É como ir morar no Mato Grosso de novo.
Tem gente que mora lá e gosta. Tem gente que mora aqui e gosta. Eu morei lá e gostei. E gosto de ficar aqui.
Tem pulp de Pomelo, tem Baviera e tem as milanesas... meu deus, o que são os bifes a milanesa daqui?!
De verdade, deixa qualquer um daí no chão.
Mas voltando à linha de raciocínio.
Tive uma aluna em Cuiabá, a Carolyna, que morou no Paraguay um tempo da sua vida. Acho que fez o segundo grau todo aqui. Bom, num primeiro momento todo mundo pensa: nossa, que diferente!

Aí você vem pra cá, vê que ta cheio de brasileiro, cheio de fazendeiro enchendo a bunda de dinheiro, cheio de paraguay bonita, cheio de oportunidades e começa a pensar por que não?

Um país é só um traço feito por homens num mapa feito por homens. Se vc, de alguma forma, conseguir negar esse instinto racional e se tornar o animal homo sapiens (é, se lembra que ainda estamos dentro do reino animal, junto com TODOS os outros mamíferos, até mesmo os morcegos?), vai sair por aí caminhando até encontrar um lugar que mais te deixe feliz. Ou não parar nunca. Os Ayoreo daqui não param nunca. Pra que, se tem (tinham) todo o chaco pra eles? De qualquer forma, acho bem menos estranho alguém ter feito o segundo grau no paraguay. Estranho mesmo é alguém pagar pra ir passar um ano de estudos nos Estados Unidos, voltar e ter que estudar esse ano inteiro de novo.
Mas tem gosto pra tudo, né?

domingo, dezembro 13, 2009

Salindo de aca.
Voy para assuncion.
mañana voy as compras.
hehehehe

gastarei como um turista brasileiro em miami.
mesmo sem ter muita plata.

sábado, dezembro 12, 2009

sexta-feira, dezembro 11, 2009

FICHA TÉCNICA


Punie Pamini
el territorio que conocemos
Documental, 2009
46 minutos aprox
NTSC - 720x480
Idiomas: Español
Sin subtitulos

Resumen
En el norte del Chaco Paraguayo todavía, aun viven grupos del pueblo indígena Ayoreo en aislamiento voluntario.

En los últimos años el número de señales de presencia de grupos aislados se incrementó. En zonas que hasta hace pocos años se mantuvieran vírgenes hoy observamos un proceso acelerado de expansión de la frontera ganadera.

Ese avanzo deja al descubierto marcas en árboles, chozas abandonadas, pisadas, senderos, lugares de cultivo, señales chmánicos y otros testimonios de esa formidable forma de vida que sed resiste a bandonar su monte, su mundo que és realmente distinto al nuestro.

Desde 2002, la Iniciativa Amotocodie viene realizando un trabajo de monitoreo e registro de la presencia de Ayoreo aislados con lo objetivo de la protección de los grupos sin contacto y la protección de su hábitat.

Direccíon e Edición
Elton Rivas e Luis Taylor

Producción Ejecutiva
Alejandro Parellada
Maria de Lourdes Beldi de Alcântara
Ore-media

Cámaras
Elton Rivas
Luis Taylor
Archivos Iniciativa Amotocodie

Imágenes
Archivos Iniciativa Amotocodie
Miguel Angel "Jr" Alarcón
Aquino Picanerai

Banda Sonora
Cantos Ayoreo
Godoy Chiquenoei
Duide Cutamorajai

"Soldado"
La Secreta y Charlie Nutela

Megatracks

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Sorte de hoje do orkut: Se você obedecer a todas as regras, vai perder toda a diversão

***

isso tá cada vez pior e cada vez mais parecido com horóscopo.
E sim, gosto de horóscopo e acredito nessas coisas.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Também tem trabalho sério aqui.



um videozinho que fizemos nos primeiros dias aqui. O lançamento do Dossiê do Caso Ayoreo, na Câmara Legislativa de Assunción.
Imagens de Miguel Angel Alarcon.
ele é rei aqui.
e salvador e herói nacional.
agora quero ver se reconhecem sem a pança e a camisa amarela.
hehehehehe

sad.
sad and lonely.

Lazaru's stirs.
Stir the blood.

terça-feira, dezembro 08, 2009

E a vida continua no Chaco Paraguayo.
depois das aulas que tomamos de espanhol,
foi a nossa vez de dar aos paraguayos uma aula sobre uma coisa tipicamente brasileira:
a bunda.

parece que foi um sucesso...

quinta-feira, dezembro 03, 2009

ih...
com tanta baviera, la cerveza de aca, me olvide (esqueci em paraguayo) de colocar o videozim da festa. PArte um, claro.
daqui a pouco parte 2 onlaine pros amigos.

hoy jugamos el futbol en una comunidad guarany.
apanhamos feio demais.
ainda bem que estava com a camisa da argentina.
entào deu pra enganar-los un poco.
pero no mucho, porque my espanhol es muy malo.
ainda bem que andei fazendo classes de espanhol, como podem conferir aí embaixo!!!

quarta-feira, dezembro 02, 2009

nuestro numero ès
+595 981 427086

llamenos
se te oferecerem uma rabadilla no Paraguay, aceite, camarada/
é a nossa conhecida picanha!!!!
só isso. nada parecido com a nossa rabada.
que com agrião és maravillosa.

ah sim:
palomita = maminha
vacio = fraldinha
costilla = costela
molida = carne moida
lomo e lomito = bifes

legal, né?

segunda-feira, novembro 30, 2009

Vejam só, meus amigos. Às vezes ficamos sem internet aça em Chaco.
Nos desligamos del mundo. És bueno para olvidar (esquecer em espanhol) de lo mundo que tenemos la fuera. Um mundo onde Michael Jackson está muerto, pero aparece em lo cine, um mundo onde o flamengo puede ser campeón de Brasil (aca em Paraguay, Nacional será el campeon nacional). Um mundo onde nos esquecemos da América do Sul, Latina e de todos os seus povos e de todas as suas florestas, matas e animais.

É, era isso. O Botafogo cai e ainda assim ajuda o Flamengo a ser campeão. O Fluminense faz uma campanha de recuperação de dar ódio de tão linda, com o eterno botafoguense Cuca à frente, e ainda dizem que ele não deveria voltar para o Botafogo. Acho que deveriam fazer uma estatua para ele e pro Fred Slater que se afastou das praias e das pranchas e se aproximou dos gols e das balizas mais uma vez. Fred é seleção!
No mais, na mesma.
Espero que a barca leve um monte desses jogadores medianos que infestam meu time.

Volto a pensar no mundo.
Outro dia peguei um monte de frutas, mangas, de uma mangueira carregadinha aqui. Me disseram que podia porque era noite e estava meio escuro, mas que os donos da cidade não gostam que se retire frutas das arvores. Dizem que alugaram a casa, não as arvores e seus frutos.
Será que compro uma entrada para o céu com uma carteirinha da WWF e do Greenpeace?
Ou será que esse trabalho com os indígenas vale? Tudo bem que recebo, mas nem é por mal. Eles que ofereceram.
: /

***
Quero, sim, um mundo melhor. Desde que possa ter meu kindle e meu ipod.
Hehehe


Ah, tenho um numero de celular do paraguay. É um Tigo (o Vivo daqui). E eu não sei o numero.
: /
Hahahaha
paraguay.
alfajores.
40 graus.
cinema, edição, indígenas, menonitas.
parece que vocês já leram isso aqui.
Sim. É a mesma coisa. Estamos de novo no Paraguay, trabalhando até o fim do ano para que o Natal dos Ayoreo seja melhor em 2010. (não que eles tenham natal, mas enfim...).
e assim, na cara dura, vou roubar o post do Elton. e colocar aqui também.
afinal, o trabalho é dos dois, né.

****





Filadelfia es una ciudad de Paraguay, del departamento de Boquerón, del Chaco Paraguayo. Fue elevada a nivel de distrito en 2006.

Su población la constituyen colonos menonitas. Foi fundadas a finales de la década de 1920.

En ellas se ha desarrollado una cultura específica, transmitida a lo largo de los siglos a través de la religión. Estas comunidades menonitas (de Menno Simons) trabajan con modernas técnicas de producción agropecuaria, fabricación de productos lácteos y procesamiento de sésamo y maní.

À noite, à tarde, sempre, nao se ve pessoas na rua e ontem, o parque estava fechado em pleno domingo. Praticamente nao vemos atividades coletivas e se existem, ocorrem apenas entre os menonitas...

Pra piorar, ficamos sem internet no fim de semana todo e sem energia eletrica praticamente todo o domingo, nos deixando sem ventilador e ar condicionado. A uniao do tédio com o calor.

veja nossos vídeo-diário (nem tão diários assim)no link abajo.
http://tendenciasa.blogspot.com/2009/11/diarios-del-paraguay.html

terça-feira, novembro 24, 2009

Bom, voltando ao futebol, olhem o que o Bruno, goleiro do flamengo disse:
"Eu acho que o nosso torcedor por estar tão carente de um titulo importante como o Brasileiro, às vezes acaba atrapalhando um pouco. Nós temos que jogar como vínhamos jogando, sem deixar influenciar. O torcedor é importante com certeza, apoiando lá em cima, mas às vezes nos atrapalha um pouco".

é. a torcida do flamengo consegue atrapalhar até o proprio time. deve ser ruim ter uma torcida assim. vai ver não decoraram ainda as cores do time, né. e acabam torcendo pro time errado...
vai entender.

***

a fisica da alma
caçando carneiros
(livros pra comprar/ler)
coisas que eu amo de paixão e para sempre.
Música e literatura

aí resolvi. vou comprar um ipod gigante (ou seja, com muitos gigas)
e um kindle (ou nook, só pra ser do contra)
heheheheh

assim carrego comigo musicas e livros sem pagar excesso de bagagem.

domingo, novembro 22, 2009


sol na moleira. falta de água para beber. sofrimento.


e pronto. acabou meu ano aqui no Brasil.terça parto pra Sampa, quinta pro Paraguay e volto sabe deus lá quando. Pra terminar o ano carioca, fui me despedir do Botafogo e do Engenhão em 2009, torcendo pra que ano que vem tenha mais jogos da primeira divisão por lá. E não poderia ser melhor. Comecei a maratona umas 3 e 20, quando meu irmão confirmou que não iria. Peguei o ônibus do metrô. Já de cara, um botafoguense sentou perto de mim e começou a puxar papo. EU, com a camisa preta de 2005, era o único botafoguense visível até este momento. Camisas do flamengo multiplicavam-se pelas esquinas, bares, ônibus. Todos torcendo por nós e devo admitir, eu torcendo por eles. Chego ao metrô umas 3 e 50. Às 4 e 10 tava na Central. Já no metrô, faltando muitas horas pro jogo do flamengo, só se via rubro-negros. Muitos. Alguns poucos como eu apareceram. Chegando ao trem, mais colegas de sofrimento e no Engenhão, debaixo de sol e da fala de água para se tomar, mais um tanto. quase 27 mil. sofrido foi, sim.
Mas foi muito bom. Na hora do último gol, aos 44 do segundo tempo, me emocionei, gritei, pulei, abracei quem tava por perto. tremiam as pernas. o coração disparado. Na saída, corre-corre, por motivos sem importância. Ainda estava anestesiado. Cantamos, gritamos, lavamos a alma com suor. Hoje todo botafoguense dorme feliz.
E eu digo até logo pra maior paixão da minha vida. Até o ano que vem, se Deus quiser, bem perto de você. Mas, mesmo se estiver um pouco longe, terei sempre uma estrela no peito, no lugar do coração.


sábado, novembro 21, 2009

E não consigo parar de ouvir o Vision Things do Sisters of Mercy.
um dos cds que comprei por 20 pratas lá na loja de discos usados.
engraçado isso.
se tem uma coisa que a gente pode usar para ver como está diferente, mais maduro, se escreve melhor ou não, é o arquivo do Blogger.
Hoje, por acaso, fui jogado meio que sem querer num texteco que escrevi em maio de 2002. Isso mesmo, quase oito anos atrás. 7 anos e 7 meses pra ser mais exato. E bota sete nisso. Gosto do sete, acho um número legal. Nasci no dia 16. um mais seis igual a sete.
Mas gosto também do seis.
de qualquer modo, aqui está o que escrevi naquele dia de maio de 2002.

"Pois é.
pois são.
E o que será de nós, mais uma vez?
se não for esperto, se não pensar, se não sofrer, não vale.
Boa Noite Cinderela.
te encontro no nascer do sol."


Ainda bem que não existia o emo naquela época. Ou vocês já pensaram como eu ficaria de franjinha e olho pintado sofrendo e chorando a minha lágrima desenhada no rosto pelos manguezais da UFES?
Outro dia fui numa loja de discos daqui. Sabe como é, a gente fica meio pra baixo e vai logo às compras. Então, fucei, e logo me desesperei. Primeiro porque comecei a perceber que já não sei se tenho determinado disco ou não. Foi assim com o Some Cities do Doves e com o Pull the Pin do Stereophonics. Com os dois na mão, acabei não comprando por motivos além da minha conta bancária. E ao chegar em casa e arrumar meu armário, meus CDs e meu case de discos (aposentado, tadinho, depois de tanto tempo sendo surrado) acabei vendo que já tinha comprado esses dois. Ufa.
De qualquer forma entrei numa loja e comecei a fuçar. E me desesperei, como ia dizendo.
Algum Taylor daqui resolveu entrar para a igreja, ou simplesmente se mudou para um AP menor. Ou quem sabe, digitalizou toda sua coleção, ou ainda vendeu pra fazer uma graninha pra comprar a meota da noite, enfim, algum camarada com o mesmo gosto que eu e provavelmente a mesma idade, se desfez de uma coleção de CDs. E assim, discos que eu adoraria ter comprado nos meus vinte e poucos anos, todos importados, difíceis de se encontrar no Brasil, estavam lá, me encarando. Me pedindo para serem amados novamente. Porra, não resisti. Peguei tudo o que queria e, quer saber, dane-se o dinheiro. Tinha o His ‘n’Hers do Pulp. Lindo!!!!
Tinha o Sci-fi Lullabies do Suede, desde sempre um sonho de consumo. E eu que já havia começado a fazer uma compra clássica, escolhendo o disco do cometa do Deep Purple, e mais uns dois ou três que, enfim ,fazem parte de qualquer discoteca básica, descartei a resolução e fui para meus queridos CDs de outrora. Poderia dizer que estou 18 cds mais feliz.

***

Quanto ao meu case de CDs, um presente que me dei depois de receber minha primeira grana como Dj e promoter de noites de rock, está aposentado.
Primeiro porque estava surrado mesmo, como disse ali em cima. Já tinha caído chuva, cerveja, arrebentado as pastas que seguravam os CDs, os 320 cds que cabiam nele. Já carreguei pra cima e pra baixo, em Vitória e no Rio, até em Cuiabá. Era hora dele descansar.
Em segundo lugar, porque nas últimas vezes que tenho tocado com cd, os locais não estão, digamos, preparados pra ter alguém tocando com cd. O mp3 acabou com o prazer de levar os discos, escolher as musicas, tirar um, colocar o outro. Agora com um toque numa tecla, vc tem toda a sua discoteca aberta e pronta para a escolha. Só acho que no fundo, no fundo, não importa o que vc tem pra tocar, importa é o seu público, pronto ou não para ouvir seu set, e acima de tudo, o seu feeling para tocar o que seu público quer (ou não) ouvir, mas o que com certeza vai fazer ele se acabar na pista.
O que me leva a minha escolha, meio difícil, de tentar educar as pessoas no dancefloor. Foi –se o tempo. Foda-se. Hoje todo mundo tem internet. Se só querem ouvir Back in Black ou Rock and Roll All Night, que ouçam. Em casa escuto o que acho melhor.

quinta-feira, novembro 19, 2009

Ainda não escrevi um monte de coisas aqui que queria comentar e acabei esquecendo da maioria delas. Mas essa não tive como esquecer. Está em todos os lugares. A estréia, pré-estreia do filme do Lula. Lula, filho do Brasil.
E onde foi a gran premiere? Em Brasília, ora bolas. Capital do poder, da roubalheira e da corrupção. Mas o que que tem filme de festival de Brasília a ver com toda a sujeira que existe lá? Bom, deixa eu explicar.
Na estréia do filme, foi aquela corja toda, estudante de cinema, comunicólogos, e a pior delas, assessores e políticos. Imagina só, os puxa-sacos todos lá querendo ver o “filme do presidente”. Aí, claro, sobrou carteirada e escrotidão. (pausa para cuspir no chão).
Já com a sala de exibição transbordando de gente, chegou a equipe do filme. Umas 30 pessoas. E pediram que liberassem umas 30 cadeiras para eles assistirem ao filme. Hahahaha
Acha que liberaram? Nada. Alguns estudantes de sociologia talvez tenham se levantado, mas a corruptalha, essa não se mexe. Tem medo de se levantar e algum neto de político tomar o lugar deles. Acharam que era a repartição. Aí, veio a produtora e pediu pro pessoal se retirar, que era perigoso aquele monte de gente, no chão, nas escadas... todos poderiam voltar para a sessão extra, que fariam depois.
Ela foi vaiada. Vaiada. Ignobeis. Ninguém saiu. E começou o filme. E aí, devem ter partido o coração do Barretão. Porque deve ter sido uma plateia de filme de terror isso aí. Enfim, acabou o filme, acabou a pipoca, todos se levantaram e foram embora. Afinal, no outro dia todos poderiam falar na camara, no senado, na repartição que tinham visto o filme do presidente. E com isso, garantir mais 4 anos de emprego público. Mamando nas tetas do governo. Nas nossas tetas.

****

Só consegui pensar na cena de Inglorious Basterds. Como um judeu armado cairia bem naquela sala de cinema.

terça-feira, novembro 17, 2009

Hoje fui numa loja de discos e até separei uns metaus pesadus pra ouvir. Mas na hora de levar, só trouxe musiquinha bonitinha. Era o que tava afim de ouvir. Afrouxei.


Falando em musica, hoje também desfiz meu case de cd que usava pra tocar. Não sei o que isso significa, se tem uma segunda leitura por trás dessa ação não-pensada, mas o que acontece é que precisava arrumar minhas coisas, meus CDs que estavam meio largados, meio esquecidos faz algum tempo. Assim como eu. Vai ver eu preciso dar um tempo pra cuidar de mim, me acertar, deixar meu rotulo retinho, tirar o pó das minhas caixinhas e colocar tudo numa caixa de papelão, arrumadinho. Quem sabe pegar uma estrada...

sábado, novembro 14, 2009








Sobre ontem.

teve show aqui. E pude conferir a turne do pouco falado ótimo álbum Dark Days/Light Years do Super Furry Animals. Os caras estão em forma. E se não fizeram um show tão rico quanto o do timfa em 2003, com projeções, roupas peludas e a taça da copa do mundo (ainda éramos campeões), pelo menos apresentaram o que esperamos de uma banda: música.
Totalmente calcado no seu novo disco, os furries desfilaram competência e, se para quem não conhece, o show pode ter parecido meio morno, para mim (fã e com todos os discos) foi foda!!! poder ver os caras de novo aqui e dessa vez numa fundiçao progresso quase vazia, quase na frente do palco, valeu as 30 pratas.

Sobre o festival, bom, teve o Holger, mas só peguei a ultima musica. Pareceu interessante. Depois o Mato Policia Motorizado da Argentina mostrou que evoluiu muito desde o ultimo show que vi deles (Festival Calango 2008 - Cuiabá). E ganharam a platéia com seu som, quem sabe, abrindo os corações do brasileiros para o som dos nossos hermanos da sudamerica. Dos furries eu já falei ali em cima. e depois deles veio o Gogol Bordelo. Uma maçaroca de som de tudo quanto é tipo que levou a platéia à loucura. Chatamente poderia dizer que a energia deles foi compreendida pela molecada que não entendeu o som muito mais cool do supah furry. Deu tempo de me afastar, ouvir o show, gostar do que eles propoem, e bater umas fotos/fazer uns videos.

confira!

sexta-feira, novembro 13, 2009

em fase de maturação

Saia da frente da tv. Eu saí.
E vim pra frente do computador. Juro que tento pensar em histórias legais para serem contadas, mas quantos de vocês conseguem escrever no escuro na posição de lótus, com sirenes nas ruas, a televisão a toda altura, com diálogos saídos de novela e musicas saídas de suas trilhas sonoras - meus pais são meio surdos, e espero que não fique assim – e suando como um cachorro. Se bem que cães não são (nossa, três palavras com til seguidas) animais tão sudoríparos assim.
Bom, não tenho nada para contar. Nenhuma historinha bonitinha. Nada mesmo. Estou tonto faz um mês, penso que coisa do coração, mas não tenho coragem de ir ver um médico. Estou com falta de ar faz uns quinze dias, e sinto como se estivesse em um liquidificador cada vez que coloco uma garfada de comida na boca. Regulo meus remédios de acordo com meu humor e parece que preciso deles cada vez mais.
sexta-feira 13.

Continho fresco pra vocês.


***


Era um sábado à tarde. Eu tinha acabado de sair do supermercado. Às vezes deixo para ir ao supermercado aos sábados a tarde. Não sei por quê. É um daqueles dias em que geralmente não se tem nada para fazer. O carrinho cheio de carnes para o churrasco de aniversário que iria acontecer dali a duas semanas, as cervejas, a vodka e todas as drogas envolvendo gordura e álcool que podem ser compradas em um supermercado num sábado a tarde.
Na verdade, nem sei porque me lembro desses detalhes. Parece que foi a tanto tempo atrás. E, não sei a quanto tempo foi, nem mesmo se esse sábado aconteceu. Estava meio quente, é verdade. Mas ar-condicionado é feito pra isso mesmo, desviar a nossa atenção de quanto estamos destruindo o planeta, de como derretemos nossas calotas polares, de como abrimos, escancaramos o buraco na camada de ozônio, de quantos poucos anos de sobrevivência em nossa querida rocha ainda temos. Ou tínhamos.
Estacionamento. Compras no carro, movido à combustível fóssil, claro. Menos econômico, mas o modelo do meu carro é muito mais bonito e caro do que o dos caras que pararam ao meu lado. Carros pequenos, econômicos, populares. No supermercado todos são populares. Ate olharem pro que eu compro. De qualquer modo, sai do super e vi que o transito estava parado. Não entendi muito bem. O rodízio funcionava bem, cheguei com tanta facilidade ate aqui. Problemas, justo no momento de voltar para minha casa, para meu refugio. Nada se movia. Bom, nada é exagero. Algumas pessoas andavam de um lado para o outro, algumas correndo. Outras caiam de joelhos no chão. Não entendi muito bem. Sai do carro, olhei para os lados. Carros com portas abertas, aparelhos de som falando sozinhos, para ninguém. Carros ligados, com chaves nas ignições. O que está acontecendo. E que calor, caramba. Mas também, não tem uma nuvem sequer no céu...

O céu. O que é isso? O que aconteceu com o céu? Três sóis, cinco luas, as estrelas todas brilhando em plena luz do dia. Mais um sol nascendo no horizonte. Uma dança de corpos celestes, um pandemônio inexplicável. Estrelas cadentes, cometas, dia e noite juntos, numa luz quente e numa escuridão estranhamente clara. Comecei a me sentir mal. Mal, muito mal. Um peso sem igual parecia me empurrar para o chão. Senti minhas costas arquearem e, de repente, estava deitado no asfalto, no meio da rua, no meio de carros abandonados, de barulhos e silêncios desconfortáveis. Simplesmente assim. Sem conseguir me mover. Uma revolta tomou conta do meu corpo, do meu estomago. Senti a comida subindo devagar pelo meu esôfago, ate chegar em minha boca e, quente e ácida, ser vomitada comigo ainda deitado. O calor parecia ainda mais insuportável e por alguns instantes pensei que estava tendo um infarto. O peso passou. Consegui me levantar, ainda sujo com meu vomito. Umas pessoas também se levantavam. Como se todas tivessem sentido o mesmo peso. Como se todos estivéssemos sendo julgados. Olhei ao redor e vi uma mulher com seu filho pequeno, de mãos dadas e chorando, um senhor de cabeça branca e sua esposa, um casal de namorados, eu e meu carro. Quem está aí? Vi um vulto. Tinha absoluta certeza de que alguém me olhava de longe, me mirava e dizia coisas a meu respeito. Por um instante pensei em xingar a velha que abraçava seu marido, de cabeça branca. Gritar fofoqueira, gritar para me deixar em paz. Me deixem em paz. O que eu fiz? O que é isso, cacete?
Saí correndo por entre pessoas desesperadas, carros sem vida, asfalto e grama, tentando chegar em minha casa ou perto dela, o que fosse. Pensei nos meus discos, nas minhas camisas que estavam secando, na minha mãe, talvez pensasse em alguma namorada se tivesse uma. Uma pausa aqui para explicar que, apesar dos quarenta e poucos, sou um homem muito bonito. Freqüento academia, tenho um ótimo emprego em uma revista semanal e sou solteiro convicto. Nunca vi a razão de se casar com uma mulher que cinco anos depois irá se tornar uma versão mais jovem da sua sogra. Sem falar que as estagiarias da revista, recém saídas da faculdade, sempre caem de amores por mim e um corpo de 19 a 23 anos é o mais perto que um homem pode chegar do paraíso. Ou era o que eu pensava ate então.
Ainda alguns quilômetros longe de casa, parei para respirar. Tive a certeza de ter visto outro vulto. E dessa vez estava certo. Realmente era um vulto, ou parecia ser um. Ou algo que não saberia descrever sem soar crente demais, mas algo como um espírito. Uma energia que flutuava por sobre as ruas, varias delas, forças, diremos assim. Uma pareceu se aproximar de mim. Sem rosto, sem forma, como se fosse uma nuvem que é impossível de se ver de tão alta que esta, mas da qual se sente a chuva caindo. Sua chuva eram palavras, mas não do tipo que estamos acostumados. Palavras de silêncio. Palavras como chuva que sabemos estar nos molhando, mesmo quando nem conseguimos ver os pingos. Palavras que não entendia e que não tive como responder. O silenciar aconteceu em todos os cantos. Os pássaros pararam de cantar, os motores e as rádios se calaram, minha garganta era de um vazio absoluto. Como um apagar de luzes, mas de som. A escuridão tomou conta de meus ouvidos. E o peso voltou com ainda mais força me arremessando ao chão. Entendi de repente que existiam respostas e que eu tive acesso a elas durante toda a minha vida. Existia um livro, um guia, uma verdade. As coisas todas estavam nele, os segredos estavam revelados, as duvidas explicadas, as mentiras desmentidas. O vulto tomou forma de palavras, não escritas, mas palavras que lia dentro de minha cabeça. Palavras como em um livro. Neste livro que eu já tinha visto antes tantas vezes, mas que nunca li. O peso sumiu mais uma vez e pude me levantar. Não consegui mais correr. Não pude mais me mexer. Minha ultima reação foi esperar, e assim, me sentei no meio da rua. Olhando para o silencio de sois e luas movendo-se ferozmente nos céu , de estrelas que iam e vinham, que brilhavam e apagavam, comecei a chorar. Um choro, não de desespero, mas de tristeza profunda. Como se minha alma se revirasse, pedindo para sair de dentro de mim, como se estivesse sendo deixado por alguém que me acompanhava por muito tempo, talvez como a sensação de perder um filho ou se tornar viúvo, dando adeus ao grande amor de sua vida.
O clarão então veio e tudo ficou escuro. A escuridão tomou conta de tudo o que eu olhava. Tão negra e desoladora que meus olhos não se acostumaram, nunca se acostumariam. Levantei-me e tateando ainda tentei caminhar alguns passos. Só para ouvir algo, um grito, uma tuba, um barulho tão intenso e opressor que me curvei sobre mim mesmo e vomitei o resto de comida que talvez ainda tivesse na barriga, ou só bílis mesmo.
E o tempo, assim como tudo começou, cessou. Não havia mais tempo, mais som, mais luz, mais motivos, mais vida. Deitei-me e deixei ser levado. Não sei quanto tempo se passou, não sei mais o que seria o tempo, senti uma mão quente acariciando meus cabelos. Abri os olhos e vi uma mulher. Senti sua luz. Seu toque. Sua vontade de ajudar. Que triste que não pudemos acreditar. Centenas e centenas de pessoas, como ela, passavam por mim, em suas luzes próprias, graciosos e numa sensação de tamanha paz como se pudessem ter tornado tudo algo melhor. Senti um pouco de inveja. De vontade de estar lá, de desistir das respostas que procurei por tanto tempo em tantos livros, em tantas noites acordados, em tantos copos e garrafas de uísque, em tantos frascos de remédios, em tantas pílulas, em tantos corpos . O que eu iria fazer com elas, de qualquer forma? Pra que saber as respostas, quando tudo o que eu queria agora era poder me levantar, para cair de joelhos e gritar a todo pulmão, Aleluia?
E então percebi que era assim que iria ficar. Para sempre. Deitado no silêncio, no escuro, na eternidade, no asfalto frio de uma cidade vazia.

quinta-feira, novembro 12, 2009

fui ao hortifruti hoje comprar uma melancia de 5 quilos.
E não é que lá acabei vendo um panfleto de uma exposição que está rolando na estação carioca do metrô, desde 19 de outubro, com as campanhas de comunicação da Hortifruti, criadas pela MP?
Criações que tive o prazer de participar. Então poderia dizer, assim, um pouquinho, que tem uma exposição com umas peças minhas acontecendo aqui no Rio.
hahahaha

sem querer virei artista.
vamos lá?

quarta-feira, novembro 11, 2009

adoro essas coisas do orkut.

Sorte de hoje: Confie naqueles que já tentaram

***

apagão de lado, o novo orkut é o facebook de pobre.
hahahaha

sexta-feira, novembro 06, 2009

Antes aqui


Conheço um monte de bandas que, com o passar do tempo, vão se tornando caricaturas de si mesmas. Tendem a retornar para as paragens de sempre, para a mesma zona de conforto e se repetem disco após disco. Outras, poucas diga-se de passagem, conseguem ter o que dizer mesmo depois de muito tempo na ativa. Os fãs que me perdoem, mas o Pearl Jam, já há algum tempo, flertava com a primeira, e fácil, opção. No entanto, algo aconteceu. Digo algo, porque não sei que toque divino tira uma banda da bandalha musical e a coloca de volta nos trilhos. E parece que deram um toque nos caras de Seattle, que conseguiram se reinventar. Desde o “disco do abacate” o PJ vem merecendo o meu respeito e o tempo, cada vez menos livre e mais precioso, de audição musical. Digo isso porque, numa sexta-feira qualquer, recebi uma encomenda de um amigo com Backspacer, o último lançamento de Eddie Vedder e companhia.

De primeira, achei algumas pérolas como The End, Amongst the Waves e Unthought Known que me levaram a mais uma rodada de play no cd. E foi desse jeito que o Backspacer foi crescendo, crescendo e se tornou um dos grandes de 2009. Juntando influências esquecidas, como Ramones, com as novas experiências de seu vocalista, a trilha sonora do filme Na Natureza Selvagem, o Pearl Jam encontrou o equilíbrio que faltava entre nervosismo, guitarras e rock. Deleite-se com esse ótimo trabalho e pode esperar, em vez de apertar o backspace você vai se pegar apertando o repeat muitas e muitas vezes.


quarta-feira, novembro 04, 2009

em fase de maturação.


o verão está aqui. estou de volta. a cidade parece sorrir, seu cheiro está diferente, sua cor, seus sorrisos. é pra isso que a cidade do Rio vive, para chegar em dezembro e desabotoar as camisas e os paletós e se jogar na bermuda florida do verào.

não somos cosmopolitas. somos cariocas.
E para isso não precisamos falar chiado, ainda que uma grande maioria o faça.
ser carioca é mais, e vai além disso.
não se faz um carioca apenas com sotaque, se faz com alma.
a mesma alma que anda com havaianas no pé, como se calçasse um armani. que não troca o chope no balcão por nada. que ama suas mulheres, e as acha as mais lindas do planeta, ainda que não consiga se aproximar de meia dúzia delas em toda a sua vida. que entende a beleza das frutas empilhadas nas casas de suco,e descobre sabores diferentes a cada estação.

se esconder em um ipod, ipobre, celular ou mp algum número (o último que fiquei sabendo era um 9. mp9). vivem em seu mundo, fugindo da realidade.
por isso me senti um velho, cantarolando e assobiando uma canção, estalando os dedos no caminho entre a minha casa e o supermercado.
As músicas que quero ouvir estão, há muito tempo, e minha cabeça. delas lembro letras, estrofes, refrões, e riffs de guitarra. Isso quando não sou possivel de solfejar todo o solo de guitarra.
eu tenho o meu mpcérebro. e fico feliz com ele.
mesmo porque, o filtro da memória é o único que separa as músicas qe te acompanharão para a eternidade daquelas que tocarão um dia em alguma rádio e cairão no esquecimento.
Ainda que à eternidade possa ser dada uma forcinha com um ipod de, digamos, 160 gigas.
bom, ninguém é de ferro. só o homem.\hum, e não é que já me veio um riff à cabeça.

segunda-feira, novembro 02, 2009

o que ando fazendo nesses dias?
nada demais, na verdade.
ando parado, ando sem pensar em muita coisa, sem me cobrar saber nomes e marcas de câmeras e como cada uma delas funciona.
Ando sem pensar em como captar melhor o som em um ambiente não controlado e com árvores por todos os lados.
Me pego viajando por estradas de terras e indígenas no Paraguay, mesmo que só na minha mente (por enquanto).
Penso em escrever e em criar, propaganda mesmo.
Não adianta, gosto. De verdade. Ainda me arrepio quando penso num conceito que sei que abraça toda a criação. Quando penso num título (dois anos depois, será que ainda usam títulos em anúncios?!), fico feliz. Quando viajo num roteiro de 30 segundos, acho um tesão. Talvez seja a hora de entrar de cabeça nisso, de um jeito que sempre me neguei. E achar tempo para a terapia e para estudar para o mestrado.
É, acho que tenho metas.

Mas continuo baixando discos e querendo ir aos shows.
(últimas aquisições: Weezer - Raditude e Jet - Shanka Rock)

Consegui a segunda parte de CHE. Via SP e camelódromos da vida.
Mas fico com uma pena de ver um filme em que sei que o mocinho morre no final.
mocinho?
fica pra você decidir.