oi. ainda em Londres. ate segunda. vendo bom dia Brasil da Record, na hora do almoco na Inglaterra.
Andando e bebendo por essa cidade. Comendo comida indiana, turca, polinesia, enfim, tudo menos comida inglesa. Existe comida inglesa?!?!
Bom, uma coisa muito maluca aqui sao os banheiros dos Pubs. Ontem fui em um chamado Cheers que era identico ao pub do seriado americano de mesmo nome. Fui ao banheiro e um cara la dentro, empregado do pub abriu a torneira, espirrou o sabao liquido na minha mao e me deu uma toalha de papel para enxugar a mao. So faltou balancar o bicho, mas ai seria demais.
Depois ficou com aquela cara de me da um dinheiro ai...
hahaha
Falei que nao percisava de nada daquilo e pedi desculpas.. Sou brasileiro. E ele...Roberto carlos, ronaldo, football... Ufa. salvei umas libras gracas ao nosso scretch nacional.
E o pior eh que tinha tic tac, milhares de perfumes diferentes e ainda pirulitos.
Imagina pagar e nao usar um perfume ou levar uns pirulitos pra casa. hahahaha
****
Chinatown tem uns letreiros bem bonitos. Mas sabe o que eh realmente estranho?
Ver uns patos assados inteiros pendurados nas vitrines dos restaurantes, junto com uns pedacos de carne, como se fosse um acougue.
***
Ah, e a pre-estreia de instinto selvagem 2, enquanto eu passava pela leicester square? Olha la, eh a Sharon Stone? Nao sei... Se ela cruzar a perna, da pra saber.
:)
***
Bom, tenho que ir encontrar a Luciana la no Brit Museum. De manha ela foi fazer o passeio a pe (o walk tour) dos Beatles. Eu fiquei em casa, tomando cha com leite e tentando me recuperar de uma dorzinha chata de garganta...
Beijos proces.
Música, cinema, literatura pobre, propaganda e um pouquinho de vida. Melancolia também, por que não?
quinta-feira, março 16, 2006
segunda-feira, março 13, 2006
Paulinho, Dublin eh o pubs paradise.
esquece londres. QUer dizer, esquece, nao.
mas pra birita, dublin eh o que ha!
a unica diferenca eh a quantidade de marcas que existe em londres, nas lojinhas de conveniencia...
Mas os pubs de Dublin...
juro que vi a galera toda sentada la, umas tres vezes, enchendo a cara de Guinness e rindo pra caramba.
Somos todos irlandeses...
esquece londres. QUer dizer, esquece, nao.
mas pra birita, dublin eh o que ha!
a unica diferenca eh a quantidade de marcas que existe em londres, nas lojinhas de conveniencia...
Mas os pubs de Dublin...
juro que vi a galera toda sentada la, umas tres vezes, enchendo a cara de Guinness e rindo pra caramba.
Somos todos irlandeses...
domingo, março 12, 2006
ei, ei, ei.
to em Londres.
E dai, ne?
dai nada. E legal, bonito, frio, cinza e so toca musica boa. coisa que percebi desde Dublin. Cidade, alias, que mora no meu coracao. Sou irlandes de coracao pra sempre. Se querem saber, mais ate do que ingles. hahaha
Mas tenho mais 8 dias deLondres. E muitas aguas vao rolar.
Quanto a musica, eh coisa boa o tempo todo, na radio, nos pubs, na rua (isso mesmo, no meio da rua)... So para vcs saberem, Johnny Cash aqui eh rei. Eh o momento dele. Ele esta em primeiro lugar nos discos mais vendidos e em Dublin aconteceu de uma banda tocar, em um pub, uma musica dele no meio de umas musicas celtas/rock.
Foi um momento. Uma guinness na mao, Johnny Cash sendo tocado, na Tv do Pub, um belo jogo da Copa dos campeoes numa tela de plasma...
Imaginem se isso nao poderia ser identico para todo o resto da minha vida?
***
Bom, Guinness ja e uma constante. Eh todo dia. toda hora. Tomo cerveja todo dia. Hoje foi uma Stella Artois. Amanha, uma Becks, depois uma fosters ou uma Newcastle Brown Castle...
Sao tantas marcas que so morando aqui mesmo.Ai meu figado. Depois de 3 dias em Dublin descobri que nao tinha bebido agua. So cerveja e cafe/cha/chocolate quente.
Ai, pra matar a vontade, matei logo uma garrafinha de agua.
***
shows?
pode escolher.
Tem Black Crowes, tem The Animals, tem Buzzcocks, tem Liars, tem Dead 60's, tem milhares de coisas o tempo todo. Afinal, Londres ferve de verdade. Tem tudo pra se fazer o tempo todo. E tem uma tal de Cider (nossa sidra dai, acrescida de um know how europeu) que eh do cacete. Desce igual agua... E os whiskys?
Uma garrafa de BLACK? 30 euros. Uma de Daniel's? 16 libras...
***
Virgin Megastore hoje. Nunca me senti tao oprimido em minha vida. Tudo, ou quase tudo, para comprar. O Nowhere do Ride, so 5 libras. E esse eh so um dos classicos que aparecem por aqui o tempo todo de bobeira, por esses precinhos ridiculos pros caras daqui. Mas que pra gente eh caro pacas...
um Ipod 60 Gb,video, e tudo mais? 299 libras.
Agora imagina um Ipod desses a 299 reais ai no Brasil?
putz...
Mas o mundo ainda nao eh perfeito.
***
Saudades das cores do Brasil. De verdade. Da comida colorida, dos produtos, do nosso pao (acredite, nosso pao de forma da de 10 a zero nos daqui...).
Para constar: Londres eh um lugar para se trabalhar (muito) c0mprar tudo, ver todos os shows e sei la, conhecer o mundo todo. Londres - NY? 250 libras.
Londres - Dublin? 20 libras...
Coisas para se pensar...
Bom, preciso ir dormir.
Fotos?
www.fotolog.com/craddie
to em Londres.
E dai, ne?
dai nada. E legal, bonito, frio, cinza e so toca musica boa. coisa que percebi desde Dublin. Cidade, alias, que mora no meu coracao. Sou irlandes de coracao pra sempre. Se querem saber, mais ate do que ingles. hahaha
Mas tenho mais 8 dias deLondres. E muitas aguas vao rolar.
Quanto a musica, eh coisa boa o tempo todo, na radio, nos pubs, na rua (isso mesmo, no meio da rua)... So para vcs saberem, Johnny Cash aqui eh rei. Eh o momento dele. Ele esta em primeiro lugar nos discos mais vendidos e em Dublin aconteceu de uma banda tocar, em um pub, uma musica dele no meio de umas musicas celtas/rock.
Foi um momento. Uma guinness na mao, Johnny Cash sendo tocado, na Tv do Pub, um belo jogo da Copa dos campeoes numa tela de plasma...
Imaginem se isso nao poderia ser identico para todo o resto da minha vida?
***
Bom, Guinness ja e uma constante. Eh todo dia. toda hora. Tomo cerveja todo dia. Hoje foi uma Stella Artois. Amanha, uma Becks, depois uma fosters ou uma Newcastle Brown Castle...
Sao tantas marcas que so morando aqui mesmo.Ai meu figado. Depois de 3 dias em Dublin descobri que nao tinha bebido agua. So cerveja e cafe/cha/chocolate quente.
Ai, pra matar a vontade, matei logo uma garrafinha de agua.
***
shows?
pode escolher.
Tem Black Crowes, tem The Animals, tem Buzzcocks, tem Liars, tem Dead 60's, tem milhares de coisas o tempo todo. Afinal, Londres ferve de verdade. Tem tudo pra se fazer o tempo todo. E tem uma tal de Cider (nossa sidra dai, acrescida de um know how europeu) que eh do cacete. Desce igual agua... E os whiskys?
Uma garrafa de BLACK? 30 euros. Uma de Daniel's? 16 libras...
***
Virgin Megastore hoje. Nunca me senti tao oprimido em minha vida. Tudo, ou quase tudo, para comprar. O Nowhere do Ride, so 5 libras. E esse eh so um dos classicos que aparecem por aqui o tempo todo de bobeira, por esses precinhos ridiculos pros caras daqui. Mas que pra gente eh caro pacas...
um Ipod 60 Gb,video, e tudo mais? 299 libras.
Agora imagina um Ipod desses a 299 reais ai no Brasil?
putz...
Mas o mundo ainda nao eh perfeito.
***
Saudades das cores do Brasil. De verdade. Da comida colorida, dos produtos, do nosso pao (acredite, nosso pao de forma da de 10 a zero nos daqui...).
Para constar: Londres eh um lugar para se trabalhar (muito) c0mprar tudo, ver todos os shows e sei la, conhecer o mundo todo. Londres - NY? 250 libras.
Londres - Dublin? 20 libras...
Coisas para se pensar...
Bom, preciso ir dormir.
Fotos?
www.fotolog.com/craddie
quinta-feira, março 09, 2006
ei, pouco mais de 5 minutos no web cafe de dublin, sem acento!
continuem me visitando, quye sempre que puder vou escrever aqui alguma coisa.
Dublin e pequena, bonitinha, fria (em todos os sentidos) e bebada!
O albergue nao e nada demais mas por 13 euros a diaria com cafe da manha esta tranquilo.
2 francesas, 2 ingleses e deus sabe mais o que estao la no quarto!!!
se quiserem saber mais detalhes, visitem o blog da Lu que escreveu bem mais que eu!!
o endereco e psicodog3.blogspot.com
bjos proces!!
continuem me visitando, quye sempre que puder vou escrever aqui alguma coisa.
Dublin e pequena, bonitinha, fria (em todos os sentidos) e bebada!
O albergue nao e nada demais mas por 13 euros a diaria com cafe da manha esta tranquilo.
2 francesas, 2 ingleses e deus sabe mais o que estao la no quarto!!!
se quiserem saber mais detalhes, visitem o blog da Lu que escreveu bem mais que eu!!
o endereco e psicodog3.blogspot.com
bjos proces!!
terça-feira, março 07, 2006
ei,estou aqui.
Calma, Guarulhos ainda, esperando dar a hora de colocar as malas pra dentro do avião.
A viagem, de vix pra SP, foi tranquila.
Como não ganhei a promoção da ESPN, volto no dia marcado mesmo. hahahaha
Sem muitas notícias ainda. sem fotos. Quer dizer, duas fotos, mas nem dá pra colocar.
AINDA.
bjos
Calma, Guarulhos ainda, esperando dar a hora de colocar as malas pra dentro do avião.
A viagem, de vix pra SP, foi tranquila.
Como não ganhei a promoção da ESPN, volto no dia marcado mesmo. hahahaha
Sem muitas notícias ainda. sem fotos. Quer dizer, duas fotos, mas nem dá pra colocar.
AINDA.
bjos
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
The Past and Pending (The Shins)
As someone sets light to the first fire of autumn
We settle down to cut ourselves apart.
Cough and twitch from the news on your face
And some foreign candle burning in your eyes
Held to the past too aware of the pending
Chill as the dawn breaks and finds us up for sale.
Enter the fog another low road descending
Away from the cold lust, you house and summertime.
Blind to the last cursed affair pistols and countless eyes
A trail of white blood betrays the reckless route your craft is running
Feed till the sun turns into wood dousing an ancient torch
Loiter the whole day through and lose yourself in lines dissecting love.
Your name on my cast and my notes on your stay
Offer me little but doting on a crime.
We've turned every stone and for all our inventions
In matters of love loss, we've no recourse at all.
Blind to the last cursed affair pistols and countless eyes
A trail of white blood betrays the reckless route your craft is running
Feed till the sun turns into wood dousing an ancient torch
Loiter the whole day through and lose yourself in lines dissecting love.
As someone sets light to the first fire of autumn
We settle down to cut ourselves apart.
Cough and twitch from the news on your face
And some foreign candle burning in your eyes
Held to the past too aware of the pending
Chill as the dawn breaks and finds us up for sale.
Enter the fog another low road descending
Away from the cold lust, you house and summertime.
Blind to the last cursed affair pistols and countless eyes
A trail of white blood betrays the reckless route your craft is running
Feed till the sun turns into wood dousing an ancient torch
Loiter the whole day through and lose yourself in lines dissecting love.
Your name on my cast and my notes on your stay
Offer me little but doting on a crime.
We've turned every stone and for all our inventions
In matters of love loss, we've no recourse at all.
Blind to the last cursed affair pistols and countless eyes
A trail of white blood betrays the reckless route your craft is running
Feed till the sun turns into wood dousing an ancient torch
Loiter the whole day through and lose yourself in lines dissecting love.
sexta-feira, janeiro 27, 2006
domingo, dezembro 25, 2005
Uma paixão:
O time que tinha Didi, Amarildo e Zagallo, mas só era campeão porque o ônibus entrava de ré no maracanã;
O time de grandes ídolos que nunca foram campeões (Mendonça, Heleno, Alemão, Dirceu, Marinho Chagas, entre outros);
O time que viu o Vasco dar volta olímpica com uma caravela na cabeça, para depois perder o título, no campo e no tapetão (1990);
O time que impediu o flamengo de ganhar o único título que faltou em 1981 (o brasileiro);
O time daquelas horrorosas e lindas meias cinzas;
O time das estrelinhas amarelas que sumiram no novo milênio;
O time do Mendonça, que jogava de camisa 8 e short 13, para dar sorte;
O time da gemada do Carlito Rocha;
O time campeão carioca de 1997, em cima do Vasco, futuro campeão brasileiro daquele ano;
O time campeão carioca de 1989, em cima dos futuros tetra-campeões mundiais (Jorginho, Aldair, Leonardo, Zinho e Bebeto), mais o Zico e o Telê;
O time que, apesar de grande, não tem um lateral-esquerdo decente desde Rodrigues Neto (1978);
O time do Mané e seu compadre Nilton;
O time da vitória dos reservas sobre o flamengo de Romário e Sávio;
O time que atropelou o expresso da vitória do Vasco, em 1948;
O time dos 100 mil contra o Juventude, uma tragédia anunciada, a cara do clube;
O time dos meninos do Largo dos Leões;
O time daqueles que choram de alegria e riem da própria desgraça;
O time que tinha Garrincha, mas foi campeão carioca de 1962 porque jogou com camisas de mangas compridas em dezembro, para dar sorte;
O time recordista brasileiro de jogos invictos (52 jogos, entre 1977 e 1978, o time do camburão);
O time recordista de jogos invictos em campeonatos brasileiros (42 jogos, entre 1977 e 1978);
O time de maior número de jogadores cedidos à seleção brasileira em todas as copas;
O time tetra na década de 30;
O time da torcida de massa .... cinzenta! Olavo Bilac, Vinícius, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Clarice Lispector, Glauber Rocha, entre outros. Que linha!
O time do Túlio Maravilha, fanfarrão, debochado e, acima de tudo, herói;
O time de tantos craques;
O time do pênalti defendido pelo Max contra o Náutico na série B (2003);
O time de Paulinho Valentim e dos 6 x 2 no pó-de-arroz (1957);
O time de Sério Manoel, mais herói em 1999 do que em 1995;
O time da incrível derrota garfada no carioca de 1971;
O time Robin Hood, que ganha do flamengo e perde do Madureira;
O time da torcida que mais canta o hino em seus jogos;
O time do hino mais bonito do mundo (o américa que se dane!);
O time do Paulo Azeredo, Estelitta e Saldanha;
O time do falecido Mourisco;
O time campeão de 1097 e 1910;
O time conhecido como glorioso;
O time da maior goleada da história do futebol brasileiro, 24 x 0 sobre o Mangueira (1909);
O time do Eliel, do Sinval e do Cléo (que Deus o tenha), que só foi campeão da Conmebol porque tinha um goleiro Bacana;
O time que o Beckembauer procurou na tabela do brasileiro, não encontrou e achou um absurdo toda aquela tradição ter sido rebaixada para a série B (2003);
O time do seu Emil;
O time Cazuza, que foi ao inferno e voltou, várias vezes, a última em 2004;
O time que sempre viveu entre o céu e o inferno (Sérgio Augusto);
O time que, vestindo a camisa do Brasil, rabiscou a Argentina, goleando por 4 x 1, com direito a um “olé” de 5 minutos no último gol (1968);
O time onze vezes seguidas campeão carioca de voleibol (1965-1975);
O time que foi o primeiro carioca campeão brasileiro de futebol (Taça Brasil – 1968);
O time que foi o primeiro campeão brasileiro de basquete (1967);
O time do Biriba;
O time que, nos pés do Mané, inventou o olé;
O time quase eliminado que voltou correndo de uma excursão para humilhar o flamengo no maracanã (4 x 1) e levar a Taça Guanabara de 1968;
O time do Carlos Imperial e do Sargentelli (saravá BOTAFOGO);
O time do Agnaldo Timóteo, que invadiu o campo e interrompeu uma partida para ensinar um pereba a bater penalti (1984);
O time da Sonja, que chorou e paramos de perder, até sermos campeões invictos (1989);
O time do bruxo Espinosa, que sonhou de véspera com o placar piscando: “CAMPEÃO CARIOCA DE 1989”;
O time do mago Nilton Santos que previu o gol do Maurício (por causa da camisa 7), quando atacamos para o lado do “gol do Gighia”;
O time que inaugurou o campo de General Severiano colocando um pouco de terra de todos os estados do Brasil;
O time da estrela d’alva;
O time que é o único no Brasil campeão de dois séculos – remo, 1899 e os demais títulos (falta um no novo milênio);
O time do barco DIVA, primeiro campeão brasileiro (remo – 1902);
O time que ficou 3 anos sem ganhar um clássico, e quando ganhou foi campeão;
O time que foi campeão da Taça Rio em 1989 sem volta olímpica, que acabou guardando para o título estadual;
O time do número mágico 21 (21 de junho de 1989, 21ºC, gol aos 12 m que é 21 ao contrário, o Mazolla, 14 cruza para o Mauríco, 7 etc);
O time do Luizinho Quintanilha, campeão de 1989, que botou a faixa de campeão (“CAMPEÃO CARIOCA DE 89”) ao avesso, e apareceu: “CAMPEÃO CARIOCA DE 68”, o ano do último título antes da fila;
O time campeão brasileiro de 1995, que lutou contra todo um Estado, o presidente FHC, o ministro Pelé, o governador Mário Covas, e todas as redes caipiras de televisão;
O time campeão de terra, mar e ar de 1962 (até o carioca de aeromodelismo!);
O time das inéditas 12 vitórias em 12 jogos na Taça Guanabara de 1997;
O time que nasceu com a vocação do erro;
O time que diziam, sempre foi zoneado, porque se melhorar, vira o fluminense;
O time Fênix, que volta das cinzas quando ninguém mais acredita;
O time que subiu de posto, indo de General para Marechal, e todo mundo chorou;
O time do Levir Culpi, que barrou o Almir para botar o Gedeil, e quase ferra a gente;
O time do Levir Culpi, já técnico do Atlético/PR, que torceu para o time dele não fazer um gol no fim do jogo, pois rebaixaria o meu time de novo, e a vitória paranaense não adiantava mais nada (2004);
O time do guerreiro Túlio, que abriu a cabeça, voltou, jogou com raça e chorou no fim do jogo na derrota para o Corinthians (2004);
O time que deu de 6 x 0 no flamengo (1972);
O time que levou de seis de volta (1981) e depois mais seis (6 x 1) no lombo (1985);
O time único que tem a palavra “perder” no hino;
O time do gol do Zé Carlos – o Zé Maluco, que valeu o título do Rio-São Paulo em 1998;
O time do Renato Sá, primeiro carrasco (78), depois herói (79);
O time do Sandro, que quebrou a porta do vestiário quando foi rebaixado (2003) e ficou para quebrar a porta de novo, quando subiu (2004);
O time do Montenegro, que trouxe a sede de volta e nos deu o brasileiro;
O time do Paraguaio, Geninho, Pirilo, Otávio e Braguinha;
O time de Rogério, Gérson, Jairzinho, Roberto e Paulo César;
O time do Puruca, do Perivaldo e do Petróleo;
O time do amor bandido, que tira muito mais do que dá para sua torcida;
O time do Aluísio, que amarrava cortinas por ordem do Carlito, para o meu time ganhar;
O time do Bebeto, turrão, cabeça-dura, mas um alvinegro apaixonado;
O time do velho Valdo, maestro em 2003;
O time do gol do Dimba (1997);
O time que tem como escudo uma invenção de Deus;
O time dos guerreiros Gottardo, Gonçalves e Galvão;
O time da alma, porque coração morre e apodrece, mas a alma é eterna.
O time que tinha Didi, Amarildo e Zagallo, mas só era campeão porque o ônibus entrava de ré no maracanã;
O time de grandes ídolos que nunca foram campeões (Mendonça, Heleno, Alemão, Dirceu, Marinho Chagas, entre outros);
O time que viu o Vasco dar volta olímpica com uma caravela na cabeça, para depois perder o título, no campo e no tapetão (1990);
O time que impediu o flamengo de ganhar o único título que faltou em 1981 (o brasileiro);
O time daquelas horrorosas e lindas meias cinzas;
O time das estrelinhas amarelas que sumiram no novo milênio;
O time do Mendonça, que jogava de camisa 8 e short 13, para dar sorte;
O time da gemada do Carlito Rocha;
O time campeão carioca de 1997, em cima do Vasco, futuro campeão brasileiro daquele ano;
O time campeão carioca de 1989, em cima dos futuros tetra-campeões mundiais (Jorginho, Aldair, Leonardo, Zinho e Bebeto), mais o Zico e o Telê;
O time que, apesar de grande, não tem um lateral-esquerdo decente desde Rodrigues Neto (1978);
O time do Mané e seu compadre Nilton;
O time da vitória dos reservas sobre o flamengo de Romário e Sávio;
O time que atropelou o expresso da vitória do Vasco, em 1948;
O time dos 100 mil contra o Juventude, uma tragédia anunciada, a cara do clube;
O time dos meninos do Largo dos Leões;
O time daqueles que choram de alegria e riem da própria desgraça;
O time que tinha Garrincha, mas foi campeão carioca de 1962 porque jogou com camisas de mangas compridas em dezembro, para dar sorte;
O time recordista brasileiro de jogos invictos (52 jogos, entre 1977 e 1978, o time do camburão);
O time recordista de jogos invictos em campeonatos brasileiros (42 jogos, entre 1977 e 1978);
O time de maior número de jogadores cedidos à seleção brasileira em todas as copas;
O time tetra na década de 30;
O time da torcida de massa .... cinzenta! Olavo Bilac, Vinícius, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Clarice Lispector, Glauber Rocha, entre outros. Que linha!
O time do Túlio Maravilha, fanfarrão, debochado e, acima de tudo, herói;
O time de tantos craques;
O time do pênalti defendido pelo Max contra o Náutico na série B (2003);
O time de Paulinho Valentim e dos 6 x 2 no pó-de-arroz (1957);
O time de Sério Manoel, mais herói em 1999 do que em 1995;
O time da incrível derrota garfada no carioca de 1971;
O time Robin Hood, que ganha do flamengo e perde do Madureira;
O time da torcida que mais canta o hino em seus jogos;
O time do hino mais bonito do mundo (o américa que se dane!);
O time do Paulo Azeredo, Estelitta e Saldanha;
O time do falecido Mourisco;
O time campeão de 1097 e 1910;
O time conhecido como glorioso;
O time da maior goleada da história do futebol brasileiro, 24 x 0 sobre o Mangueira (1909);
O time do Eliel, do Sinval e do Cléo (que Deus o tenha), que só foi campeão da Conmebol porque tinha um goleiro Bacana;
O time que o Beckembauer procurou na tabela do brasileiro, não encontrou e achou um absurdo toda aquela tradição ter sido rebaixada para a série B (2003);
O time do seu Emil;
O time Cazuza, que foi ao inferno e voltou, várias vezes, a última em 2004;
O time que sempre viveu entre o céu e o inferno (Sérgio Augusto);
O time que, vestindo a camisa do Brasil, rabiscou a Argentina, goleando por 4 x 1, com direito a um “olé” de 5 minutos no último gol (1968);
O time onze vezes seguidas campeão carioca de voleibol (1965-1975);
O time que foi o primeiro carioca campeão brasileiro de futebol (Taça Brasil – 1968);
O time que foi o primeiro campeão brasileiro de basquete (1967);
O time do Biriba;
O time que, nos pés do Mané, inventou o olé;
O time quase eliminado que voltou correndo de uma excursão para humilhar o flamengo no maracanã (4 x 1) e levar a Taça Guanabara de 1968;
O time do Carlos Imperial e do Sargentelli (saravá BOTAFOGO);
O time do Agnaldo Timóteo, que invadiu o campo e interrompeu uma partida para ensinar um pereba a bater penalti (1984);
O time da Sonja, que chorou e paramos de perder, até sermos campeões invictos (1989);
O time do bruxo Espinosa, que sonhou de véspera com o placar piscando: “CAMPEÃO CARIOCA DE 1989”;
O time do mago Nilton Santos que previu o gol do Maurício (por causa da camisa 7), quando atacamos para o lado do “gol do Gighia”;
O time que inaugurou o campo de General Severiano colocando um pouco de terra de todos os estados do Brasil;
O time da estrela d’alva;
O time que é o único no Brasil campeão de dois séculos – remo, 1899 e os demais títulos (falta um no novo milênio);
O time do barco DIVA, primeiro campeão brasileiro (remo – 1902);
O time que ficou 3 anos sem ganhar um clássico, e quando ganhou foi campeão;
O time que foi campeão da Taça Rio em 1989 sem volta olímpica, que acabou guardando para o título estadual;
O time do número mágico 21 (21 de junho de 1989, 21ºC, gol aos 12 m que é 21 ao contrário, o Mazolla, 14 cruza para o Mauríco, 7 etc);
O time do Luizinho Quintanilha, campeão de 1989, que botou a faixa de campeão (“CAMPEÃO CARIOCA DE 89”) ao avesso, e apareceu: “CAMPEÃO CARIOCA DE 68”, o ano do último título antes da fila;
O time campeão brasileiro de 1995, que lutou contra todo um Estado, o presidente FHC, o ministro Pelé, o governador Mário Covas, e todas as redes caipiras de televisão;
O time campeão de terra, mar e ar de 1962 (até o carioca de aeromodelismo!);
O time das inéditas 12 vitórias em 12 jogos na Taça Guanabara de 1997;
O time que nasceu com a vocação do erro;
O time que diziam, sempre foi zoneado, porque se melhorar, vira o fluminense;
O time Fênix, que volta das cinzas quando ninguém mais acredita;
O time que subiu de posto, indo de General para Marechal, e todo mundo chorou;
O time do Levir Culpi, que barrou o Almir para botar o Gedeil, e quase ferra a gente;
O time do Levir Culpi, já técnico do Atlético/PR, que torceu para o time dele não fazer um gol no fim do jogo, pois rebaixaria o meu time de novo, e a vitória paranaense não adiantava mais nada (2004);
O time do guerreiro Túlio, que abriu a cabeça, voltou, jogou com raça e chorou no fim do jogo na derrota para o Corinthians (2004);
O time que deu de 6 x 0 no flamengo (1972);
O time que levou de seis de volta (1981) e depois mais seis (6 x 1) no lombo (1985);
O time único que tem a palavra “perder” no hino;
O time do gol do Zé Carlos – o Zé Maluco, que valeu o título do Rio-São Paulo em 1998;
O time do Renato Sá, primeiro carrasco (78), depois herói (79);
O time do Sandro, que quebrou a porta do vestiário quando foi rebaixado (2003) e ficou para quebrar a porta de novo, quando subiu (2004);
O time do Montenegro, que trouxe a sede de volta e nos deu o brasileiro;
O time do Paraguaio, Geninho, Pirilo, Otávio e Braguinha;
O time de Rogério, Gérson, Jairzinho, Roberto e Paulo César;
O time do Puruca, do Perivaldo e do Petróleo;
O time do amor bandido, que tira muito mais do que dá para sua torcida;
O time do Aluísio, que amarrava cortinas por ordem do Carlito, para o meu time ganhar;
O time do Bebeto, turrão, cabeça-dura, mas um alvinegro apaixonado;
O time do velho Valdo, maestro em 2003;
O time do gol do Dimba (1997);
O time que tem como escudo uma invenção de Deus;
O time dos guerreiros Gottardo, Gonçalves e Galvão;
O time da alma, porque coração morre e apodrece, mas a alma é eterna.
oi
escrevi.
Duas coisas me fizeram escrever aqui hoje. Uma, a falta de sono. A segunda, hum... álcool.E essa segunda coisa vem me fazendo umas coisas estranhas faz uns dias. Umas tremedeiras, uns ensaios de crise, umas calmarias...
Enfim, acho que passou da hora de dar um tempo. Talvez até março, quando uma Guinness irá acabar de vez com a abstinência.
Será?
escrevi.
Duas coisas me fizeram escrever aqui hoje. Uma, a falta de sono. A segunda, hum... álcool.E essa segunda coisa vem me fazendo umas coisas estranhas faz uns dias. Umas tremedeiras, uns ensaios de crise, umas calmarias...
Enfim, acho que passou da hora de dar um tempo. Talvez até março, quando uma Guinness irá acabar de vez com a abstinência.
Será?
segunda-feira, dezembro 05, 2005
Set list: Last Exit, Do The Evolution, Save You, Animal, Insignificance, Interstellar Overdrive/Corduroy, Dissident, Even Flow, Leatherman, Given To Fly, Daughter, Don't Gimme No Lip, Not For You, Small Town, Down, Once, Go
1st encore: Soon Forget, Better Man, I Believe in Miracles, Blood, Kick Out The Jams, Alive
2nd encore: Last Kiss, Black, Jeremy, Yellow Ledbetter, Baba O'Riley
falar o que?
Foi lindo, emocionante pra caralho e faz MUUUUIIIITTTOOOO tempo não via um show com platéia e banda se curtindo tanto. Na verdade, tirando o Iron Maiden e o REM, não me lembro de nenhum show que chegue perto desse em matéria de cumplicidade. Sei lá, mais o que dizer. Foi um noite mágica.
1st encore: Soon Forget, Better Man, I Believe in Miracles, Blood, Kick Out The Jams, Alive
2nd encore: Last Kiss, Black, Jeremy, Yellow Ledbetter, Baba O'Riley
falar o que?
Foi lindo, emocionante pra caralho e faz MUUUUIIIITTTOOOO tempo não via um show com platéia e banda se curtindo tanto. Na verdade, tirando o Iron Maiden e o REM, não me lembro de nenhum show que chegue perto desse em matéria de cumplicidade. Sei lá, mais o que dizer. Foi um noite mágica.
terça-feira, novembro 22, 2005
Do you realize (tradução)
Composição: Flaming lips
Você se dá conta de que tem o rosto mais bonito?
Você se dá conta de que estamos flutuando no espaço?
Você se dá conta de que a felicidade te faz chorar?
Você se dá conta de que todo mundo que você conhece morrerá um dia?
E ao invés de ficar dizendo adeus, deixe-os saberem
que você se dá conta de que a vida é curta
E que é difícil fazer as coisas boas durarem
Você se dá conta de que o sol não se põe
É só uma ilusão causada pelas voltas do mundo
Você se dá conta
Você se dá conta de que todo o mundo que você conhece morrerá um dia?
E ao invés de ficar dizendo adeus, deixe-os saberem
que você se dá conta de que a vida é curta
E que é difícil fazer as coisas boas durarem
Você se dá conta de que o sol não se põe
É só uma ilusão causada pelas voltas do mundo
Você se dá conta de tem o rosto mais bonito?
Você se dá conta?
Composição: Flaming lips
Você se dá conta de que tem o rosto mais bonito?
Você se dá conta de que estamos flutuando no espaço?
Você se dá conta de que a felicidade te faz chorar?
Você se dá conta de que todo mundo que você conhece morrerá um dia?
E ao invés de ficar dizendo adeus, deixe-os saberem
que você se dá conta de que a vida é curta
E que é difícil fazer as coisas boas durarem
Você se dá conta de que o sol não se põe
É só uma ilusão causada pelas voltas do mundo
Você se dá conta
Você se dá conta de que todo o mundo que você conhece morrerá um dia?
E ao invés de ficar dizendo adeus, deixe-os saberem
que você se dá conta de que a vida é curta
E que é difícil fazer as coisas boas durarem
Você se dá conta de que o sol não se põe
É só uma ilusão causada pelas voltas do mundo
Você se dá conta de tem o rosto mais bonito?
Você se dá conta?
quinta-feira, novembro 17, 2005
Uma semana de atores. Uma semana de a toas.
Um dia de todos. Todos os dias.
Vai e vem, vem e vai,
acorda, dorme, come
corre.
Busca a saída, logo.
Tenta, mas quem tenta só é tentado a desistir.
Enfim, nos fomos. Todos.
Todos os dias, todos aos poucos.
É o que tem que se fazer,
sem ter o que fazer.
A não ser...
rezar e correr.
Um dia de todos. Todos os dias.
Vai e vem, vem e vai,
acorda, dorme, come
corre.
Busca a saída, logo.
Tenta, mas quem tenta só é tentado a desistir.
Enfim, nos fomos. Todos.
Todos os dias, todos aos poucos.
É o que tem que se fazer,
sem ter o que fazer.
A não ser...
rezar e correr.
terça-feira, outubro 18, 2005
Com alguns anos de atraso, mas não o bastante para me arrepender de ter perdido o show, venho a público dizer:
Nine Inch Nails é foda!
Só posso dizer que o Fragile não pára de tocar. Escuto ele o dia inteiro enquanto trabalho.
De quebra ainda dou uma ouvidinha no Broken, e no With Teeth.
Trent Reznor pode não ter inventado o industrial, mas com certeza deixou ele muito mais fácil de se ouvir. E gostar.
Nine Inch Nails é foda!
Só posso dizer que o Fragile não pára de tocar. Escuto ele o dia inteiro enquanto trabalho.
De quebra ainda dou uma ouvidinha no Broken, e no With Teeth.
Trent Reznor pode não ter inventado o industrial, mas com certeza deixou ele muito mais fácil de se ouvir. E gostar.
sexta-feira, outubro 07, 2005
Uepa. Sexta tinha cara de nervosa. Como um rotweiller. Troncuda, mal encarada, rosnante e babante. Assustadora. Pois bem, em tempos de correria, pense em uma praia deserta, cocos gelados e eunucos te abanando. As coisas podem não se tornar realidade desta forma, mas seu rotweiller rábido pode se tornar um são bernardo babão. Se bobear daqueles que ainda trazem um barrilzinho de conhaque. Se acendesse um charuto eu nem teria vindo aqui hoje.
Na maioria dos casos a falta extrema de trabalho é uma temeridade. Não nesse caso. Por culpa dos Deuses, ou por dávida, fui o sorteado para ficar tranquilo nessa semana de tornados e tsunamis profissionais. E saio ileso, pelo menos até prova em contrário. São os ossos do ofício. Talvez uma compensação divina por ter me voluntariado a não ter férias coletivas no período de final de ano.
***
Projeto Califórnia começa a se tornar realidade. Há algu mtempo chegou lá em casa uma revista sobre lá, enviado direto da Secretaria de Turismo do nosso Gov. Exterminador.
Tudo, isso mesmo, nada menos que TUDO que preciso saber sobre a Califórnia está lá.
Se quiser visitar vinhedos, ok. Está lá no mapa de vinhos e comidas.
Se quiser visitar parques naturais, ok. Está tudo lá no mapa outdoors tourism.
Parques temáticos? ok.
Jogatina? Ok.
Entendam isso, tudo está lá. Até hotéis, seus preços e o mais.
Vou para fazer a costa, de San Diego até San Francisco. No meio tempo, um pulinho no Coachella Music Festival. Assim que tiver o roteiro fechadinho coloco pra vcs darem uma olhada.
Na maioria dos casos a falta extrema de trabalho é uma temeridade. Não nesse caso. Por culpa dos Deuses, ou por dávida, fui o sorteado para ficar tranquilo nessa semana de tornados e tsunamis profissionais. E saio ileso, pelo menos até prova em contrário. São os ossos do ofício. Talvez uma compensação divina por ter me voluntariado a não ter férias coletivas no período de final de ano.
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Projeto Califórnia começa a se tornar realidade. Há algu mtempo chegou lá em casa uma revista sobre lá, enviado direto da Secretaria de Turismo do nosso Gov. Exterminador.
Tudo, isso mesmo, nada menos que TUDO que preciso saber sobre a Califórnia está lá.
Se quiser visitar vinhedos, ok. Está lá no mapa de vinhos e comidas.
Se quiser visitar parques naturais, ok. Está tudo lá no mapa outdoors tourism.
Parques temáticos? ok.
Jogatina? Ok.
Entendam isso, tudo está lá. Até hotéis, seus preços e o mais.
Vou para fazer a costa, de San Diego até San Francisco. No meio tempo, um pulinho no Coachella Music Festival. Assim que tiver o roteiro fechadinho coloco pra vcs darem uma olhada.
terça-feira, outubro 04, 2005
O ar bate direto agora. Como pediram, abri a janela.
Está um pouco frio. De verdade, valeu até a pena. Só agora posso perceber o quanto o mundo parece vivo lá fora. O que me faz, cada vez mais, perguntar o que estou fazendo aqui?
A vida bate direto agora. Abri a porta como pediram.
O vento parece ter aumentado. De repente, pode ter valido a pena. O mundo que estava lá fora está agora a um passo de distância. O mundo, a liberdade, a vantagem da incerteza.
Aqui dentro deixo meus momentos, lá fora novos esperam por mim.
Tudo vem direto dessa vez. Abri meu coração, como pedido.
Vejo novas sombras, novas ondas de luz, novas vidas se abrindo. Tudo como conhecia antes parece ter se tornado obsoleto. Os valores, as conquistas, a história. Tudo novo, agora, parece muito mais. Até se tornar igual.
Está um pouco frio. De verdade, valeu até a pena. Só agora posso perceber o quanto o mundo parece vivo lá fora. O que me faz, cada vez mais, perguntar o que estou fazendo aqui?
A vida bate direto agora. Abri a porta como pediram.
O vento parece ter aumentado. De repente, pode ter valido a pena. O mundo que estava lá fora está agora a um passo de distância. O mundo, a liberdade, a vantagem da incerteza.
Aqui dentro deixo meus momentos, lá fora novos esperam por mim.
Tudo vem direto dessa vez. Abri meu coração, como pedido.
Vejo novas sombras, novas ondas de luz, novas vidas se abrindo. Tudo como conhecia antes parece ter se tornado obsoleto. Os valores, as conquistas, a história. Tudo novo, agora, parece muito mais. Até se tornar igual.



