domingo, julho 07, 2002

Só para constar...
Tenho tanta coisa para fazer no fimdesemana (tipo ficar em casa, deitado vendo TV), que nunca coloco quase nada de novo aqui nesse lugar.
Principalmente pq quando coloco, faço com tanta má vontade que ficam uns posts sem graça e muito entediantes. Como meu FDS.
Tipo esse post daí debaixo e esse que você está lendo.
Tinha até mais coisas para escrever. Mas num tenho saco. Dá preguiça. E domingo, vendo o sol se pôr, não consigo em pensar em nada a não ser nos dez reais que perdi aqui em casa, num remédio que tenho que comprar e na total perda de tempo que foi esse dia. Mais um dia que foi assim, sem ser.
Pelo menos me barbeei.
Hype
me explica essa coisa?

No começo pensei que fosse só aquele filme sobre a cena grunge de Seattle. Agora percebi que é muito mais do que isso.
mas ser hype é ser farofa?
Ou é ser conhecido pelos poucos formadores de opinião que ainda habitam esse mundinho underground dos seres que raciocinam?
Num sei, nem quero saber.

quinta-feira, julho 04, 2002

quarta-feira, julho 03, 2002

êêÊêêêêêêêÊ...
estou de novo na Ufes. O tamanho dos textos só aumentam. Agora um de 15 linhas, mas todo em caixa alta e corpo 16.
Pode até paracer muito, mas num é não. Por isso resolvi dar uma passadinha aqui e blogar!!!!!
Correndo. Tenho cinco minutos para escrever e sair para almoçar.
Almoço em self self (como eu costumo chamar).
Sempre (bom, quase sempre) eu chego no restaurante, pego um prato (de louça, não um prato de culinária) e saio percorrendo aquelas várias bacias cheias de comida como num verdadeiro calvário.
Sempre (quase sempre) estou tentando emagrecer e procuro pegar o máximo possível de salada. Mesmo que isso signifique apenas uma folha de alface.
É impossível não querer provar um pouco de cada prato (de culinária, não o de louça). E lá pelas tantas, meu prato mais parece uma duna do Saara. Coração de Galinha, purê de batatas, batata frita, bolinhas de queijo, peito de frango frito, meu prato vai tomando uma coloração próxima do bege. Frituras e milanesas. Lindo, deliciosa, mortal.
Se eu morrer hoje, morro feliz.
e de barriga cheia.


terça-feira, julho 02, 2002

Mais um vai entrar pro time.
Comunidade blogueira, eu lhes apresento
Márcio Metal.
oi pessoas. Fiquei até tarde no trabalho hoje.
É que choveu e eu não tenho guarda-chuva.
Bem, quer dizer, tenho. Mas não aqui.
E além do mais, ele é feio, velho e me molha todo.
Sou tão grande (gordo) que passo pelos lados do guarda chuva...
aí chego com todas as banhas molhadas.
Xi...
Hora de um regime.
ou de um guarda-chuva novo. maior. igual àqueles de porta de hotel, sabem?
Tipo uma barraca de sol para toda a família.
Acho que nem preciso dizer mais isso, mas acho capas de discos umas das formas de arte mais sublimes inventadas pelo ser humano. Queria muito ser um designer de capas de disco em tempo integral. Tenho uma, bolada em conjunto com o Rada (um amigo, agora repórter-escravo de A Gazeta), que é o seguinte:
Uma pilha retorcida de metal, muito alta, como num ferro-velho e encostada nessa pilha uma guitarra.
Não sei por que, mas sempre quando penso na guitarra penso em uma vermelha.
Freud explica.



oi, nós somos o Seafood, daí desse post de baixo. Será que se tirarmos uma foto em tom sépia vamos parecer uma banda de rock de verdade?





EEEEEHHHH!!!! Viva!!!! Gostamos de futebol e de praia. Peraí... O que estamos fazendo aqui na Inglaterra?!


Uma coisa chata do KazAa é que ele começa dando a maior bola pra sua conexão-jaca e você se anima. Pega um monte de músicas e deixa lá, baixando, baixando...
Depois de um tempo volta e vê que não veio nada. Uma vez um governador mineiro acho que era ... Bom, não me lembro quem era, disse que a democracia é o regime da paciência.
Eu digo, a pirataria é o regime da paciência. Mas não me acho pirata. sou simplesmente eclético demais para achar o que quero ter aqui na américa latina. Heheheheheh
E mesmo se achasse, estou tão sem dinheiro que não compraria esses discos pra mim.



esse é o primeiro disco
Surviving the Quiet




esse, o segundo
when do we start fighting...


Essa banda tem umas músicas legais. Peguem a "Easy Path", do primeiro disco. Muito bonita. Diria até que ela é fofa, mas ia ficar muito fofo esse bloq.
e de fofo, já basta eu.

Alguém já viu o Episódio 2: Ataque do clones?
A Jade, o Zein, o Said e o Tio Ali apareceram mesmo naquela ponta do filme?
http://store.artistdirect.com/Images/Sources/AMGCOVERS/music/cover200/
drf100/f152/f15202jp4o1.jpg

em manutenção... daqui a pouco acerto essa zona e coloco a próxima dica do Luis de segunda.

segunda-feira, julho 01, 2002

Aqui na aula, no LabCom.
Tenho que fazer um texto. Dezlinhas. Mas quem consegue trabalhar com uma internet ligada na sua frente?
Isso deveria ser proibido.
Mas não é.
O Arthur Dapieve é o Nick Hornby brasileiro?
***
O Sparta (ver mais lá embaixo) é MUITO bom.
O Mars Volta é + ou -.
***
O Offspring eu parei de ouvir faz alguns anos.
O "Conspiracy of One" foi um tremendo erro.
Deles.
Ouvindo Offspring.
Se lembra deles, no comecinho?
Então. Estou ouvindo o "Ignition" - segundo disco da banda.




Nick, assina aqui, por favor...




Nick Hornby

Sei que já devem ter lido milhares de comentários sobre esse autor pop, no melhor sentido da palavra, em outros milhares de lugares (incluindo outros muitos milhares de blogs por aí).
O que acontece é que percebo uma certa rejeição ao escritor por causa do hype criado em torno de suas obras (e das duas adaptações para o cinema, talvez comparando-o ao Michael Crichton ou, pior ainda, ao John Grisham).
Aí é que eu entro. Tenho dois livros do sujeito (Febre de Bola e Como ser Legal) e assisti ao Alta Fidelidade (adorei o filme, mas ia adorar ainda mais o livro). Percebo uma ligação com o seu próprio tempo tão grande que daqui a alguns anos, ninguém entenderá algumas frases ou certas referências. Mas a capacidade que ele tem de criar personagens (ele próprio é um deles) tão reais e imperfeitos e tão próximos de nossas inseguranças, fraquezas e incertezas faz com que se torne quase obrigatório se ver em alguma parte do livro. Seja num parágrafo (frase, linha, palavra) inteiro falando sobre obsessão (eu e minha coleção de CDs), ou numa introspecção sobre relacionamentos, você sente como se ele tivesse tirado as palavras de sua cabeça e colocado diretamente naquela parte da história para o mundo inteiro ler. É uma sensação de estranheza perceber que outras pessoas podem sentir a mesmíssima coisa que você, e ao mesmo tempo é um conforto muito grande. Você descobre que não está sozinho num planeta inóspito completamente paranóico. Você tem uma legião de Nick Hornbys que anda junto com você.
As pessoas tendem a ser muito mais críticas para os outros do que realmente são para si mesmas.
É possível gostar daquela banda de rock farofa dos anos oitenta ou daquele filme de terror Z (muito pior que o B) e não ser um completo idiota por causa disso. Percebam o completo antes do idiota, porque idiota, de um jeito ou de outro, todos somos.
Mas esse gostar se torna algo insuportável (e mesmo incomunicável) quando estamos com outras pessoas que não dividem o mesmo gosto por algo ou alguma coisa.
Vou pensar e colocar aqui algumas coisas abomináveis das quais eu gosto. Se demorar muito, cobrem de mim. Os comentários também estão aí para isso.
Por falar em cobrar, escrevi faz alguns posts que os blogs afastam as pessoas. É um ponto de vista (muito controverso, diga-se de passagem).
O e-mail deixa de ser usado, o telefone deixa de tocar, sua casa deixa de ser visitada (se bem que isso é uma vantagem). Tudo isso trocado por algumas linhas escritas diariamente. Ou nem isso. É algo tão egoísta, do tipo "minha vida está aqui, quem quiser que a leia", que parece que se você não ler o blog de alguém, vai estar sendo menos amigo ou menos ligado ou menos próximo da(s) pessoa(s) que você gosta.
E elas, não podem simplesmente "bater um fio" aqui pra casa pra me contar seus problemas? Minha conexão ainda é daquelas discadas, bem lentas. Acessar blogs cheios de figuras ou com muitas firulas (quase um Blog-Denílson) é difícil e demora muito.

O outro lado disso é que uma pessoa que você nunca viu podem entrar na sua página, deixar um comentário (se tiver espaço pra isso) e se tornar uma nova amiga (no feminino apenas por se referir a pessoa, ser humano).
Por que sou tão medroso?
Agora estou com uma vontade danada de fazer um piercing na minha língua e morrendo de medo de doer muito. A madame aqui resolveu que vai tomar um porre e depois é que vai se mutilar.
E o bafo? Será que o açougueiro vai agüentar?
Enquanto isso, no reino da Carochinha, eu continuo a marcar meu corpo. Para sempre.