sábado, setembro 24, 2005

Em época de Disco...


Jason Forrest - The Unrelenting Songs of the 1979 Post Disco Crash



já, já baixando em um soulseek perto de você.

segunda-feira, setembro 12, 2005

Sei que não é fácil, eu mesmo demorei algum tempo. Mas a falta de ritmo/melodia junto com o desleixo com que canta, fizeram de Tom Vek um belíssimo disquinho para se ouvir andando de carro pelas estradas do Brasil. Descompromisso é isso aqui.

E quanto mais eu ouço, mais fico me perguntando se esse cara é ingênuo ou genial. Me peguei sussurrando genial umas três vezes, nesses últimos dias. Louco. Eu e ele. Um perturbado que faz música pop, principalmente para perturbados. Como eu.

quinta-feira, setembro 08, 2005

e quem diria, semana que vem tem festa...

Escola do Rock de volta, Centenário, sábado, 23.

Toco lá. No apagar das luzes. horário ingrato prum sábado, mas enfim, morro de saudades de tocar numa festa.

Pensando o set list - agora com Velox de volta.

Tem tanta coisa interessante...
Quero tocar Tom Vek, LH com Horizonte Distante, músicas dos Stripes, novas do Franz Ferdinand, System of a Down... Hum, estou meio MTV. Pare com isso, luis.
Cover de Magnetic Fields, tocado pelos geniais !!! (chk chk chk)
Hard-Fi, novidades do Ladytron, talvez bandinhas novas como Dogs, Editors e afins.
Se tiver que ser, será.
como agora no trabalho não tenho como postar, nem ver, nada por essas bandas, a colocação de material inédito se tornou um suplício.
Mas em casa, tentarei, como sempre, achar algo interessante para publicar.

Mas não esperem nada demais, não.
Falta saco, falta inspiração, falta jeito para a coisa.

é issaê.

sábado, setembro 03, 2005

21/10 - SEXTA

Tim Club - 20 horas - R$120

- Bob Mintzer Big Band
- Russell Malone & Benny Green
- Wayne Shorter Quartet

Tim Main Stage - 22 horas - R$100 mesas frontais e pista - R$80 mesas atrás

- Mundo Livre S/A
- Kings of Leon
- The Strokes

Tim Lab - 23 horas - R$70

- M. TAKARA 3
- Autechre
- Vincent Gallo

MOTOMIX - 1h da manhã - R$50

- Arthur Baker
- PERETZ
- Nego Moçambique

22/10 - SÁBADO

Tim Club - 20 horas - R$120

- SpokFrevo Orquestra
- Enrico Rava
- John Mc Laughlin: Remember Shakti

Tim Main Stage - 22 horas - R$100 mesas frontais e pista - R$80 mesas atrás

- De La Soul
- M.I.A.
- Dizzee Rascal

Tim Lab - 23 horas - R$70

- Lado 2 Estéreo
- The Arcade Fire
- Wilco

MOTOMIX - 1h da manhã - R$50

- KL Jay
- Cut Chemist
- Diplo

23/10 - DOMINGO

Tim Club - 20 horas - R$120

- The Conga Kings
- Dona Ivone Lara
- Dr. John

Tim Main Stage - 22 horas - R$100 mesas frontais e pista - R$80 mesas atrás

- Television
- Elvis Costello and the Imposters

Tim Lab - 23 horas - R$70

- Vanessa da Mata
- Kings of Convenience
- Morcheeba

MOTOMIX - 1h da manhã - R$50

- Frankie Knuckles
- Body & Soul



VAI?

segunda-feira, agosto 22, 2005

ACABEI DE SER SEQUESTRADO!

É, pelo menos foi o que disseram para a minha mãe. Pediram 3 mil reais.
Pouco, né?
hehehe

Aí, ela ligou para mim e viu que estou aqui, trabalhando normalmente.
Que coisa....


Luis, que NÃO foi sequestrado. Nem pretende ser.
Piripipi Piripipi Piripipi
O alarme do despertador, tocava incessantemente. Era um daqueles baratos, comprados pelas ruas do centro, onde camelôs se amontoam e brigam por espaço e para ver que tem o despertador que toca mais alto.

Olhou para o lado, viu ela ao seu lado. O toque do aparelho ainda não tinha incomodado seu sono. Um sono profundo, repleto de cansaço, depois de uma longa noite. Longa e agitada. Não conseguia se lembrar de como tinham ido parar lá. Era seu apartamento, sem dúvida, mas como haviam chegado ali?
E mais, quem era ela? Qual seria seu nome?

Droga de vodka. Quando mais se precisa de memória o álcool da vodka pede licença e toma cada sinapse para si, largando memórias pela cidade, pelos momentos que são vividos e nunca mais lembrados.

Piripipi Piripipi Piripipi
O despertador não desistia. Ela se mexeu, desconfortável na cama. Desliga ele agora! Pronto. A calma estava de volta ao quarto. Ela ainda estava dormindo. Via-se pelos olhos que se moviam de uma lado para o outro completamente sem sentido. Um sonho. Mas qual sonho?

Ela se via em um campo de futebol. Eram todos contra ela. Um time de 11 correndo para pegá-la. Mas ela não era páreo para todos eles. Logo se viu deitada na grama. O Sol estava lindo nesse dia. Ofuscava sua visão. Ela se levantou devagar, tirou a roupa e deu um mergulho no lago. A água estava deliciosa. Tinha gosto de vinho. A taça que carregava teve sua serventia. Um brinde, meu querido. Pelas nossas horas de amor. Bom esse vinho. É de água. Vinhos de água são melhores que vinhos de uva. Nunca soube disso. Pois agora sabe. E graças a mim.

Se levantou. Caminhou, com cuidado, até o banheiro. Seu cabelo estava medonho. Sua cara amassada, inchada de sono. Um bocejo veio nessa hora. Se não fosse sexta, ia voltar para cama. Sexta-feira. Tenho que repensar essas saídas na quinta. Boate, então nem pensar. E ela? E agora?

A água do chuveiro caiu como um tapa, espantando o resto de sono que estava relutando em ir embora. Sabão, Xampu. Creme no rosto. Secador de cabelo. Se enrolou na toalha. No quarto, ela já estava de olhos abertos, cheios de preguiça. Sonhei com você. A gente estava tomando vinho num rio. O rio era de vinho.
Riu uma risada boba, leve, de quem não tem com que se preocupar. Que idéia, né? Rio de vinho. Sorriu.

E lá estava, naquele sorriso, tudo o que a havia encantado naquela quinta-feira. Uma força que parecia jogar vida por onde passasse. Os olhos se fechavam um pouco, a bochecha abria espaços para as covinhas mais lindas que já tinha visto, os dentes apareciam um pouco, apenas o suficiente para se ver que eram bem montados e de um branco glacial.

Já está indo trabalhar? Já. Já tomei meu banho. Tudo bem. Não vou ficar aqui, pode deixar. Vou só me vestir e, se der, me deixa ali na esquina. Tem um ponto de táxi perto do meu trabalho. Te levo até lá. Ficamos um pouco mais de tempo juntas. Ótimo. E lá veio o sorriso de novo.

Saiu de baixo das cobertas. Enquanto ela se apressava em se vestir, ficou olhando o corpo dela. Não era perfeito. A maquiagem e a roupa davam uma boa cobertura para as falhas comuns. Mas a luz da boate, junto com a vodka, a transformaram em alguém bem mais desejável. Quase uma Vênus. Enfim, não eram estrias ou celulite que a fariam ser menos desejada. Houve uma pequena briga com a calça, que apesar de não querer entrar, a deixou bem mais chamativa. A blusa, apenas um leve pedaço de pano, cobriu seus seios.

Pronto. Era isso. Estavam em frente ao ponto de táxi na esquina de seu trabalho. Seus olhares se encontraram, mas não foram muita além disso. O beijo não veio. Medo de ser vista perto do trabalho. Um abraço. Ela já carregava um pouco seu próprio cheiro, o mesmo que sua mãe gostava de sentir quando ia almoçar em sua casa.

Então, é isso. É. Tá, foi legal te conhecer. É, foi sim. A gente se vê por aí. É.
Tchau. A porta bate. No pequeno espaço entre a porta do seu carro e a do táxi, ela foi acompanhada por apetitosos olhares de praticamente todos os homens em condições de olhá-la. E assim ela se foi.
Ela não, Marcela. Pronto. Tchau Marcela.

E foi em frente. Afinal, sexta sempre foi um dia cheio de trabalho no escritório.

sexta-feira, agosto 12, 2005

Em todas as áreas da música existem aqueles que começam uma revolução (ou mesmo uma ressucitação) de algum estilo e fazem algo relevante e existem aqueles que se rendem ao sucesso fácil do pop e apenas trazem uma roupagem mais fácil para um estilo.
O Bravery, aproveitou a leva das bandas de disco punk e fez seu disquinho. Acessível. MTV. Mas o que não esperava era que fosse gostar tanto dele.
Não é genial, como !!! ou doentio como les Savy Fav, mas faz abrir aquele sorriso quando você escuta três ou quatro músicas seguidas e não consegue escolher a sua favorita. Faz você se questionar porque não apareceu AQUELA faixa dentro do disco, para logo depois perceber que pelo menos metade dele é feito d’AQUELAs faixas.

E, assim, fazendo música fácil, o Bravery aparece como uma das melhores bandas de quase disco punk, usando aquela batida conhecida e amada por alguns. Desmérito? Não, de forma alguma. Mérito totais para eles, por ais que possam estar apenas de passagem.

quinta-feira, agosto 11, 2005

Vocês já pensaram como seria se, ao nascermos, já soubessemos o dia de nossa morte?
Ok, poderia ser uma informação confidencial, disponível apenas para nossos pais. Mas que talvez eles nos contassem em certa parte de nossa vida.

Penso isso pois, hoje, gostaria de saber exatamente o dia de dizer adeus. Não preciso de mais detalhes, como onde ou porque. Só a data. Sei lá, 15/08/2089. Penso isso pois quero decidir coisas. Quero saber se viajo, se me endivido, se espero filme X ou Y ser lançado em vídeo para assistí-lo ou se vou agora, correndo ao cinema. Uma data me tiraria da cabeça todas as pertubações psicológicas que a síndrome do pânico fez o favor de colocar lá.

Se tivesse a nítida sensação de que meu tempo está se esgotando, poderia ser mais corajoso para largar tudo e me jogar no mundo. Conhecer cada montanha da Ásia, cada gota de orvalho da América do Norte, conviver com os golfinhos de Noronha. Dizer a todos que gosto o quanto gosto deles. Dizer aos que amo o quanto os amo. Consertar erros que, pensamos, só o tempo é capaz de consertar. Tentar acertar cada vez mais, em cada escolha. Sorrir mais e aproveitar ainda mais os dias que não poderei desperdiçar.
Afinal, dobro a esquina logo lá na frente.

Mas nem tudo é como gostaríamos e nos escondemos atrás da indefinição. Atrás da dúvida do amanhã. Não nos mostramos por inteiro, abertos, por vergonha, por timidez, por medo do que vai acontecer. Como somos bobos.
Se tudo o que realmente precissásemos é uma data, fica aqui estipulado o dia 29 de março de 3027 como o dia do fim do mundo. Fim total. Seremos sugados por um buraco negro e aí, só Deus sabe. Minha dica?
Aproveite hoje como se fosse um dia único. Um dia que talvez seja quase passado. Diga bom dia, sorria, faça os outros rirem. Talvez o dia seja amanhã. E não há nada melhor do que sentir que acabou com um sorriso nos lábios, sabendo que você fez tudo para aproveitar cada segundo e aproveitou.

:)

seja feliz.

sexta-feira, julho 29, 2005

sabe o que preciso fazer?
repensar a minha vida.
Colocar as prioridades na frente. As minhas prioridades.
Aprender a me bastar. Sozinho.

Acho que dá para ser feliz.
que tal experimentar?

domingo, julho 24, 2005

ouvindo uma bandinha qua baixei, percebo o quanto ela é parecida com Joy Division.
Ruim?
de forma nenhuma. O som é de primeira. jÁ ATÉ falei dela aqui, The EDITORS.
Enfim, estou numa fase cabeça. As coisas todas, têm um significado mais profundo, como um formigar no pé ou uma olhada para o céu ou um gole de cerveja terça à noite.

E aproveito a carona do comentário do Caio sobre o SOAD. Só eles hoje fazem algo extremamente diferente do que é, do que foi e do que um dia será. Eles podem.

Os outros, emulam. Chupam, copiam, transformam, seguindo as leis da natureza, que rege, inclusive, a raça humana, apesar de às vezes tentarmos impor nossas vontades a ela. E essa girada que de tempos em tempos acontece, com modas indo e vindo, se tornando chique para na estação seguindo virar ultrapassado, chegou à música.
Escutamos o que já foi feito. Escutamos os mesmos sons que nossos avós, os pássaros são os mesmos, a água se move da mesma forma. As guitarras são tocadas ã la 80, a la 70 e a la 60, na década mais sem cara de toda a história da humanidade.
E nós, que buscamos musicas, novidades, chegamos a conclusão de que corremos para ouvir o antigo, apesar de ser "novo". Nos desesperamos para conhecer aquela banda, exatamente IGUAL a uma outra de 20 anos atrás.
Corremos contra o tempo para vencer dele. É como se tentássemos pegar ops segundos que se passaram agora, num pensamento, e voltar, para aproveitá-lo melhor. Mas, meu amigo, se lembre sempre disso. Os ponteiros do relógio nunca param de girar.

sábado, julho 23, 2005

só pra constar.

baixados essa semana:
Mercury Rev - Yerself Is Steam
Dj Shadow - Endtroducing
Luna - Pup Tent
Arcade Fire - EP
Supergrass - Road to Rouen
Supergrass - Supergrass (3)
Turin Brakes - Jackinabox
Cass McCombs - PREfection
Aqueduct - I Sold Gold

e por aí vai...
tem umas bandas que batem de cara e você parece se tornar o primeiro fã de carteirinha deles.
Foi assim com Oasis, foi assim com Super Furry Animals e com o Boxer Rebellion.
Agora, é assim com o Dogs.
caramba, a tal de Tuned to a Diferent station é uma musicáça com todos os seus erros de português.
Não consigo parar de ouvir, o riff gruda, orefrão gruda, o winamp fica no replay sem parar.

Uma ouvida nas novidades e volto correndo para ela. Pepitas de ouro no meio de tanto cascalho são difíceis de encontrar. Por isso vale a pena dar o valor que elas merecem. Escutem.

e se quiserem um rock menos compromissado, podem se servir de Paddingtons. Garagem purinha, purinha.

É isso. Direto dum sábado onde levantei às 6 da matina. E não me perguntem por que.
Meu computador começa a dar sinais de cansaço, depois de
Hum...

4 anos?
É, por aí.

Eu começo a demonstrar sinais de cansaço depois de

Hum...
15 horas de trabalho.

A mamãe ganso começa a demonstrar sinais de cansaço depois de .
Hum...
1 copo meio cheio (otimista numa sexta de madrugada)

Tá, não foi para isso que vim aqui.
Não foi para nada. Talvez mais um vez.
Ok, se não a última, a última da semana

Sabe aquela banda, adoradinha por todos, o Weezer.
Esqueça ela.
Esqueça até mesmo o Fountains of Wayne.

Quem vale mesmo é o Deathray Davies.
Baixei o úrtimo, sendo ele de quando for e estou na escuta.
Som pop. Sem maiores preconceitos. Legal.
É isso.
Não esqueça o weezer. Era provocação.

**
Esqueço todos os atalhos do meu micro depois de uma semana de Mac.
O acento é diferente. Tudo é diferente.
O ponto, o jeito, a textura das teclas.

Bom, tenho mais o que não fazer.
Boa noite.

Escutem The Cinch.
Legalzinho.

Escutem Adorable.
Imprescindível.

Arrumem amigos que gostem do mesmo tipo de som que você e forme uma banda.

Saia para beber e volte de táxi.

É isso. A vida que vai e vem.
Uma hora isso pára, e é melhor você não ficar enjoado na viagem.

quinta-feira, julho 21, 2005

Não é por nada, não. Mas por bem menos que os dinossauros dava pra ter trazido e trazer gente muito mais legal. Enfim, como é aqui no quintal de casa, terei mesmo que ir.
A não ser, óbvio, que o dinheiro falte. Aí, é TIM na cabeça.

POr falar em shows, alguém afi mde bate e volta em Curitiba para o Weezer?
RETIRADO DO SIET OFICIAL DO SCORPIONS!


July 2005
28 - Toulon (near Marseille) - France
30 - Phoenix USA
31 - Costa Mesa - USA

September 2005
15 - Doha - Qatar
17 - Dubai - United Arab Emirates
22 - Cairo - Egypt
24 - Beirut - Lebanon

October 2005
7 - Wolfratshausen - Germany
12 - Sao Paulo - Brazil
14 - Vitoria, Brazil

Ih... Óia nóis aqui....

segunda-feira, julho 18, 2005

Aqui primeiro:

No começo do novo século as bandas americanas lideraram a invasão do chamado novo rock, pelo mundo afora com nomes como Strokes e White Stripes. Com o orgulho ferido, os ingleses, famosos pelas maiores bandas de rock do mundo, deram o troco em menos de uma década, com novos nomes como Razorlight, Bloc Party e Art Brut. Esse último lançou faz pouco seu primeiro disco, chamado Bang Bang Rock and Roll. Como o próprio nome leva a crer, o álbum traz 12 petardos do mais puro rock. Na trilha de Clash e congêneres, o Art Brut faz músicas rápidas, punks e pegajosas. Como My Little Brother, onde diz que “Meu irmão mais novo acabou de descobrir o rock/ ele tem apenas 22 e está fora de controle.”
Prepare-se para perder o controle também e chacoalhar sem parar ouvindo Modern Art, Good Weekend e 18,000 Lira. O melhor dessa barulhenta briga pelo topo do rock mundial é que, vença quem vencer, todos saímos ganhando.

Série Puta banda boa pra caralho:

Editors - musiquinhas poucas de um ou dois singles/EPs. Munich, disco punk nervosinho e Colours, bonita pacas.

quarta-feira, julho 13, 2005

Bosta. Depois do Led Zep, agora estou me entregando ao Judas Priest. Ok, é só uma coletânea, é só até Painkiller, mas enfim, estou numa fase meio metal do 70/80. E eles mandam muito bem. Fazer o que, né?
Já estou tirando a poeira dos meus discos do Iron…

sexta-feira, julho 08, 2005

delícia esse disco novo do Idlewild, né?

***

Tim Festival. Rio de Janeiro. Chopes e empadinhas. Amigos.
Cd's usados. Strokes e Kings of Leon confirmados.
Franz Ferdinand desconfirmado.

Foo Fighters e Oasis ainda por virem. Será?

***
Sexta-feira.
E aí, quer fazer o que?

Eu não sei se quero fazer alguma coisa. Essa sexta é a sexta menos sexta da minha vida. Simplesmente estou sem vontade de fazer nada. Como outro dia indo para casa. Um nada. Deve ser assim que os velhos se sentem. Tanta coisa vivida e nada pra dar aquela ligada na rotina. Aí, tudo fica sem graça.
É, tudo está sem graça. Cinza.

chato, né...