quinta-feira, janeiro 06, 2005

maldito Mac com os acentos todos trocados

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Para os que acompanham o 365, nao desisti do projeto. Logo, logo, hoje entram mais dois dias.

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Bandas novas?
regozijem-se (adoro essa palavra), não tenho nenhuma.

se eu estou me sentindo bem com isso? fazer o que, né?
estou sem micro em casa, que nem é minha casa ainda, mas já é, pois está sendo. Dá pra entender?

mas os nomes continuam a ser guardados para um possivel download posterior. E o amazon.com está sempre aí, a disposição...
Não escrevi sobre minhas novíssimas aquisições em meio ao vernao carioca e seus sebos de cd maravilhosos. É que na verdade não sou chegado a contar as coisas que tenho. Mas os cds, hum….
Bom, consegui a ediçnao em cd do Decade of Agression do Slayer. Sem o livreto, mas como já tenho ele em k7, ficam elas por elas.
Teve também o novo do Helmet LACRADO, o novo do Fatboy Slim LACRADO, um Hooverphonic, o novo do crystal Method LACRADO, um Front Line Assembly, um Big Audio Dynamite, dois Aplessed Cast, e mais umas coisas que me fogem agora. Mas o mais legal foi finalmente ter dado meu braço a torcer e, aproveitando os preços baixos, comprar DVDs musicais. Eles valem a pena, pois a música a cada novo dia se torna menos e menos som e mais e mais IMAGEM e som. Preferia antes, mas fazer o que, né?
Tenho agora o Best of Blur com 22 clipes da banda (muito bom!!!), o novo DVD do Pixies (muito bom tb) e o The Rapture ao vivo em NY.
Se alguém se interessar em me dar uns presentinhos a toa, nesses dias, quero TODOS os DVDs do Oasis, e o do Verve tb. Nada demais.

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Posso parecer consumista, mas sou não. Prometo me controlar mais com o passar dos anos.
(hahahahahaha!!!!! Risada maligna!!!!!)

terça-feira, janeiro 04, 2005

a falta do que escrever acaba me trazendo para cá.
por que se não tenho nada para escrever. e escrever sobre não ter nada para escrever não seria escrever do mesmo jeito?

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bosta de blog

segunda-feira, janeiro 03, 2005

dia 21 de dezembro do ano passado fiz três anos.
Já ando e falo como ninguém.
Como ninguém.

Parabéns, festas e melancolias.
Quase sem festas, quase sem melancolia.
Música sempre.

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Talvez a melancolia volte dia sim, dia não.
Sabe-se lá.
Ela não é um convidado inesperado. Muito pelo contrário.
o número de visitantes do meu blog hoje é 1945.
o ano em que acabou a segunda-feira.
segunda guerra. errei. hoje é segunda-feira.

Faz sessenta anos, em 2005, que os aliados derrotaram o fascismo e acabaram com o reich.
Alguns dizem graças a Deus até hoje. Outros reclamam e acham que Hitler foi injustiçado.

eu, sinceramente, acho que aconteceu o que tinha que acontecer.
milhares, milhões de mortos. E tudo o que restou foram relatos da última guerra travada por homens.
Projeto 365 – A explicação

Antes de começar a escrever e perder alguns minutos dos meus dias, todos os dias, pelos próximos 365 dias, gostaria de explicar o projeto.
Tudo começou de uma idéia simples, do tipo, escreverei todos os dias do próximo ano. E, pela primeira vez, resolvi topar a empreitada. Vamos ver como ela termina. No mínimo terei escrito mais de 10 páginas e poderei até publicar essa loucura.

A primeira intenção era contar como pode ser um ano de trabalho dentro de uma agênia de propaganda. Levar para quem tiver vontade de saber, as piadas, as discussões, a forma de criar uma campanha, desde seu brainstorm até a peça final produzida. Mas os dias de uma agência de publicidade podem ser meio frustantes e envoltos em certo marasmo e tédio, bem diferente do glamour idealizado por toda uma classe estudantil prestes a entrar no mercado e por outra prestes a entrar em um curso superior de comunicação.

Com o tempo e com o amadurecimento de idéia (em uma semana, se isso tudo) surgiu o primeiro problema: fugir do formato blog da vida, apesar de, provavelmente, esses textos verem a luz do dia primeiro em alguma página da internet. Mas o estilo diario virtual não é o estilo principal do projeto. Poderá e será usado algumas vezes, perdoem meu superficialismo voyerístico. Mas não será a forma que será tomada.

E já que estou falando de problemas, mais um apareceu com o tempo: a temática.
Publicidade e criaçào é muito interessante, mas não é a vida de verdade. O mundo explode a nossa volta, pedindo para ser relatado, sofrendo da falta de significação de uma imagem sem legenda. Enfim, não é possível se desligar durante 365 dias do que acontece no planeta Terra.

Chega de explicação, que ela está confundindo mais do que esclarecendo. O Projeto 365 é um relato em forma de texto de um ano. Um que começa agora e que vem, como todos os outros, sem grandes mudanças no nosso dia-a-dia.

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agora é
projeto365.blogspot.com
quem quiser acompanhar, é só ir lá.
mas nada de comentários, viu.

terça-feira, dezembro 21, 2004

Gostaria de ter uma coluna em um jornal para publcar isso. mas como não tenho, vai aqui no blog mesmo.

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Estava devendo um post sobre meu time, o botafogo. E antes que venham as piadinhas, sim, sei que o time não joga NADA faz um bom tempo e sei que o ano do centenário foi um fiasco.

Mas não é sobre isso que resolvi escrever. Ou melhor, é um pouco sim.
O Botafogo, como vocês devem saber vive sob uma aura de superstição, uma aura esotérica, uma aura diferente ou diferenciada. Tem coisas que só acontecem ao Botafogo, todo o botafoguense deve sofrer até o último momento e todo botafoguense sabe perder como ninguém e perdendo, aprende a ganhar com dignidade (e aí está a sabedoria que levamos apra a vida). Bom, em um jogo, neste ano de 2004, o artilheiro do campeonato Washington resolveu marcar um gol espírita. Contra quem? Contra o Botafogo, óbvio. E sabem o pior? Era o jogo do centenário. Uma comemoração num estádio tímido, no Mestre Ziza, antigo Caio Martins (com o devido respeito às duas figuras históricas), estádio que sequer chega aos pés do tamanho do clube e de sua estrela solitária. Mas enfim, lá foi a comemoração, o jogo dos CEM ANOS do Botafogo. Neste jogo Wahington marcou um gol chutando completamente sem ângulo da linha de fundo, quase encostado na bandeirinha do escanteio. Coube ao bisonho Schwenk marcar o gol salvador, de empate. Depois foi cair nas graças da torcida (que já teve Garrincha, Jairzinho e Túlio, mas se acostumou com Róbsons Pinguins, Dills e Chicões da vida).

Aonde quero chegar? Ao domingo passado, para ser mais sincero. Última rodada do campeonato brasileiro, e o Botafogo desesperado, caindo, escorregando, sendo sugado para a segunda divisão tem um jogo decisivo. Contra quem? Atlético Paranaense, jogando em casa, lutando pelo título. O time do artilheiro Washington e 30 e tantos gols. Um deles espírita, contra o próprio Botafogo, no jogo do CENTENÁRIO.
A única coisa que sabia era que, a justiça divina tarda mas não falha e que certas coisas só acontecem ao Botafogo, como empatar no jogo que comemorava os cem anos do clube (esqueçam o amistoso do time reserva contra o rebaixadíssimo Grêmio).

Começa o jogo, o Atlético em cima, a estrela meio apagada, se retrancando, mas jogando com vontade. Fim de primeiro tempo. segundo tempo, trinta e três minutos. O bisonho Schwenk marca o gol que mantém o time na primeira divisão e, de quebra, tira o título do time paranaense, qualquer que seja o resultado do time de Santos. Washington empata, logo depois. Mas não o suficiente para apagar o brilho da estrela.

Uma troca justa. O campeonato pelo jogo do centenário, jogos iguais, onde a diferença foi quem saiu primeiro no placar. Mesmas personagens, mesmo roteiro, o sofrimento e a angústia de um passado para o outro. Alívio de um lado (o mesmo lado, que sempre sofre até o fim), pesar do outro. O Atlético teve sua tarde de Botafogo. Até que foi bom. Para eles aprenderem que não se pode ganhar de um time tão cheio de sobrenaturalidade no jogo de seu centenário com um gol espírita. Fica o aviso. Os espíritos estão sempre do lado do Botafogo. Mesmo que eles deixem pra nos ajudar sempre na última hora.

quinta-feira, dezembro 16, 2004

Filmes que nunca vou ver morando no Brasil.

Napoleon Dynamite
Tarnation
Dig
Control Room
Santa Maradona

domingo, dezembro 12, 2004

Melhores discos pela Q MAGAZINE:

1. The Streets – A Grand Don't Come For Free
2. Keane – Hopes And Fears
3. Franz Ferdinand – Franz Ferdinand
4. U2 – How To Dismantle An Atomic Bomb
5. Razorlight – Up All Night
6. The Libertines – The Libertines
7. Nick Cave And The Bad Seeds – Abattoir Blues/The Lyre Of Orpheus
8. The Killers – Hot Fuss
9. Mylo – Destroy Rock & Roll
10. Interpol – Antics
11. Snow Patrol – Final Straw
12. Dizzee Rascal – Showtime
13. Wilco – A Ghost Is Born
14. Scissor Sisters – Scissor Sisters
15. Danger Mouse – The Grey Album
16. Kasabain – Kasabain
17. Kings Of Leon – Aha Shake Heartbreak
18. Prince – Musicology
19. Gwen Stefani – Love Angel Music Baby
20. The Zutons – Who Killed The Zutons
21. Green Day – American Idiot
22. Graham Coxon – Happiness In Magazines
23. Elliott Smith – From A Basement On The Hill
24. The Blue Nile – High
25. Ryan Adams – Love Is Hell
26. Mark Lanegan – Bubblegum
27. Norah Jones – Feels Like Home
28. Usher – Confessions
29. Kanye West – The Collage Dropout
30. Eminem – Encore
31. The Walkman – Bows + Arrows
32. Lost Prophets – Start Something
33. George Michael – Patience
34. Sufjan Stevens – Seven Swans
35. The Futureheads – The Futureheads
36. Secret Machines – Now Here Is Nowhere
37. !!! [Chik Chik Chik] – Louden Up Now
38. Devendra Banhart – Rejoicing In The Hands
39. Estelle – The 18th Day…
40. Joss Stone – Mind Body And Soul
41. Modest Mouse – Good News For People Who Love Bad News
42. Brian Wilson – Smile
43. Loretta Lynn – Van Lear Rose
44. Jamelia – Than You
45. The Von Bondies – Pawn Shoppe Heart
46. My Chemical Romance – Three Cheers For Sweet Revenge
47. Goldie Lookin' Chain – Greatest Hits
48. Cee-Lo Green – Cee-Lo Green Is The Soul Machine
49. Red Hot Chilli Peppers – Live In Hyde Park
50. The Bees – Free The Bees


Melhores discos pela UNCUT:

1. Brian Wilson - Smile
2. Wilco - A Ghost Is Born
3. Loretta Lynn - Van Lear Rose
4. Richmond Fontaine - Post To Wire
5. Bob Dylan - The Bootleg Series Vol. 6: Live 1964 Concert At
Philharmonic Hall
6. Mark Lanegan Band - Bubblegum
7. The Streets - A Grand Don't Come For Free
8. Elliott Smith - From A Basement On The Hill
9. American Music Club - Love Songs For Patriots
10. Franz Ferdinand
11. Tom Waits - Real Gone
12. Kanye West - The College Dropout
13. Nick Cave & the Bad Seeds - Abbatoir Blues/The Lyre Of Orpheus
14. Ray Lamontagne - Trouble
15. Junior Boys - Last Exit
16. R.E.M. - Around The Sun
17. Leonard Cohen - Dear Heather
18. N*E*R*D - Fly Or Die
19. Todd Rundgren - Liars
20. Lambchop - Aw Cmon/No You Cmon
21. Scissor Sistors
22. The Libertines
23. Drive-By Truckers - The Dirty South
24. Sufjan Stevens - Seven Swans
25. Dizzee Rascal - Showtime
26. Devendra Banhart - Rejoicing In The Hands
27. The Blue Nile - High
28. Laura Veirs - Carbon Glacier
29. Steve Earle - The Revolution Starts Now
30. Micah P. Hinson & The Gospel Of Progress
31. Jesse Malin - The Heat
32. The Dears - No Cities Left
33. Blanche - If We Can't Trust The Doctors...
34. Elvis Costello & The Imposters - The Delivery Man
35. U2 - How To Dismantle An Atomic Bomb
36. TV On The Radio - Desperate Youth, Blood Thirsty Babes
37. Jim White - Drill A Hole In That Substrate And Tell Me What You See
38. The Czars - Goodbye
39. The Shins - Chutes Too Narrow
40. Interpol - Antics
41. Bjork - Medulla
42. Giant Sand - Is All Over...The Map
43. Bonnie "Princ" Billy - Greatest Palace Music
44. Jonathan Richman - Not So Much To be Loved As To Love
45. Morrissey - You Are The Quarry
46. Secret Machines - Now Here Is Nowhere
47. The Cure
48. Mylo - Destroy Rock & Roll
49. Andrew Morgan - Misadventures In Radiology
50. Sondre Lerche - Two Way Monologue
51. Ella Guru - The First Album
52. Kevin Tihista's Red Terror - Wake Up Captain
53. Paul Westerberg - Folker
54. Marianne Faithful - Before The Poison
55. Ed Harcourt - Strangers
56. The Thrills - Let's Bottle Bohemia
57. Lewis Taylor - The Lost Album
58. Air - Talkie Walkie
59. The Killers - Hot Fuss
60. Polly Paulusma - Scissors in My Pocket
61. The Delays - Faded Seaside Glamour
62. Fennesz - Venice
63. Phoenix - Alphabetical
64. Animal Collective - Sung Tongs
65. Iron & Wine - My Endless Numbered Days
66. David Byrne - Grown Backwards
67. Felix Da Housecat - Devin Dazzle And The Neon Fever
68. Ariel Pink - The Doldrums
69. The Concretes
70. A Girl Called Eddy


sábado, dezembro 11, 2004

ois ois ois

Vida vazia, bolsos vazios.

queremos mais e mais...
e eu agora quero mesmo!!!

Que tal um Ipod de 40 gb?
ou um Ipod photo de 60 gb?
algumas doletas a mais e estou rico.

ou um play 2? destravado, com 2 controles?

ou um notebook?

ou o que mais eu quero?

ir estudar cinema, for sure.
ganhar dinheiro, se possível com filmes. roteiro, se possível.
impossível?

***

quero um carro e um som que toque mp3. Um no carro e um em casa.

***

quero um hd maior. quero uma placa mãe "di bixo".

***

quero...
não quero nada.

quero saúde e uma lagoa com água parada.

quarta-feira, dezembro 08, 2004

parem, parem.
não sou reclamão.
Mas a realidade e os fatos respondem certas perguntas para mim.

Para que tenho celular se ninguém me liga?
para que e-mail, se NINGUEM me escreve?
pra que tantos cds se não escuto quase nada?

queria ter algo de bom pra me deixar feliz, apesar de não estar triste.
Estou...
não sei como.

e não saber é pior que estar triste ou alegre. Feliz ou arrasado.


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pelo menos escrevo aqui. já é uma felicidade.
hahaha

vai se contentar com pouco assim lá em Cajubira.

***

Cajubira existe?

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Mais uma das pérolas apocalípticas que escrevo, que se acham poesia, mas que são...
jogos de palavras sem sentido, uma forma de não-arte.

Trato de sair de onde estou
para parar onde não sei.

Sei quem sou,
mas não sei o que sou.

procura tanto e acho tão pouco,
mas acho o que procuro.

e assim, sem saber, sem andar, sem querer
vou chegando a lugar algum.

terça-feira, dezembro 07, 2004

oi. tchau.
deu minha hora.

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agora falando sério:
o natal está quase aí e é praticamente impossível alguém, no mundo cristão, passar batido pelo natal. São filmes, livros, especiais do RC. Shoppings cheio de pinheiros e neves . Sejamos sinceros, quando veremos pinheiros e nevascas no nosso lindo pais tropical se não nos dias que antecedem a chegada do papai noel? Ele, por si só uma aberração antártica.
Que roupa é aquela, com pelos animais nas golas e punhos, aquela camada de gordura na barriga e a barba, provavelmente usada para a proteção da face contra o frio do pólo norte. Imagine ele aqui, com a mesma barba suada e nojenta, culpa de nosso calor infernal.

é, papai noeis, pinheiros e neve só podem mesmo habitar os shopping centers, seus ar-condicionados glaciais e suas caras estereotipadas e homogêneas.

***

hoje estou de bom humor.

segunda-feira, dezembro 06, 2004

Hits da semana:

Sem saída
O Aprendiz
seguido de O Infeliz (é a record arrebentando no ibope de terça e quinta).
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Vi American Splendor e Tróia. a ruindade do último anula a "bondade" do outro.
***
Tenho uma placa de vídeo. finalmente.
logo terei medal of honor, call of duty e battlefield 1942.
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e, hein, olhem o que acabei de ver no mercado livre:
SPECTREMAN DVD BOX EM 5 DVD´S!!         
E O MELHOR DUBLADO!!!
IMAGEM DO DVD E O AUDIO DA FITA DE VIDEO

são os 63 episódios do clássico dos clássicos!!!

quarta-feira, dezembro 01, 2004

oi. sem tempo agora.
e sempre.

a publicidade me engoliu de novo, o que até não é má coisa.
o meu computador está parado. quer dizer, funcionando, mas sem velox e sem gravador de cd.

Vou ver isso esse fimde. preciso dar uma renovada nos mp3 da vida.
tem banda nova, muitas, na verdade.

nem ouvi, claro.
tudo é claro.

Natal chegando, e a neve voltando para Vitória, dando um clima argentino para nossa capital.
que maravilha...
depois do natal, volta o verão arrebentando!
aí, papai Noel, é melhor você voltar pro polo norte que o bicho e o sol vão pegar.

sexta-feira, novembro 26, 2004

ok. ok.

perdi de novo tudo o que tinha escrito sobre o tim festival. É a terceira vez. cacete. por isso resolvi vir para o word. não que vocês vejam o programa no qual estou escrevendo. Mas que diferença isso faz?

A caixa do nirvana, tres cds e um DVD está 50 doletas.

o EP do MArs Volta ao vivo (sugestivamente chamado de “live“) também está 50 doletas. São 4 musicas. São 40 minutos de musica. Mais que o ótimo novo disco do Hives.

Aí, por falar em Mars Volta, devo me referir ao show deles no Tim Festival. Foi assim que fiz da primeira vez.

Então, ao Tim Festival e ao Show do mars volta.
Todos diziam “O Brian Wilson nunca mais vai voltar, mas o mars volta”. Espero que sim, Espero que volte. Sinceramente é (foi) uma experiência e tanto. Foram cinco músicas, eu acho, mas foram 50 minutos ou mais um pouco de show que pareceram 20. Rápidos, rasteiros e geniais. Cinco malucs no palco, um mexicano arrebentando um baixo, um baterista que poderia muito bem estar numa banda de trance, um guitarrista incorporando alguns dos principais nomes da guitarra de todos os tempos e um freak total cantando. é tudo tão intenso que parece que se eles ficarem mais um minuto no plco, vão explodir. Dá um gosto danado de quero mais e mais e mais...
Genial, para dizer o mínimo. Todas as músicas levavam a uma interminável jam na hora dos solos, tornando o show uma mostra de entrosamento e tornando a música numa massa incompreensível de som e barulho. depois de muito tempo, os caras voltavam para o fim da música e aí você via que eles ainda estavam na mesma música...

Já vi bandas com “presença de palco“. Mas o que esses caras fazem é diferente, ultrapassa tudo. Eles incorporam “on stage”. E não param um segundo. Diria que era mais que música, era arte feita ali, na frente dos meus olhos, como ver Da Vinci criar a santa ceia ou algo assim. Mas a Luciana me lembrou que a música é arte. Ah, é mesmo...

***

Libertines foi aquela coisa, né? Lúcio Ribeiro pulando junto com a molecada (me sentia um vovô MESMO!), Supla sentado (ui, os famosos) e eu ali, vendo um show muito do mais ou menos, de uma banda muito mais ou menos. Salvação do rock, nova onda do rock, a mais importante banda a surgir nos últimos anos... ah peraí gente. Até quando vamos engolir este imbuste???
Tem umas musiquinhas legais, mas todas as bandas as têm. Se vocês querem ouvir Libertines, fiquem com o Clash (ok, podem me xingar agora).

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Kraftwerk – uma experiência única. Podem ser músicas com mais de 20 anos, 30 anos, sei lá... mas as projeções, o som, os caras brincando de estátua no palco.. putz. veja UM show deles na sua vida. Pode ser o mesmo show faz 20 anos, mas ainda assim é um show que precisa ser visto. É a história, é clássico. Vale a pena ver como tudo começou. E dançar ao som de music non stop é sensacional!!!

A sincronia música, figurino, projeções... deixa qualquer um babando. Pílulas, carros, modelos, robôs no palco, letras no telão, homens e máquina e homens-máquinas. É UM SHOW. Eles podem fazer e usar essa palavra sem fazê-la perder o sentido.

aí depois teve o 2many DJS... e resolvi nunca mais encostar num cd-j. só pra vocês perceberem a seriedade da coisa.
Ah, claro, o outro embuste do Timfa, Cansei de ser sexy. pode até ser engraçado pra quem conhece elas e tal, mas a moçada que estava lá só queria que o show acabasse (e que a baixista tocasse alguma coisa, e não ficasse fazendo bico sem tocar nada!!!)


Sim, o texto está totalmente fora de ordem. Domingo, sexta e agora, sábado.

Tivemos também a sensacional musa (e põe musa nisso) PJ Harvey. Ela simplesmente fez, com seu metro e meio e seu vestido e botas vermelhos, com que muitos homens se apaixonassem por ela. Ali, assim, na hora.
Muito rock, com uma banda afinadíssima, intercalando com umas passagens mais calminhas. Maravilhoso. Mas pra quem curte e muito ela. Senão, passa a ser só mais um bom show.

E o Primal Scream. Se você, como eu, ouviu muito primal scream na sua adolescência, ver o Bobby magrelo e com cara de senhor no palco assusta. Mas o que sai das caixas de som assusta mais ainda. Uma massaroca sonora, guitarras rasgando o ar, sujas, borradas, levando todo mundo de volta aos 90 e à época do shoegaze. Mas aí (eles são o Primal Scream, né) na outra música você está dançando como um louco e querendo matar todos os hippies. Ou gritando a letra de “Kowalski”.
Com representantes de 3 das mais importantes bandas de todos os tempos no palco - Mani(stone roses e o rei da simpatia), Kevin Shields (My Bloddy Valentine, precisa dizer algo mais) e o próprio Gillespie (Jesus e Mary Chain) – não tinha mesmo como ficar decepcionado. Algumas pessoas reclamaram do som, mas lá na frente estava tudo bem. O túnel do tempo me levou de volta quase 10 anos e foi uma viagem muito agradável.

bom, parece que acabou, né?
mas não, depois ainda teve um dia de Loud Festival no Rio, com Walverdes, a lenda independente nacional, e o Nada Surf.

o Walverdes fez um show alto, pesado e burro. Apesar de ter um som assumidamente rock (nada farofa, diga-se de passagem), os caras tavam mais para Motorhead garagem e cerveja. E o mini só é mini fora do palco, lá ele vira um gigante. Ótima opção para Vitória.
E o nada surf, bom, o Nada Surf é uma daquelas bandas que não fazem mal a ninguém e são honestas no que fazem.
Apesar de não ser nada demais, gosto muito deles e o show foi muito bom. O som estava Cristalino com C maiúsculo mesmo, sem machucar o ouvido, como aconteceu nas primeiras apresentações da noite. E as músicas foram saindo, uma após a outra, da banda no palco e do subconsciente. Nem eu sabia que conhecia tanta música deles. Na verdade conhecia todas, graças ao nosso amigo de sempre soulseek. Só pra terminar, fui no dia seguinte andar a toa no BarraShopping e ainda peguei um pocket show deles na FNAC.

***
Ah, preciso contar. Meu exemplar de Smile, do Brian Wilson é autografado pelo esquizofrênico mais genial do mundo. o prórpio Brian Wilson. tem uma foto também, mas ainda não me mandaram. logo, logo publico aqui, ok?

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Ufa, no word, espero não ter perdido nada.

quinta-feira, novembro 11, 2004

oi. Rio agora. ainda pagando pela internet, mas numa cafeteria, menos caro que mcdonalds e meu corpitcho agradece pela falta dos carboidratos em excesso que o mac me proporciona.
Peguei uma gripe, a Arafat, que me "matou".
estou com o nariz escorrendo, dor no corpo essas coisas.
Sem muitas novidades.
Filmes, como sempre.
muitos filmes.
porcarias principalmente, para a Lu não ficar brava por eu ter visto um filme que ela queria ver, mas como ela viu o do Woody eu vi o do Jarmusch. Coffe and Cigarettes é bem legal. parece sobre nada, mas um minuto pensando, traz milhares de coisas para a mente.

***

estou com saudade de trabalhar.
sou redator.
there´s no turning back.
alguns minutos perto do fim.
abrá



domingo, novembro 07, 2004

OI, internet no macdonalds. tive que me entupir de porcarias pra poder escrever aqui. tenho menos de cinco minutos para escrever e mandar noticias de SP. Hoje está frio, garoando, um dia tipico paulista.
Fui ao Timfa sexta e sabado.
Vi tres shows incriveis. o kraftwerk é um dos shows que vc precisa ver antes de morrer, espetacular. imagem, som, todos os sentidos sendo usados em uma apresentaçao digna de primeiro mundo com acustica perfeita (palmas para o tim de novo) e imagens sendo projetadas a cada musica.
Nao faltou Autobahn We are the robots pocket calculator the model...
crassico.

A PJ é linda, tem uma voz linda, fez um show hipnotizante. e essa é a palavra para A apresentação dela. depois falo mais, porque o tempo ta acabando.

O Primal Scream foi enérgico. Gilespie chapado, mas cantando e gritando tudo direitinho (aprenda Nando Reis) e o Mani (ex- roses) rindo e adorando estar aqui,
é isso. trinta segundos pra postar.
fui.
bjos pra todos e loves pra Lu.

quinta-feira, novembro 04, 2004

Oi.
eu aqui. aqui onde?
São Paulo. Pleno centrão. como cheguei aqui, depois eu conto.

***

O Vôo da BRA foi bem tranquilo, com comidinhas gostosas e serviço legal de bordo. Mas as poltronas são apertadas que só elas. avião antigo da Varig, deve ser.
hehehe
O ônibus, que me levaria para a Estação Barra FUnda atrasou e só saiu do aeroporto uma hora e meia depois que cheguei. Mais meia hora andando pela cidade chegamos (eu e os outros passageiros, tá lu) na estação Barra Funda. Peguei o metrô e por via das dúvidas comprei alguns bilhetes, assim posso ir pra cima e pra baixo a vontade e me perder tb. É sério, sempre (SEMPRE) me perco na Sé. Eita estação complicada. Para vocês terem uma idéia, saí andando e quando me vi estava em plena luz do dia, ao ar livre, FORA do metrô na Praça da Sé. Uma carinha que vendia e comprava passe viu aquela mochilona nas costas e disse: O caixa é logo ali.
(Hein?!)

aí é que vi um prédio antigo, muito bonito e uns banners grandes mostrando umas exposições. Entrei e é o "novo" centro cultural da Caixa Econômica. Tinham umas três exposições, uma com arte Tupi (a qual peguei até um catálogo) muito bonita.
E descobri que tinha internet de graça aqui. Beleza, tempo para colocar os mails em dia repegar telefones de contatos aqui e tempo de fazer um tempo até encontrar com a Dani às 18:30 na Paulista.
ou seja, tenho mais três horas de bobeira.

E não é que o passe a mais de metrô vai ser usado?
hahaha

depois escrevo mais, quando for ao macdonalds. Até agora, tudo bem.

***

Amanhã: Kraftwerk.