14:58. em uma quinta-feira, eu estava de cabeça baixa teclando algum texto no meu micro computador e de repente, senti alguém atrás do monitor se abaixando para falar alguma coisa comigo. Levantei a cabeça para ver quem era e o que queria e adivinhem?
There was no one.
Arrepios e cabelos eriçados seguiram, alguns segundos após a constatação.
Música, cinema, literatura pobre, propaganda e um pouquinho de vida. Melancolia também, por que não?
quinta-feira, novembro 13, 2003
segunda-feira, novembro 10, 2003
parece que o velox voltou ao normal. as músicas voltaram a baixar novamente (ufa) e o matrix no cinema não me atrai tanto. queria mesmo era ver o conto de verão, mas pelo jeito, com sessão às 17 horas.... vou ter que esperar sair no Vídeo.
***
dúvida rápida:
será que a tecnologia irá modificar também o nome das video locadoras para DVD locadoras?
será que vou falar fui ao DVD ao invés de ir à um vídeo?
***
bom, mas na verdade, o que queria falar aqui é que tem quase uma mini-campanha de spots do Vital/PMV/Prevenção de AIDS aprovada e pronta para ir para as ruas. só falta um OK do vizinho da minha mãe. quem sabe não sai algo amanhã.
e por falar em trabalho, um filme lindíssimo que fiz para a Hortifruti deve chegar por essas paragens logo, logo. Pena que por aqui não vai ter veiculação. só no Rio e em Sampa. já é alguma coisa, né?
hehehe
beijos procêis
***
dúvida rápida:
será que a tecnologia irá modificar também o nome das video locadoras para DVD locadoras?
será que vou falar fui ao DVD ao invés de ir à um vídeo?
***
bom, mas na verdade, o que queria falar aqui é que tem quase uma mini-campanha de spots do Vital/PMV/Prevenção de AIDS aprovada e pronta para ir para as ruas. só falta um OK do vizinho da minha mãe. quem sabe não sai algo amanhã.
e por falar em trabalho, um filme lindíssimo que fiz para a Hortifruti deve chegar por essas paragens logo, logo. Pena que por aqui não vai ter veiculação. só no Rio e em Sampa. já é alguma coisa, né?
hehehe
beijos procêis
sábado, novembro 08, 2003
pra terminar
eu sinto o vento entrando no quarto.
a luz acessa me mostra o mundo.
trabalho ou lazer, já não sei.
perco o interesse.
perco a chance de ser como uma vez fui.
ela passa, assim como o vento.
e não me esquenta mais como fazia de tempos em tempos.
dentro de mim agora, há um vazio
talvez não dê tempo de recuperar.
o tempo, talvez, dê.
respiro. penso, me absorvo.
é hora.
é chegada a hora.
e viva os clichês.
eu sinto o vento entrando no quarto.
a luz acessa me mostra o mundo.
trabalho ou lazer, já não sei.
perco o interesse.
perco a chance de ser como uma vez fui.
ela passa, assim como o vento.
e não me esquenta mais como fazia de tempos em tempos.
dentro de mim agora, há um vazio
talvez não dê tempo de recuperar.
o tempo, talvez, dê.
respiro. penso, me absorvo.
é hora.
é chegada a hora.
e viva os clichês.
ah, ia me esquecendo.
dia 29/11 tem TPS 5.
a última, quem sabe.
quero viver a minha vidinha normal, tranquila. quero casar e ter filhos e sair às 19:30 do trabalho para um happy hour e ir dormir meia-noite, numa sexta-feira.
pode parecer besteira. uma chorumela sem motivo, mas quero ser comum, como diria Sir Jarvis, do Pulp. quero sair para um lugar onde não conheça ninguém. onde possa finalmente me sentar e relaxar. com ou sem cerveja. com ou sem certeza.
ah, um sábado a noite em casa...
não há nada igual.
dia 29/11 tem TPS 5.
a última, quem sabe.
quero viver a minha vidinha normal, tranquila. quero casar e ter filhos e sair às 19:30 do trabalho para um happy hour e ir dormir meia-noite, numa sexta-feira.
pode parecer besteira. uma chorumela sem motivo, mas quero ser comum, como diria Sir Jarvis, do Pulp. quero sair para um lugar onde não conheça ninguém. onde possa finalmente me sentar e relaxar. com ou sem cerveja. com ou sem certeza.
ah, um sábado a noite em casa...
não há nada igual.
tá, agora deixa eu botar pra fora uma melancolia causada pelo disco do Elbow.
***
é aquela coisa. sábado a noite em casa. um som deprê na vitrola (ou no computador, neste caso). o ombro começa a doer de tanto que mexi no mouse. a vida inteira passa diante dos olhos e, depois dela, a morte também. Me descubro obcecado pela idéia de morrer. a toda hora, em todo momento, qualquer chance que tenho de morrer (o mínimo perigo) eu morro.
morro quando subo a 3° ponte, voltando do trabalho. me jogo lá de cima.
morro quando desço a mesma ponte e percebo que não tenho freios no carro. me espatifo numa cabine de pedágio.
morro quando vou dormir e nunca mais acordar. morro com o coração explodindo depois de subir uma escada, ou depois de correr mais de dois minutos, morro e morro a cada momento. e morrendo assim, esqueço de viver.
...
***
ouvindo: Soundre Lerche - Faces Down
***
é aquela coisa. sábado a noite em casa. um som deprê na vitrola (ou no computador, neste caso). o ombro começa a doer de tanto que mexi no mouse. a vida inteira passa diante dos olhos e, depois dela, a morte também. Me descubro obcecado pela idéia de morrer. a toda hora, em todo momento, qualquer chance que tenho de morrer (o mínimo perigo) eu morro.
morro quando subo a 3° ponte, voltando do trabalho. me jogo lá de cima.
morro quando desço a mesma ponte e percebo que não tenho freios no carro. me espatifo numa cabine de pedágio.
morro quando vou dormir e nunca mais acordar. morro com o coração explodindo depois de subir uma escada, ou depois de correr mais de dois minutos, morro e morro a cada momento. e morrendo assim, esqueço de viver.
...
***
ouvindo: Soundre Lerche - Faces Down
todo mundo faz um monte de coisas no sábado.
Lu lava as roupas.
Fernando arruma as coisas da casa que não funcionam.
ivanilde faz pão de queijo.
luis organiza seus mp3s.
daí, dessa arrumação, saem capas que nunca tinha visto e que são bem bonitinhas...
algumas aí pra vocês. (ao som do Elbow - A cast of thousands)
Starlight Mints - Dream That Stuff Was Made Of
Starsailor - Silence Is Easy
South - With the Tides
***
podem notar que todos os discos são de bandas com a letra S.
essa é a minha letra preferida no Rock and Roll.
Na verdade, para mim, não existe letra mais rock n roll do que a letra S.
Meu filho vai ter um nome começado com a letra S. qual será?
Lu lava as roupas.
Fernando arruma as coisas da casa que não funcionam.
ivanilde faz pão de queijo.
luis organiza seus mp3s.
daí, dessa arrumação, saem capas que nunca tinha visto e que são bem bonitinhas...
algumas aí pra vocês. (ao som do Elbow - A cast of thousands)
Starlight Mints - Dream That Stuff Was Made Of
Starsailor - Silence Is Easy
South - With the Tides
***
podem notar que todos os discos são de bandas com a letra S.
essa é a minha letra preferida no Rock and Roll.
Na verdade, para mim, não existe letra mais rock n roll do que a letra S.
Meu filho vai ter um nome começado com a letra S. qual será?
terça-feira, novembro 04, 2003
segunda-feira, novembro 03, 2003
Ah meu Deus, não falei da música “In The Cold Cold Night” , do White Stripes.
Como no disco, que canta é Meg. Ela se levanta da batera, vai até o centro do palco, solta a voz delicada, anda sob intensas palmas e assobios em direção a um pianinho que só serviu para ela tocar um pedacinho dessa música, volta para o centro do palco, mais assobios e palmas e termina a música.
E agora me bateu uma coisa aqui… aquele piano a direita do palco só serviu mesmo para essa música. E mesmo assim, só num pedacinho… Putz!!!
Como no disco, que canta é Meg. Ela se levanta da batera, vai até o centro do palco, solta a voz delicada, anda sob intensas palmas e assobios em direção a um pianinho que só serviu para ela tocar um pedacinho dessa música, volta para o centro do palco, mais assobios e palmas e termina a música.
E agora me bateu uma coisa aqui… aquele piano a direita do palco só serviu mesmo para essa música. E mesmo assim, só num pedacinho… Putz!!!
Tim Festival. Ou o que fazer no Rio com 9 amigos.
sexta-feira, um avião da Gol salvou meu dia e me despejou na pista de pouso mais poética do mundo. Do Aeroporto S. Dummont até a casa do meu irmão em Botafogo foram dez sinais e um engarrafamento. Desnecessário dizer que estava hipertenso, apreensivo e já nervoso. Eram 19 e alguma coisa e o Tim Festival começava às 18. Queria conferir o Whirlwind Heat. Mal, mal vi o SFA. Cheguei ao show, correndo e peguei o terceiro show da noite já no clássico Golden Retriever que costumo tocar nas TPSs da vida. Depois vieram Juxtaposed with U, Out of Control e o fim excepcional com They don’t give a fuck about men.
Detalhes do show:
Além de serem uma das bandas mais bonitas e estranhas da Grande Bretanha, o SFA é também bom de palco. Com psicodelia jorrando pelos poros, os galeses encantaram quem já os conhecia e fizeram um show OK para o resto da platéia. Eles vestidos de chewbaccas no fim do show, levantando a taça Fifa foi demais. Mas pelo visto, não foi a primeira vez que eles usam fantasias e roupas diferentes em shows.
Rapture, o hype da noite, começou tímido. Aqueles 4 caras ali em cima, com faces juvenis, pareciam assustados por estarem:
1º - no Rio de Janeiro
2º - abrindo pro WS
3º - tocando para 4.000 pessoas.
Mas não estavam, não. Era só impressão. Uma primeira impressão errada, por sinal. A platéia que estava ali para ver o WS, com certeza já tinha ouvido “House of Jealous Lovers”, pelo menos. Mas Olio e as outras músicas de seu primeiro disco lançado no Brasil, Echoes, também tiveram uma boa aceitação. Destaque para o saxofonista dançando o tempo todo, pra voz gritada e maavilhosa do guitarrista e do contra-ponto feito pela voz sóbria do baixista. E o baterista que pulava para cima e para baixo tocando como se estivesse numa boate dos anos 80. Um bom show, que pegou embalo do meio para o fim, com pelo menos duas ou três músicas queridinhas da modernada presente.
WS… bom, o que falar do White Stripes? Fui esperando vê-los como há um ano atrás na entrega do VMA da MTV, pela TV. Simples e vigorosos. E foi isso que pude presenciar. Jack, Meg e sua gangue de terno preto e gravata vermelha fazendo a segurança mandaram no palco. Mandaram na platéia. E mandaram o sossego embora. As guitarras esporrentas de Jack e sua voz gritada preenchiam todo o Tim Stage. E preciso dizer que o som estava perfeito! A acústica era muito boa (apesar de estarmos em uma tenda de lona!!!). Meg não toca bateria. Ela bate com as baquetas nos tambores, como uma criança que acabou de ganhar uma mini-bateria de presente faria. Mas é tudo tão sincero, sua falta de jeito, sua jogada de cabelo pro lado, sua cara de esforço, ao estender umas porradas mais vigorosas, sua pose, meio de lado, trazendo as baquetas lentamente para mais perto de si, seu prazer quase sexual ao tocar (quantas caras daquelas poderiam estar ilustrando uma fotonovela pornô?)…
Enfim, na falta de uma análise mais imparcial, espero pelo texto de Caio. Eu não posso comentar o show dos dois. Mas acho que a minha vontade de assistir dez shows deles seguidos, um atrás do outro, vale como uma mostra do que achei. Maravilhoso, apoteótico, grandioso, divino. Deus, naquela hora e vinte minutos, vestia botas e uma calça de lycra metade vermelha, metade preta.
****
sábado fomos caminhar de manhã (quase 1 da tarde). Ipanema, Copacabana, sebos, cds usados, habib’s, choppes e mais choppes e manjubinhas fritas com limão, cervejas Baden Baden…
das lojas maravilhosas vieram:
- um vale de 50 reais para a próxima visita às lojas
- Super Furry Animals – Phantom Power
- White Stripes – Elephant (importado)
- Deconstruction – S/T (importado)
- The House of Love – S/T (o da borboleta) (importado)
- South – From Here on in
- The Apples in Stereo – Velocity of Sound
- Levellers – Zeitgeist (importado)
- REM – Reconstruction of the Fables
- REM – Perfect Circle (ao Vivo, pirata) (importado)
- The CURE – desintegration
- Ah, falta um que eu nem me lembro…
Depois fomos a um Pub irlandês em Copa, tomamos um copo com 650 ml de Guiness ao módico preço de 15 pratas. Vendo por esse lado, o copo de heinekken do mesmo tamanho até nem parecia muito caro em seus 5 reais. Conversas de literatura, provas de uisque irlandês e músicas ao vivo com violão e gaita. Bom, bebemos e eu já mais pra lá do que pra cá, acabei aceitando a provocação do Carlos Alexandre (nosso anfitrião) e me vi na frente do Tim Festival. Mais 30 pratas e lá estava eu, vendo a Peaches detonar no palco. Louca, desesperada. Calcinha e sutiã, fuck the pain away, um manto com as letras “ XXX”, o microfone no short rosa de lycra que ela vestiu depois, o dueto com o Iggy Pop via telão, double A triple X, uma guitarra em punhos, esporro, duas mulheres, tres mulheres, beijos e beijos. Louco, nota dez.
A espera pelo Marlboro é que foi feita de sangue, suor e lágrimas. Já passavam das seis quando ele resolveu começar a tocar. Foi uma aula de funk, desde Sex Machine até vai lacraia. Mas com convidados do naipe de Bonde das tchuchucas, Os carrasco, Cidinho e Doca, a espera estava se tornando enlouquecedora. E, por mais cool que possa ser, aguentar aquela enrolação às 8 da manhã era uma verdadeira batalha. Desistimos do show alguns segundos antes do MC Serginho entrar em cena. Ainda ouvimos alguma coisa dele… nada demais. Uma padaria antes da cama. E foi só. Domingo, 4 da tarde estávamos, eu e Lu, na casa dos meus parentes e de lá só paramos aqui em VIX.
Foi bom ver tanta gente da Ilha lá pelas bandas cariocas. Um ótimo rock, com gosto de quero muito mais. Dia 15/11 tem D2 e afrika Bambaata. E aí, encara um BRA?
O saldo: positivo.
sexta-feira, um avião da Gol salvou meu dia e me despejou na pista de pouso mais poética do mundo. Do Aeroporto S. Dummont até a casa do meu irmão em Botafogo foram dez sinais e um engarrafamento. Desnecessário dizer que estava hipertenso, apreensivo e já nervoso. Eram 19 e alguma coisa e o Tim Festival começava às 18. Queria conferir o Whirlwind Heat. Mal, mal vi o SFA. Cheguei ao show, correndo e peguei o terceiro show da noite já no clássico Golden Retriever que costumo tocar nas TPSs da vida. Depois vieram Juxtaposed with U, Out of Control e o fim excepcional com They don’t give a fuck about men.
Detalhes do show:
Além de serem uma das bandas mais bonitas e estranhas da Grande Bretanha, o SFA é também bom de palco. Com psicodelia jorrando pelos poros, os galeses encantaram quem já os conhecia e fizeram um show OK para o resto da platéia. Eles vestidos de chewbaccas no fim do show, levantando a taça Fifa foi demais. Mas pelo visto, não foi a primeira vez que eles usam fantasias e roupas diferentes em shows.
Rapture, o hype da noite, começou tímido. Aqueles 4 caras ali em cima, com faces juvenis, pareciam assustados por estarem:
1º - no Rio de Janeiro
2º - abrindo pro WS
3º - tocando para 4.000 pessoas.
Mas não estavam, não. Era só impressão. Uma primeira impressão errada, por sinal. A platéia que estava ali para ver o WS, com certeza já tinha ouvido “House of Jealous Lovers”, pelo menos. Mas Olio e as outras músicas de seu primeiro disco lançado no Brasil, Echoes, também tiveram uma boa aceitação. Destaque para o saxofonista dançando o tempo todo, pra voz gritada e maavilhosa do guitarrista e do contra-ponto feito pela voz sóbria do baixista. E o baterista que pulava para cima e para baixo tocando como se estivesse numa boate dos anos 80. Um bom show, que pegou embalo do meio para o fim, com pelo menos duas ou três músicas queridinhas da modernada presente.
WS… bom, o que falar do White Stripes? Fui esperando vê-los como há um ano atrás na entrega do VMA da MTV, pela TV. Simples e vigorosos. E foi isso que pude presenciar. Jack, Meg e sua gangue de terno preto e gravata vermelha fazendo a segurança mandaram no palco. Mandaram na platéia. E mandaram o sossego embora. As guitarras esporrentas de Jack e sua voz gritada preenchiam todo o Tim Stage. E preciso dizer que o som estava perfeito! A acústica era muito boa (apesar de estarmos em uma tenda de lona!!!). Meg não toca bateria. Ela bate com as baquetas nos tambores, como uma criança que acabou de ganhar uma mini-bateria de presente faria. Mas é tudo tão sincero, sua falta de jeito, sua jogada de cabelo pro lado, sua cara de esforço, ao estender umas porradas mais vigorosas, sua pose, meio de lado, trazendo as baquetas lentamente para mais perto de si, seu prazer quase sexual ao tocar (quantas caras daquelas poderiam estar ilustrando uma fotonovela pornô?)…
Enfim, na falta de uma análise mais imparcial, espero pelo texto de Caio. Eu não posso comentar o show dos dois. Mas acho que a minha vontade de assistir dez shows deles seguidos, um atrás do outro, vale como uma mostra do que achei. Maravilhoso, apoteótico, grandioso, divino. Deus, naquela hora e vinte minutos, vestia botas e uma calça de lycra metade vermelha, metade preta.
****
sábado fomos caminhar de manhã (quase 1 da tarde). Ipanema, Copacabana, sebos, cds usados, habib’s, choppes e mais choppes e manjubinhas fritas com limão, cervejas Baden Baden…
das lojas maravilhosas vieram:
- um vale de 50 reais para a próxima visita às lojas
- Super Furry Animals – Phantom Power
- White Stripes – Elephant (importado)
- Deconstruction – S/T (importado)
- The House of Love – S/T (o da borboleta) (importado)
- South – From Here on in
- The Apples in Stereo – Velocity of Sound
- Levellers – Zeitgeist (importado)
- REM – Reconstruction of the Fables
- REM – Perfect Circle (ao Vivo, pirata) (importado)
- The CURE – desintegration
- Ah, falta um que eu nem me lembro…
Depois fomos a um Pub irlandês em Copa, tomamos um copo com 650 ml de Guiness ao módico preço de 15 pratas. Vendo por esse lado, o copo de heinekken do mesmo tamanho até nem parecia muito caro em seus 5 reais. Conversas de literatura, provas de uisque irlandês e músicas ao vivo com violão e gaita. Bom, bebemos e eu já mais pra lá do que pra cá, acabei aceitando a provocação do Carlos Alexandre (nosso anfitrião) e me vi na frente do Tim Festival. Mais 30 pratas e lá estava eu, vendo a Peaches detonar no palco. Louca, desesperada. Calcinha e sutiã, fuck the pain away, um manto com as letras “ XXX”, o microfone no short rosa de lycra que ela vestiu depois, o dueto com o Iggy Pop via telão, double A triple X, uma guitarra em punhos, esporro, duas mulheres, tres mulheres, beijos e beijos. Louco, nota dez.
A espera pelo Marlboro é que foi feita de sangue, suor e lágrimas. Já passavam das seis quando ele resolveu começar a tocar. Foi uma aula de funk, desde Sex Machine até vai lacraia. Mas com convidados do naipe de Bonde das tchuchucas, Os carrasco, Cidinho e Doca, a espera estava se tornando enlouquecedora. E, por mais cool que possa ser, aguentar aquela enrolação às 8 da manhã era uma verdadeira batalha. Desistimos do show alguns segundos antes do MC Serginho entrar em cena. Ainda ouvimos alguma coisa dele… nada demais. Uma padaria antes da cama. E foi só. Domingo, 4 da tarde estávamos, eu e Lu, na casa dos meus parentes e de lá só paramos aqui em VIX.
Foi bom ver tanta gente da Ilha lá pelas bandas cariocas. Um ótimo rock, com gosto de quero muito mais. Dia 15/11 tem D2 e afrika Bambaata. E aí, encara um BRA?
O saldo: positivo.
sexta-feira, outubro 31, 2003
bom, minha intenção não é escrever muito, mas como sentei na frente do computador pra trabalhar e não tem nada, ainda, pra fazer resolvi colocar a minha impressão do show do Skank, que comea com o título:
"Skank? Valeu, fica pra próxima"
depois de receber a ótima notícia de que eu não estaria liberado para viajar para o Rio na sexta de manhã (e já eram sete da noite de quinta) eu fui pra casa com o intuito de me jogar debaixo da cama e só sair quando Jesus voltasse pra Terra. Mas, não sei explicar porque, troquei de roupa, peguei uma grana e fui pra praia de Camburi, esperando assistir o Skank novo...
No ponto, a situação já estava bem descrita:
dois caras de sapato, fedendo a perfume conversando
"po, eu nem ia. mas vai estar mó cheio"
o outro: "é mesmo. vamo ve se dá mulé."
isso sem contar os onibus LOTADOS que passavam de um lado para o outro, sendo que já passavam das 20:45. Mas tudo bem, Lacaio tinha me ligado as 20 e pouco dizendo que o Macucos "já" estava na segunda música. Bom, só pra saber, cheguei as 21:30 e lá estavam os Macucos tocando seu reggae. assisti o resto do show. ai entrei em contato com a Lu e ela não conseguia entrar na areia de jeito nenhum. era mais fácil eu sair e encontrá-la do que ela entrar lá na areia.
***
tempo para contar essa:
- entre um show e outro, botaram pra rolar o Charlie Brown Jr. A galera sai do chão, pulou e cantou muito. então, meus filhos, já era. eles fizeram de um jeito que a galera não vai esquecer. mas para essa galera da praia, tanto fazia o skank em seu melhor momento, ou o charlie brown decadente. eles estavam lá era pelo rock.
***
sai e encontrei a Lu. Mas e a vontade de voltar. Estavamos mal: o clima do show, eu e ela.
resolvi deixar o skank pra próxima. fui andando até a Lama. e no meio do caminho começou a chover. Dava Graças a Deus por estar longe de lá. Peguei um ônibus na reta da penha e parti pra casa. chegando lá, no silêncio da solidão, percebi que dava para ouvir nitidamente o som do show. HAHAHAHAHAHA!!!!!
e só ouvi os hits tocando, aí mesmo foi que dei graças a Deus por estar em minha cama, deitado, ouvindo o skank ao vivo. o Skank que eu não queria ouvir, o skank óbvio, das multidões ensandecidas, dos hits, dos shows em arena para boys and girls.
deixa o Cosmotron para alguma outra hora, né Samuca.
***
pós-pensamento:
quando as grandes bandas (grandes, em termos) de fora vem para cá, queremos sempre que eles toquem o máximo de hits possíveis. Queremos ver várias fases da banda, várias músicas de discos diferentes. Eles, às vezes, vem para a turne de um disco, e se baseam nesse disco durante sua apresentação. é legal, mas a gente sempre fica querendo mais.
Agora, quando são as bandas daqui queremos ver um show de divulgação de cada álbum.
é engraçado essas coisas. quando a gente acompanha a carreira de perto de algum grupo musical, temos a chance de ver shows de cada disco, perceber as diferenças entre cada trabalho, a superação ou a decadência.
excluam quaisquer para-quedistas que nem sabem o nome do ultimo disco, do baterista, ou de qualquer musica sem antes ter que cantar o refrao:
"é aquela assim: é proibido fumar..."
"Skank? Valeu, fica pra próxima"
depois de receber a ótima notícia de que eu não estaria liberado para viajar para o Rio na sexta de manhã (e já eram sete da noite de quinta) eu fui pra casa com o intuito de me jogar debaixo da cama e só sair quando Jesus voltasse pra Terra. Mas, não sei explicar porque, troquei de roupa, peguei uma grana e fui pra praia de Camburi, esperando assistir o Skank novo...
No ponto, a situação já estava bem descrita:
dois caras de sapato, fedendo a perfume conversando
"po, eu nem ia. mas vai estar mó cheio"
o outro: "é mesmo. vamo ve se dá mulé."
isso sem contar os onibus LOTADOS que passavam de um lado para o outro, sendo que já passavam das 20:45. Mas tudo bem, Lacaio tinha me ligado as 20 e pouco dizendo que o Macucos "já" estava na segunda música. Bom, só pra saber, cheguei as 21:30 e lá estavam os Macucos tocando seu reggae. assisti o resto do show. ai entrei em contato com a Lu e ela não conseguia entrar na areia de jeito nenhum. era mais fácil eu sair e encontrá-la do que ela entrar lá na areia.
***
tempo para contar essa:
- entre um show e outro, botaram pra rolar o Charlie Brown Jr. A galera sai do chão, pulou e cantou muito. então, meus filhos, já era. eles fizeram de um jeito que a galera não vai esquecer. mas para essa galera da praia, tanto fazia o skank em seu melhor momento, ou o charlie brown decadente. eles estavam lá era pelo rock.
***
sai e encontrei a Lu. Mas e a vontade de voltar. Estavamos mal: o clima do show, eu e ela.
resolvi deixar o skank pra próxima. fui andando até a Lama. e no meio do caminho começou a chover. Dava Graças a Deus por estar longe de lá. Peguei um ônibus na reta da penha e parti pra casa. chegando lá, no silêncio da solidão, percebi que dava para ouvir nitidamente o som do show. HAHAHAHAHAHA!!!!!
e só ouvi os hits tocando, aí mesmo foi que dei graças a Deus por estar em minha cama, deitado, ouvindo o skank ao vivo. o Skank que eu não queria ouvir, o skank óbvio, das multidões ensandecidas, dos hits, dos shows em arena para boys and girls.
deixa o Cosmotron para alguma outra hora, né Samuca.
***
pós-pensamento:
quando as grandes bandas (grandes, em termos) de fora vem para cá, queremos sempre que eles toquem o máximo de hits possíveis. Queremos ver várias fases da banda, várias músicas de discos diferentes. Eles, às vezes, vem para a turne de um disco, e se baseam nesse disco durante sua apresentação. é legal, mas a gente sempre fica querendo mais.
Agora, quando são as bandas daqui queremos ver um show de divulgação de cada álbum.
é engraçado essas coisas. quando a gente acompanha a carreira de perto de algum grupo musical, temos a chance de ver shows de cada disco, perceber as diferenças entre cada trabalho, a superação ou a decadência.
excluam quaisquer para-quedistas que nem sabem o nome do ultimo disco, do baterista, ou de qualquer musica sem antes ter que cantar o refrao:
"é aquela assim: é proibido fumar..."
terça-feira, outubro 28, 2003
a sabedoria dos singles
Ao ver as capas dos singles do Oasis, me deu uma saudade da epoca em que comprava Eps e singles importados no Rio, por um precinho camarada. Era o famoso 1 pra 1, ou até o 1.80 pra 1. Ainda éramos felizes e nem sabíamos.
Geralmente desprezado no mercado fonografico brasileiro, o Ep é uma forma barata para uma banda qualquer se promover e mesmo como uma primeira mostra de seu trabalho, nesse caso para bandas independentes. Por sinal, é no mercado independente que o single e o Ep sobrevivem. Com o barateamento dos meios de produção, gravar um cd hoje, não é mais tão impossível. E mesmo 7 polegadas de vinil estão sendo produzidos (bandas como o zumbis do espaço e o autoramas foram algumas que usaram o 7”). Sei que o 7” é mais coisa de colecionador, fã, essas espécies mais doidas ligadas a música.
Mas voltando ao single/EP, em meados de 96, se não me engano, as gravadoras inundaram o mercado com singles de bandas, indo do Oasis ao Metallica, passando até pelo Jamiroquai. Muita coisa pior teve single lançado também. Mas por que não deu certo?
Bom, acredito que para as gravadoras, cheias de vontade de criar a próxima “grande banda de uma música só”, o single diminuiria a chance de lucros maiores. Pô, é só pensar. O P.O. Box vendeu milhares de cds com a dança do jacaré. O Et e o Rodolfo venderam 250.000 cópias de seu primeiro disco…Imagina eles com um single da música de trabalho. Quantos discos inteiros, álbuns com mais de 6 músicas, vocês acham que eles venderiam?
Não sei se muitos.
Agora a música de trabalho, o singlezinho do jabá pra rádio, esse continua existindo. Muito longe das lojas, bem por debaixo dos panos. É o famoso CD-Promo, de vendagem proibida.
Ô Lips, quantos desse você toca por programa? Eles são bons mesmos, ou fazem parte do esquema “massifique – venda – sacrifique”.
O single/EP ainda é uma ótima forma pra você se cuidar em relação ao “sucesso da semana”. Uma forma inteligente de ver se a banda se segura por dois, ou mais eps, mantendo o nível e depois lança algo digno de nota. Se bem que aqui no Brasil, tudo é festa.
Carnaval, bunda, praia e futebol.
Fiquemos com PO Box então.
O PO Box é apenas um exemplo do quanto execrável pode ser a música popular nacional. Se fosse citar outros ficava aqui até amanhã.
Ao ver as capas dos singles do Oasis, me deu uma saudade da epoca em que comprava Eps e singles importados no Rio, por um precinho camarada. Era o famoso 1 pra 1, ou até o 1.80 pra 1. Ainda éramos felizes e nem sabíamos.
Geralmente desprezado no mercado fonografico brasileiro, o Ep é uma forma barata para uma banda qualquer se promover e mesmo como uma primeira mostra de seu trabalho, nesse caso para bandas independentes. Por sinal, é no mercado independente que o single e o Ep sobrevivem. Com o barateamento dos meios de produção, gravar um cd hoje, não é mais tão impossível. E mesmo 7 polegadas de vinil estão sendo produzidos (bandas como o zumbis do espaço e o autoramas foram algumas que usaram o 7”). Sei que o 7” é mais coisa de colecionador, fã, essas espécies mais doidas ligadas a música.
Mas voltando ao single/EP, em meados de 96, se não me engano, as gravadoras inundaram o mercado com singles de bandas, indo do Oasis ao Metallica, passando até pelo Jamiroquai. Muita coisa pior teve single lançado também. Mas por que não deu certo?
Bom, acredito que para as gravadoras, cheias de vontade de criar a próxima “grande banda de uma música só”, o single diminuiria a chance de lucros maiores. Pô, é só pensar. O P.O. Box vendeu milhares de cds com a dança do jacaré. O Et e o Rodolfo venderam 250.000 cópias de seu primeiro disco…Imagina eles com um single da música de trabalho. Quantos discos inteiros, álbuns com mais de 6 músicas, vocês acham que eles venderiam?
Não sei se muitos.
Agora a música de trabalho, o singlezinho do jabá pra rádio, esse continua existindo. Muito longe das lojas, bem por debaixo dos panos. É o famoso CD-Promo, de vendagem proibida.
Ô Lips, quantos desse você toca por programa? Eles são bons mesmos, ou fazem parte do esquema “massifique – venda – sacrifique”.
O single/EP ainda é uma ótima forma pra você se cuidar em relação ao “sucesso da semana”. Uma forma inteligente de ver se a banda se segura por dois, ou mais eps, mantendo o nível e depois lança algo digno de nota. Se bem que aqui no Brasil, tudo é festa.
Carnaval, bunda, praia e futebol.
Fiquemos com PO Box então.
O PO Box é apenas um exemplo do quanto execrável pode ser a música popular nacional. Se fosse citar outros ficava aqui até amanhã.
segunda-feira, outubro 27, 2003
olá minha gente boa que por ventura acompanha essa coisa mal escrita, mas feita com o coração. como é de praxe vou falar um pouquinho sobre a festa.
bom, apesar de minhas dúvidas iniciais, a TPS4 foi bem legal. A presença dos amigos de sempre, dessa vez reforçados do Kalunga, que finalmente pode comparecer, já vale a festança. Os dvds, motivos de tanta discussão, também funcionaram bem, apesar do som baixo(É paulinho, você tem razão. se espremer pra colar o ouvido nas caixinhas pra ouvir o Rei, não tá com nada).
A questão do Telão e dos DVDs, é ponto pra Ilma. ela falou que era hora de dar uma mexida no formato da festa, que éramos só mais uma festa e eu nada. ela correu atrás, conseguiu o patro da Colcci (responsável por 15 cortesias na porta - e só usaram três) e alugou o telão. Os DVDs ficaram por minha conta, pela de Paulera, Kalunga e Ilma. Passei na Locadora e tive vontade de alugar vários filmes legais para passarem lá. mas o lance eram clipes. Filmes não dariam certo, pensávamos. Então fui até a área dos musicais e entre eles vi o Yellow Submarine dos Beatles e o |Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (óbvio, não havia assistido nenhum desses). Além deles peguei um do RATM, com apresentações ao vivo e uns clipes.
Bom, quem estava lá na primeira parte do PUB, sabe a comoção que o Robertão causou. Supriu a ausência de Marcelão e seu set derradeiro, mas como o menino está em love total, dou uma folga. deixa ele aproveitar o fimde do jeito que ele quiser.
Bom, o filme do roberto foi motivos de risadas, choros compulsivos (as musicas do RC são lindas), corinhos de aceitação (roberto, roberto) e fotos alucinadas do telão.
uma foto alucinada do telão
bom, a festa... claro, a festa. tudo começou devagar. Yellow Submarine na tela e Kalunga tocando um quase chill out na pista (porra kalunga, acelera cara!!!). a casa vazia e assim continuaria até uma onze e meia. de repente, começa a chegar e entrar gente, a filona se formando lá na rua... aquelas coisas de sempre. deu meia-noite e fui fazer minha parte. dar uns plays e pauses, as coisas que mais sei fazer num cd-j. Mixar por enquanto não é comigo mesmo. mas tudo bem. um dia aprendo.
kalunga me passou a pista com um cramps de destruir e eu tive que me virar como pude. TInha acabado de gravar um Imortal Lee County Killers e achei muito pesado um segundo depois de gravar. mas não é que foi a passagem perfeita?
daí em diante, tudo perfeito. bom, mas como sempre, faltando uma meia hora pra dar as 2:00 (hora do Nigell Mansell assumir), comecei a surtar. tava muito quente, suor nos olhos, ardendo pacas, camisa encharcada, cansaço... bom, quebrei o set inteiro. nada mais casava com nada. enfim, uma bosta. não gostei do fim, que sempre penso um tantão antes. Na hora, nunca consigo achar os discos, pensar no que tocar depois... ah, um horror. graças a Deus fui muito no banheiro antes, pois na hora, lá em cima é praticamente impossível. Mas imagina, eu querendo ir no banheiro e cansado e suado e já me achando um embuste (na verdade sou mesmo), e ainda tendo que colocar uns discos pra tocar.
bom, deu a hora. passei a bola e fui tomar uma cerveja. aproveitei, vi o fim do dvd do Cure e descansei um tanto. depois, foi arrumar coisa pra tocar depois do N. Mansell. mas na mesma hora, tive um idéia (que já tinha vontade de fazer há algum tempo). chamei o N. M. para um duelo. É, aquela coisa de coloca uma música e eu coloco outra. Tudo acertado, partimos pra pancadaria. e foi assim que tudo saiu...
NM - Miquinhos amestrados - Papaum
Taylor - Yeah Yeah Yeahs - Tick
NM - D2 - Qualé
Taylor - Nação Zumbi - Rios Pontes e Overdrives
NM - Nação zumbi - MAnguetown
Taylor - o Rappa - Lado A, Lado B
NM - RHCP - By the Way
Taylor - Dee-lite - Groove is in the Heart (apelei, ok)
NM - Right Say Fred - I[m too sexy - um pedaco da musica de 1 minuto e meio que me quebrou pra arrumar uma continuacao
Taylor - Electric Six - Danger High Voltage
NM - Prince - kiss
Taylor - Gisele - Como uma virgem
NM - Paralamas - ???
Taylor - Los hermanos, mas nao achei o disco e toquei Smashing Pumpkins Today
NM - REM - Losing My religion
Taylor - Soundgarden - Black Hole Sun
NM - Beatles - Help
Taylor - Rolling Stones - Under my thumb
NM - Elvis - Jailhouse Rock
Taylor - Doors - Breack on through
depois ainda toquei Smiths, RATM, Placebo, e quando vi eram 5:45. o pessoal do pub doido, quase implorando pra gente parar e nada. a[i rolou um Justin Timberlake e eu respondi com Otto, pelo engarrafamento.
cansamos e pra (ex)terminar a pista, um radiohead e um portishead. nada melhor. todo mundo feliz indo para casa.
***
Fatos TPS 4
- Rada e Joelma e craudinha na festa. Seja bem-vindo, meu velho. quando quiser as portas estao abertas.
- fernanda e sua nova camera digital. insuportavelmente chata batendo um milhao de fotos.
- o sofa cheio de gente vendo o dvd do roberto.
- a briga pelo espaco perto da caixinha de som, pra ouvi-lo cantar.
- o duelo.
- a cerveja que acabou de novo e a agua que acabou de novo.
- o aniversario do Conde.
e acho que foi isso.
um post gigante pra uma festa legal.
quem sabe em novembro nao tem outra?
bom, apesar de minhas dúvidas iniciais, a TPS4 foi bem legal. A presença dos amigos de sempre, dessa vez reforçados do Kalunga, que finalmente pode comparecer, já vale a festança. Os dvds, motivos de tanta discussão, também funcionaram bem, apesar do som baixo(É paulinho, você tem razão. se espremer pra colar o ouvido nas caixinhas pra ouvir o Rei, não tá com nada).
A questão do Telão e dos DVDs, é ponto pra Ilma. ela falou que era hora de dar uma mexida no formato da festa, que éramos só mais uma festa e eu nada. ela correu atrás, conseguiu o patro da Colcci (responsável por 15 cortesias na porta - e só usaram três) e alugou o telão. Os DVDs ficaram por minha conta, pela de Paulera, Kalunga e Ilma. Passei na Locadora e tive vontade de alugar vários filmes legais para passarem lá. mas o lance eram clipes. Filmes não dariam certo, pensávamos. Então fui até a área dos musicais e entre eles vi o Yellow Submarine dos Beatles e o |Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (óbvio, não havia assistido nenhum desses). Além deles peguei um do RATM, com apresentações ao vivo e uns clipes.
Bom, quem estava lá na primeira parte do PUB, sabe a comoção que o Robertão causou. Supriu a ausência de Marcelão e seu set derradeiro, mas como o menino está em love total, dou uma folga. deixa ele aproveitar o fimde do jeito que ele quiser.
Bom, o filme do roberto foi motivos de risadas, choros compulsivos (as musicas do RC são lindas), corinhos de aceitação (roberto, roberto) e fotos alucinadas do telão.
uma foto alucinada do telão
bom, a festa... claro, a festa. tudo começou devagar. Yellow Submarine na tela e Kalunga tocando um quase chill out na pista (porra kalunga, acelera cara!!!). a casa vazia e assim continuaria até uma onze e meia. de repente, começa a chegar e entrar gente, a filona se formando lá na rua... aquelas coisas de sempre. deu meia-noite e fui fazer minha parte. dar uns plays e pauses, as coisas que mais sei fazer num cd-j. Mixar por enquanto não é comigo mesmo. mas tudo bem. um dia aprendo.
kalunga me passou a pista com um cramps de destruir e eu tive que me virar como pude. TInha acabado de gravar um Imortal Lee County Killers e achei muito pesado um segundo depois de gravar. mas não é que foi a passagem perfeita?
daí em diante, tudo perfeito. bom, mas como sempre, faltando uma meia hora pra dar as 2:00 (hora do Nigell Mansell assumir), comecei a surtar. tava muito quente, suor nos olhos, ardendo pacas, camisa encharcada, cansaço... bom, quebrei o set inteiro. nada mais casava com nada. enfim, uma bosta. não gostei do fim, que sempre penso um tantão antes. Na hora, nunca consigo achar os discos, pensar no que tocar depois... ah, um horror. graças a Deus fui muito no banheiro antes, pois na hora, lá em cima é praticamente impossível. Mas imagina, eu querendo ir no banheiro e cansado e suado e já me achando um embuste (na verdade sou mesmo), e ainda tendo que colocar uns discos pra tocar.
bom, deu a hora. passei a bola e fui tomar uma cerveja. aproveitei, vi o fim do dvd do Cure e descansei um tanto. depois, foi arrumar coisa pra tocar depois do N. Mansell. mas na mesma hora, tive um idéia (que já tinha vontade de fazer há algum tempo). chamei o N. M. para um duelo. É, aquela coisa de coloca uma música e eu coloco outra. Tudo acertado, partimos pra pancadaria. e foi assim que tudo saiu...
NM - Miquinhos amestrados - Papaum
Taylor - Yeah Yeah Yeahs - Tick
NM - D2 - Qualé
Taylor - Nação Zumbi - Rios Pontes e Overdrives
NM - Nação zumbi - MAnguetown
Taylor - o Rappa - Lado A, Lado B
NM - RHCP - By the Way
Taylor - Dee-lite - Groove is in the Heart (apelei, ok)
NM - Right Say Fred - I[m too sexy - um pedaco da musica de 1 minuto e meio que me quebrou pra arrumar uma continuacao
Taylor - Electric Six - Danger High Voltage
NM - Prince - kiss
Taylor - Gisele - Como uma virgem
NM - Paralamas - ???
Taylor - Los hermanos, mas nao achei o disco e toquei Smashing Pumpkins Today
NM - REM - Losing My religion
Taylor - Soundgarden - Black Hole Sun
NM - Beatles - Help
Taylor - Rolling Stones - Under my thumb
NM - Elvis - Jailhouse Rock
Taylor - Doors - Breack on through
depois ainda toquei Smiths, RATM, Placebo, e quando vi eram 5:45. o pessoal do pub doido, quase implorando pra gente parar e nada. a[i rolou um Justin Timberlake e eu respondi com Otto, pelo engarrafamento.
cansamos e pra (ex)terminar a pista, um radiohead e um portishead. nada melhor. todo mundo feliz indo para casa.
***
Fatos TPS 4
- Rada e Joelma e craudinha na festa. Seja bem-vindo, meu velho. quando quiser as portas estao abertas.
- fernanda e sua nova camera digital. insuportavelmente chata batendo um milhao de fotos.
- o sofa cheio de gente vendo o dvd do roberto.
- a briga pelo espaco perto da caixinha de som, pra ouvi-lo cantar.
- o duelo.
- a cerveja que acabou de novo e a agua que acabou de novo.
- o aniversario do Conde.
e acho que foi isso.
um post gigante pra uma festa legal.
quem sabe em novembro nao tem outra?
ok, ok...
estou devendo o post sobre a festa, mas é que consegui dormir e morgar a maior parte do meu domingo, o que foi ate uma boa, visto que acordei cedo na segunda feira.
***
outubro é o mês com o maior número de aniversários per capita.
então ficam os parabéns para Panelas, Tia Beth, Guiga, Gustavo, Jussara e mais alguem, qeu talvez tenha esquecido.
estou devendo o post sobre a festa, mas é que consegui dormir e morgar a maior parte do meu domingo, o que foi ate uma boa, visto que acordei cedo na segunda feira.
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outubro é o mês com o maior número de aniversários per capita.
então ficam os parabéns para Panelas, Tia Beth, Guiga, Gustavo, Jussara e mais alguem, qeu talvez tenha esquecido.
sexta-feira, outubro 24, 2003
lembrando a todos que sábado tem TPS 4, lá no Pub 455.
com telão rolando de Smashing Pumpkins a Ministry. Espero que não chova e que dê alguém.
Essa semana espremida entre dois shows dos Hermanos e um do White Stripes pode se tornar a maior roubada.
é ver pra crer. Seja o que Deus quiser.
***
domingo conto como é que foi. mas desde já digo que espero muito o set do Sr. Kalunga, um industrialzão pesado! Quem conhece o mestre do trance não vai entender nada.
com telão rolando de Smashing Pumpkins a Ministry. Espero que não chova e que dê alguém.
Essa semana espremida entre dois shows dos Hermanos e um do White Stripes pode se tornar a maior roubada.
é ver pra crer. Seja o que Deus quiser.
***
domingo conto como é que foi. mas desde já digo que espero muito o set do Sr. Kalunga, um industrialzão pesado! Quem conhece o mestre do trance não vai entender nada.