sábado, março 12, 2011

A maravilha que vem fazendo minha felicidade no trajeto Leblon x Cosme Velho:



Track list

All songs written by Glenn Danzig
"She" – 1:22
"Hollywood Babylon" – 2:20
"Bullet" – 1:38
"Horror Business" – 2:45
"Teenagers from Mars" – 2:43
"Night of the Living Dead"- 1:57
"Where Eagles Dare" – 2:08
"Vampira" – 1:21
"I Turned into a Martian" – 1:43
"Skulls" – 1:58
"London Dungeon" – 2:34
"Ghouls Night Out" – 1:57
"Astro Zombies" – 2:11
"Mommy, Can I Go Out and Kill Tonight?" – 2:01
"Die, Die My Darling" – 3:09
"Earth A.D." – 2:09
"Devilock" – 1:26
"Death Comes Ripping" – 1:53
"Green Hell" – 1:53
"Wolfsblood" – 1:11



que baixo é esse???!!! tá no repeat. Cada vez que escuto, a tatoo sorri ali na perna.




(minha tatoo completa, um dia estará em minha perna)


***

E por falar em tatoo, o Roberto Carlos já foi até campeão do carnaval do Rio.
A tatuagem merece sair.

quinta-feira, março 10, 2011



Brown ale nacional. Dizendo isso, quero dizer, nunca botei muita fé nessas especiais nacionais. Mas a Ale da Klein até que foi uma boa experiência. Cor bonita e com ótima espuma, com persistência e cremosidade. No aroma, lúpulo herbal, frutas cítricas e vermelhas. Boa drinkability, mas conjunto meio desigual, com o álcool aparecendo onde não devia.
Uma boa experiência.




DETALHES
Cervejaria Klein Bier
Estilo American Brown Ale
Álcool (%) 5% ABV
Site http://www.kleinbier.com.br

Degustada em 08/Março/2011
Envasamento Pressão
Volume em ml 560 ml
Onde comprou sherigan's
Preço 10,90

Nota 6

quinta-feira, março 03, 2011

A segunda russa a gente até pode (e deve) tentar esquecer.



Provei uns dias depois a marvada Baltika 9.

Realmente, depois de degustar a numero 7, fui de numero 9. Achava que a qualidade aumentava junto com a numeração da cerva, mas ledo engano. Sabe quando você come muito açúcar e começa a ficar enjoado? Essa é a sensação. Primeiro gole bem doce e conforme esquenta vai ficando com o álcool na cara, e bem doce. Imaginem isso, doçura alcoólica. Parecia que estava tomando goles de melagrião.
Aroma de malte, mel, caramelo.

DETALHES
Degustada em 07/Fevereiro/2011
Envasamento Garrafa
Volume em ml 500 ml
Onde comprou uruguay
Preço 80 pesos = 8 reais
(agora se encontra no Zona Sul por salgados 18 reais. Nenhuma delas vale esse preço, MESMO!!!)

Nota: 4

terça-feira, março 01, 2011

Até agora essa é a votação para escolher uma banda para o RIR 2011

Arctic Monkeys 11.89% (48,934 votes)

Eric Clapton 2.28% (9,394 votes)

Green Day 6.85% (28,193 votes)

Guns N'Roses 27.43% (112,924 votes)

The Killers 3.48% (14,338 votes)

Linkin Park 16.49% (67,876 votes)

Muse 3.76% (15,498 votes)

REM 0.53% (2,176 votes)

Soundgarden 0.74% (3,040 votes)

System of a Down 26.56% (109,351 votes)


Total Votes: 411,724


Inacreditável. O Guns está na frente de Eric Clapton!!!
Imagine só que lixo ver essa banda de novo aportando por aqui.
Como ando dizendo, ainda bem que em 2011 ainda tem o terra e o swu.
Circo Voashows!


Sábado - 26/03
SEU JORGE & ALMAZ

Sexta - 08/04
The National (via Queremos)

Domingo - 24/04
3OH!3 (hahahahahahah!!!)

Quinta - 09/06
CUT COPY (!!!!!!!!!)

domingo, fevereiro 27, 2011

Às vezes é dificil conseguir ouvir seus pensamentos quando um bloco de carnaval passa pela sua rua.
O carnaval começou aqui no Rio já faz umas 3 semanas.
desde que voltei de viagem, estou no meio de uma festa sem estribeiras.
E não paro. Haja coisa para se fazer. Show de bossa, show de bola, festas com birita ou brigadeiro.
E no meio dessa confusão toda, comecei a trabalhar. um trabalho que nem parece trabalho, prazer e confusão. Subir o Cosme Velho a pé causa quase concussão.
Liga, liga, marca entrevista, vai até lá.
Mas o Rio continua lindo. Descubro bares e restaurantes, e telefones e amigos.
saudades?
tenho, quem não tem.
Mas saudades foram feitas para se sentir.
E depois olhar pra frente e dar mais um passo.

quinta-feira, fevereiro 24, 2011


E eu ainda acho que sei fazer propaganda.
ai ai.
dá a estante aí, acho que chegou a hora de pendurar o Mac.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

Hoje acordei...
não, melhor, ontem dormi pensando em escrever alguma coisa interessante e exterminar minha conta no facebook.
Só por ter lido a matéria da Revista Piauí, escrita por Zadie Smith.
Divido algumas partes com vocês e a matéria inteira, acredite se quiser, pode ser vista no facebook da Revista Piauí e no site da mesma
(http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-53/megabytes/quero-ficar-na-geracao-10).

"(...)Parece nunca lhe ter passado pela cabeça que muitos programas de rede social acabem estimulando explicitamente as pessoas a estabelecerem conexões fracas e superficiais umas com as outras, ou que isso possa não ser necessariamente positivo.

(...) Sobre a questão da privacidade, Zuckerberg informou ao mundo: “A norma social não passa de uma coisa que muda ao longo do tempo.” Naquela ocasião, o mundo respondeu protestando em voz bem alta, o que fez o Facebook responder com a criação da aba “grupos”, uma mudança nas regras do site que permite a cada um distribuir seus amigos em diversas “facções”, algumas das quais têm acesso maior ou menor ao nosso perfil.

Como a ideia dos “grupos” irá funcionar quando entrar no ar o “Facebook Connect”, ainda não se sabe. O Facebook Connect é “o próximo passo da plataforma Facebook”, em que “os usuáriosterão a ‘possibilidade’ de ‘conectar’ sua identidade do Facebook a qualquer site”. Nessa internet aberta, apresentaremos sempre nossas verdadeiras identidades enquanto navegamos. Esse conceito parece ter vantagens imediatas para um estoico: irá pôr fim aos pronunciamentos biliosos sem assinatura, às perorações incendiárias: se nosso nome e nossa rede social nos acompanham por todo o mundo virtual para além do Facebook, cada um de nós precisará lançar mão de uma certa compostura, assim como todos os circunstantes. Por outro lado, também levaremos para todo lado a lista das coisas de que gostamos ou não, nossas preferências e nossas escolhas, todas associadas aos nossos nomes. A partir disso irão tentar vender coisas para nós.

(...)Será realmente isso o melhor que se pode fazer na web? No filme, Sean Parker, durante uma de suas “maratonas de monólogo” alimentadas a cocaína, tenta definir toda uma geração: “Vivíamos no campo, fomos viver nas cidades e agora vamos viver na internet.” A essa ideia, Jaron Lanier, autor de Gadget – Você Não É um Aplicativo! e um dos visionários originais da internet, não pôde fazer nenhuma objeção profunda. Mas suas críticas ao “reducionismo nerd” da web 2.0 podem nos levar a indagar: de que tipo de vida estão falando? Certamente não da que levamos, em que 500 milhões de pessoas conectadas entre si podem decidir ver o mesmo reality show na tevê só porque seus amigos também estão assistindo. “Você já precisa ser alguém”, afirma Lanier, “antes de poder se compartilhar.” Para Zuckerberg, porém, ser alguém já é compartilhar suas preferências com todo mundo e fazer o que todos estiverem fazendo.

(...)Quando uma pessoa se transforma numa série de dados num website como o Facebook, tudo nela fica menor: a personalidade individual, as amizades, a linguagem, a sensibilidade. De certo modo, não deixa de ser uma forma de transcendência: perdemos nosso corpo, nossos sentimentos contraditórios, nossos desejos, nossos medos – o que me faz pensar que aqueles de nós que sempre recusaram, com repulsa, o que vemos como uma ideia burguesa hiperinflada da identidade individual talvez tenham exagerado no sentido inverso: as identidades despojadas que assumimos na rede não mostram mais liberdade. São, apenas, mais controladas por alguém.

Com o Facebook, Zuckerberg parece ter tentado criar algo semelhante a uma noosfera [“a esfera constituída pela inteligência humana” – do grego noos-, “espírito, mente” – imaginada por filósofos do início do século XX], uma internet dominada por um pensamento único, um ambiente uniforme em que na verdade não importa quem a pessoa seja, contanto que continue a fazer suas “escolhas” (as quais, em última análise, se traduzem em decisões de compra).

Mesmo que a finalidade seja conquistar o afeto de mais e mais gente, tudo que qualquer indivíduo tem de singular acaba aplainado. Uma nação inteira sob um único formato. Para nós mesmos, somos pessoas especiais, o que está devidamente documentado em fotos maravilhosas. Ocasionalmente, também compramos coisas – fato que consideramos apenas incidental. No entanto, as fortunas que a publicidade fará desaguar no Facebook – se, e quando Zuckerberg conseguir convencer 500 milhões de pessoas a levarem consigo, pela internet afora, suas identidades do Facebook –, esse dinheiro nos vê sob um prisma inverso. Para os anunciantes, somos nossa capacidade de compra, anexada a algumas fotos pessoais totalmente irrelevantes.

Será possível que nos vejamos agora dessa maneira? Achei significativo que, a caminho do cinema, enquanto fazia alguns cálculos mentais elementares (a idade que eu tinha quando estava em Harvard; a idade que tenho hoje), eu tenha tido um ataque de pânico típico de pessoa 1.0. Em pouco tempo vou fazer 40 anos, logo depois 50, e um pouco mais tarde estarei morta. Comecei a suar como Zuckerberg, e meu coração enlouqueceu no peito. Precisei parar e ficar um tempo apoiada numa lata de lixo. Será que esse tipo de sentimento cabe no Facebook? Percebi – e fiquei envergonhada de ter percebido – que quando uma adolescente é assassinada, pelo menos na Inglaterra, seu mural do Facebook muitas vezes se cobre de mensagens que parecem não se ter dado conta da gravidade do que ocorreu. Que peeeena, querida! Ai que saudaaade!! Agora vc tá com os anginhos do séu. Lembrei que adorava muuuuito as suas piadas rsrsrs! PAZ! bjs.

Quando leio esses posts, costumo travar uma discussão interna: “É apenas pela pouca instrução de quem escreve. Os sentimentos são os mesmos de todos nós, só não dominam a linguagem ao ponto de exprimir melhor o que sentem.” Mas outra parte minha nutre pensamentos mais sombrios e assustadores. Dado que o mural da menina ainda está no ar, será que essas jovens na verdade acreditam que, de algum modo, a morta continua viva? E que diferença faz se, no fim das contas, todo o contato com ela sempre foi virtual?

(...) Devemos então resistir ao Facebook? Nele, tudo é reduzido à escala do seu fundador. É azul porque, por acaso, Zuckerberg sofre de um daltonismo que não distingue o verde do vermelho. “O azul é a cor mais bem definida para mim – enxergo todos os tons de azul.” Nele, existe a ação poke, de “cutucar”, porque é o mesmo gesto que alguns rapazes tímidos usam para chamar a atenção das moças que eles têm medo de abordar com palavras. Concentra-se em torno de informações triviais porque, para Mark Zuckerberg, a troca de trivialidades pessoais é o que constitui a “amizade”. Estávamos destinados a começar uma vida on-line, o que prometia ser extraordinário. Mas que tipo de vida? Contemple seu mural do Facebook de uma certa distância: de repente não começa a ficar meio ridículo que a sua vida esteja nesse formato?

A última defesa de todo viciado em Facebook é a seguinte: mas ele me permite manter contato com pessoas distantes! Só que tanto o e-mail quanto o Skype cumprem o mesmo papel, com a vantagem adicional de não obrigar ninguém a estabelecer uma interface com a mente de Mark Zuckerberg – mas sabe como é, fazer o quê.

Todo mundo sabe como é. Se alguém realmente quisesse escrever para essas pessoas distantes, ou ir visitá-las, simplesmente escrevia ou ia visitar. O que queremos, na verdade, é realizar apenas o mínimo dos mínimos, como qualquer estudante de 19 anos que preferisse fazer outra coisa, ou não fazer nada.

(...) Nesse sentido, A Rede Social não é um retrato cruel de uma pessoa real chamada “Mark Zuckerberg”. É um retrato cruel de nós mesmos: 500 milhões de seres pensantes enredados nas ideias descuidadas mais recentes de um segundanista de Harvard."


e você ainda quer continuar se diminuindo no caralivro? Se mostrando como coisas que curte e grupos e fotos? Eu não. De verdade, estou fora.

segunda-feira, fevereiro 21, 2011



Se o show não é no circo, às vezes ele não funciona.
Esse funcionou pra muita gente, mas não pra mim.
Apesar de ter sido, sim, muito bom.
Enfim, anos daqui poderemos falar mais.

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Antes aqui

O ano mal começou e, em seu primeiro mês, uma fornada quentinha de lançamentos já ganhou o mundo. Infelizmente quantidade ainda não significa qualidade. Entre as pequenas decepções, talvez pela alta expectativa criada, estão os novos discos de gente de peso como Cut Copy e do retomado Gang of Four. Mas não vou tomar muito do espaço que tenho para falar mal dos discos dos outros, prefiro concentrar meus esforços falando bem de quem fez o dever de casa direitinho. E nesse verão calorento é uma banda fria e cinzenta que vem colorindo meus dias.



White Lies - Ritual

O White Lies apareceu, não faz muito tempo, com um ótimo álbum de estréia, “To Lose my Life”, da onde saíram hits como a belíssima “Death”. Agora ressuscitaram, com o álbum “Ritual”. Chamá-los de mórbidos, no entanto, seria um erro, tamanha a quantidade de músicas que podem ser consideradas alegres. Claro, alegre aqui é apenas uma forma de falar, já que o trabalho todo é cercado de climas e sons meio soturnos, mas muito bem feitos. A primeira música, Is Love, começa devagar e de repente explode em um turbilhão de, digamos, felicidade. Já Strangers parece mostrar que o White Lies realmente resolveu seguir um caminho mais iluminado, o que é reforçado por Bigger than Us e pela ótima Holy Ghost.

Mas o trio inglês também não esquece de onde veio, e coloca todo o peso de anos sob as nuvens carregadas da terra da rainha em nas climáticas Peace and Quiet, Streetlights e Bad Love.Enquanto eles mostram que uma banda dark pode ser muito pop com seus lamentos e lágrimas, nós abrimos um grande sorriso depois de ouvir o ótimo segundo lançamento deles. Recomendado para dias de sol, mas também para os de chuva, vento, granizo ou neve, o ano todo.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

A primeira russa a gente nunca esquece.


Baltika 7

No estouro da tampa, me assustei. Mas diferente de umas tripel que quase perdi por conta da espuma interminável sendo formada, essa lager ficou tranquila na garrafa. Coloquei no copo e o corpo era mesmo de uma lager, apesar dela falar russo. Loura gelada, com aroma de lúpulo e um pouco puxado pro mel. O sabor é de uma lager, malte na entrada e um lúpulo nada forte no final, com retrogosto maltado e doce. Esperava mais amagor dela. Mas sa característica principal é realmente sua drinkability. Gelada é suave e bastante refrescante.
Nota 7




DETALHES
Cervejaria Baltika Brewery
Estilo Dortmunder Export
Álcool (%) 5.4% ABV
Ingredientes Água, malte claro de cevada, lúpulo.
Site http://www.baltika7.ru
Temperatura 0-4 °C

Degustada em 07/Fevereiro/2011
Envasamento Garrafa
Volume em ml 500 ml
Onde comprou shannon pub - ciudad vieja - montevideo
Preço 80 pesos

domingo, fevereiro 06, 2011

Agora o biriteiro chato.
Há realmente momentos em que não é possível degustar uma cerva da forma correta. você tá na rua, comendo em um restaurante, a cerva ta quente ou gelada demais, o copo não é o ideal e há demasiada informação tanto no aroma como no sabor.
Por isso, provo umas cervejas aqui, mas não escrevo seriamente sobre elas.
Mas, claro, dá pra dar umas dicas.

Então vamos a elas:
esqueça a Patricia e a Norteña. Aqui a cerveja boa mesmo é a que mais lembra a heineken, a uruguaia Zillertal.



Parece bem a heineken mesmo, com corpitcho interessante e aquele amargorzinho de lúpulo.

Tem a tal da Pilsen aqui, mas não é a mesma do Paraguay. A daqui tem Pilsen, tem a Pilsen Ambar *ainda não provada, e a Pilsen Stout, que lembra no sabor as stouts irlandesas, mas com muito mais carbonatação (gás!!!).

Tem umas cervejarias daqui a Malta e a Davok que podem ser provadas nos Pubs que enchem as ruas da ciudad vieja. Vale a pena.

E o próprios pubs são a outra dica. Comida honesta e alguns com cartinha de cerveja, com uruguaias, alemãs, belgas e até russas. Vale a pena sentar e provar algumas dessas.
Uruguay, ah o uruguay.
terra da carne, MUITA CARNE, terra dos x-tudos com batata frita (mas aqui são chamados chiquemente de chivitos), e terra das cervas. Bicho, imagina o que é entrar em um super e encontrar uma stout nacional em uma garrafa de litro ou, melhor ainda, achar uma chimay belga de 750ml por pouco menos de 35 reais...
Só pra levantar a bandeira, no Brasil está 70 reais a mesma.
Enfim...
Só aqui mesmo. Agora vou ver o Super Bowl,torcendo loucamente pelos acereros de pitisburgue e tomar a chimayzinha de leve.
:)

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Sim, cheguei.
bem, graças a deus, mas com o joelho esquerdo arrebentado.
Estamos num hotel na cidade vieja, em plena Montevideo.
Embaixo da janela do hostel, TRÊS pubs irlandeses e mais alguns bares.
Ou seja, vou ficar bêbado e acordado todos os dias.

Bom, daqui a pouco posto fotos, e mais impressões.
Afinal, acabei de chegar...

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Como viajo daqui a dois dias, resolvi provar umas brejas que tavam tomando um gelo aqui em casa. A barriga quase estourando, mas a cabeça inteirinha ainda.
uma primeira olhada pareceu negra, mas depois vi que é de um vermelho intenso, quase marrom. Ou de um marrom avermelhado.
Aroma picante. será? Herbal também.
No sabor, começa tranquila, mas leva a um leve amargor no fim. Retrogosto que não segura.
Nada que surpreenda. Já provei dubbels melhores. bem melhores.


Steenbrugge Dubbel Bruin


DESCRIÇÃO COMERCIAL
Cerveja estilo Abadia Dubbel, encorpada, de coloração marrom rubi, sabor rico, um voluptuoso caráter de malte e um aroma frutado da fermentação junto à sutil mistura herbal de Bruge - o Gruut.




Cervejaria Brouwerij Palm
Importadora Bier&Wein
Estilo Belgian Dubbel
Álcool (%) 6.5% ABV
Ingredientes água, malte de cevada, lúpulo, especiarias e açúcar.
Site http://www.palm.be/
Temperatura 8-12 °C
Copo ideal Tulipa

Nota 7

1906 Reserva Especial


Belo custo x benefício dessa espanhola.
Avermelhada, fez uma espuma média, que manteve uma fina camada durante bastante tempo.
No aroma, nada de especial, malte e pouco lúpulo.
O sabor acompanha, sendo leve e refrescante, porém bem doce por causa do malte, com notas de frutas em compota ou melaço. O lúpulo é bem simples e não chega a amargar o retrogosto, que aparece um tanto maltado.
Boa drinkability e não se esqueça, com o preço de uma stella.
Pena que depois de esquentar um pouco no copo, ficou bastante alcoólica. Desequilibrou o resultado final. Mas e daí? tenho sempre um 6-pack na geladeira.




Cervejaria Hijos de Rivera
Estilo Vienna Lager
Álcool (%) 6.5% ABV
Site http://www.estrellagalicia.es
Temperatura 5-7 °C
Copo ideal Flauta

Nota 6.4
Todos precisam conhecer a meia porção de fritas do Big Polis.
Agora mais cara, R$4,20, mas ainda assim, o triplo do tamanho de qualquer batata de mac ou do bob's. Entope qualquer larica de chopp.


A ju ganhou essa garrafa de amigo-bebum no final do ano.
Mas, como não bebe cerveja, acabei ganhando-a.
E não demorei em degustá-la.
Italiana, vem descrita na belíssima garrafa como cerveja egípcia. Isso devido aos ingredientes nada convencionais: gengibre e mirra. No copo, se formou dourada opaca, com três dedos de espuma, mas que não se mantém.
No aroma, bem doce, mel, malte e laranjas.
No sabor, também, ela veio bem doce, com bastante malte e mel.
Retrogosto um pouco doce demais pro meu gosto.
Álcool bem inserido, leve.
Mas a cerva seria mais equilibrada se não puxasse tanto para um insistente sabor doce.



DESCRIÇÃO COMERCIAL
“Cerveja egípcia” que expressa grande fascínio, com notas exóticas por ter como ingredientes o cereal egípcio kamut, gengibre e mirra, resina aromática extraída de árvore africana. É licorosa e traz delicada doçura final. Nora, ex-mulher de Teo, é a mãe de Isaac e Wayan.



DETALHES
Degustada em 01/Fevereiro/2011
Envasamento Garrafa
Volume em ml 750 ml

Estilo Spice/Herb/Vegetable Beer
Álcool (%) 6.8% ABV
Site http://www.baladin.it
Temperatura 8-12 °C

Nota: 7.8

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Zeitgeist...
Acho que finalmente descobri o significado dessa palavra. E tem até um vídeo para ilustrar:



Seguinte, show de uma banda no momento dela, num local que é a cara desses dias, com um feeling que, sei lá, só poderia acontecer naquele dia, com aquela banda.
É uma coisa que meio que define o ano, o tempo, o momento.

Zeitgeist!!!!


Hum...
Eu vou. tem Jane's Addiction. Tem datarock.
Tem James e 311.
E Fischerspooner...
E killers.

É, vale a pena.
Quem topa ir até o Chile passar um final de semana com muito rock n roll??!!!

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Preta, preta, pretinha.
Abri a garrafa e já senti o aroma forte tomando o ambiente. No copo, foi uma maravilha. cerveja linda, com um creme marrom lindo e perene. O primeiro gole foi intenso. Cerveja pesada, com muita personalidade. Mas leve para quem, como eu, esperava uma pancada. O sabor tem muito defumado (cheguei a pensar em churrasco e algum tipo de carne), café, especiarias, madeira. No retrogosto, macio, um belo chocolate. Um belo exemplar, que faço questão de recomendar. O velho óleo de motor ainda bate forte dentro dos nossos corações.








Cervejaria Harviestoun Brewery
Importadora BrazilWays
Estilo Porter
Álcool (%) 6% ABV
Ingredientes Malte Pale Ale, úpulos Galena, Worcester Fuggles e Kent Goldings
Site http://www.harviestoun.com/oldengineoil.htm

DETALHES
Degustada em 31/Janeiro/2011
Envasamento Garrafa
Volume em ml 330 ml
Onde comprou delirium café- Rj
Preço 18,00

AVALIAÇÃO GERAL:
7.6
só para contar rapidinho o dia:
praia, cervejinha, sol, lapa com show do two door cinema club (bom pra caralho!!!), pizza e agora, CAMA!!!

domingo para não esquecer. Na verdade, final de semana para não esquecer. Nota 10!!!

e sexta tem viagem pro Uruguay!!!!
Uh, El LOCO!!!!!

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Se você acompanha esse blog, vai perceber uma pequena mudança na forma como escrevo os posts das cervejas, com mais detalhes e informações. É que agora escrevo também no brejas.com.br as impressões das degustações. E aproveito, de lá, o que escrevi mais as infos do site. Que merece uma visita, CLARO!

E, de acordo com as notas dadas para sabor, aroma, apresentação, conjunto...
tem-se a nota final da cerveja. Que vai de zero a cinco, ou seja, é só multiplicar por dois que teremos a nossa nota de 0 a 10.
;)
começo a usar essa fórmula e, de acordo com as notas dessa nova fórmula, posso rever as notas dadas aqui. E se for revista, volto a postar a descrição da cerveja com a nova nota.
Fuller's Discovery Blonde Beer



Ganhei de presente essa Fuller's que nunca tinha visto nas lojas daqui. Fiquei curioso. Abri e despejei no copo. A cor dourada puxa pra um palha, até avermelhada. O creme aparece bonito, mas não segura por muito tempo. No aroma, um pouco de abacaxi, herbal e lupulado. Na verdade, tem um aroma que nunca tinha sentido antes. É até um pouco misterioso.
No paladar desce bem, uma cerveja refrescante, como as nossas, mas com a digital da Fuller's. Ou seja, qualidade. Ótima drinkability e retrogosto leve, mas presente. Sem comparação com as nossas. Ah, se eu fosse inglês...


DETALHES

Cervejaria Fuller´s
Importadora Boxer
Estilo Blond Ale
Álcool (%) 4.2% ABV

Degustada em 26/Janeiro/2011
Envasamento Garrafa
Volume em ml 500 ml
Onde comprou presente - Uruguay
Preparação para o jogo de daqui a pouco, ida bruta ao Engenhão, para matar as saudades.
Antes resolvi provar a Hacker-Pschorr 1417 (será que acertei o nome?).
Bom, como não entendo muito de alemão, fui atrás do que queria dizer Naturtrübes Kellerbier.
Achei em um site a explicação e faço questão de dividi-la com você:
"Kellerbier é um estilo de cerveja originário da Alemanha e keller significa literalmente adega. Esta é uma cerveja lager não filtrada, geralmente com uma boa carga de lúpulo aromático. As Kellerbiers autênticas geralmente possuem pouca carbonatação porque elas fermentam em barris de madeira que não conservam toda a carbonatação produzida pela reação de fermentação. Em geral elas são encontradas localmente, mas algumas cervejarias oferecem suas versões em garrafas e barris, permitindo o transporte para outros mercados. Nestas versões, as cervejarias costumam realizar uma leve filtragem e adicionam uma leve carbonatação artificial para dar maior efervecência."
fonte: http://pt.petitchef.com





E a partir daí veio a experiência. Uma Lager turva, linda de morrer. Creme pouco duradouro, mas equilibrado. No aroma, mel, alguma fruta leve e doce (pensei damasco?), malte delicioso e um pouco de lúpulo herbal.
5,5% de álcool. Na boca, leve como um algodão doce.
Vem o malte doce, mel, no primeiro gole, abrindo caminho para um pão, sementes, mais frutas. Retrogosto delicioso, leve. Consegue ser ao mesmo tempo doce e amargo.
Em uma única palavra: delícia (apesar da carbonatação dada à cerva engarrafada, sentida no último gole, como se tivesse tomado só aquela água com gás artificial das máquinas de refrigerante).



Ótima drinkability, e uma explêndida substituta para as nacionais em noites de bebedeira frenética.

Nota 8.5
Meu Xbox caiu no chão.
: O

o dvd do Fifa 11 arranhou todo. Perdi o jogo.
A urugua tá fechada, blitz feia da Civil por lá.
E eu, como fico???

Tô tão viciado nisso que até paguei a Live Gold, só pra poder brincar online com meus amigos...

E EU, COMO FICO??!!!!!
bitcho, coisa mais linda do mundo. Porque tem coisas que só uma stout faz por você.
Nunca escondi de ninguém minha paixão pela Guinness, a maior stout de todas. E foi com a cara lembrança dela que me peguei provando a Murphy's Stout, uma irlandesa trazida para cá pela FEMSA.

O estourar da lata é um espetáculo a parte. A bolinha de nitrogênio que fica dentro da lata forma uma pressão espetacular e faz o líquido negro sair cheio de gás, com uma cor totalmente café com leite. Aos poucos, a cerva volta ao seu formato original, deixando o creme bege, café com leite, intenso até o último gole. O creme vai deixando marcas pelas paredes do copo. O aroma é bem parecido com o da Guinness: café, tostado, chocolate... E na boca, os (poucos) 4% de álcool nem fazem cócegas. Desce macia e pesada. Baixa carbonatação, deixando-a com aquela sensação de cerveja quase sem gás. No gosto, mais café, principalmente no retrogosto, bem marcado, e chocolate amargo.

Falar mais o que? vou correndo pegar outra dessas para bebericar.


Nota 9.5 (pelo que se propõe).




Ontem provei as novidades da FEMSA por essas bandas:

Irish Red





Red Ale, como a mais saborosa Baaden Baaden. Tem 5% de álcool, porém, é amigável ao extremo.
A cor acobreada, a espuma bonita, mas não muito persistente. Aroma herbal, com um quê adocicado, malteado talvez. Na boca, vem tranquila, sem muitos sustos, mas também sem muitas emoções. Retrogosto leve, com pouco amargor.
Uma Red Ale para se bebericar enquanto bate um papo. Harmonizada com macadâmia, apresentou boa presença.

Nota 7.5

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Imagem do final de semana.
Patanisca de bacalhau do Pavão Azul, em Copa, regado de azeite e acompanhado de Original geladinha, amores e amigos.


click por Márcio K.

sexta-feira, janeiro 21, 2011

ih....
cerva

Bom, dia de supermercado. Dia de cervas. Como disse antes, o custo x beneficio das espanholas está absurdamente bom. 3 real cada uma. E comprei uma caixinha de cada. A sorte foi que uma caixinha caiu : /
mas sobraram 4 das 6. Tranquilo, foi o do santo.

hehehehe

anyway, resolvi provar uma que fica dando bobeira nas prateleiras alheias. Numa promoção, comprei a Dos Equis para provar. Talvez por não dar tanta bola pra ela. Deixei ela geladinha, o que está cada vez mais difícil no Rio 40 graus.





Abri, coloquei no copo de Lager, dei aquela fungada e ...
nada.
Um aroma meio doce, mas sem grandes surpresas.
A cor é aquela amarelinha de Brahma e Skol. A espuma també, se forma e se esvai numa rapidez... de dar dó.
E o gosto?
Bom, estou me acostumando a cervejas mais encorpadas, com mais caráter. O gole foi aquela coisa, sem quase nenhuma surpresa. Doce no início, talvez até demais, e só. Cerveja suave por demais, sem lúpulo (o que eu esperava) e sem o maltão gostoso na ponta da língua.

Pelo preço, é melhor pedir um chopp na esquina.

Nota 3.



(fuja dela)
cervas (a escrever)



E o Rio, quem diria, está se tornando um incrível local para se beber cerveja. E cerveja com qualidade indiscutível.
Se já eram conhecidos o Belgian Beer Paradise, o Lapa Café e o Beer Taste, eis que me deparo com um exemplar do Delirium Café em terras cariocas. O único nas Américas.
O que dizer?

Deixo as mil palavras das fotos mostrarem meu queixo caído...





Show do Autoramas no Arpoador. Muito bom pro fim de dia de 40 graus e feriado.
Cidade cheia, praias cheias e gente feliz.
Destaque pra versão de Blue Monday, do New Order. E Surfing Bird, do "seriado Family Guy". hehehehe

quarta-feira, janeiro 19, 2011

aberta a intensa temporada de shows de verão:

A temperatura vai subir ainda mais na Oi FM. Neste verão, você confere shows com a vibe certa pro seu início de noite, no Sunset Oi FM.

Muita música boa, sempre às 19h, direto do Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, Rio de Janeiro. E o melhor: é de graça!

Olha só quem vai aparecer por lá:

18/01 – Moska
20/01 – Autoramas
21/01 – Mombojó
25/01 – Rodrigo Santos
27/01 – Celso Fonseca
28/01 – Fino Coletivo
01/02 – Tono
04/02 – 4Cabeça
11/02 – Tulipa Ruiz

*****

no Circo Voador tem:

Sábado - 29/01 - TULIPA RUIZ & SILVIA MACHETE

Domingo - 30/01 a partir das 20h - TWO DOOR CINEMA CLUB

Quinta - 03/02 - VAMPIRE WEEKEND
Abertura: DO AMOR

Sexta - 11/02 - LOBÃO

Quinta - 24/02 - KATE NASH

***

e no Vivo Rio, dia 17/02 ainda tem o LCD Soundsystem.


E aí, ainda quer ir à praia?


como (acho) que faço todo ano, o cartaz com a programação do Coachella. Já quase fui umas três vezes.


Franziskaner

Bicho, chega uma hora em que tudo parece a mesma coisa. Eu não sei se sou eu ou se é o tipo de cerveja, mas pra mim, witbier/weissbier está tudo mais ou menos no mesmo padrão. Não dá pra sacar muita a diferença entre uma e outra e, sinceramente, essa franziskaner passou batida, sem marcar quase nada. Neutra, mas como digo para as weiss, precisa de outra prova.

Sem nota, né.

terça-feira, janeiro 18, 2011







Estrella Galicia

Dourado palha no copo, com linda formação do creme, persistente e com bolhas pequenas, deixando um lindo rastro no copo e mantendo aquela linha branca em cima da bebida até o final. No aroma, não fui muito feliz e saí pouco do trivial malte adocicado e lúpulo (herbal). No primeiro gole, e cada vez mais acredito nele, com a língua “virgem” o sabor é bem adocicado, lembrou compotas e caramelo, mas foi só no início. Depois a danada amarga para além de uma lager normal dando caráter à cerveja. O retrogosto fica marcado pelo lúpulo, amargando por um bom tempo. Média drinkability, mas pelo precinho (3 reais, nas Sendas) está com um ótimo custo x benefício.

Nota 8

E devo dizer, estou tomando um carinho todo especial pelas espanholas...




Sou tão fã da Leffe Blonde que chego a chama-la de lefinha. Então, resolvi tomar uma lefinha pra desanuviar uma noite sem sal. Abri a garrafa e dei o primeiro gole na long neck mesmo. Eis minha surpresa... Senti um adocicado perene, beeeem diferente da lefinha que tô acostumado a beber. Então me caiu a ficha... cadê o alumínio dourado envolvendo o gargalo?
Ih... não é dourado, é escuro...
Pronto, sem querer estava provando uma irmã da lefinha, a Leffe Bruin.
Pretinha adocicada no início, com a espuma bonita, combinando com a morena.
Mas aí, o caramelo/chocolate não sumiu mais. E senti uma cerveja doce demais para o meu gosto. É aquela irmã do meio, que ninguém quer pegar e você faz uma força, só pra descobrir que todo mundo está certo.
A cerva não é ruim, mas vou demorar pra dar uns pegas nela de novo.

Nota 6



Erdinger Urweisse

Segue descrição comercial, de acordo com o site brejas.com.br.
Enquanto a Erdinger Tradicional é feita com uma exclusiva fermentação híbrida e conquista os mais diversos tipos de apreciadores de cerveja - sendo hoje a cerveja de trigo mais consumida e conhecida do mundo - a Erdinger Urweisse é direcionada aos amantes de cervejas de trigo, que buscam a tipicidade deste estilo. A Urweisse é produzida apenas com o processo de alta fermentação nos tanques (não é refermentada na garrafa), mantendo assim as características típicas de uma cerveja Weiss, com aroma e paladar complexos, rico em notas frutadas.

Para tudo. TAPA. A Erdinger tradicional NÃO é feita toda de trigo?? é híbrida??!! Bom, depois dessa, nem sabia o que esperar dessa cerveja. E vou ser sincero, comecei a sentir as notas frutadas lá pelo meio do copo, mas senti bem pronunciada o sabor de banana. Cerveja bem gostosa, um weiss de respeito. Merece outra provinha. hehehehe




Maredsous 8
A maior dificuldade de escrever em retrospecto é tentar lembrar as coisas todas que aconteceram enquanto bebia a cerveja: as sensações, o gosto, o conjunto...
Por isso, o máximo que posso falar da belga Maredsous 8 é que a danada é turva, não preta, tem um creme lindo marrom/bege e que é complexa ao extremo. 8% de álcool que não pesa, e que será necessário provar uma segunda vez.

Nota 9
Prezado Torcedor,

O seu cadastro no programa SOU BOTAFOGO foi realizado com sucesso. Parabéns, agora você poderá usufruir de todos os benefícios do Programa, assim que recebermos a confirmação de seu pagamento.

Caso faça seu pagamento por cartão de crédito a confirmação poderá demorar até 24h.
Qualquer dúvida, por favor, entre em contato com a nossa central de Atendimento através do telefone (21) 2543-1265 ou do e-mail contato@programasoubotafogo.com.br.

Ok, sócio torcedor.
Agora preciso ir nos jogos.
;)

segunda-feira, janeiro 17, 2011

Comecei a jogar e terminei um divertido capítulo do Need For Speed (undercover).
Você faz o papel de um policial disfarçado que entra na quadrilha de uns arruaceiros em alta velocidade. A história é meio furada, com umas falhas estranhas, e nas partes em que você não está acelerando e batendo com seu carro nas viaturas policiais ou em seus adversários, aparecem em vídeo, com atores de verdade.
Mas o lance era ter um jogo de corrida que rodasse no Xbox, já que o Hot Pursuit, também do Need For Speed precisa de um firmware que custa CEM REAIS(!!!) na Urugua.
tô fora.









bicho, adoro quando isso acontece.
você pega um disco, espera que ele seja legal e POU!
a primeira música te acerta na cabeça.
Você fica sem ter pra onde correr, ainda meio zureta, e deixa ela tocar inteira, inteira, inteira. três, quatro vezes. Passar para a segunda parece um tarefa hercúlea e então, você não consegue resistir e volta para o início da primeira faixa e escuta ela mais uma vez, com um sorriso no rosto.

Is Love, primeira música do disco novo do White Lies, Ritual, é assim.
E ainda não consegui ouvir o disco todo.
maravilhoso!

Hoje sonhei com uma tsunami alagando tudo aqui.
era tanta água que para passar da cozinha para a sala tive que vir nadando debaixo d'água. Tudo molhado e estragado. Engraçado isso, pensar em perder tudo.
: /

deve ser por causa do que tá acontecendo Brasil afora, chuvas, desabamentos, alagamentos...
Melhoras pra todos que sofreram com isso. E sempre é tempo de recomeçar.

sábado, janeiro 15, 2011

Fui atrás de novidades pelos supermercados daqui do Rio e finalmente me dei a chance de provar uma japonesa.

Kirin Ichiban





De cara uma decepção: a cerva é feita nos EUA. Pô, por que vender como japonesa então? Enfim, é uma rice lager e como deve ser, dourada, transparente e com espuma branca mediana. No gosto, não pude deixar de notar sakê. Talvez pelo arroz. E foi isso, nada demais. Mas melhor que uma Budweiser.

Nota 7
é verdade.
tenho bebido mais do que tenho escrito.
hehehehe

mas vou tentar (d)escrever aqui as sensações das cervas que andei degustando.
sim, não bebo, degusto...

;)

A.K. Damm





Em um bar/restaurante espetacular em Teresópolis, o Vagão Beer and Food, pude provar essa espanhola. Loira com espuma branca, tem no início um aroma bem frutado e no primeiro gole, veio a laranja. Retrogosto tranquilo, sem muito amargor. O álcool é pouco presente e é isso. A cerveja é refrescante e frutada e poderia ser uma boa opção para as nacionais, não fosse o custo x benefício proibitivo.

nota 7

sexta-feira, janeiro 14, 2011

isso aqui anda meio monocórdico, eu sei.
talvez por isso, as pessoas leiam menos, comentem menos, enfim, sei lá.

Mas é que o momento é propício ao descalabro e à bonança.
Daqui sei lá quanto tempo terei menos que isso e sentirei-me menos contente ou à vontade. são as escolhas da vida.

***

Daqui a 10 dias terei a minha nova carteira de identidade. Deixarei de ser SSP-ES para ser IFP-RJ.
Grandes coisas...
Ruim mesmo foi ter que ficar 4 horas esperando para ter todos os documentos checados e finalmente dormir tranquilo pensando que sim, poderei entrar no Uruguay.