sexta-feira, abril 16, 2010

Da série Comida pelo Mundo (ou o final de semana já começou)



O tamanho do prato no esquimó é tão grande que ele tem que vir em TRÊS pratos.


Nem foto dá para bater de boca vazia.
Haja comida, haja fome, haja refresco e sobremesa de graça. Depois? Só um filezão, na Buenos Aires 85.
heheheheheh


*****

Outro clássico da má comida do Centro do Rio é:




O Vulcão das MASSAS!!!!
Blergh!!!!




Não sei o que é pior: o naipe do garçon ou o naipe do prato. O que seria isso mesmo?!




Se quiser, você pode evitar o vulcão e se fartar de salgado e refresco. fica pertinho, do lado do vulcão.


********

Edição Internacional


No restaurante Estrela, em Filadelfia, Capital do Estado do Boqueron....


Milanesas!!!!



Milanesas!!!!
Vai ter gente que vai me chamar de doido,
mas e daí? quem não é?
Bom, terremotos, maremotos, chuvas, tsunamis.
tá cada vez mais normal isso.
Agora, vulcão entrando em erupção. Cinzas param a Europa. Caos aéreo.
Acham uma rachadura na Antártida.
E aparece um meteorito caindo nos EUA, com a maior cara de Disco Voador. Detalhe, não acharam a cratera onde ele caiu.

Sabe o que eu acho?
o mundo está caminhando rumo ao seu fim.
Quem viu o Jornal Nacional ontem não teve como não se sentir em um filme de ficção científica. Mas não era. Era real.
Quer dizer, real até onde a realidade vai, né.

terça-feira, abril 13, 2010

Bom, estou ficando mais velho. e nem digo isso por estar a 3 dias do meu inferno astral, o mês que antecede o aniversário. Mas por ter constatado que começo a me interessar por um tipo de música que antes era bem estranho ter nos ouvidos: o post-rock.
Já disseram por aí que o pós-rock é o passo do rock em direção ao jazz.
Quando as músicas passam a ter menos refrão, menos vocais (algumas nem tem), entram num loop, repetindo acordes e escalando suas oitavas (sei lá o que isso quer dizer, acabei de inventar). Pois pode ser a minha preparação para o jazz (que ainda não consigo colocar para tocar em casa/ipod/computador).
Agora ouço, entre um estrondo de metal e uma desafinação lo-fi proposital da guitarra indie, a construção matemática do post-rock.

para vocês entenderem mais ou menos como é isso, segue clipe com belíssima música da banda Collapse Under The Empire.

segunda-feira, abril 12, 2010

É incrível mesmo como vivemos um dia depois do outro sem pensar em mais nada, além da nossa própria vida. Não tenho filhos ainda, o que pode mudar essa realidade. Aí sim, deve vir o pensamento em outra vida que não a sua. Mas por enquanto, nada.
Digo isso pois ando pesquisando material para escrever matérias sobre inovações em embalagens, tecnologias, design, tendências, moda, consumo.
E tem um site que sempre, mas quero dizer sempre MESMO, me coloca para pensar como um maluco. Para vocês entenderem, vou colocar o resumo de algumas matérias:

"A ideia ainda é controversa, mas tente imaginá-la da seguinte forma: depois do Big Bang, o Universo está se expandindo continuamente - e há evidências de que esta expansão esteja se acelerando. Contando o tempo desde a ocorrência do Big Bang, é fácil imaginar que há uma espécie de "fronteira" no nosso Universo, que é até onde os efeitos do Big Bang atuaram. Os cientistas calculam que esta fronteira esteja a aproximadamente 45 bilhões de anos-luz de distância - o tempo decorrido desde o Big Bang mais a aceleração da expansão do Universo. Agora imagine que haja uma espécie de "buraco" nessa fronteira, por onde uma parte do nosso Universo pode estar literalmente "vazando" para outro universo. O Fluxo Escuro é a parte da matéria - e eventualmente da energia - do nosso Universo que estaria vazando por este ralo cósmico.

É por isto que os proponentes da ideia acreditam que o Fluxo Escuro pode ser a prova da existência de outro universo."


E não para por aí. Outro universo? e que tal mais dimensões?
confira na pequena parte da matéria:


Matthew Choptuik, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, e Frans Pretorius, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, usaram uma simulação feita em computador para mostrar conclusivamente, pela primeira vez, que uma colisão de partículas realmente pode gerar um buraco negro. Utilizando centenas de computadores, Choptuik e Pretorius calcularam as interações gravitacionais entre as partículas que colidem (eles utilizaram sólitons) e descobriram que um buraco negro irá se formar se duas partículas colidirem com uma energia total de cerca de um terço da energia de Planck.

Ou seja, se, em vez de ser tridimensional como nossos sentidos nos dizem, o espaço realmente tiver mais dimensões, o LHC poderá de fato produzir buracos negros.Segundo as hipóteses que defendem a existência dessas dimensões extras, elas também são microscópicas e devem estar curvadas em loops pequenos demais para serem detectados, exceto por uma colisão de partículas de alta energia.

Isso, contudo, não dá qualquer reforço aos argumentos dos catastrofistas: se existirem as dimensões extras, e se a energia do LHC for suficiente para atiçar seus efeitos, e se esses efeitos baixarem a energia de Planck, e se os buracos negros microscópicos forem formados, ainda assim, afirmam os físicos, eles deverão decair em alguns nano-nano-nanossegundos. Ou seja, talvez o mundo possa mesmo acabar, não de fato, mas como uma metáfora - em vez de algum tipo de apocalipse, poderemos ver o fim do mundo como o concebemos até hoje, e ver nascer uma nova concepção de mundo, repleta de novas dimensões, de novos horizontes e de novas possibilidades de descobertas. Seria mesmo entusiasmante."


E para terminar, uma partes da matéria sobre as fotos do "nada":

"Utilizando cristais para manipular um feixe de raio laser, os pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá, e do Instituto de Tecnologia de Tóquio, no Japão, criaram uma espécie de "nada", que eles chamaram de vácuo condensado. Sob condições extremamente controladas, o nada apresenta menos ruído do que a total ausência de luz.

Vácuos condensados são utilizados na detecção de ondas gravitacionais e nas pesquisas sobre computação quântica, onde eles são utilizados para armazenar informação e para gerar o entrelaçamento (entanglement), um fenômeno que faz com que duas partículas se auto-influenciem diretamente, qualquer que seja a distância entre elas."


Isso não é ficção científica. É realidade. Coisas que vão além da nossa capacidade de compreensão. Assuntos que mexem com nossa percepção da realidade, com todos os conceitos da criação, divina ou não, e nos coloca cada vez mais perto de Deus. Seja lá quem ele for. E, tenho a ligeira impressão, de que Ele não está nada feliz com isso.
Final de semana.
resumindo em poucas palavras:
virada sexta/sábado filmando o curta do Vereza.
Van Halen.
Maracanã.
God of War II.
Galak.
Roma em PRIMEIRO!!!
Messi, Loco Abreu e Caio.


Final de semana que vem em poucas palavras (talvez as únicas que me lembre, já que prometo buscar uma amnésia alcóolica com todas as minhas forças):

Esquimó
Jack Daniels
Rio de Janeiro / São Paulo
Circo Voador / Via Funchal
Social Distortion

sexta-feira, abril 09, 2010

Tinha 9 anos de idade. Era outubro de 85.
Os dias passavam rápido dentro da escola. Aulas de português, matemática, ciências, educação artística e física. E, claro, o recreio.
Bom, depois da novela das oito, tinha sempre alguma coisa legal na TV. Terça Nobre, Som Brasil, Documento Especial:Televisão Verdade...
Enfim, várias coisas que marcaram a infância de muita gente.
E o que mais acontecia nessas noites boas da inocência dos 80 eram os especiais infantis. Plunct Plact Zum, Pirlimpimpim, Arca de Noé. Grandes cantores, grandes canções. A gente ouvia música boa na veia. Mesmo que depois partisse pro rock, pro metal, pro sertanejo, pro que fosse.
E entre esses especiais, um, em especial, marcou minha espera pelo cometa, até 1986:
A Era dos Halley.

Como todo bom programa B, esquecido com o voar das décadas. E aqui falamos de duas décadas e meia, já. Há 25 anos Tim Maia cantava Kruel, Titãs mandavam o Planeta Morto e o Halleyfantte, bom, o Halleyfante virou robô e presente de natal pra muito moleque sortudo.
Eu encontrei perdido numa banca de cds hoje a trilha do programa, sucesso em outubro de 85. E comprei.




Até no youtube é difícil de achar alguma coisa que lembre o programa. Difícil, mas não impossível.

então, para vocês, um gostinho da Era dos Halleys.



Detalhe para o Rafael Vanucci, campeão da casa dos artistas dois (foi na dois que ele ganhou mesmo?) e um outro moleque bem trola, a cara do chatôbrioche, aquele novo amigo do Serginho...




Devo ter comprado até o último número da revista. Que deve ter sido o número 5.
hahahaha


E sim, eu vi o cometa. Na Pousada dos Pinhos, em Pedra Azul.

quinta-feira, abril 08, 2010

A volta para casa é sempre assim, um dilema:
encarar um metrô lotado ou um ônibus lento?
No jornal falava "Ondas de 5 metros".
Saindo pro trabalho resolvi ir dar uma olhada, conferir o tamanho do mar.
Para isso, é bom lembrar, ando uma quadra. Lá tem um ponto de ônibus que passa em frente ao trabalho. O vento que batia era frio. E forte. As ondas quebravam e sua espuma viajava pelo ar, como um champanhe aberto depois de sacudido. O mar estava tão bagunçado que não dava bem para saber quando começava uma onda ou quando terminava outra.
Não vi ondas de 5 metros. Devo ter visto uma de dois, se tanto.
Peguei o ônibus e vim para o Centro do Rio, via orla. Leblon, Ipanema, Arpoador, ué, cadê a faixa de areia do Arpoador?, Copacabana...
Em Copa, turistas fotografavam a falta de sol. E as ondas quebravam, lambendo tudo e molhando tênis e meias desprevenidas que cismavam em andar por sobre a areia. Água no asfalto, areia na ciclovia, lama nas calçadas.

Ressaca.


Tempo para o ônibus que para no ponto e segue adiante, um pouco mais vazio. E na cabeça ideias a mil, pulando de neurônio em neurônio, me fazendo pensar. Uma cidade com praia merece, precisa ter seu momento de ressaca. É necessário. O mar está ali, mas não é seu, não é propriedade de ninguém, a não ser dele mesmo.
A ressaca do mar, as ondas grandes e assustadoras nos fazem querer gritar, lutar, enfrentar. Triste da cidade onde o mar é marasmo. Nela tudo acontece do jeito que não deve ser. A vida é levada sem as indas e vindas das ondas, sem a dinâmica física das marés. Lá é tudo parado, até as pessoas.

Olhar para o mar em plena ressaca nos mostra que é preciso viver. Sair por aí atrás de ondas de 5 metros de altura. Mesmo que seja para no fim não ver nenhuma.

terça-feira, março 30, 2010

Minerva e os Três Estrelas

trabalho no centro do Rio, na rua México, em um edifício chamado Minerva.
Engraçado que hoje, ao entrar no elevador, fiquei pensando no nome do edifício.
Para brincar com as palavras, preciso dizer que é difícil esperar o elevador daqui. Além de ter sempre um em conserto, há algumas clínicas espalhadas pelos 12 andares de salas comerciais. O que sempre me faz parar em quase todos os andares antes de chegar no décimo segundo, onde trabalho.
Além da demora do elevador, daqueles de porta pantográfica, lembrança da pujança carioca dos anos 50, sempre subo com alguma velhinha. Ou velhinho. Ou casal de velhinhos. Eles, cabelos brancos ou calvos. Óculos. Elas, braços roliços, cabelos pintados. Sempre baixos. Existirão velhos altos? Às vezes andam de mãos dadas, às vezes já assumem a distância entre eles, ex-casais que ainda andam juntos, mais apoiados um no outro, do que qualquer coisa.

Clínicas espalhadas pelo prédio. Imagine quem visita clínicas. São pessoas doentes, oras. Quem em corpo são viria passear por salas de espera e barulhinhos de máquinas de convênio imprimindo a via que você precisa assinar? Pois então são essas as energias que Minerva, agora não a Deusa, carrega em seus vergalhões de aço, cansados do tempo. O prédio, que tem sempre uma ambulância parada à sua porta, espera pela morte, como cada um de nós. Ainda que não pensemos nisso. Ainda que não queiramos pensar. Minerva, eureka, me enerva. E me deixa escorrer por entre andares, entre clínicas, velhos e doentes. É só mais um dia de trabalho que começa.

***

Minerva também me lembra mitologia. Adoro mitologia. mitologia grega e romana. E me lembra outra coisa. Domingos pela manhã, quando ainda morava com meus pais. Em alguns deles, saíamos de carro pela cidade e parávamos naquela esquina onde havia uma loja de comida árabe. Hoje me lembrei, do charutinho de folhas de uva, dos kibes, da coalhada. O nome da dona, a que vendia para a nova família, desejosa de seus temperos orientais, era Minerva. E tinha o sabão em pó também. Mas essa fica para a próxima.

***

Os três estrelas.

Geralmente vamos ao cinema, compramos um livro ou baixamos um disco (quem compra discos afinal? só eu mesmo...) esperando ser arrebatados. Queremos sair chorando ou pulando de felicidade do cinema. Queremos ter lido um clássico, bem escrito e interessante, quando fechamos a contracapa depois de ler a última página do livro. Queremos os refrões perfeitos, os catchy tunes nas músicas. QUeremos que seja boa, que grude na cabeça e que não seja tão pop assim, vai.
Queremos inteligentzia acima do comum quando falamos de arte.

(continua a continuar depois do almoço)

segunda-feira, março 29, 2010

Lista de jogadores esquecidos no exterior que o Botafogo poderia contratar pro Brasileiro:

Diogo, ex-lusa
Henrique, ex-Palmeiras
Ciro
Valdívia
Guilherme, ex-cruzeiro
Renato, ex-Santos

se trouxer DOIS desses a gente é campeão Brasileiro.
E simplesmente 16 anos depois,
consigo achar o clipe do Wool que tanto
me impressionou no Lado B da MTV.
Tanto que encomendei logo depois os dois discos deles:
o Budspawn, um ep, e o Boxed Set, o full lenght.
a banda acabou logo depois e desde então só me lembrava dessas cenas em stop motion que me deixaram maluco.

hoje, um tempo a parte, o clipe já não parece tão fresco, e a música, bom, mais ou menos. Mas tudo bem. com 18 anos, ela pareceu bem legal. E foi bem melhor do que outros discos horríveis que comprei no escuro apenas pelo nome da banda...

saquem só.

Uma singela homenagem a um dos maiores botafoguenses de todos os tempos e que se tornou mais uma estrela da constelação solitária.

"O Botafogo é bem mais que um clube – é uma predestinação celestial."
Armando Nogueira

quinta-feira, março 25, 2010

se não é da primeira, nem da segunda, pode ser da terceira.

Comigo pode-se dizer que o ano me reservou duas chances de acertar na terceira vez.
Coldplay e Franz Ferdinand, em sua terceira passagem pelo Brasil, foram finalmente assistidos por mim.

O Coldplay, admito, já está com gosto de passado. Mas valeu pare relembrar como eram bons os tais. Já o Franz mostrou que é mais presente do que nunca, com um show afinado, empolgante do início ao fim e que merecia muito mais que a Fundição.

ano que vem, por favor, Coldplay no Circo Voador e Franz Ferdinand na Apoteose.
hahahaha

***

tb só fui ver o Iron Maiden em sua terceira passagem pelo Brasil (bom, só conto como Iron Maiden com o Bruce no vocal)

terça-feira, março 23, 2010

"...enquanto a humanidade estiver limitada por leis de mercado e pela busca da sobrevivência imediata, a liberdade individual não poderá ser totalmente alcançada."

segunda-feira, março 22, 2010

Como descrever o show do franz ferdinand?
Se não teve o ineditismo da primeira apresentação (que perdi, por morar a mais de 2.000km de distância do Circo Voador), pelo menos teve interação público/banda que dificilmente vi em algum show que já estive.
Foi, sinceramente, clássico e inesquecível.

Parabéns pros escoceses que mostraram curtir mais uma caipirinha debaixo do sol do que um legítimo 18 anos nas highlands!

sexta-feira, março 19, 2010

mais um dia.
mais um dia.
ou seria menos um dia?

contar dias é angustiante.
você sabe o quanto é importante passar por eles,
deixá-los para trás.
Mas também sabe como é sofrer ao deixá-los passar assim.

um após o outro, hora após hora.
Vão deixando suas marcas no rosto, na pele,
na mente.

mas é assim que tem que ser.
feche os olhos e sinta o vento que bate no rosto.
é o tempo que você está deixando para trás.

o futuro é agora.

quarta-feira, março 17, 2010

tô pensando em começar um blog novo.
é, eu sei...
já tenho esse, já tive o Day after, participei de dois band of bloggers, de um bloggfuckers e estou agora no band of rock.
é blog a dar com pau, mas também, são praticamente 10 anos blogando.
já dava para terem me descoberto, se é que um dia foi para eu ser descoberto.
Aí, divido meus escritos comigo mesmo.
: )

sou o meu leitor mais assíduo, e não me envergonho disso.

Mas voltando ao blog novo, tava pensando em algo como:

O que eu comi hoje.

simples assim.
Para nunca mais me esquecer o que responder àquela pergunta danada: o que você almoçou hoje? ou ontem?

***

ou escrevo aqui mesmo:

salada verde - alface, rucula, agrião
salmão ao molho de maracujá
aspargos
palmito

(delícia comer aspargos assim, na hora do almoço...)

segunda-feira, março 15, 2010

Setlist Franz Ferdinand em Buenos Aires...

1. Bite Hard
2. The Dark Of The Matinée
3. Do You Want To
4. Can't Stop Feeling
5. Van Tango
6. Michael
7. This Boy
8. Walk Away
9. What She Came For
10. Take Me Out
11. Ulysses
12. The Fallen
13. Turn It On
14. 40'
15. Outsiders

Encore:
16. Jacqueline
17. No You Girls
18. Tell Her Tonight
19. Shopping For Blood
20. This Fire
21. Lucid Dreams


E depois, setlist em Santiago:

*
1. No You Girls
2. Tell Her Tonight
3. This Boy
4. Do You Want To
5. Darts Of Pleasure
6. Can't Stop Feeling
7. The Dark Of The Matinée
8. Shopping For Blood
9. Take Me Out
10. Ulysses
11. Turn It On
12. Michael
13. The Fallen
14. 40'
15. Outsiders


Encore:

16. Walk Away
17. Come On Home
18. Auf Achse
19. What She Came For
20. This Fire
21. Lucid Dreams


o jeito é esperar e ver quantas afinal eles vão tocar aqui no Rio.
Tomara que se empolguem e toquem todas as do set de BA e de SAN.

quinta-feira, março 11, 2010

Sexta-feira, Julho 09, 2004

0 Comenta aqui...

hoje me sinto não-produtivo.
escrevo besteiras no blog pra afastar de mim a ineficácia de meus termos.


Postado por Taylor às 10:12 AM
Acho bom o Botafogo abrir o olho. saca só as primeiras dez rodadas do campeonato brasileiro:

Santos - casa
São Paulo - fora
Goiás - casa
Cruzeiro - fora
Vasco - casa
Atlético-PR - fora
Corinthians - casa
Flamengo - fora
Guarani - casa
Palmeiras - fora



Bom, tirando Guarani e Goiás em casa, em que a obrigação é vencer, não vejo mais nenhuma partida que dê pra gente ficar tranquilo. E olha que ainda tem a escrita de o Botafogo nunca jogar bem contra times de verde...
Acho bom abrir o olho porque já podemos estar fundos na zona do rebaixamento na décima rodada.
Hoje me entreguei a um antigo vício:
biscoito de maizena.

Mas não pode ser qualquer um!!!
tem que ser o da piraquê vermelho.
Ok, o amarelinho vale também.

segunda-feira, março 08, 2010

Forte? imagina...

A cervejaria BrewDog acaba de lançar uma cerveja extremamente forte, chamada Sink the Bismarck! (Afunde o Bismarck!) A brincadeira contém 41% de graduação alcoólica e é a cerveje mais forte já feita. Com a graduação da cachaça quero ver alguém virar um copo dela estupidamente gelada.

Coisas que eu queria fazer:

comprar uma tv de LED
comprar um videogame
morar em cuiabá de novo
Ver um show do Pinback, do Death Cab for Cutie e do Foals (perdi e ainda não me perdoei)
Conhecer a India e morar no Chile
ser presidente do Botafogo
E daí que o disco do We Have Band começa estranho com "Piano" e "Buffet"?
Mesmo porque elas não são nada ruins.
Mas então você escuta as outras latadas e fica meio perdido.
Valeu a pena esperar tanto tempo pelo disquinho.
Meu Deus, o que é que esses caras fizeram?
Faz tempo que não escuto algo tão bom, diferente, dificil e original.
E é do ano passado.

Perdi a chance de colocar na minha lista dos 5 melhores do ano.
Não percam o bonde, gente.

LOCAL NATIVES - Gorilla Manor

aqui

sexta-feira, março 05, 2010

Música nova de uma das bandas da minha vida.
E só pra constar, tá bom pra cacete!!!!!
: )




por falar nisso, rápida lista de bandas da minha vida:

The Verve
Oasis
Foals
Slowdive
PORRA GALEREN!!!!!
PORRA MAURICIO!!!!!

genial é pouco.



PORRA, MAURICIO! PORRA, HORÁCIO! QUE PUTARIA É ESSA???

E Comentários:
- É uma história clássica do Horáccio, Mari!

- Moral (infantil) da história: DORMIR EM CIMA DE UMA TETA REVITALIZA ATÉ UM DINOSSAURO

- PORRA DE HORÁCIO SÓ NA ESPANHOLA ROCHOSA!



visitem e chorem de rir...


http://porramauricio.tumblr.com
Antes Aqui

Se você já viu um sobrinho ou primo nascer, a história é quase a mesma. Em um dia vocês estão brincando de carrinho ou jogando bola. No outro, ele já está andando de mãos dadas com a namoradinha. Admito que a analogia foi longe, mas é assim que se sente quem ouviu o primeiro trabalho do New Young Pony Club, Fantastic Playroom, e se depara com seu segundo disco: The Optimist. O primo cresceu e já está namorando firme. O NYPC volta mais maduro, sério, mantendo seu som misturando pop e eletrônico cada vez mais coeso e, diferente do trabalho anterior, até um pouco mais difícil. É como se a referência deixasse de ser o Foo Fighters e passasse a ser o Radiohead.



A festa ficou para trás. Na verdade, toda uma geração que apareceu sob os holofotes da New Rave teve que escolher entre crescer ou ser deixada para trás. Se os anos passam rápido demais para nós, míseros mortais, imagine para uma banda ou, pior ainda, para toda uma cena hypada. É preciso coragem para evoluir, largar a fórmula fácil e um tanto já repetida e investir algum tempo a mais no momento da composição.


Foi o que fez a diferença para o NYPC. A primeira faixa Lost A Girl, cheia de paradas e viradas repentinas, mostra bem o clima do disco. Cheio de climas que se sobrepõem, mudando constantemente o sentimento a gente, como a passagem da quase depressiva Stone para a dançante We Want To. Nas letras, outra mudança visível/audível. Seguramente mais trabalhadas, trazem versos como “Isso estava quebrado desde o começo/ as plantas estavam em branco /o arquiteto do amor não se lembra de nós”, que falam de amores perdidos e algumas vezes até destoam da levada mais alto-astral das melodias. Nada que tire o mérito, e bota mérito nisso, desse ótimo lançamento.


No geral, The Optimist é uma bela mostra de como um segundo disco pode servir para estabelecer um artista no mercado e abranger sua base de fãs. E, claro, uma bela obra pronta para ser apreciada por todos nós. Porque todos vocês sabem que, para o rock, pedra rolando não cria limo.

quinta-feira, março 04, 2010

Do GREENPEACE




Forest Stewardship Council ? Esse certificado é feito fora do Brasil ?
Não, no Brasil quem cuida da certificação FSC é o Conselho Brasileiro de Manejo Florestal , o FSC Brasil. Que é uma organização não governamental cujo o objetivo é difundir e facilitar o bom manejo das florestas brasileiras com critérios que preservem o meio ambiente, traga benefícios sociais e que tenha viabilidade econômica.

Quem é elegível ao selo FSC ?
Apenas os empreendimentos detentores de certificação de manejo florestal, e sob a custódia FSC, se garantido como responsáveis pelo correto uso da marca. Em casos especiais o FSC pode autorizar organizações não certificadas a usarem a marca com o intuito exclusivo de promover a marca e o FSC. Os empreendimentos não tem autorização de transferir os direitos de uso do FSC a nenhum outro indivíduo ou organização. Organizações não autorizadas que forem encontradas usando a marca FSC estão sujeitas a medidas judicaiais.

Quais são os requisitos que um empreendimento precisar ter ?

Os produtos serão vendidos diretamente para consumidores finais.
Os produtos são diretamente provenientes de uma empresa certificada FSC
Não ocorrerem alterações no produto.

Aonde é permitido o uso da marca FSC?
Rótulos e embalagens de produtos certificados
Aplicação direta no produto
Site eletrônico da empresa
Cartões de visita
Folder
Catálogos
Brindes da empresa
Papelaria de escritório como envelopes, cartas
Notas fiscais
Anúncios e outros materiais promocionais

***

E você?
Já procura pelo selo nos produtos que consome?!
O poder de mudar o mercado não está na mão dos que produzem, está na mão dos que consomem.
dica literária

por apenas 14.90 você pode comprar
o clássico Crime e Castigo de Dostoiévski.
Em DOIS volumes. tá de graça.

e o próximo volume já chegou às bancas: Madame Bovary.
para tirar esse ranço aí de baixo!
bola pra frente que o jogo é de campeonato e a partida ainda nem tá na metade!

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

A verdadeira seladinha

A Coca-Cola do México preparou, para a celebração do Natal, uma edição especial da sua lata, dentro do esforço de comunicação da campanha que pode ser traduzida como “Abra a Felicidade”.

A grande diferença entre essas latas e todas as outras é que, uma vez aberta, ela pode ser tampada novamente, mantendo as características do refrigerante para o consumo em outro momento.

Vendidas em lojas especializadas, as inovadoras latas terão uma segunda versão, a ser lançada em maio, com motivos da Copa 2010 na Africá do Sul.





(Fonte: Énfasis Alimentación Online, 05 de Janeiro de 2010)



Folhabide

Esse cabide, criado pelo escritório francês de design Les M, e chamado de Effeuillage, só parece com folhas de uma árvore. Porque na hora de pendurar suas roupas, fazem o papel de um corpo que as veste, mantendo-as bem passadas por muito mais tempo. Cada cabide é independente e o usuário pode reordena-los, de acordo com suas necessidades.



Vai ficar lindo no seu closet, my dear...



Enotubo de Ensaio

O mundo dos vinhos está cada vez mais sofisticado. Marcas, vinícolas, tipos de uva. Escolher a sua garrafa, seja para um jantar em família ou para uma noite a dois, é cada vez mais difícil. Mas e se o cliente puder provar antes cada uma das opções disponíveis para venda?
Foi nisso que a Brixr, de San Francisco, pensou quando criou esses pequenos recipientes, mais parecidos com tubos de ensaio. Com um rótulo como o das garrafas, cada tubinho vem com uma pequena amostra de 50 ml de vinho. Da próxima vez que for à loja de vinhos, ele já saberá qual é o produto que mais combina com seu gosto e não terá dúvidas em levar para casa o produto para uma degustação, um pouco maior dessa vez.



Vai uma provinha aí?

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

E de vez em quando começo a pensar na vida, no funcionamento da máquina humana.
Fico meio estranho sempre que começo a querer racionalizar a gente, nossa vida, nossas escolhas. Hoje foi saindo do metrô. Pensei por que estava indo trabalhar. Por que não tinha ficado em casa, escrevendo ou pensando em alguma coisa boa para se fazer numa manhã chuvosa. Sabia que teria muita coisa para fazer hoje. Não foi por medo disso. Foi por medo de deixar a vida escapar entre os dedos, metáfora velha.

Agora mais a tarde, depois de comer fígado na hora do almoço (o pensamento não tem nada a ver com o fígado, no entanto), me peguei buscando memórias. Simples assim, imagens que me marcaram e que até hoje ainda vivem em minha mente. Me lembrei de um casamento quando eu devia ter uns 8 anos em que pedi para ficar mais e depois acabei chorando e pedindo para ir embora para casa. Nossa, foi só pensar nisso que veio um monte de lembranças de choro reprimidas...
Lembrei da disputa de penaltis em 1986 contra a França.
Lembrei de Cuiabá. Da UFES. De algumas festas. Do pré-vestibular.

É, eu achava que tinha pouca memória das coisas, mas é só pensar em uma coisa que mais de um milhão de lembranças invadem a mente, como uma inundação de imagens, pessoas e datas. Mas ainda não consigo me lembrar do que falei ontem de manhã para as pessoas.
Talvez Bom-dia, o de sempre.
Nas pesquisas de todo dia pela internet, me deparei com esse camarada. Ou melhor, com a arte dele.

Gilles BARBIER


Como não sou crítico de arte, nem conhecedor profundo para tecer um comentário mais fundamentado, deixo a arte dele falar por si só. Mas a organicidade de sua obra me tocou.



Le Prince des ventres 2003
Technique mixte, système son, 175 x 140 x 64 cm
Collection particulière
Courtesy Galerie G.-P. & N. Vallois, Paris, France



Le Véhicule de Mr Z. 2001
Technique mixte, bande-son, 170 x ø220 cm
Courtesy Galerie Georges Philippe et Nathalie Vallois



Alouette 2001
Moteur, cire, 110 x ø250 cm
Courtesy Galerie Georges Philippe et Nathalie Vallois



L'Hospice 2002
Technique mixte, son et télévision (programmes en direct), Dimensions variables
Collection Martin Margulies
Photographie M. Wipff







Paysage Mental (Loch Ness) 2003
Technique mixte, dimensions variables
Courtesy Galerie G.-P. & N. Vallois, Paris



Comment mieux guider notre vie au quotidien 1995
Vêtements, bois peint, papier, dimensions variables
Collection MJS, Paris
En dépot au MAMCO, Genève
How to better guide our daily life
Clothing, painted wood, paper, variable sizes

Para mais obras, clique no link do nome dele.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

para conhecer um pouco da história e da realidade dos índios Ayoreo, vejam os vídeos abaixo.
Hecho en Paraguay por Elton Rivas e Luis F. Taylor, com imagenes de archivo de Iniciativa Amotocodie.












segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Não vou escrever sobre o Botafogo.
mas estamos pela quinta vez seguida na final do carioca.
E daí que o título não vem?
somos trivice, mas perdemos de verdade uma só no campo, com a bola rolando.
As outras, bom, foram nos penaltis. Ou seja, no par ou ímpar. Porque com a bola rolando deu empate.

Agora uma coisa que eu sempre falo para os amigos flamenguistas:
deixa a gente ganhar esse estadualzinho que vcs levam a libertadores.
das outras vezes não deixaram a gente ganhar e levaram uma sacolada em seguida, sendo eliminados da copa internacional. Fica a dica, rubro-negros.

***

Este ano só fui no 6 x 0. no trem encontrei uma galera de Niterói e fiquei com eles durante o jogo. Aí vira a namorada de um cara e me chama de pé-frio. Pronto, parei de ir nos jogos. E fomos campeões. Tô começando a achar que tenho que comprar o Pay per view...

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Nada como o bom-senso.
Dificil ver uma declaração correta como essa vindo de alguém do Flamengo. Ainda mais do Marcos Braz, o cara que afastou o Pet. Se se espelhassem nele e começassem a ser assim, quem sabe teriam um pouco mais de simpatia por parte de todas as outras torcidas.
Ah, claro, a declaração:

"- Não podemos tirar os méritos do Botafogo, que foi um time bem armado dentro dos jogadores que eles tinham. Mas não vai ter choro. Poderíamos até falar alguma coisa da arbitragem, mas perdemos de cabeça em pé. O Flamengo sabe que é o time a ser batido e a bola não entrou – explicou o vice de futebol, para rechaçar qualquer tipo de comentário que possa vir a acontecer por conta da folga no domingo de carnaval.

Segundo ele, não foi a ida de alguns jogadores à Marquês de Sapucaí que interferiu no resultado do jogo.

- Não tem polêmica. Os jogadores deram o máximo. Mas até no carnaval deu algo diferente. Deu Unidos da Tijuca. Então temos de saber perder. Não houve falta de empenho ou vontade. Não acho que o Botafogo quis ganhar mais o jogo do que o Flamengo. Não temos que ficar procurando justificativas. Só aprender com os erros – disse Marcos Braz."

Do Globoesporte.com
Do monte de besteiras que o forastieri escreveu sobre o Rio (tudo clichê mesmo, como disseram), uma coisa se salva:

Eles saem do Rio mas o Rio não sai deles.

É por aí. Deve ter vindo passar o carnaval aqui e não pegou ninguém.
quero escrever sobre umas coisas aí, mas falta-me o tempo.
depois coloco as ideias da cabeça em outro lugar.
A vida em pelos.

Primeiro fio de cabelo na cabeça
Primeiro fio de cabelo no braço
Primeiro fio de barba
Primeiro fio de cabelo branco na cabeça
Primeiro fio de cabelo caído
Primeiro fio de cabelo a virar pó.

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Recém-adquirido, por vias diferentes das que costumamos chamar normal, o último disco do Ted leo and The Pharmacists.
É engraçado que tenho umas bandas queridinhas que nem são lá grandes coisas, mas que sempre que lançam disco novo eu arrumo um jeito de escutar. Com o Ted Leo é assim. E sempre acho legalzinho, mas nada que vá mudar o mundo. Ou meu jeito de ouvir música.

***

Os três estrelas.

Geralmente vamos ao cinema, compramos um livro ou baixamos um disco (quem compra discos afinal? só eu mesmo...) esperando ser arrebatados. Queremos sair chorando ou pulando de felicidade do cinema. Queremos ter lido um clássico, bem escrito e interessante, quando fechamos a contracapa depois de ler a última página do livro. Queremos os refrões perfeitos, os catchy tunes nas músicas. QUeremos que seja boa, que grude na cabeça e que não seja tão pop assim, vai.
Queremos inteligentzia acima do comum quando falamos de arte.

(continua depois do almoço)

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Me lembro para caramba de quando era moleque, domingo de manhã, televisão ligada.
A gente não assistia qquer desenho, a gente não tinha internet, o futebol italiano que passava na Globo não me atraia. E então, o que eu via na TV?

COSMOS, de CARL SAGAN!!!!

adorava ver as imagens do espaço. Aquelas estrelas, aqueles buracos negros, as supernovas...
Talvez tenha sido isso que me fez pensar na vida o tempo todo, pensar metafisicamente, pensar no todo, bem, mas beeeem longe de mim. E fico pensando em como somos pequenos e não estamos nem aí para a nossa pequenice. E a pergunta que eu queria fazer é: quantos de nós vai conhecer o espaço?

triste, né.





vale a pena ver de novo. e viajar com ele.
Porque o carnaval tá chegando e já me dá vontade de chorar.

crème de la crème

Ontem fui apresentado ao mais legítimo PF pé-sujo do Rio: o Esquimó.
Localizado no centro da cidade, na travessa do ouvidor, próximo ao "Escritório do Pixinguinha", o danado do restaurante me lembrou a antiga área de lanches da Lojas Americanas. Um balcão em Vai e Vem, com um garçon em cada pedaço dele, te servindo violentamente com maravilhas da culinária, como feijão carioquinha, farofa, purê, batata frita e uma penca de carne a sua escolha. De ovos com Bacon ao Peixe a Dore.

Se a fome é absurda, o esquimó chegou para dar um jeito.
e ainda vem com o "refresco" e a "sobremesa".









E aí, vai encarar?

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Belo Monte: solução burra para a geração de energia no Brasil


“Belo Monte é uma resposta medíocre para o desafio de gerar energia para o país”, diz Marcelo Furtado, diretor executivo do Greenpeace no Brasil.

Do ponto de vista ambiental, ela repete erros que o país cometeu no passado, alagando áreas de floresta relevantes para construir mega hidrelétricas. Itaipu afogou o Parque Nacional de Sete Quedas na década de 1970. Quarenta anos depois, Belo Monte vai provocar um desmatamento de 50 mil hectares em zona de mata, ainda razoavelmente conservada, em pleno coração da Amazônia.

O processo de liberação da obra mostra também como o licenciamento ambiental no Brasil andou para trás. Danem-se as necessidades técnicas e científicas do pessoal do Ibama que analisa os impactos de grandes obras no Brasil. Monte também é símbolo de uma visão de desenvolvimento defasada”, prossegue Furtado. “Ela não agrega novas tecnologias, não embica o país para o futuro. É uma obra de cimento e aço, típica do século que passou. Além de antiga, Belo Monte vai operar com um alto nível de ineficiência.” Longe dos principais mercados consumidores do país, a energia gerada em Belo Monte terá de ser enviada às regiões Sul e Sudeste do Brasil, produzindo enormes perdas.

Um estudo do Greenpeace realizado em 2007 mostra que é possível atender à demanda de energia do país até 2050 com investimentos que passem ao largo de tecnologias de grande impacto ambiental, como grandes hidrelétricas, usinas nucleares e termelétricas movidas a carvão ou óleo diesel. A ausência desses dinossauros energéticos seria suprida com a utilização de fontes de geração de energia renováveis modernas como eólica, biomassa e solar.






DO GREENPEACE
Hoje eu já li sobre o Botafogo,
li sobre o Big Brother,
li os blogs dos amigos,
li colunas falando contra e a favor das paradinhas,
vi o horário do jogo do botafogo na Copa do Brasil e vi que ele não vai ser transmitido por nenhum canal,
vi que o ingresso pra semi-final foi pra 50 pratas,
escutei música, deep purple - fireball, Cavalera Conspiracy - Inflikted, Bravery - Stir the Blood (x2), Burn The Negative - In The Atmosphere,
almocei salada, polvo, peixe.
a salada de palmito tava azeda e o peixe muito seco.
bebi água, algumas vezes, café X 2 xícaras,
comprei barras de cereal e club social da nestlè.

quero ir ao cinema, ver a eliminação do BBB,
ler mais um pouco de Hemmingway, começar a ler Caim, do Saramago.
Dormir para acordar cedo e caminhar na praia.

E ainda tem gente que diz que não fez nada o dia todo.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Blocos e Folias - devo dizer que começo a gostar um pouquinho assim de carnaval.
Mas é bem pouquinho...



QUINTA-FEIRA 11.02.10
Mamelúdicos Eufóricos – Botafogo Rua Visconde de Caravelas, da Real Grandeza até a Capitão Salomão. 18 às 22 h
Cobra Sarada - Laranjeiras Rua Gago Coutinho, desde o Portal do Parque Guinle até emfrente ao nº 14 (Escola Edem). 17 às 20 h
Banda do Lido – Copacabana Ronald de Carvalho, Nossa Senhora de Copacabana, Prado Junior, Avenida Atlântica (calçadão junto as edificações), Duvivier, Nossa Senhora e Ronald de Carvalho, encerrando na Praça do Lido 18 às 22 h

SEXTA-FEIRA 12.02.10
Brejeiro - Flamengo Rua Paulo VI, da Paissandu até a Farani, onde dispersa. 20 às 24 h
Rola Preguiçosa – Ipanema Rua Maria Quitéria, Rua Visconde de Pirajá, Farme de Amoedo, onde dispersa, entre a Visconde de Pirajá e a Prudente de Moraes. 19 às 22 h
Ven ni mim que sou facinha – Ipanema Não há desfile, o bloco se apresenta na Praça General Osório, na calçada ao lado da Prudente de Morais. 17 às 23 h
Aquecimento Global - Lagoa Parque dos Patins, sem deslocamento. 18 às 22 h
Concentra mas não sai - Laranjeiras Apresentação no palco montado em frente ao nº 54 da Rua Ipyranga, sem deslocamento. 18 às 23 h
Azeitona sem Caroço - Leblon Rua Dias Ferreira, Rua General Venâncio Flores, Avenida Ataulfo de Paiva, Rua Bartolomeu Mitre, retornando a Rua Dias Ferreira, onde haverá dispersão. 16 às 22 h
SEXTA-FEIRA 12.02.10
Sapucapeto – Leblon Sem deslocamento. Apresentação na Rua Dias Ferreira – entre a Prof. Azevedo Marques e a Ataulfo de Paiva 18 às 22 h

SÁBADO 13.02.10
Aquecimento Global - Arpoador Calçadão do Arpoador, em frente ao Colégio São Paulo, sem deslocamento 15 às 18 h
Barbas Botafogo Rua Arnaldo Quintela, Rua da Passagem, até o cruzamento com a Álvaro Ramos 13 às 19 h
Dois pra lá, dois pra cá – Botafogo Rua Gal. Góes Monteiro, Av. Lauro Sodré, Túnel Novo, Avenida Princesa Isabel e Av. Atlântica, dispersando em frente ao Copacabana Palace 8 às 14 h
Empolga às 9 – Botafogo Rua Henrique do Novaes, Rua Real Grandeza, Rua Visconde de Caravelas, até a esquina da Capitão Salomão (dispersão). 13 às 19 h
Pinta mas não borra – Botafogo Voluntários da Patria, Nelson Mandela, 19 de fevereiro, Voluntários da Pátria, até o nº 34, onde encerra. 15 às 19 h
Rebarbas – Botafogo O bloco se apresenta na Praça Mauro Duarte, sem deslocamento. Com Interdição da Rua Fernandes Guimarães, entre a Praça Mauro Duarte e a Rua Arnaldo Quintela 17 às 22 h
Toco-Xona – Botafogo Praça Jóia Valansi (Rua Muniz Barreto, entre a Marquês de Olinda e Visconde de Ouro Preto) 12 às 18 h
Amigos do Catete – Catete Rua Dois de Dezembro, Rua do Catete, Rua Correia Dutra, Rua Bento Lisboa, Largo do Machado, Ministro Tavares Lira, Conde de Baependi, Praça José Alencar, Rua do Catete e Dois de Dezembro. 14 às 22 h
Bloco Aspa – Catete Rua Pedro Américo, Bento Lisboa, Dois de Dezembro, Rua do Catete, Rua Pedro Américo, com encerramento no local de concentração. 15 às 21 h
Banda Clube Nobre do Bairro Peixoto – Copacabana Apresentação na Avenida Atlântica, esquina com Siqueira Campos sem deslocamento 13 às 18 h
Banda do Bairro Peixoto – Copacabana Calçada da Av. Atlântica até a Figueiredo Magalhães, Figueiredo Magalhães, Tenente Marones de Gusmão, Maestro Francisco Braga (Pça. Edmundo Bittencourt), 14 às 20 h
Fogo na Cueca - Copacabana Rua Maestro Francisco Braga, Henrique Oswald, Rua Santa Clara até o nº 431, onde dispersa 11 às 17 h
O Remédio é o Samba – Copacabana Avenida Atlântica, seguindo da Xavier da Silveira até a Constante, retornando pela Atlântica até a esquina da Xavier da Silveira, onde dispersa. 18 às 22 h
Ulalá Balancê – Copacabana Avenida Atlântica, do Posto 6 até a Figueiredo Magalhães, pela pista interditada. 14 às 18 h
Estica do Flamengo – Flamengo Rua Marquês de Abrantes, Marquês do Paraná, Senador Vergueiro, Praça José de Alencar, Marquês de Abrantes e Praça Sandro Moreira, onde dispersa. 17 às 22 h
Escangalha Gávea – Rua Orsina da Fonseca, Major Rubens Vaz, Rua Quintino Cunha, Praça Santos Dumont, (no contra fluxo), José Roberto Macedo Soares, Major Rubens Vaz e Orsina da Fonseca, onde dispersa. 12 às 18 h
Qual seu preço, meu amor? – Gávea Rua dos Oitis, na calçada do restaurante Hipódromo – Após o Escangalha 18 às 22 h
Banda de Ipanema – Ipanema Rua Gomes Carneiro, Av. Vieira Souto, R. Joana Angélica, R. Visconde de Pirajá, até a Praça General Osório, onde acontece o encerramento. 16 às 22 h
Bakidilata – Jardim Botânico Rua Batista da Costa, finalizando na praça Almirante Custódio de Mello (em frente ao Teatro Tablado) 10 às 14 h
Interferência Sistema de Som – Lagoa apresentação no Parque dos Patins, sem desfile 15 às 21 h
O Pluto é o filho da Pluta – Laranjeiras Largo do Machado, Rua das laranjeiras, Rua Gago Coutinho, retornando ao Largo do Machado. 15 às 20 h
Empurra que pega – Leblon Av. Delfim Moreira, do Posto 12 ao Posto 11 14 às 19 h
Inimigos do Império – Leblon Rua Dias Ferreira, General Venâncio Flores, Av. Ataulfo de Paiva, Bartolomeu Mitre, retornando a Dias Ferreira, onde dispersa no mesmo local da concentração. 14 às 18 h
Não Mexe que fede – Leme Av. Atlântica, Avenida Princesa Isabel, Gustavo Sampaio, Aurelino Leal e Avenida Atlântica, até a Antonio Vieira, onde dispersa. 16 às 22 h

DOMINGO 14.02.10
Banda de Botafogo – Botafogo Voluntários da Pátria, Rua da Matriz, Rua São Clemente e Rua Real Grandeza, até a esquina com Voluntários da Pátria, onde haverá dispersão. 16 às 22 h
Bloco Cru Botafogo - O Bloco não desfilará, ficando concentrado na Rua Henrique de Novaes 16 às 22 h
Fanfarani Botafogo Praça Chaim Weizman – Rua Barão de Itambi – Praça Chaim Weizman 14 às 19 h
Foliões de Botafogo – Botafogo Praça Mauro Duarte, General Polidoro, Rua da Passagem, Alvaro Ramos, Assis Bueno, encerrando na Praça Mauro Duarte. 15 às 21 h
Império da Folia - Catete Rua Bento Lisboa, Rua Dois de Dezembro, Rua do Catete, Rua Pedro Américo e Rua Bento Lisboa, onde dispersa. 16 às 21 h
Banda Bandida – Copacabana Avenida Atlântica, da altura da Rodolfo Dantas ao Posto 6, onde dispersa. 10 às 14 h
Banda Braguinha – baile Infantil - Copacabana Praça Demétrio Ribeiro – Av. Princesa Isabel 16 às 20 h
Banda do Bairro Peixoto – Copacabana Calçada da Av. Atlântica até a Figueiredo Magalhães, Figueiredo Magalhães, Tenente Marones de Gusmão, Maestro Francisco Braga (Pça. Edmundo Bittencourt), 14 às 20 h
Folia do Galo - Copacabana Julio de Castilho, Raul Pompéia (lado esquerdo), Francisco Otaviano (lado direito), Av. Atlantica (área de lazer), até a Julio de Caastilho, onde dispersa. 13 às 19 h
Cachorro Cansado – Flamengo Rua Marquês de Abrantes, Rua Marquês do Paraná, Rua Senador Vergueiro, Rua Barão do Flamengo, onde dispersa. 15 às 21 h
Afroreggae – A definir A definir 15 às 19 h
Bloco de Conga – Ipanema O bloco se apresenta na Avenida Vieira Souto, entre os Postos 8 e 9, sem deslocamento. 16 às 21 h
Do You like Brazilian Music – Ipanema Av. Vieira Souto, do Posto 9 ao Arpoador 15 às 19 h
Que Merda é Essa? - Ipanema Garcia D’ávila, Vieira Souto até o Jardim de Alah 13 às 18 h
Simpatia é Quase Amor – Ipanema Saída da Praça General Osório, Rua Teixeira de Melo, seguindo pela Vieira Souto (pista das edificações) até a Rua Henrique Dumont 14 às 20 h
Bangalafumenga – Jardim Botânico Rua Jardim Botânico, entre a Pacheco Leão e a Praça Santos Dumont. 9 às 14 h
Turbilhão – Carioca Lagoa Parque dos Patins – sem desfile 16 às 22 h
É do Pandeiro – Laranjeiras O bloco se apresenta “parado” na praça São Salvador. 16 às 22 h
Laranjada Samba Clube – Laranjeiras Praça Jardim Laranjeiras, General Glicério, General Cristóvão Barcelos, retornando a Praça Jardim Laranjeiras, onde haverá o encerramento 12 às 18 h
Acadêmicos do Vidigal – Leblon Av. Delfim Moreira, pela pista junto a areia (área de lazer), entre o posto 12 e o Jardim de Alah 14 às 18 h
Areia do Leblon – Leblon Rua Dias Ferreira, Jerônimo Monteiro, Delfim Moreira (pista junto a praia), até a altura da Rainha Gulhermina 14 às 20 h
Bloquinho – Leblon Rua Dias Ferreira, saindo da frente ao n. 233, seguindo até o fim desta, entrando na Av. Ataulfo de Paiva, seguindo por esta até a rua José Linhares, sempre pela calçada, sem interferência viária. 14 às 18 h
Boca Seca – Leme Av. Atlântica, Princesa Isabel, Gustavo Sampaio, Aurelino Leal, retornando ao ponto de concentração. 17 às 22 h
Aquecimento Global – Urca Praça General Tiburcio – Praia Vermelha, sem deslocamento 15 às 18 h
Beijamim no escuro – Urca Av. Pasteur, do Instituto Benjamim Constant até a Praça General Tibúrcio, voltando ao Instituto Benjamim Constant. 13 às 19 h
SEGUNDA-FEIRA 15.02.10
Picada de Primeira – Arpoador Av. Vieira Souto (área de lazer), em frente ao Colégio São Paulo, sem deslocamento. 15 às 19 h
Bloco de Segunda – Botafogo Rua Marques, Voluntários da Pátria, Martins Ferreira, São Clemente, Largo dos Leões e Rua Marques 14 às 20 h
Amigos do Catete – Catete Rua Dois de Dezembro, Rua do Catete, Rua Correia Dutra, Rua Bento Lisboa, Largo do Machado, Ministro Tavares Lira, Conde de Baependi, Praça José Alencar, Rua do Catete e Dois de Dezembro, onde dispersa. 14 às 22 h
Afoxé Filhos de Gandhi – Copacabana Av. Atlântica, pista junto a praia, do Posto 6 ao Posto 3, pela área de lazer. 13 às 18 h
Afoxé Raizes Africanas - Copacabana Avenida Atlântica, do Posto 6 até a Xavier da Silveira, retornando ao Posto 6, onde dispersa. 17 às 22 h
Banda Clube Nobre do Bairro Peixoto – Copacabana Apresentação na Avenida Atlântica, esquina com Siqueira Campos sem deslocamento 13 às 18 h
Banda Saldanha – Copacabana Apresentação sem desfile na Praça Serzedelo Correia, entre a Siqueira Campos e a Hilário de Gouvea 13 às 18 h
Rancho Flor do Sereno – Copacabana Avenida Atlântica, pista junto a praia, da Joaquim Nabuco até a Almirante Gonçalves, entrando na Almirante Gonçalves e encerrando nesta. 17 às 22 h
Estica do Flamengo - Flamengo Rua Marquês de Abrantes, Marquês do Paraná, Senador Vergueiro, Praça José de Alencar, Marquês de Abrantes e Praça Sandro Moreira, onde dispersa. 17 às 22 h
Kizomba da Vila Gávea – Apresentação dos Ritmistas na praça Santos Dumont, sem deslocamento 15 às 20 h
Pede Passagem – Gávea Contorna a Praça Santos Dumont, retornando a área em frente ao Jockey Club 13 às 19 h
Banda de Ipanema – Baile Infantil – Ipanema Baile Infantil da Banda de Ipanema na Praça General Osório 15 às 20 h
Bloco Virtual - Ipanema Avenida Vieira Souto (pista interditada) entre o Posto 9 e o Arpoador 15 às 19 h
Pega! Rex! - Ipanema Rua Vinícius de Moraes, Nascimento Silva, Maria Quitéria, Av. Vieira Souto, Rua Vinícius de Moraes, encerrando em frente ao nº 146. 15 às 21 h
Volta, Alice - Laranjeiras Rua Alice, da esquina com Rua das Laranjeiras até a esquina com Rua Mario Portela. 08 às 13 h
Bonde do Corno – Leblon Rua Dias Ferreira, Rua General Venâncio Flores, Avenida Ataulfo de Paiva, Rua Bartolomeu Mitre, retornando a Rua Dias Ferreira 14 às 20 h
Corre Atrás – Leblon Rua Dias Ferreira, General Venancio Flores, Delfim Moreira (área de lazer), até a altura da Bartolomeu Mitre, onde haverá dispersão 10 às 16 h
Império da Cruzada – Leblon Av. Borges de Medeiros, Delfim Moreira (pista junto as edificações), Afrânio de Mello Franco, Rua Padre Bruno Trombeta (antiga Humberto de Campos) e Av. Borges de Medeiros, voltando ao local de concentração, onde dispersa. 16 às 22 h
Sobrinhos do tio Bio - Leblon Rainha Guilhermina, Dias Ferreira, Aristides Espíndola, Ataulfo de Paiva, retornando a Rainha Guilhermina, onde dispersa. 11 às 17 h
Cordão da Confraria do Peru Sadio – Leme Avenida Atlântica, Princesa Isabel, Gustavo Sampaio, Aurelino Leal, Avenida Atlântica, em frente ao Sindicato do Chopp, onde dispersa 15 às 21 h
Pragradar da Rocinha – Rocinha Estrada da Gávea, partindo da frente do nº 250 (Quadra da Acadêmicos da Rocinha), Caminho do Boiadeiro, Rua do Valão, Via Ápia, retornando a estrada da Gávea, no local de concentração. 16 às 22 h
TERÇA-FEIRA 16.02.10
Banda de Botafogo – Botafogo Voluntários da Pátria, Rua da Matriz, Rua São Clemente e Rua Real Grandeza, até a esquina com Voluntários da Pátria, onde haverá dispersão. 16 às 22 h
É Tudo ou nada – Botafogo Rua Humaitá, Rua Marques, Voluntários da Pátria, Conde de Irajá, Rua Humaitá, até o Largo dos Leões, onde dispersa 12 às 16 h
Me dá teu Gancho, que eu te mostro meu pivô – Botafogo Rua Nelson Mandela, Voluntários da Pátria, Praia de Botafogo, Rua São Clemente, Rua 19 de Fevereiro, onde dispersa. 14 às 20 h
Só pra ver no que vai dar – Botafogo Rua Arnaldo Quintela, Rua da Passagem, Rua Álvaro Ramos e Rua Oliveira Fausto, onde dispersa. 15 às 21 h
Bloco Aspa – Catete Rua Pedro Américo, Bento Lisboa, Dois de Dezembro, Rua do Catete, Rua Pedro Américo, com encerramento no local de concentração. 15 às 21 h
Império da Folia – Catete Rua Bento Lisboa, Rua Dois de Dezembro, Rua do Catete, Rua Pedro Américo e Rua Bento Lisboa, onde dispersa. 16 às 21 h
Banda Braguinha - Copacabana Av. Atlântica, em frente ao Copacabana Palace, Avenida Princesa Isabel, até a Praça Demétrio Ribeiro – Estátua de Braguinha. 15 às 21 h
Banda do Peru Pelado – Copacabana Republica do Peru, Barata Ribeiro, Siqueira Campos e Avenida Atlântica (área de lazer), até a altura da Republica do Peru, onde dispersa na calçada junto a escola Cícero Penna 14 às 20 h
Banda Saldanha Copacabana – Av. Atlântica, esquina com Siqueira Campos, seguindo pela área de lazer até a Rua Rodolfo Dantas, Av. Nossa Senhora de Copacabana, R. Duvivier, Barata Ribeiro, Siqueira Campos, até a Av. Atlântica, onde dispersa. 15 às 21 h
Bloco do Uhhhhh! – Copacabana Apresentação sem desfile na Praça Serzedelo Correia, entre a Siqueira Campos e a Hilário de Gouvea 17 às 23 h
Clube do Samba Copacabana – Av. Atlântica, pista junto a praia (área de lazer), entre a Rua Santa Clara e Almirante Gonçalves. 14 às 19 h
Galinha do Meio-dia – Copacabana Avenida Princesa Isabel, Av. Atlântica, até o Posto 6. 14 às 19 h
Katuca que ela pula - Copacabana Ladeira dos Tabajaras, Siqueira Campos, Av. Atlântica (pista junto a praia), Figueiredo Magalhães, Joseph Bloch, Siqueira Campos e Ladeira dos Tabajaras. 14 às 20 h
Sufridos de Copacabana – Copacabana O Bloco não desfilará, ficando concentrando na Rua Cardeal Arcoverde, entre a Barata Ribeiro e a Toneleros 16 às 22 h
Mocidade do Cosme Velho – Cosme Velho Rua Cosme Velho, da Quadra do Bloco (embaixo do viaduto do Túnel Rebouças) até a Praça em frente a Igreja de São Judas Tadeu. 14 às 20 h
Cachorro Cansado - Flamengo Rua Marquês de Abrantes, Rua Marquês do Paraná, Rua Senador Vergueiro, Rua Barão do Flamengo, onde dispersa. 15 às 21 h
Mocidade Dependente de Deus – Flamengo Praia do Flamengo (esquina com Ferreira Viana), Paissandu, Rua do Catete, Silveira Martins, voltando a Praia do Flamengo, onde encerra em frente ao nº 72 14 às 18 h
A Rocha - Gávea Praça Santos Dumont, Marques de São Vicente, Rua Vice-governador Rubens Berardo e Padre Leonel Franca (PUC), onde dispersa. 09 às 14 h
Desculpa pra Beber – Humaitá Cobal do Humaitá, Rua Marques, Rua Humaitá (pista reversível), Rua Voluntários da Pátria, voltando a Cobal, onde haverá o encerramento 16 às 22 h
Banda de Ipanema – Ipanema Rua Gomes Carneiro, Av. Vieira Souto, R. Joana Angélica, R. Visconde de Pirajá, até a Praça General Osório, onde acontece o encerramento. 16 às 22 h
Do You like Brazilian Music – Ipanema Av. Vieira Souto, do Posto 9 ao Arpoador 15 às 19 h
Os Mariocas – Ipanema Avenida Vieira Souto, do Colégio São Paulo até o Posto 9, pela área de lazer 16 ás 19 h
Rio Maracatu – Ipanema Avenida Vieira Souto, do Colégio São Paulo até a altura do Coqueirão 15 às 19 h
Último Gole – Jardim Botânico Desfile ao redor da Praça PIO XI 15 às 21 h
Vagalume – Jardim Botânico Rua Jardim Botânico, entre a Pacheco Leão e a Praça Santos Dumont, em meia pista. 14 às 20 h
Interferência – Sistema de Som Lagoa apresentação no Parque dos Patins, sem desfile 15 às 21 h
Ansiedade - Laranjeiras Rua Gago Coutinho, Largo do Machado em frente a Igreja, Rua das Laranjeiras, retornando a Gago Coutinho 13 às 19 h
Bagunça meu coreto – Laranjeiras Rua São Salvador, Rua Ipiranga, Rua Paissandu, Rua Senador Correia e Praça São Salvador, onde dispersa. 10 às 16 h
Cardosão de Laranjeiras – Laranjeiras Rua Cardoso Júnior, Rua das Laranjeiras, seguindo até a Rua Leite Leal 14 às 20 h
Largo do Machado, mas não largo do copo – Laranjeiras Largo do Machado, Ministro Tavares Lira, Conde de Baependi, Rua do Catete e Largo do Machado, onde haverá dispersão 14 às 20 h
Acadêmicos do Vidigal – Leblon Av. Delfim Moreira, pela pista junto a areia (área de lazer), entre o posto 12 e o Jardim de Alah 14 às 18 h
Bloquinho – Leblon Rua Dias Ferreira, saindo da frente ao n. 233, seguindo até o fim desta, entrando na Av. Ataulfo de Paiva, seguindo por esta até a rua José Linhares, sempre pela calçada, sem interferência viária. 14 às 18 h
Empurra que pega – Leblon Av. Delfim Moreira, do Posto 12 ao Posto 11 14 às 19 h
Boca Seca – Leme Av. Atlântica, Princesa Isabel, Gustavo Sampaio, Aurelino Leal, retornando ao ponto de concentração. 17 às 22 h
Meu Bem, Volto Já - Leme Princesa Isabel (pista interditada), Av. Atlantica (pista junto a praia), até a praça Almirante Julio de Noronha 14 às 19 h
Me beija que eu sou cineasta – Gávea O bloco fica concentrado na Praça Santos Dumont. 09 às 15 h
Batuque das Meninas – Laranjeiras Largo do Machado – sem desfile 15 às 20 h
Pela Saco - Botafogo Praça Corumbá, Rua São Clemente, Rua Marques, Voluntários da Pátria, Rua da Matriz e Praça Corumbá. 16 às 22 h
Bafafá – Ipanema O bloco não desfila, apenas se apresenta em palco monntado na areia da praia de ipanema, em frente ao Posto 9 15 às 21 h
Salsero Baile Clube – Laranjeiras Apresentação no Coreto da Praça São Salvador 12 às 18 h
Mulheres de Chico – Leblon O bloco se apresenta no palco montado na Praça Antero de Quental. 15 às 21 h
Não Mexe que fede Leme – Av. Atlântica, Avenida Princesa Isabel, Gustavo Sampaio, Aurelino Leal e Avenida Atlântica, até a Antonio Vieira, onde dispersa. 16 às 22 h
Boka de Espuma – Botafogo Marquês de Olinda, Bambina, São Clemente, Real Grandeza, Voluntários da Pátria, Nelson Mandela, São Clemente, Bambina e Marques de Olinda 16 às 22 h
Fanfarani – Botafogo Praça Chaim Weizman – Rua Barão de Itambi – Praça Chaim Weizman 14 às 19 h
Caldo beleza – Flamengo Praça Marinha do Brasil, Rua Senador Vergueiro, Rua Fernando Osório, Rua Maquês de Abrantes, terminando na Praça Marinha do Brasil. 15:30 às 21:30 h
Afroreggae – Ipanema Avenida Vieira Souto, do Posto 8 ao Posto 9. 15 às 19 h
Batuque Digital – Ipanema Avenida Vieira Souto, do Posto 9 até a Rua Henrique Dumont, onde dispersa 15 às 19 h
Conjunto Habitacional Barangal – Ipanema Avenida Vieira Souto, pista junto a ciclovia, trecho entre a Joana Angélica e a Garcia D’ávila 10 às 16 h
Fofoqueiros de plantão – Jardim Botânico Rua Jardim Botânico, entre a Pacheco Leão e a Praça Santos Dumont, em meia pista. 12 às 18 h
Galinha do Meio-dia - Leblon Avenida Delfim Moreira, seguindo pela Avenida Vieira Souto, até o Posto 9 15 às 19 h
SÁBADOS E DOMINGOS 06, 07, 14 e 15/02/2010
Maretílica Terra Vista – Ipanema Avenida Vieira Souto (calçadão), em frente ao quiosque Terra Vista, sem deslocamento 16 às 22 h
TODOS OS DIAS 06, 13, 14, 15 e 16/02/2010
Os Imóveis – Copacabana Rua Souza Lima, em frente ao nº 121 14 às 20 h
TODOS OS DIAS 13 a 16.2.10
Banda Atlântica – Copacabana Avenida Atlântica, esquina com Constante Ramos. Sem desfile. 16 às 22 h
Banda da Bolívar – Copacabana Rua Bolivar, Aires Saldanha, Almirante Gonçalves, Av. Atlântica (calçadão junto as edificações), até a Bolivar 15 às 22 h
Banda da Sá Ferreira – Copacabana Rua Sá Ferreira, esquina com Av. Atlântica (calçadão), Rua Sá Ferreira, Rua Bulhões de Carvalho, Francisco Otaviano, Av. Nossa Senhora de Copacabana, Rua Miguel Lemos, Av. Atlântica, seguindo até a altura da Rua Sá Ferreira, onde acontecerá a dispersão. 16 às 21 h
Banda da Santa Clara – Copacabana Rua Santa Clara, Av. Atlântica (pista junto a praia), Figueiredo Magalhães, Barata Ribeiro, retornando a Santa Clara, no local de concentração 16 às 22 h
Cabeça de Chave – Copacabana Rua Duvivier, Nossa Senhora de Copacabana, Belford Roxo, Barata Ribeiro, Inhangá, Nossa Senhora de Copacabana e Rua Duvivier 16 às 22 h
TODOS OS DIAS 14 a 16.2.10
Choppinho da Paula Freitas – Copacabana Paula Freitas, Barata Ribeiro, Siqueira Campos e Avenida Atlantica, seguindo pelo calçadão junto as edificações até a Rua Paula Freitas 16 às 22 h
Dormir aqui está cada vez mais estranho.
tem o calor, que te faz suar a noite toda.
tem o ventilador de teto que faz uma barulheira danada.
e tem os sonhos.
como ando tendo sonhos estranhos por aqui.
faz uns quatro dias que tenho sonhos tão reais e absurdos que nem me lembro quando acordo, mas me sinto moído, como se tivesse corrido uma maratona a noite inteirinha.
Definido um finalista da Taça Guanabara.
Ele tem um uniforme vermelho e preto e um ataque chamado Império do Amor.

Ué, alguns podem dizer, mas o jogo não é só na quarta?
Eu digo e repito, amigos, podem entregar a vaga ao flamengo.
é melhor nem aparecermos para jogar do que ir levar mais uma sova e diminuir ainda mais a nossa auto-estima, que já não anda lá essas coisas.

É por essas e por outras, que consigo conviver bem nesse mundo.
eu entendo quando é para perder.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Pra fechar a semana, uma frase (como diria o Silvio Santos) bem bolada, muito bem bolada...

O mundo é uma festa, mas o gelo tá acabando...


a solução?

é beber cowboy!!!!
Muse não é para qualquer um.
Mas quem é de Muse deve ter recebido muito bem o último discaço dos camaradas.

Esse tal de The Resistance tem um Q maiúsculo assim mesmo de Queen. Mas tem bastante de Muse, bastane e do melhor.
Este final de semana nem é o do Carnaval, mas já é como se fosse.
De acordo com a Rádio CBN, serão 110 os blocos a desfilarem pelo Rio, de sexta a domingo.
Muito?
Pois saiba que em plena folia de momo, o número chegará a incríveis 468 blocos.
Nem dá para seguir tudo isso, então o lance é escolher o seu.
Eu tenho uns favoritos e se tudo der certo, vejo metade deles.

Hoje já tem o Bola Preta aqui no Centro.
Claro que, podendo só atravessar a rua para participar, não tem como deixar de ir.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Bobeira, bobeira.
Mas gosto de ver esse tal de Big Brother. É a celebração do anonimato.
tanta gente "comum", vira alvo de olhares, especulações, ódio e amor por dois, três meses.
E eu que me prometi parar de ver isso faz umas três ou quatro edições, me vi preso de novo aos bom-dias, aos barracos, aos "Alô Bial", aos almoços de boca aberta, as bebedeiras intermináveis, aos casaizinhos sem graça, aos brucutus e as bundas falantes.
Fazer o que, né?
Daqui a 7 meses, ninguém vai se lembrar de nada mesmo. É simples assim. Rápido assim.
Superficial e Imediato assim.

Quer ver como isso é verdade? vou buscar na internet uns participantes que com certeza ninguém se lembra, nimguém sabe, ninguém viu... quero ver se vocês se lembram, sem ir ao Google.

Quem é Eduardo do bbb4?
E a Marcela?

Ou o Daniel do bbb6?
E o Carlão?
(posso dizer que desses eu não lembrava NEM vendo a foto)

Fernando, Bruno e Daniel do bbb7, alguém se lembra?

hahahha
vou parar por aqui porque isso tá engraçado demais. ver um monte de anônimo e lembrar que por alguns meses tudo o que a gente pode fazer foi falar da vida deles.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

YYYs - Hysteric
(essa vale a pena escutar)


No Longer, no Longer
What You Ask
Strange Steps
Heels Turned Black
The cinders the cinders
They light the path
And these strange steps
Take us back, take us back

Flow sweetly, hang heavy
You suddenly complete me
You suddenly complete me
Flow sweetly, hang heavy
You suddenly complete me
You suddenly complete me

Oh oh aaayyy
Oh oh ayyee
Hysteric
Oh oh aaayyy
Oh oh ayeee
Hysterical

No wonder, no wonder,
Other half, strange steps
Heels turned black.
The cinders they splinter
And light the path
And These strange steps
Trace us back, trace us back

Flow sweetly, hang heavy
You suddenly complete me
You suddenly complete me
Flow sweetly, hang heavy
You suddenly complete me
You suddenly complete me

Hysterical
Hysterical
Hysterical
Hysterical
Hysterical
Spintrônica: conheça a tecnologia que promete revolucionar os processadores


Não é novidade para nenhum observador do mercado de chips que está cada dia mais difícil acompanhar a chamada Lei de Moore, que há 30 anos sentenciou que o número de transistores em um processador dobraria a cada 18 meses. A cada nova geração de chips, os fabricantes desafiam as leis da Física.

Está cada vez mais difícil avançar no aumento de poder de processamento e na miniaturização dos componentes, driblando problemas de aquecimento e consumo de energia. Uma das áreas que podem trazer respostas a esses desafios é a chamada spintrônica, ciência que vem sendo desbravada por pesquisadores de todo mundo, inclusive do Brasil.

Enquanto a eletrônica clássica se preocupa com a carga dos elétrons, a spintrônica estuda o seu movimento de rotação, chamado spin (giro, inglês). Os elétrons podem rodar em diferentes sentidos - representados por setas para baixo ou para cima. Esse movimento gera uma espécie de campo magnético ao redor do elétron.

Esta é a razão pela qual uma das primeiras áreas da computação a se beneficiar da spintrônica foi a de armazenamento de dados, fortemente ancorada no magnetismo. Em 1988, dois times de pesquisas independentes - um liderado por Peter Grünberg no Jülich Research Centre, e outro por Albert Fert na Universidade de Paris-Sud - fizeram a descoberta que é considerada o marco de nascimento da spintrônica: a magnetoresistência gigante (GMR, do inglês Giant Magnetoresistance).

Em linhas gerais, os cientistas descobriram que manipulando os sentidos dos elétrons para alinhar os campos magnéticos - por meio de sanduíches de camadas de ferromagnéticas isoladas por uma camada não-magnética no meio -, era possível reduzir a resistência entre as camadas, reduzindo também o espaço entre elas.

Essa descoberta foi empregada nos leitores dos discos rígidos, possibilitando aumentar a capacidade dos dispositivos de armazenamento e ao mesmo tempo reduzir o seu tamanho. Portanto, o termo spintrônica pode soar estranho, mas ela provavelmente está em pleno funcionamento em um computador próximo a você.

A spintrônica também é a base das memórias MRAM (Magnetoresistive Random Access Memory), que ainda não chegaram ao mercado, mas estão em pesquisa há alguns anos. Elas serão capazes de congelar as atividades em andamento em um computador quando ele é desligado e recuperá-las quando ele é religado - ao contrário das memórias RAM atuais, que perdem os dados armazenados toda vez que o computador é desligado e por isso precisam passá-los para o HD e recuperá-los a cada reinicialização.

Isso significa que, com o auxílio da spintrônica, não precisaríamos mais ficar olhando para a tela preta, esperando o computador iniciar. “Seria como ligar uma TV”, explica o professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo, Valmir A. Chitta.

Mas a spintrônica não se limita apenas ao armazenamento de dados. Os pesquisadores apostam na manipulação da rotação dos elétrons para resolver os problemas de miniaturização, aumento de desempenho e redução de gasto de energia dos processadores.

Os chips atuais são constituídos de transistores, que funcionam como canais por onde fluem correntes de elétrons. A interrupção e a liberação deste fluxo é o que determina a lógica de funcionamento do chip, portanto pouco importa qual é o spin dos elétrons. Porém, os pesquisadores acreditam que manipulando o sentido de rotação dos elétrons que fluem dentro dos transistores será possível torná-los mais rápidos, reduzindo o consumo de energia.
De verdade, hoje achei que fosse passar mal no Metrô de tão quente que tava.
Com o ar desligado, suava feito um animal a caminho do matadouro.
Aí veio a tontura, a espremeção, todo mundo se abanando...
E, claro, o ar-condicionado da sala onde trabalho.

Só para garantir a saúde (já que não estou no grupo que pode tomar a vacina da gripe suína), comecei a tomar Vitamina C de manhã cedinho.



Em momento doc
assisti Bigger, Stronger, Faster*.
documentário de 2008 sobre a América (não poderia deixar de ser) e os esteróides anabolizantes.
Bom, todos sabemos o mal que os anabolizantes fazem...
ou não?

é mais ou menos isso que mostra. Numa sociedade onde é preciso ser o número UM,
ser o mais forte, onde o capitão América, Super-Homem e Hulk Hoogan mostram músculos além do possível e imaginável, onde Arnold Exterminador é eleito e reeleito Governador da Califórnia...
o que você pode fazer além de tomar esteróides e tentar ser o maior possível? O que você pode fazer além de trapacear para ser o melhor?

E de lá, tiro uma frase maravilhosa, dita pelo escritor do livro "The Cheating Culture" algo como


Sucesso e virtude não costumam andar juntos.


terça-feira, fevereiro 02, 2010

Pau quebrando na Cinelândia.
Homenagem a Iemanjá.
Eu vou homenagear comendo Iemanjar de Côco de sobremesa hoje.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Sattelites of Love


assim não dá tanta vontade de comer, não é?




Este pode ser o primeiro canivete militar suíço do mundo. Incrivelmente parecido com os multi-ferramentas modernos, ele tem ao menos seis funções distintas e é originário do Império Romano por volta do ano 200 D.C..

Se os nossos canivetes de MacGayver hoje, com alicate, chave-de-fenda e coisas parecidas, funcionam mais para consertar coisas, este antecessor romano é mais útil para apreciar os prazeres da comida. A ferramenta inclui um espeto que historiadores imaginam que era usado para tirar as lesmas de suas conchas/caracóis (sem cara de nojinho: escargot ainda é chique, ok?). Uma espátula era usada para facilitar a retirada de molho de garrafas.

É claro que a ferramenta ainda inclui um garfo, colher e faca par a hora da refeição, bem como um palito de dentes. O bacana é que todas as ferramentas parecem dobráveis para ficar na parte que seguramos, do mesmo jeito que os canivetes suiços que usamos hoje.

retirado do http://www.gizmodo.com.br

O canivete foi achado no Mediterrâneo há quase 20 anos, então tecnicamente isso não é suíço, e é quase 1.700 anos mais velho que o famoso canivete suíço militar, inventado em 1897.

Esse gadget antiquíssimo está sendo exposto como parte da coleção de artefatos gregos e ramnos no Fitzwilliam Museum em Cambridge, Inglaterra.