Música, cinema, literatura pobre, propaganda e um pouquinho de vida. Melancolia também, por que não?
quinta-feira, julho 24, 2008
quarta-feira, julho 23, 2008
A lei da inércia. A primeira vez que ouvi falar disso foi com minha tia. Ela me disse que, para o mundo começar a se movimentar, você só precisa colocar um pé no mundo.
Acho que para tudo isso serve.
Então, faz mais ou menos um mês coloquei o pé no mundo. Pelo menos no que diz respeito ao trabalho. E desde então, já rolaram algumas propostas para fazer as mais diversas coisas nos mais diversos lugares do Brasil.
E eu, certo do que quero, me mantenho impassível às verdinhas que acenam na minha cara.
Impassível até certo ponto, né...
quarta-feira, julho 16, 2008
dia 02/08 - apresentação do TCC da pós em Cuiabá (MT)
dia 08, 09 e 10/08 - Festival Calango em Cuiabá (MT)
dia 11/08 - volta às aulas na Darcy Ribeiro
dia 28/08 - Festival de Cinema Universitário REC, em Vitória (ES)
até dia 30/08 - inscrição para prova de mestrado na UFRJ (RJ)
dia 07/09 - show do Hives, Circo Voador (RJ)
dia 14/09 - entrega do resultado da prova do mestrado (RJ)
entre estas datas e em novembro - muitos shows (RJ e SP)
dezembro - filmagem em Campo Grande (MS)
***
E aí, o ano tá planejado. Abrir mão disso tudo pra que?
por que a nudez feminina atrai tanto o homem?
Sério, Leandra Leal fica bem nua no filme Nome Próprio que estréia em todo o Brasil, menos em Vitória, nesta sexta 18. A discussão rolava na internet e alguém disse: nu feminino nunca é desnecessário.
Pense nisso. Realmente nunca o é. Temos prazer em descobrir pernas, costas e colos desnudos. Atrai e é bonito. Mesmo que elas nem se achem tão bonitas. Somos primatas tarados, que não conseguem passar um mês sem saber quem está na capa da Playboy, que sentem tesão pela beldade da novela, e que não conseguem deixar de olhar o derrière da garota que atravessa a rua na frente de seu carro. Pombas, como evitar?!
Deus quando fez a mulher caprichou. E, fala a verdade, aquela costela nem faz tanta falta...
- pode parecer meio escroto isso que escrevi, mas não é. Mais do que colocar o meu ponto de vista, tento, de verdade, entender o por quê dessa necessidade masculina. Posso escrever dizendo que não sou assim, como na verdade nem sou mesmo (não compro playboy nunca). Mas não posso ver um cabelo curto ou uma nuca de bobeira que me pego olhando fixamente...
***
coisas e coisas.
segunda-feira, julho 14, 2008
No momento, os caminhos parecem abrir de uma vez para mais uma guinada maluca sem nenhum tipo de planejamento.
Porque a vida tem que ser assim. Como se estivesse sendo levado e trazido pela maré.
Toda vez que pareço ter certeza de onde estão as raízes, a maré se torna ondas, que se repetem e se arrebentam na areia.
tem que ser assim?
domingo, julho 13, 2008
quarta-feira, julho 09, 2008
FUNÇÃO
R$
Pagamento
01 – DIRETOR CINEMATOGRÁFICO
2.321,83
Por Semana
02 – 1º ASSISTENTE DE DIREÇÃO
1.025,13
Por Semana
03 – 2º ASSISTENTE DE DIREÇÃO
579,85
Por Semana
04 – CONTINUISTA
855,09
Por Semana
05 – ROTERISTA (PELO ROTEIRO DE UM LONGA-METRAGEM)
19.059,13
Pelo Roteiro
06 – PESQUISADOR CINEMATOGRÁFICO
1.404,35
Por Semana
07 – PRODUTOR EXECUTIVO
2.058,83
Por Semana
08 – DIRETOR DE PRODUÇÃO
1.532,80
Por Semana
09 – 1º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
855,09
Por Semana
10 – 2º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
579,85
Por Semana
11 – CONTRA-REGRA
395,14
Por Semana
12 – SECRETÁRIA DE PRODUÇÃO
579,85
Por Semana
13 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA
1.532,80
Por Semana
14 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA / OPERADOR DE CAMERA
2.058,83
Por Semana
15 – OPERADOR DE CAMERA
1.404,35
Por Semana
15.1 – OPERADOR DE HD
1.404,35
Por Semana
16 – 1º ASSISTENTE DE CAMERA
1.088,75
Por Semana
17 – 2º ASSISTENTE DE CAMERA
654,48
Por Semana
18 – OPERADOR DE VÍDEO ASSISTENTE
395,14
Por Semana
19 – FOTOGRAFO DE CENA (STILL)
654,48
Por Semana
20 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA CHEFE
1.088,75
Por Semana
21 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA
855,09
Por Semana
22 – TÉCNICO DE EFEITOS ESPECIAIS
1.088,75
Por Semana
23 – OPERADOR DE GERADOR
855,09
Por Semana
24 – DIRETOR DE ARTE
1.532,80
Por Semana
25 – CENOGRAFO
1.404,35
Por Semana
26 – FIGURINISTA
1.404,35
Por Semana
27 – ASSISTENTE DE CENOGRAFO
654,48
Por Semana
28 – ASSISTENTE DE FIGURINISTA
855,09
Por Semana
29 – CENOTECNICO
855,09
Por Semana
30 – ASSISTENTE CENOTECNICO
579,85
Por Semana
31 – ADERECISTA
654,48
Por Semana
32 – CABELELEIRO
855,09
Por Semana
32.1 – MAQUIADOR
855,09
Por Semana
33 – MAQUIADOR DE EFEITOS ESPECIAIS
1.025,13
Por Semana
34 – ASSISTENTE DE MAQUIADOR
395,14
Por Semana
34.1 – ASSISTENTE DE CABELEIREIRO
395,14
Por Semana
35 – CAMAREIRO OU GUARDA ROUPEIRO
577,40
Por Semana
36 – COSTUREIRA
395,14
Por Semana
37 – MARCENEIRO
444,06
Por Semana
38 – PINTOR
444,06
Por Semana
39 – TECNICO DE SOM DIRETO
1.532,80
Por Semana
40 – TECNICO DE SOM GUIA
1.025,13
Por Semana
41 – MICROFONISTA
855,09
Por Semana
42 – EDITOR / MONTADOR
1.532,80
Por Semana
43 – ASSISTENTE DE EDITOR / MONTADOR
654,48
Por Semana
44 – DIRETOR DE ANIMAÇÃO
2.058,83
Por Semana
45 – ANIMADOR
1.305,27
Por Semana
46 – ARTE-FINALISTA
1.404,35
Por Semana
47 – ASSISTENTE DE DIRETOR DE ANIMAÇÃO
473,42
Por Semana
48 – ASSISTENTE DE ANIMAÇÃO
395,14
Por Semana
49 – ASSISTENTE DE ANIMADOR
374,34
Por Semana
50 – ESTAGIARIO
128,45
Por Semana
segunda-feira, julho 07, 2008
sexta-feira, junho 27, 2008
Grande Sertão:Veredas
quinta-feira, junho 26, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
terça-feira, junho 17, 2008
vai ser assim por uns tempos.
destaques do finde.
sem destaques.
Segunda de Fim dos Tempos - The Happening.
Muito legal. Apesar de umas derrapadas, o filme é bem construído. Os sinais estão lá, mas não vermelhos, como antigamente fazia Shyamalan. Os índices, espalhados pela introdução, levam o público ao caminho correto. Mas ainda assim algo parece desandar lá pelo final. Se o filme era sobre pessoas e como elas juntas causam tantos "problemas", é a partir do momento em que as duas que não estavam juntas se uniram que o problema está resolvido.
A mão da menina poderia ter sido melhor explorada, no entanto. Algum conflito deveria ter surgido a partir da fala "só pegue na mão dela se você realmente tiver a intenção de faze-lo".
Cadê o risco disso? Enfim, coisas menores.
O início, como disse Caio, e realmente assustador. As cenas que se sucedem são de prender qualquer um na cadeira do cinema. e de fazer muita gente suar gelada.
Vale o ingresso.
quinta-feira, junho 12, 2008
domingo, junho 08, 2008
fui ao show da nação zumbi no circo e foi, sem qualquer sombra de dúvida, um dos melhores shows que assisti na minha vida....
muito, mas muito, mas muito foda MESMO.
Os caras desfilaram competência, presença de palco, simpatia e interação com o público carioca. A maioria das pessoas conhecia as músicas (o que é sempre legal), mesmo algumas do disco novo.
Destaque para o biz com músicas das antigas como "da lama ao caos" e "samba macossa", além de maracatu atômico e outras maravilhas.
Nota 10
terça-feira, junho 03, 2008
segunda-feira, junho 02, 2008
A polícia não levou o AL pra sair por meio da torcida. Foi ele que, irritado, abriu o portão e disse: "Vambora, negada, passa por aqui que eu garanto a segurança"
"AL falou:ME LARGA Q EU SOU XERIFE PORRA!"
Qdo AL era conduzido ao vestiário, o velhino que estava atrás do gol falou para ele: "Porra, seu fdp!!!! Vc acertou aquela garrafa em mim e olha onde eu vim parar!!!!"
AL chutou a garrafa e a sonda da NASA encontrou agua em marte!
domingo, junho 01, 2008
quinta-feira, maio 29, 2008
This won't be the last you'll hear from me... it's just the start.
I hope that he keeps you up for weeks like you did to me.
I will hold a candle up to you to singe your skin.
brace yourself... i'm bent with bitterness.
When your apologies fail to ring true,
(you're) so slick with that sarcastic slew
or phrases like 'i thought you knew',
while keeping me in hot pursuit.
Tracing the plot finds
skin touching skin
(abscence follows).
In the end, i win every time as ink remains.
Sour tastes prevail as you play back the tape machine.
When your apologies fail to ring true,
(you're) so slick with that sarcastic slew
or phrases like 'i thought you knew',
while keeping me in hot pursuit.
Tracing the plot finds
skin touching skin
(abscence follows).
sexta-feira, maio 16, 2008
feliz dia do Botafogo (ou seria, meu dia?!)
quinta-feira, maio 15, 2008
Comprei o ingresso pela internet, cheguei na hora, não enfrentei fila, fui bem atendido e, com lugar reservado, assisti ao jogo no "Espaço VISA"
a única parte ruim foi ficar perto de um monte de corneteiro que não griavam nada a não ser:
tira o leandro, tira o zé carlos, coloca o Eduardo...
enfim, ganhamos.
: )
O professor ministra sua aula voltado para os alunos.A sala está bem cheia. Dois alunos, Carlos e Marcelo, sentam ao lado de uma menina, Ana, na última fileira de carteiras, e não prestam muita atenção. Na verdade, para eles é como se o professor estivesse calado ou falasse sem soltar nenhum tipo de som.Ana está com uma caneta na boca e os dois meninos ficam abismados, com toda a sua atenção voltada para o jeito sexy de Ana deixar a ponta de sua caneta BIC na boca.Em um movimento rápido, os dois alunos se olham e percebem quem ambos olham para a aluna. Eles se desafiam com olhares.Nesse momento, Ana tira a caneta da boca para escrever algo, mas ela escapa de sua mão.Lentamente, os dois alunos acompanham a queda da caneta. Ainda sentado, Carlos tenta pegar a caneta em um movimento brusco e se joga para a frente.Marcelo acompanha o movimento, como se tivesse sido derrotado pela iniciativa do rival. Ana também se espanta com o movimento. O Professor se cala e presta atenção em Carlos.A caneta se choca com o chão. Logo em seguida vem Carlos, que cai no chão, ainda sentado na cadeira, sem pegar a caneta. Toda a sala se vira para trás, para ver o que acaba de acontecer.Marcelo olha para sua mesa e pega sua própria caneta.Ele a oferece para Ana, que a aceita, abrindo um leve sorriso.Marcelo retribui o sorriso. Depois se volta para Carlos no chão e balança negativamente a cabeça.
Fim
(essa pequena cena aqui criada foi meu primeiro roteiro a sair do papel. Com algumas alterações, claro. Mas saiu. E eu ainda tive o prazer de atuar.)
***
Ando me preparando para, quem sabe, assumir um papel mais importante nessa vida. Lutar por algo que pareça valher a pena,defender quem precise ser defendido. Talvez tenham sido os dias pela estrada, talvez as fotos de índios penduradas pela parede,talvez aquela festa na OPAN. Enfim, ando vendo filmes cada vez mais politizados e eles estão cada vez maisfazendo minha cabeça. esses dias vi "Mato Eles?" do Sergio Bianchi, "Serras da Desordem" do Andrea Tonacci e "Cabra Marcado para Morrer", do Eduardo Coutinho.Minha vontade é de pegar uma câmera e ir para a Serra da Raposa, filmar aquilo tudo. Hoje é lá que as coisas estão acontecendo.
***
Outra coisa que faz minha cabeça dia após dia é o tal do death cab for cutie.caralho de banda boa chata que nao pára de me encantar. A cada música, nova ou repetida, a cada audição deum antigo disco, encontro um pedacinho aqui ou ali de uma melodia que não tinha prestado muita atenção...e assim vou ouvindo e reouvindo tudo, sem precisar de discos novos. de outras bandas, claro.
sábado, maio 10, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
Dib Lufti (Marília, 1936) é um diretor de fotografia de cinema brasileiro.
Mudou-se para o Rio de Janeiro no fim da adolescência. Em 1957, começou a trabalhar como câmera na TV Rio. Seu primeiro contato com o cinema se deu no seminário promovido pelo Itamaraty em 1962 com o sueco Arne Sucksdorff, com quem trabalhou em seguida como assistente de câmera no longa-metragem "Fábula - Minha casa em Copacabana" (1964). Mas foi com "Esse mundo é meu" (1963), de seu irmão Sérgio Ricardo, que estreou como câmera de cinema e despertou o interesse.
O lema do Cinema Novo "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça" não teria sido o mesmo sem este cameraman e diretor de fotografia. Ele soube dar forma a idéias de diretores como Nelson Pereira dos Santos, com quem fez, entre outros, "Fome de amor" (1968) e "Azyllo muito louco"(1969), ambos premiados com o Candango de melhor fotografia no Festival de Brasília, Arnaldo Jabor, para quem fotografou "Opinião pública" (1967), "O casamento" (1975) e "Tudo bem" (1978), também premiado em Brasília, e Ruy Guerra, em "Os deuses e os mortos" (1970), igualmente premiado em Brasília.
Graças a sua habilidade com a câmera na mão foi chamado por Glauber Rocha para operar a câmera de "Terra em transe" (1967).
Fez a fotografia e a câmera de "ABC do amor" (1966), de Eduardo Coutinho, "Edu, coração de ouro" (1967), de Domingos Oliveira, "Os herdeiros" (1970), "Quando o carnaval chegar" (1972) e "Joana francesa" (1973), os três de Carlos Diegues, "Como era gosto o meu francês" (1970), de Nelson Pereira dos Santos, "A lira do delírio" (1973), de "Walter Lima Jr." e "Pra frente, Brasil" (1981), de Roberto Farias.
Foi seis vezes premiado no Festival de Brasília e quatro vezes pelo Instituto Nacional de Cinema. Em 2003, fez a câmera de "Harmada", de Maurice Capovilla, que tem direção de fotografia de Mário Carneiro. Voltou a trabalhar com Domingos Oliveira, fazendo a fotografia de "Feminices" (2004) e "Carreiras" (2005).
Fez ainda a fotografia de "Vida e obra de Ramiro Miguez" (2002), de Alvarina Souza Silva, e de "500 almas" (2004), de Joel Pizzini.
Imagina ter aula com esse cara. e ouvir dele, na primeira aula:
Não gosto muito de falar. O negócio é fazer.
Turma empolgada, idéias na cabeça e cameras na mão.
segunda-feira, abril 21, 2008
claro, gritei os pulmões no jogo contra o fluminense, o time mais odiado do rio.
hahahahaha
já expliquei aqui porque, mas se querem saber, é trauma de infância mesmo.
***
continuando a maratona cinematográfica:
Crepusculo dos Deuses,
A Marca da Maldade
Passageiro Profissão Repórter
A vida secreta das palavras, da Isabel Coixet, que fez Minha Vida Sem Mim
e
No end in sight, um doc. sobre o não-fim da guerra no Iraque.
ufa....
agora, arruma tempo pra ver isso tudo.
sábado, abril 19, 2008
hj tem dor de cabeça e letra do Death Cab.
I WILL POSSESS YOUR HEART
How I wish you could see the potential, the potential of you and me.
Its like a book elegantly bound but in a language that you can't read, just yet.
You gotta spend some time, love.
You gotta spend some time with me,
and I know that you'll find love,
I will possess your heart.
You gotta spend some time, love.
You gotta spend some time with me,
and I know that you'll find love,
I will possess your heart.
There are days when outside your window, I see my reflection as I slowly pass
And I long for this mirrored perspective when we'll be lovers, lovers at last.
You gotta spend some time, love.
You gotta spend some time with me,
and I know that you'll find love,
I will possess your heart.
You gotta spend some time, love.
You gotta spend some time with me,
and I know that you'll find love,
I will possess your heart.
You reject my advances and desperate plea. I won't let you let me down so easily. So easily
You gotta spend some time, love.
You gotta spend some time with me,
and I know that you'll find love,
I will possess your heart.
You gotta spend some time, love.
You gotta spend some time with me,
and I know that you'll find love,
I will possess your heart.
I will possess your heart.
I will possess your heart.
ah tá. pode me chamar de emo.
sexta-feira, abril 18, 2008
As aulas daqui são como se estivesse num módulo bom da pós, em Cuiabá, toda terça, quarta e quinta. Sexta é dia da missa, como estamos chamando a aula de filosofia, visto a estupenda demonstração da arte de dar aula pelo nosso professor Ivair Coelho e a incrível capacidade de ficarmos 3 horas em silêncio sepulcral, só sorvendo informação.
Depois ainda tive peito para ver Margot at the wedding, novo (nem tão novo assim) do Noah "A Lula e a Baleia" Baumbach.
quarta-feira, abril 16, 2008
Segunda foi dia de pré-estréia para convidados (e alunos da Darcy) do filme Serras da Desordem, com direito a bate-papo com o diretor após a sessão. Como o filme era no Odeon, e acabou lá pelas 23:30, preferi (eu e muita gente) deixar o papo para quando ele aparecer na escola, o que deve acontecer por esses dias.
Terça foi dia de prestigiar a mostra da ACIE, no CCBB. Nela, passam os melhores filmes nacionais do ano passado, concorrendo ao Globo de Ouro Brasileiro.
Deu para ver Santiago e Baixio das Bestas. Mutum, tive que deixar para outra oportunidade, visto a febre de 39° que me abatia a cada segundo.
Sobre santiago, bom, uma obra-prima.
Baixio das Bestas, é um bom filme. Me incomodou menos do que Amarelo Manga, também do Cláudio Assis.
Depois disso e de sair no meio da aula, por causa da febre, ainda assisti, debaixo das cobertas, ao Lars and the Real Girl.
Ótima idéia (cara se apaixona por uma daquelas bonecas de sex shop), que acaba virando um filmão americano de mensagem fofinha. Mas as partes do início, quando mostram a estranheza das pessoas em relação a isso, é muito bom.
ufa...
Logo, logo mais filmes e mais aventuras.
segunda-feira, abril 14, 2008
o disco do Death Cab, não é do Death Cab, mas de uma banda alemã chamada
Velveteen. O nome do disco é Home Works e é bom pra caramba (e IGUAL ao Death Cab).
hahahaha
Melhor pra mim que ainda vou ter que esperar para ouvir o Narrow Stairs e enquanto isso fico ouvindo o disco desses caras, porque vale a pena.
Só isso,
essa coisinha que bate no peito, vez ou outra. Esse vaziozinho.
Ficar assim me faz ter mais o que escrever. Mas começo a me repetir.
E como é chato ouvir alguém se repetindo.
No fundo, no fundo, queria ser um mestre das letras. das palavras.
Ou um engenheiro. COmo precisam de engenheiro aqui no Rio.
Isso e gente que mexa com petróleo. estou quase indo fazer um curso de engenharia do petróleo.
mas sabe, tudo isso pra ganhar "grana".
E ser infeliz?
Mais infeliz?
prefiro ser artista. que é o que sou agora.
hahahahaha
mais um artista pobre. mais um artista sem nome, perdido pelas ruas da cidade da cultura.
Em busca de oportunidades que me digam de uma vez por todas o que fazer e se o que faço é o suficiente para, quem sabe, ser alguma coisa lá na frente.
Abro mão dos milhões de Hollywood, cada vez mais longe, frente à realidade nacional da indústria audiovisual. Abro mão dessas coisas todas, se você me disser o que tenho que fazer.
***
Mestrado e Doutorado. Dá pra fazer isso aqui no Rio.
depois, concurso público e aula em qualquer Federal, Brasil afora.
Até no Acre tô topando.
Largue tudo. E com isso quero dizer tudo mesmo.
fique sem emprego, sem dinheiro, sem forças, sem físico, sem psicológico,
sem nada. Arte do desapego.
mude de cidade. Vá para uma metrópole onde você é só mais um.
Seja só mais um.
Finja estar feliz. Afinal, foi você que escolheu tudo isso.
***
Na hora de dormir, se der aquele desespero ou aquela vontade de chorar, não sucumba.
Ninguém falou que iria ser fácil ou que iria dar certo.
sexta-feira, abril 11, 2008
vazou...
Narrow Stairs, o último do Death Cab For Cutie já está por aí e por aqui.
Até agora Long Division bateu com força e bateu na hora.
***
Assisti Dan in Real Life com Steve Carrell. Bem mais ou menos
melhor, mas muito melhor é o Walk Hard com o rei dos coadjuvantes John C. Reilly
Muito bom, muito engraçado e desde já pedindo uma exibição num motorhead movido a muita cerveja.
quinta-feira, abril 03, 2008
***
Dirigi minha primeira cena hoje, na escola.Foi estranho e engraçado. E fácil, muito fácil.É só saber o que você quer e mandar.hahahahahaha
Refizemos, em grupo, uma cena de Tarkovsky.Fui ator em alguns pedaços e acabei mandando ver numa cena que tinha pensado.
Pronto, perdi o cabaço.Cinema aí vou eu.
***
Feliz Aniversário.demorei uns minutinhos pelos motivos daí de cima, mas não esqueci de ligar.
quarta-feira, abril 02, 2008
sai de casa meio-dia e vinta.
Doze horas e meia depois, estou de volta.
Fui direto para o cinema onde às 14 horas assisti ao meu primeiro longa do festival de documentários É Tudo Verdade.
João, conta a história e as histórias de João Saldanha.
Um genio da bola e das palavras, apesar de nao ter jogado futebol.
Após a sessão, um café grande e mais uma leva de curtas.
Depois, aula de estrutura dramática e, nela, discussões e observações em cima de três belos filmes: Adeus Lenin; 8 e 1/2; e Janela Indiscreta.
E não é que deu tempo de sair correndo e ainda pegar a sessão extra do doc. "Joy Division"?Depois foi só esperar o busão. E estou em casa.
***
Emprego.
É isso?
Se for, nem vendo meu carro que inclusive já tem comprador.
***
saudade de pessoas que estiveram na minha vida.
Parece que estou sozinho por aqui e apesar de ter me sentido meio pra baixo umas semanas atrás, estou bem empolgado com as que se mostram pela frente.
domingo, março 30, 2008
sexta-feira, março 28, 2008
bar interditado, fitas separando a calçada....\
Ah, é só mais uma filmagem.
Era mesmo, do filme A Mulher Invisível, com o Selton, o irmão mais famoso do Danton, e com a Luana Piovanni. Fiquei ali, por uns momentos apreciando a paisagem, as luzes, a câmera, a ação.
depois fui comer uma pizza e encontrar mais um "famoso" no pico da pizza do Leblon, onde todos vão para comer e serem comidos (com os olhos).
E não é que o D2 tava lá, matando a larica dele?
Entrada de gratiz mesmo, pra geral.
***
no meio da correria de quarta, dia da festa, tempo para um pedaço de pizza na Guanabara.
Sentado, o Danton, irmão menos famoso do Selton.
Ontem, correria pra devolver os filmes que precisei assistir para a aula (O Espelho e A infância de Ivan, ambos do Tarkovsky). Aproveitei e me tirando do atraso aluguei Dias de Ira do Karl T. Dreyer, 8 e meio do Fellini (nunca é tarde para se começar) e Roma, cidade aberta, pra me re-iniciar no Neo-realismo.
ufa...
***
E arruma tempo pra ver as coisas daqui?
Ontem teve show graça no circo do autoramas e do matanza
nem rolou.
: (
***
E titio Ozzy?
e o Korn?
alguém quer comprar meu carro?
quinta-feira, março 27, 2008
assim estão sendo meus dias no Rio.
já com um mês de cidade maravilhosa, de praia, de bicicleta,
de mosquitos da dengue, de dores de garganta, de café depois do almoço,
de chopps, de novas pessoas quiçá novos amigos, contatos profissionais...
Logo, logo me sinto carioca de novo e começo a puxar os esses.
quarta-feira, março 19, 2008
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
tanta coisa, tanta correria....
coisas da festa, coisas da escola, coisas e coisas.
Ingressos na mão, tantos shows, tanta festa.
Primeiro fim de semana no Rio dá até dor de cabeça de tanta coisa para fazer.
Mas a vida é assim mesmo.
depois a gente acostuma.
só para babarem:
50 Anos de Bossa Nova (de grátis na praia) - 01/03
Bob Dylan - 08/03
Interpol - 13/03
Isso só para mostrar os que vou
ainda tem Shellac, hoje, Dream Theater (eca) dia 07/03, Nando Reis e os Infernais em dois dias seguidos e muito, mas muito mais coisas.
ê vidão
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
bnem bem terminei de contar a viagem para Belém, ainda falta parauapebas e toda a volta e já erstou eu, de novo na estrada, desta vez de mudança, indo de Cuiabá até o Rio.
Estou numa lan house na cidade de Alto Garças, quase divisa com Goiás.
engraçado essas coisas de garça por aqui.
A cidade que faz divisa em outro canto do estado é barra do garças. Aqui, Alto Garças.
E o mais engraçado é que a proxima cidade é alto araguaia. Deve ser por causa da serra absurda que subi depois de Rondonópolis.
Rondonópolis, pelo que vi, cidade bem grandinha. Destaque total para a fábrica da Bunge e sua fumaça preta pretíssima...
Deviam estar fabricando gordura trans para colocar nas margarinas....
hahahahaha
Uma pizza e uns chopps maluco, praticamente caseiro(vou bater a foto da marca e depois coloco aqui), descobri a lan house na mesma galeria.
Uma coisa engraçada da cidade:
Ela é cortada pela BR. E por isso, nem mesmo os SUPERMERCADOS, que ficam ao lado da BR podem vender bebida alcoólica.
Solução?
Abrir uma portinha nos fundos, 50 m afastado da estrada, onde todo mundo pode comprar.
hahahahahaa
isso é o Brasil.
Até na pizzaria, precisei dar a volta nop quarteirão e entrar pelos fundos porque assim eles podem vender cerveja. E foi a polícia federal mesmo (seria a rodoviária?) que deu a dica de como burlar a lei.
Graças a Deua, pois pude tomar uma cervejinha e relaxar da pior estrada do mundo: Cuiabá-Rondonópolis.
tenho o diário certinho anotado no caderno, e prometo colocar aqui, mesmo que demore um ano.
: )
beijos pra todos e amanhã, depois de cruzar Goiás pela terceira vez em menos de três meses, descubro o estado de Minas Gerais.
Alguém quer um pão de queijo?
domingo, fevereiro 24, 2008
Preparem a contagem regressiva:
nodia 5 DE MARÇO, às 23h,
estréia na PISTA 3 em Botafogo
a festa rock quevai esquentar as suas quartas-feiras
...Repita três vezes: HOTSHOTS! HOTSHOTS! HOTSHOTS!
No som, os DJs CARLÃO, SAL (dj?rs) e TAYLOR tocando o que há de mais fino e dançante no rock. Para animar ainda mais o set adicionamos algumas doses de eletro, várias medidas de soul e uma pitada do bom indie rock. Batidas fortemente nervosas para ninguém sair da pista!
Vamos dançar como se não houvesse o amanhã !!!
Abraço e até lá, HOT HOT HOT HOTSHOTS !!!
HOTSHOTS!
Djs Carlão - Sal - Taylor
Todas as quartas-feiras de março
pontualmente as 23h
PISTA 3 - Rua São João Batista, 14, Botafogo
ingresso:
Mulher: R$ 8,00
Homem : R$ 12,00
Promo
Até 0h Mulher: R$ 0,00
Homem : R$ 10,00
Somente com flyer ou nome na lista amiga.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
atravessei a sala vazia e, instintivamente, fechei a porta de correr que leva até a varanda.
Virei a chave. Olhei para o alto e vi as nuvens. Hoje vai chover mais tarde.
caminhei em direção à porta de entrada, dessa vez, de saída. Olhei a sala, a varanda, para a vida que aconteceu ali, para as palavras, as risadas, os filmes, os jogos de futebol e de futebol americano que passaram pela TV, os amigos com os quais dividi horas de papo e de cerveja, olhei para o bordar na poltrona, para o almoço na mesa, para a novela e para as séries.
Disse tchau. E tranquei a porta.
Dessa vez pelo lado de fora.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
mas com-vida, com-amigos, com-um-caminho-loooongo-pela-frente, com-despedidas-quarta-e-sábado e com um monte de caixas no carro para carregar.
Por falar em caixas, a maquina de costura deu certinho atrás do meu banco.
Logo te devolvo, tá Lu.
De resto deixo pra trás (ainda não, mas tá quase) lembranças de uma cidade que me acolheu bem, que me ensinou a comer petche com matchitche, bolo de arrrrrroz, a ver jacaré e capivara vivos e soltos, a tomar banho de cachoeira na Chapada, a ver 0 céu esperando achar um disco voador.
Levo amigos e conhecidos, shows de rock de bandas do país inteiro, a diversidade e o respeito, a América Latina aqui do lado, a proximidade com Roindônia e Acre, os Estados mais longe que posso pensar, as plantações de soja, a melhor carne do Brasil, as caminhonetonas e a playboizada, a descoberta do cinema não mais como uma arte a ser apreciad, mas como uma arte a ser produzida.
Levo isso tudo, ainda que todas as minhas coisas tenham cabido dentro de um carro. É que para levar a vida, só é preciso ir.
A vida é a que se leva, não o que se leva.
terça-feira, fevereiro 12, 2008
A pós, que me prendia, foi cancelada.
as coisas que não saiam acabaram por ir e me deixaram em paz.
as dificuldades começaram a se resolver e parece que estou cada vez mais próximo de dizer ufa! e Até mais.
já nem sei se me despeço. Ou se simplesmente pego minhas caixas e parto.
seria uma forma diferente de sair. Sem se despedir.
quem sabe não deve ser assim mesmo?
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
God bless the daylight, the sugary smell of springtime
Remembering when you were mine
In a still suburban town
When every thursday
i'd break those mountain passes
And you'd skip your early classes
And we'd learn how our bodies worked.
God damn the black night with all it's foul temptation
I become what i always hated
When i was with you then
We looked like giants
in the back of my grey subcompact
Fumbling to make contact
As the others slept inside
And together there
In a shroud of frost, the mountain air
Began to pass from every pane of weathered glass
And i held you closer than anyone would ever get
Do you remember the JAMC?
And reading aloud from magazines
I don't know about you but i swear on my name they could smell it on me
I've never been too good with secrets.
No...
And together there
In a shroud of frost and mountain air
Began to pass through every pane of weathered glass
And i held you closer...
domingo, fevereiro 10, 2008
dos cadernos que podem se perder:
Jacques Aumont - leitura narrativa x não narrativa
Ian McEwan
John Cheever
Imagem tempo - Deleuze
Robert Mckee - Story
Peter Szondi
Heidegger
Arena Principal
duraçao da cena - 3 paginas. 6 estourando.
NRI - narrativo, representativo, industrial.
A mulher no Melodrama - arquétipos
Mãe
irmã
namorada
esposa
a má/prostituta
a amada (musa) - o amor inalcançável
doutrina do pobre - mãe solteira
Mas, vejam só, é nesse exato momento e estado que a mente parece funcionar melhor.
então aproveito meu estado e em, enfim, em uma palavra me defino:
sozinho.
em outra, meu coração:
saudade.
em mais algumas o que ando pensando:
medo de ter errado, quando isso era o mais difícil.
Everyone's right and no one is sorry
That's the start and the end of this story
From the sharks and the jets
To the call in the morning
Everyone's right and no one is sorry
That's the start and the end of this story
From the sharks and the jets
To the call in the morning
And life is just bets anyway
Look alive, see these bones
What you are now, we were once
Try as they might, no ones immune to
Misfiring and acting on the wrong clues
And thinkin' it's time to redo and redo
I feel rain in the movies and the talk before the screen lights
I hear strings in the park
I don't like to call her right, except when its too late at night
I mostly just think in the dark
Look alive, see these bones
What you are now, we were once
Just like we are, you'll be dust
And just like we are, permanent
You were too tired to eat, too hungry to sleep
Just imagine the speed, it's just what you need
Look alive, see these bones
What you are now, we were once
And just like we are, you'll be dust
And just like we are, permanent
The lights in the city are more or less blinking
Which side of the story decides what you're thinking
We'll amount in cold faces??
We're squinting, we're hurrying
We'll take inventory
We're digging, we're burying
Do you remeber when the line was blown
Do you remember when it fell
Do you remember when you went to her house, remember ringing the bell
Look alive, see these bones
What you are now, we were once
Just like we are, you'll be dust
Just like we are, permanent
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Dei poucos passos, subi alguns degraus de escada e me dei uma hora lendo e tomando café com quichê.
***
quichê é um anagrama de chiquê.
***
Eu não sou chique. Eu não sou chique, repete o homem vestido com um terno bem cortado à saída do cinema. As pessoas que saem de uma sessão qualquer se assustam e olham espantadas, para aquela figura alta e magra que, vestida de terno, reclama em voz alta com uma mulher.
Pare de me chamar de chique.
A mulher, atordoada, não imaginou que um simples elogio causaria tanto estardalhaço.
Mas, Marcelo, eu só quis te elogiar.
Por que não disse, então, que sou feliz? Ou que escolhi um belo filme para ver? Ele nem é de róliudi. É independente e alemão. Talvez ganhe o Oscar, mas seria de filme estrangeiro, o que já o colocaria numa categoria menor, e não poderíamos comparar com as grandes produçoes...
E se perdeu em sua explicação. Pelo menos, para os espectadores da sessão roliudiana que acabava de começar, Marcelo abaixou o tom de voz.
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Juno, se chama.
Devo dizer que saí do cinema meio abatido.
Abatido como um pato que voa pelos pântanos americanos sem saber que o chamado que lhe atrai é o de um caçador e sua espingarda.
Ainda sobre o efeito do filme, que deve ter sido o mesmo causado pela Pequena Miss Sunshine para alguns há um ano atrás, caminhei pelos corredores do shopping, pensando.
***
Umas poucas cadeiras ao meu lado, uma moça chorava copiosamente abraçada ao seu namorado.
***
Entro no carro, com uma garrafa de 1500ml de água e um bombom. Dirijo sem querer chegar ao apartamento, que, desde cedo, resolvi não chamar mais de casa. Penso em ligar a tv e me jogar no sofá. Penso em colocar a água na geladeira. Penso em deitar na cama (em minha cama?) e ligar o som, deixando os pensamentos voarem pela minha cabeça.
Penso. Não realizo. O apartamento está vazio.
Depressão é ficar mais de um dia dentro de um lugar que você aprendeu a chamar de casa sem as coisas que faziam a sua casa.
***
Casa? que casa?
***
Um filme ainda pode mexer assim com as pessoas. E é isso que quero fazer.
E da próxima vez, queria muito assistir com alguém do meu lado.
Talvez seja pedir muito. Sei que por uma belo período a única companhia que terei será daquele cara com a barba por fazer, meio descabelado, que me olha no espelho todos os dias pela manhã.
Cheguei e lá estava ela, em cima do meu volume de Medo e Delírio em Las Vegas.
Me assustei, ela se assustou. Tentei pegá-la, ela sumiu.
Comi meu serenata de amor e liguei o micro.
Ainda olho, de vez em quando, para ver se consigo distinguir suas anteninhas em algum lugar escuro do quarto.
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Parece que ta todo mundo morrendo de pressa para fazer as coisas, agora que o carnaval acabou.
Carna o que?
calma minha gente, não dá pra fazer tudo em um dia. As coisas vão acontecendo aos poucos, devagar. A gente tem que aprender a seguir o ritmo da vida, desacelerar. Eu desacelerei.
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Estou completamente doente nestes dias, baixando tudo o que vejo pela frente.
Coisas completamente malucas como The Landaus, Liberian Railways, The Selmanaires e Shocking Pink, entre outras menos faladas.
O frio na barriga vai ser imenso, mas a verdade é que vou estar preparado para o que der e vier.
Com muita, mas muita música e cartas na manga.
Pra quem quiser: Hot Shots.
Toda quarta, a partir de março, na Pista 3, em Botafogo.
domingo, fevereiro 03, 2008
Mais um pneu furado. O segundo da viagem.
Paramos à noite na borracharia para ajeitar. Eram quase dez da noite. Parauapebas ainda está a 180 km. A viagem foi tranquila, passando por pedaços de floresta, grandes rios e muitos, MUITOS quebra-molas.
O cheiro do Pirarucu assusta qualquer um que não esteja acostumado. Nós já nos acostumamos.
Mojú é uma cidade voltada para o rio. Suas casas, a igreja, os prédios são todos voltados para o rio. Antes dela, uma ponte imensa, muito bonita, cruzando o Rio Mojú.
No rádio do carro, um cd com 200 músicas do Roberto Carlos.
Nos propusemos a ouvir ele por inteiro até chegarmos em Parauapebas.
Acho que calculei mal a distância e o tempo que a viagem levaria.
Acordamos e passamos a rever nossos planos. De acordo com a previsão inicial, deveríamos sair de Castanhal cedo rumo à Algodoal, onde passaríamos dois dias. Ou seja, quarta-feira iríamos começar a nossa jornada de volta. Mas nesse meio tempo, Elton recebeu um telefonema. Ele seria um dos professores homenageados em uma formatura dia 19. E agora?
Acabamos optando pelo mais racional. Iríamos almoçar em Castanhal e então pegar a estrada de volta pra Cuiabá. Passando por outro lado, Marabá e Parauapebas, onde Bruno, a.k.a. Kalango está morando(se escondendo) faz um tempo.
E foi assim o programado. De manhã fomos ao mercado de Castanhal comprar açaí e camarões salgados e Pirarucu seco, o bacalhau da amazônia. Levaríamos essas iguarias para alguns amigos.
A partir deste momento vendemos nossa alma ao capeta. POrque aguentar o cheiro do pirarucu seco e de mais de dois quilos de camarão salgados dentro do carro, por alguns dias, foi realmente algo a se gabar para os netos. Até hoje ainda sinto o cheiro dos ingredientes de pratos maravilhosos que nem sei se vou comer.
sábado, fevereiro 02, 2008
Aqui com 50 bandas de vários estados do Brasil.
Destaques para Macaco Bong (MT), The Melt (MT), Vanguart (MT), Montage (CE) - acho que é o quarto show deles que vou ver aqui e Ludovic (SP).
Assim, de bobeira, pagando cinco beréu a entrada.
E aí em Vitória, tem o que?
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Aproveito a promoção na locadora, pague por mês e alugue quantos quiser para ver e rever muitos filmes.
para a lista já foram:
Chinatown
Scarface
Batismo de Sangue
Correndo com tesouras
Amores Brutos
C.R.A.Z.Y.
Fim de Caso (revisto)
O Segredo de Berlim
e como sou muito ruim de memória, esqueci o resto
hahahahaha
