quarta-feira, novembro 28, 2007

O ser humano.
O ser. O humano.
o que é ser o que é humano?
como ser sem ser humano?
como ser humano sem o ser?
E se...

terça-feira, novembro 27, 2007

''Miedo de perder-te, adiós amor que já me voy, e muito em breve eu parto mesmo... Faz quatro noites que não durmo. Meu coração despedaçado não aguenta mais. Até que a morte me separe e reintegre'

Torquato Neto
top 5 - músicas para começar do zero

Datarock - fa fa fa
Metallica - four horsemen
Foo Fighters - The Pretender
Liars - Plaster Casts of Everything
QOTSA - Sick, Sick, Sick

porque todo Rob Gordon precisa levantar a cabeça e seguir adiante

segunda-feira, novembro 26, 2007



because sometimes is good just to be plain evil

Top 5 - músicas para despedidas

Coldplay - Warning Sign
Los Hermanos - Veja Bem, Meu Bem
Death Cab For Cutie - Your Heart Is An Empty Room
Thom Yorke - Black Swan
Pinback - Boo



Porque todo mundo tem um Rob Gordon dentro de si.

sexta-feira, novembro 09, 2007

apostas para o fim de ano -

Fáceis de achar, fáceis de gostar
We are wolves (se vc gosta de Chikinki, Death From Above)
Gallows (se vc gosta de Refused, Motorhead)
Reverend and the Makers (se vc gosta de Franz Ferdinand, Kasabian)

Dificeis de achar
Alberta Cross
The Brought Low

Fáceis de achar, dificeis de gostar
Vampire Weekend (já foi até parar no Lucio Ribeiro)


quer ouvir isso e muito mais música boa?

Dia 22/11 no Kokeshi, na Rua da Lama.
Taylor, Kalunga e Tco tocando o terror
na molecada.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Aqui antes

The Hives - The Black and White Album

Imagine que por alguns minutos você decide fechar os olhos e parar de enxergar. Então um amigo te chama para ouvir um disco que ele acabou de comprar. Você, de olhos ainda fechados, aceita. Ele abre a capinha, retira o cd com o maior cuidado, coloca-o no som e dá o play. Com 20 segundos de audição, seus olhos não só já estão abertos como você também está gritando e pulando de um lado para o outro, junto com o seu amigo. Sem dúvida é um disco novo do Hives.

Sejam bem-vindos, diz Tick Tick Boom, a primeira faixa a vazar na internet, e que abre o quarto disco de estúdio do quinteto sueco: The Black and White Album. Bem-vindos e preparem os terninhos de corte reto, parece dizer a música, enquanto você acompanha o mostrador digital passa do 1 para o 2. Você já pulou do 110 para o 220, acompanhando a energia que só Howlin' Pelle Almqvist, seu irmão, Nicholaus Arson e cia. conseguem imprimir em cada uma de suas músicas. Está no DNA do Hives: Rock garageiro, rápido, com muita melodia e uma baita mão para encontrar e destacar aqueles detalhes que transformam uma música comum em uma que você não consegue tirar da cabeça.
A segunda música, assim como a terceira, mantém a pegada e tiram o fôlego de qualquer ser humano normal. Aí temos um espaço para respirar, para uma troca de marchas na quarta faixa e o pé volta a pesar em cima do acelerador. Hives com tudo em “Hey Little World”, “Square One Here I Come”, “It Won't Be Long” e “Bigger Hole To Fill”. Estas duas últimas, capazes de tocar em qualquer rádio com um gosto um pouco mais refinado. Até quando fazem algo diferente, totalmente fora de sua praia, como em “T.H.E.H.I.V.E.S.” e “Giddy Up”, os caras conseguem acertar. Afinal, não podemos perdoar um erro em apenas 14 faixas e pouco mais de 45 minutos. O Hives não precisa se alongar muito para passar, bem, seu recado. E não se assustem: a taquicardia ao final da audição é normal. Um preço justo, digamos assim, por ouvir mais uma grande disco de rock

terça-feira, novembro 06, 2007

tenho o péssimo hábito de não revisar meus textos.
então perdoem qualquer erro no daí debaixo.
Maria e não Maria

Maria era uma menina normal. Tinha seus 20 e poucos anos, como na música de Fábio Jr. E apesar da pouca idade, já havia sentido mais, muito mais, do que qualquer pessoa de sua idade. A Maria, essa que está sentada atrás da mesa, pensando na vida, já era mãe de um menino de 4 anos. Ou pelo menos seria mãe de um menino com essa idade, se aquele outro carro, dirigido por um motorista bêbado não tivesse invadido a contramão e atingido em cheio o carro de seu marido. Seria se, em vez de colocar o garoto no banco da frente para fazer uma graça com ele, seu marido o tivesse colocado, como manda o figurino, na cadeirinha. Seria se, em vez de pedir para seu marido ir buscar seu garoto na escolinha, ela própria tivesse ido.

Faz cinco meses, mais ou menos. Para Maria foi ontem. E hoje, ela não existe mais.
Em cima da mesa, está um pequeno bolo, com 4 velas acesas. Maria não tem forças nem fôlego para apagá-las. Elas se consomem rapidamente, manchando o glacê branco do bolo de coco, o preferido de Maurício, seu filho, com gotas azuis de cera de vela derretida.

Lá fora o tempo está nublado. Assim como Maria, por dentro. As velas se apagam. Morrem, ao fim. Morrem enfim. Maria se levanta e anda em direção à janela, a tempo de ver as primeiras gotas da chuva que se anunciava atingirem o chão quente da rua, um pouco movimentada, que ficava em frente ao velho prédio, onde morava. A água caia do céu com força, assim como escorria do rosto de Maria.

Um senhor, careca, tenta se proteger da chuva com o jornal. Uma mãe dá a mão para sua filha e correm para debaixo de uma marquise. Um moleque olha para cima, recebendo aquelas gotas no rosto de braços abertos, como se fossem uma dádiva divina. Talvez sejam mesmo. Poucos os que conseguem entender e enxergar a beleza nas coisas mais simples da vida. Maria pensa nisso e vê em sua mente, os dias que seu filho fazia pirraça se recusando a comer, rindo dela. Ela se lembra de Maurício comendo brigadeiro nas festinhas dos amigos, como deve ter comido horas antes, minutos antes do acidente. O sorriso dele aparece entre outras lembranças banais, daquelas que sempre deixamos passar sem dar importância, mas que no fim das contas são as que mais contam sobre nossa vida, nossa rotina. A rotina que, para Maria, praticamente deixou de existir.

A cama de Maurício ainda estava feita. Sua roupa continuava passada, guardada no armarinho dele. E assim continuariam por tanto tempo quanto Maria quisesse. O café da manhã já não era mais preparado, a mesa deixou de ser posta. A poeira acabava se acumulando nos cantos da casa. “Pra que limpar?”, pensava Maria. Se pudesse, ela colocaria a chuva que cai forte dentro de sua casa para lavar e levar tudo de lá. As lembranças, a cama arrumada de Maurício, o seu vazio, a sua saudade.

Maria se levanta e, passo após passo, chega à geladeira. Um copo se enche de água e, pesadamente, ela coloca sua cadeira de frente para a janela. Maria se senta e olha para fora. Levanta o copo e o coloca, cheio de água, em frente a sua visão. Embaçado, tudo parece ter menos efeito sobre ela. A chuva, a janela, sua casa. Com poucos goles, o copo inteiro vai corpo adentro. A visão de Maria continua embaçada. Culpa das lágrimas, provavelmente. Seu corpo pesa, sua mente divaga. Agora Maria já sente sono. Um sono bom, que parece abraçá-la, pronto para levar sua vida em direção à paz. Não há porque lutar. Maria se deita no chão, próxima à janela. Tenta encontrar, em seus últimos olhares, o bolo. Ele está em cima da mesa, aceso. As quatro velas queimam. Maurício está feliz. Todos terminam de cantar parabéns e Maurício apaga as velas. Maria faz questão de abraçar e beijar seu filho. Sentir seu cheiro. Como é bom poder reencontrar quem se ama. Se soubesse que seria bom assim, Maria com certeza teria tomado todos aqueles remédios de uma só vez muito antes. Mas a espera valeu a pena. Pelo menos para Maria que agora não precisa mais se preocupar em ter que dormir sozinha, numa casa antes sempre cheia de vida.

terça-feira, outubro 30, 2007

A saudade nos faz ver com meios que não convém. Ela esquece os olhos e trabalha a memória. Os outros sentidos. O cheiro, o toque, o gosto, o olhar perdido em um detalhe de sua mão ou de seu rosto. Nessa representação idealizada em memória, você está perto. Dentro de mim.

segunda-feira, setembro 24, 2007

por favor, respondam seriamente.

Sou só eu, ou mais alguém por aí gosta muito do James Blunt?
Tenho que pensar direitinho antes de escrever essas coisas aqui...
Tem gente que ainda se impressiona com meus ataques de melancolia e irritação com o mundo.
hahahhah

Mas fiquem tranquilos, isso aqui é um muro das lamentações. E isso não irá mudar.

Por falar em lamentações, tem horas que vc precisa mudar tudo.
Jogar as coisas pro alto e acreditar na vida. Se apegar à única coisa que resta em você
(que é a própria vida) e usar sua energia, sua força para recuperar algo que não está perdido para sempre.

Como disse Michael Ende em seu livro "A História Sem Fim":
Sempre é apenas um momento.

E eu, salvo dos problemas, terei tempo para pensar num monte de coisas.

sexta-feira, setembro 21, 2007

Então, como diriam os geniais Hermes e Renato:

Cale a Boque!!!
Tudo o que eu queria, agora, era uma boa noite de sono.
de preferência, com a cabeça beeeeem vazia.

***

tem certas coisas que não dá para fazer de maneira asseada.
Você tem que entrar fundo na merda, se sujar mesmo.
Dessa forma você pega nojo e pensa duas vezes antes de se cagar todo
de novo.

Que bela metáfora para a vida. Entre com os dois pés na poça...

sexta-feira, setembro 14, 2007

sonhos, sonhos, sonhos.

Hoje estava em um avião e saltei com outra pessoa. Olhava o chão lá embaixo e nada dele chegar. Foi uma sensação tão boa a de queda livre. O vento, as nuvens passando, e o chão, lá embaixo sem se aproximar nada...

A pessoa (que não sei quem era) me pede para ver o altímetro. Digo que é hora de puxar a corda, abrir o pára-quedas. Ela me diz que não, para deixar que dá tempo. De repente o chão começa a se aproximar absurdamente rápido. Puxo a corda e vejo um campo alagado, com rios e matas se aproximar muito, mas muito rápido. Não sei se deu tempo do pára-quedas diminuir a velocidade da minha queda, mas tudo ficou preto. E me lembro da sensação maravilhosa de ter pulado e não puxado a corda a tempo.

É, sonhei que caia e caí. Morri. E foi bom demais.

segunda-feira, setembro 10, 2007

Excellent time, excellent timing to return.

****

E então, como foi o feriado quando dia 08 é apenas mais um dia, sem corrida de carros, sem feriados estrategicamente colocados em uma sexta, sem shows na praia ou chance de dar um pulinho ao Rio?

Aqui, só foi.

***

Não é que eu sinta falta de Vitória. Não sinto.
Sinto muito mais falta do Rio, minha cidade.
Mas, de repente, perdi minha identidade. Tudo que me fazia ser o que sou, quem sou, ficou para trás.
Fresh start, you may call.

Aí, num feriado, sozinho numa cidade estranha que você aprendeu a gostar, mas sem AMIGOS (com maiúsculas), a saudade aperta e você se pergunta como pode ficar tanto tempo em estado de espera. Sexta embarco num vôo da Tam e sábado vou em busca de quem sou, de quem fui. Vou atrás de mim, again.

***

Até parecia um jogo interessante, mas se transformou num pesadelo. Perder de quatro sempre é foda.

***

Sonhei que meus dentes quebravam e caíam. Odeio sonhar com isso. Dizem que tem um significado. Todo sonho tem um significado, mas se apenas alguns poucos querem realmente dizer algo, por que sonhar, então?

***

Festival calango

É, rolou o festival calango aqui. Bandas interessantes, gente esquisita. Sábado foi dia de Terminal Guadalupe, Cabaret, Macaco Bong, the Melt, Móveis Coloniais de Acaju... Domingo dia de Vanguart (que todo mundo ama, mas não fui capaz de assistir a UMA só apresentação que fosse. E olha que eles tocam bastante por aqui), Montage, The Feitos, Tequila Baby, Daniel Beleza, Quarto das Cinzas...

Foi e sempre é interessante poder ver o que está sendo feito, em termos musicais no Brasil independente. Ver a movimentação das bandas, ver jornalistas, psicólogos, advogados e afins, largando seus empregos perdidos por alguns segundos de satisfação em cima de um palco, tocando rock.

Pena não ter um desses em Vitória. Quem sabe eu não volto para fazer algo que o valha?

****

Será que já falei como aqui está/é seco? Vocês não sabem o que é olhar para o céu e poder encarar o sol sem ficar cego. A fumaça já tomou conta de tudo. Até dos raios solares que te cegariam. Não é nuvem que deixa o céu cinza, como em Londres. É fumaça de queimada. Essa é uma experiência que divido com vocês por aqui, porque não me sinto capaz de convidar quem quer que seja para a filial do inferno durante os meses de agosto e setembro.

Mas as chuvas estão chegando. A primeira, no fim se setembro é chamada de Chuva do Caju. A segunda é de uma outra fruta, enfim, coisas do Centro-Oeste.

segunda-feira, agosto 27, 2007

segunda-feira, agosto 13, 2007

aqui são 4.
tarde de segunda sem graça.
total sem graça.

Mas vamos lá, tentar dar uma luz nesse dia desperdiçado.

...

é, tá difícil mesmo.

...

quinta-feira, julho 26, 2007

apesar de já estar sumido, sumirei ainda mais nessa semana.
o que acontece é que irei acompanhar uma produção da agência,
primeiro em Brasília (sexta e sábado) e depois em Marabá-PA ( de domingo à outra sexta)
ou seja, só na sexta estarei de volta e provavelmente só volto a mexer com computador na outra segunda...

uma bela temporada de muito trabalho e de, certa maneira, férias.
até a volta.

sábado, julho 21, 2007

então pega-se a direção do sul e mete bala.
Esse fim de semana estou de malas prontas para
revisitar o pantanal e levando a Lu a tiracolo.

Tuiuius e jacarés, preparem-se!

segunda-feira, julho 16, 2007

caros amigos,
como já dizia a revista, não sei não.
Esse Mirrored do Battles não bateu, não.
Math rock é um nominho bonitinho pra indiezinho tirar ondinha.
Há muito tempo atrás o que eles fazem já era feito por grupos que
eram chamados de pós-rock. Até o Hurtmold faz melhor. Sem desmerecer o Hurtmold
que é uma banda do caralho e muito mais fodona.
Só teve um problema. Foi formada no país errado.

Querem ouvir o Battles algusnanos atrás?
procurem Tortoise, Salaryman e até Sea and Cake.

quinta-feira, julho 12, 2007


o mais perto que deu para chegar
CARTA DE INTENÇÕES



Eu, Luis Fernando Taylor de Carvalho, brasileiro, domiciliado em Cuiabá, no Estado do Mato Grosso, redator publicitário formado pela Universidade Federal do Espírito Santo, venho através desta esclarecer meus interesses e motivações para o ingresso no Curso de Pós-graduação em Cinema, oferecido pelo MISC, a ser iniciado em novembro/06.


Trabalhando na área de publicidade, tenho contato diário com a produção de roteiros e storyboards para a produção de filmes publicitários e documentários empresariais de diversas durações. Entre eles, tenho diversos roteiros filmados, de 30 e 60 segundos, e alguns documentários, entre 5 e 15 minutos. Além disso, já participei de produções de curtas em vídeo, durante os processos de finalização de roteiro e montagem. Pretendo me especializar na produção de roteiros e direção de cena, tendo como base o cinema de curta, média e longa duração e, para isso, a especialização proposta se torna essencial.


Conto também com certa experiência em atuação e locução, tendo feito, por 4 meses, curso de interpretação para TV e Cinema, e algumas locuções para spots publicitários, bem como apresentação de programas de rádios diversos no Espírito Santo (O Programa – Rádio Universitária FM / Hora do Rock – Rádio Cultura de Castelo FM / Megafone – Rádio Universitária FM).

terça-feira, julho 10, 2007

e para terminar,
Caio boa viagem.
só me traga boas impressões da terrinha.
discos discos discos

aqui estou a par das novidades mas o mais longe possível de comprar cds e discos de boas bandas a preços acessíveis. Fico no slsk ou no rapidshare pegando as novidades e sorrindo, mesmo sem os encartes.
destaque para novo do Super Furry Animals, ainda crescendo, o genial QOTSA, além do 120 days (que é do ano passado) e do belíssimo retorno do kula shaker, sobre o qual escrevi para a revista.

Incrusiveu, como vocês sabem, tudo o que escrevo lá vocês lêem primeiro aqui

Eu mereço respeito, clama o pop faz algum tempo. Artistas descerebrados e suas músicas descartáveis viraram sinônimos do maior dos estilos musicais. As melodias fáceis deram lugar às melodias óbvias, os refrões pegajosos às babas repetidas a perder de vista. É no meio desse deserto que Crispian Mills, tal qual um Rei Arthur, ressurge para trazer a salvação. Para os mais novos, ou desconhecedores de tal nome, Mills era a cabeça por trás do Kula Shaker, banda inglesa, com toques hindus inspirados em George Harrison, que apareceu como um foguete, e teve seu disco de estréia “K” entre os melhores e mais tocados em meados dos anos 90. A debandada aconteceu no final da década e desde então, ele vinha tocado sua outra banda o Jeevas. Até agora.

Por uma dessas coisas inexplicáveis do destino, o Kula Shaker está de volta com Strangefolk, um disco de inéditas. E tratando o pop com o devido respeito. Na verdade, fazia tempo que ele não era tratado com tanto respeito.

O quarteto abre mão de sua temática pop indiana e, viajando pelos quatro cantos do rock, faz um dos melhores discos de retorno que já se viu. Pérolas que passam por Beatles, Dylan, blues, Oasis, Suede, Supergrass, mas sem nunca perder a identidade própria. Sem dar espaços para respirar, as faixas vêm uma após a outra, marcantes como um cheiro forte de incenso. Second Sight relembra muito bem o porquê do sucesso deles. Die for love e Great Dictator vêm em seguida. No bolo dá até para se lembrar da participação de Mills no Fat of the Land, do Prodigy, já que Song Of Love é a versão rock de Narayan. Belíssima por sinal. É impossível não pensar em Beatles com Fool that I am e Ol' Jack Tar, Doors com Dr. Kitt ou ainda em Dylan com Hurricane Season. O fechamento com Super CB Operator só comprova, pela décima terceira vez no álbum, o acerto da reunião do Kula Shaker. O pop agora pode ir dormir tranqüilo.
E dodô no antidoping?

como todo botafoguense, sofro com as perspectivas de tirarem essa oportunidade de título da gente. Estou feliz comk que o time apresentou até agora e tenho certeza que, mesmo que tude dê errado, essa época de reafirmação do orgulho de ser alvinegro foi genial para nós torcedores.

Dá vontade de dizer a todo momento, o quanto amo o time da estrela solitária.
Olá amigos.

Se querem uma dica de televisão, ela está na record, toda terça à meia-noite.
Se chama House.
Dr. House.

Não é uma série de médico qualquer, ela tem, bom, ela tem o House.
E de repente, me vejo morrendo de vontade de ver mais e mais e mais episódios.
E aí comça um outro problema. depois de ver tudo, os episódios acabem e temos que ficar vendo reprises.

****

por falar em TV, os episódios finais de Lost (não, eu não faço download de séries porque meu computador não aguenta) estão cada vez melhor. Apesar de ver um aqui, outro acolá, o que vejo me deixa com muita água na boca. Desde friends um grupo tão bom de persongens não interagia em uma série. O que são Loke, Sawyer, Sayid, Hurley, Desmond, e até o meio sem sal Jack?
Sem falar no finado Mr. Ecko...

quinta-feira, julho 05, 2007

play 3 - 1,990 no mercado livre
micro novo - 2100 no submarino
laptop - 1700 em qualquer lugar
Ipod 80GB - 349 dólares

não ter grana para se entupir de gadgets,
não tem preço.

(e o meu cartão ainda é visa...)

quarta-feira, julho 04, 2007

Senadores, fujam. A cúpula da casa vai desmoronar e vocês serão soterrados na própria vergonha.

essa é do Arnaldo Jabor. Mas poderia ser minha e de todos os brasileiros.

sexta-feira, junho 29, 2007



A maior banda do mundo está de volta.

daria um braço para pode assistir aos lendários shows que acontecerão em novembro (na Inglaterra, óbvio!) marcando a volta dos verdadeiros Fab 4!!!

"Veja bem o que eu vou escrever. No mês de julho, em São Paulo, vem aí o White Strippers"

Depois de uma notícia dessas, não tem como não comprar LOGO a minha passagem pra Sampa.
Esse é um show que eu não perco. Como não perdi das outras vezes.

quinta-feira, junho 28, 2007

Sou um cara muito chato. Perfeccionista.
Esse é o meu grande problema. Busco a genialidade nas coisas e das coisas.
Vejo(ou tento) os melhores filmes, escuto(ou tento) as melhores músicas, procuro(ou tento) os mais geniais pensadores, leio(ou tento) os tidos como mais brilhantes escritores.

E com isso tudo, com essa busca pela perfeição, fico pelo caminho.
Não consigo escrever, compor frases, ler-me sem me sentir pouco, sem ter certeza do quão medíocre as linhas soam quando transmitidas por mim.

Essa gana pelo perfeito, me faz parar. Faz-me olhar para trás, a cada momento, me comparando com os maiores. O resultado é o pior, como podem perceber. É ter que enfrentar a mediana vida sem grandes brilhos e se contentar com isso. É se perceber preso em um corpo e uma mente que não conseguem corresponder aos desígnios de crescimento e elaboração de pensamento tal, que me faça, ao menos, satisfeito. Nem digo feliz, percebam.

Ainda assim, como somos persistentes. É hora isso, hora aquilo. Desculpas aparecem e somem. Lugares e lados distintos aparecem e somem. E a linha segue por onde está e estará para sempre escrita.

É, sou um cara muito chato. E ruim.


****

Por isso que essa porra daí debaixo ta sem revisão mesmo.
Para todo mundo perceber que é assim que eu sou. Com tudo escrito errado, cheio de letras aonde não deveriam estar, com tudo fora do lugar, estranho.
O sim só aparece quando me concentro e me conserto. A vida é assim.
O vício.

Desde cedo abro meu e-mail e de cinco em cinco minutos espero uma mensagem nova em n=minha caixa de correio. Não era assim quando era mais novo e nçao existia a internet.
Não esperava o carteiro chegar todo dia, à mesma hora, para pegar minhas correspondências. Imagine se isso era possível, num mundo onde a informaão dmorava um dia para sair em uma primeira página de jornla ou para ser editada, no caso dos jornais em vídeo, e enviaa via meios físicos de um local para outro. Na época do cinema, eram dias ou semanas que levavam para vermos os noticiosos na grande tela branca.

Felizmente ou infelizmente passei dessa época para a época dos e-mails. Sofro s enão sou contactado or colegas, maigos, parentes e mesmo desconhecidos que me enviam a toda jotra oportunidades de aumentar meu pênis ou conseguir uma ereção mais garantida e forte apenas com uma raizada qualquer da aamzônia.




Vamos lá. Hora de rasgar o peito.
Por que só consigo ser triste?

Queria abrir a janeloa ver o sol brilhandop e gritar de alegria com toda a força dos meus pulmções, que por sinal andam cfalkhando ultimamente. Queria poder digitar uma letra de musicda de axé, sem teclar as letras erradas, como faço toda vez que tento escrever rápido. Queria esquecer que o mundo que vivo é ruim de dar dó e me ligar somente nas coisas boas. Poder beber sem ter que ficar completamente bêbado e comer frango a passarinho sem me preocupar com o colesterol e as milhares de calorias indo direto para minha barriga.
Poder fugir de mim, de outra forma que não as que uso.

Mas não. É tudo tão triste. O almoço sem sdal, o time sem graça, as coreas pastéis. A melancolia sem razão, sem sua pegada criativa, sem museificar (de musa e inspiração) nada. Tristeza por tristeza, como arte pela arte.

É isso aí. Palavras repetidas, pensamentos iguais e tudso, tudo como sempre no redemoinho de tempo que é viver.



Porque isso é genial
Tudo tirado do site do Dahmer, que não conheço, mas já é um grande e idolatrado amigo.

"É-nos possível estar sozinhos, desde que seja à espera de alguém."
Gilbert Cesbron

"Não se pode fazer nada sem a solidão."
Pablo Picasso

"O solitário é um diminutivo do selvagem, aceite pela civilização."
Victor Hugo

"Ele supunha que era à solidão que tentava escapar, e não a si mesmo."
William Faulkner

"Estar sozinho é treinarmo-nos para a morte."
Louis-Ferdinand Céline

"A solidão é essencial à fraternidade."
Gabriel Marcel

"Ser solitário para ser sincero e puro na alma. O homem - ente colectivo - é um ser corrupto."
Pantaleão

segunda-feira, junho 25, 2007

Receita de sucesso:

- Escolha sua bandas (com não mais que dois discos lançados)

- Separe-a e coloque seus integrantes em outros projetos, praticamente invisíveis.

- Reserve por aproximadamente 10 anos.

- Junte-a novamente e grave um disco de inéditas.

- Lance-o no mercado, como o retorno incrível de uma grande banda incompreendida pelos seus contemporâneos.

- Torça para que a receita dê certo e não desande.


Se tudo der certo, você pode ter nas mãos um belo exemplar de retorno, digno até, como o do Kula Shaker e seu Strangefolk. O álbum, terceiro de uma carreira de mais de 15 anos, dá uma trégua nas incessantes viagens hindus de Crispian Mills que, talvez arejado pelo tempo passado no Jeevas (seu projeto após a separação do Kula Shaker), está bem mais amplo. E os coloca onde sempre deveriam estar: no riquíssimo e interessante mundo do britpop. Com pegadas que lembram Dylan em alguns momentos, Beatles em outros tantos, com alguns toques de Charlatans e mesmo do próprio Kula Shaker, Mills e sua turma acertam a mão no tempero. São rocks básicos, pegadas de guitarra, hammonds estourando, muita melodia e backing vocals. A receita, como não poderia deixar de ser, é saborosíssima. Bom para nós, antigos apreciadores das boas bandas, que já estávamos há muito tempo com água na boca por um lançamento como esse.

quarta-feira, junho 20, 2007

O mundo anda descompassado. As horas que não passam em um dia, se apressam em nos deixar em outro. Os relógios, excelentes companheiros dos dias de escritório, estão andando para trás, nos roubando segundos preciosos longe de nossas vistas. O sol, a lua e os movimentos de rotação e translação da Terra estão todos mancomunados. Uma revolução pelas horas.

Estranho isso...
Fala sério, né moçada.
Tim festival fechando com arctic monkeys e hot chip, the rakes no rio e em sampa...
O mundo é aqui.
***
Mas, como está hypado o tim, né?
Apareceu, fez sucessinho, ta lá. Nada mais de grandes nomes.
É tudo uma aposta, mas enfim... eles estão “antenados” com o novo e para uma empresa de telefonia celular (não podemos nos esquecer isso), é melhor estar ligado à novidade do que à velharia. Estar antenado, nesse caso, tem muitos outros sentidos.

sexta-feira, junho 15, 2007

Música da semana
Pinback - Fortress

Too long til fall,
sick summer in bed
You and a lazy mood
Ten times the fall,
spread, sacked, and I've failed
Nobody move, nobody move

To long to fall
Sat shiver in bed
You and a test of wil
lToo many fallen, too many failed
Nobody move, nobody move

Days with the light off, freezing
You and I, uneasy, livid
Stop, it's too late
I'm feeling frustrated
I see no sign of fortress
I see no sign of fortress

Safe as a cootie wootie with you
Never pretend the chill
Too many shadows, too many sails
Nobody move, nobody move

Summer is only winter with you
How can you really feel?
Two of another, none of a pair
Nobody move, nobody move

Days with the light off, freezing
You and I, uneasy, livid
Stop, it's too late
I'm feeling frustrated
I see no sign of fortress
I see no sign of fortress

Another delay, too many hassles
Where do we go, how do we follow?
PORRA, PORRA, PORRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Se não bastasse ter nascido em Botafogo, ainda nasci no DIA DO BOTAFOGO!!!!!
É amor demais para um coração só.....
depois de 4 a zero, estou radiante!!!!!!!!!!!!!


Publicada em 14/6/2007 às 20:30

Botafogo perto de ganhar seu dia: 16 de maio

Lei que institui a data no Estado do Rio de Janeiro foi aprovada na AlerjFERNANDO FRAZÃO
A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na última quarta-feira a lei que institui o 'Dia do Botafogo', projeto criado pelo deputado Marcos Abrahão, botafoguense doente.

Proposta para 10 de março, aniversário do deputado autor do projeto, a lei só foi aprovada para 16 de maio, aniversário de Nilton Santos, um dos maiores ídolos da história do clube.
- Sou Botafogo desde que nasci e existe dia para tudo. Logo, tinha de existir um dia para o Glorioso. Sempre fui ruim de bola, mas queria aparecer com o Botafogo de alguma maneira, sou fanático - explicou.

Para entrar em vigor, o Dia do Botafogo só depende de sanção do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho.
E-mail para o Garambone, colunista do Globo.com, contando a vez que assisti um jogo na torcida do rival. A maioria de vocês deve conhecer essa história. Para quem não conhece, um continho que poderia entrar nas minhas memórias.

sou eu de novo, escrevendo para contar a minha visita ao inimigo. E quando digo inimigo, realmente quero dizer inimigo.Para mim, pelo menos, o Fluminense é o pior time do mundo. Traumas de infância, quando um feriado de 15 de novembro com meu pai e avô se tornou um mar de sofrimento. Era minha primeira vez no maraca, ano de 84 ou 85. Uma sacolada de 3 a zero no botafogo. Daquelas de dar dó. Saí do estádio mais botafoguense que nunca, e com ódio mortal do tricolor das laranjeiras.

Mas quis o destino que meus primos e tio fossem fluminense. E deles veio o convite: quarta à noite vai ter Flu x Bangu nas Laranjeiras. Conseguimos lugares nas sociais. Eu, como bom amante do futebol, aceitei sem pestanejar. E lá fui eu, no coração do inimigo.
O jogo, pelo estadual de 95, estava morno. 1 a zero fluminense. E nas sociais, não tive outra escolha a não ser torcer como um tricolor, junto com minha família. Gritei Nense, comemorei o gol, mas lá no fundo, sentia uma pontada de tristeza. Até que Ronald, que depois foi para o mesmo fluminense, empata o jogo no finalzinho.

Não resisti e me levantei, soltando o grito da garganta. Em questões de segundos percebi que minha vida corria risco. E como era muito novo para morrer, resolvi vestir novamente a camisa tricolor. Aproveitei o grito, que graças a Deus não foi de gol, para começar a xingar a zaga e maldizer o empate do Bangu.

Nesse campeonato, com o gol de barriga do Renato, o fluminense foi campeão. E, lá no fundo, me senti também um pouquinho campeão.

É isso.

quinta-feira, junho 14, 2007

A política e o Brasil

Vejo Lula morrendo de rir em rede nacional, com piadas e tiradas a dar com pau. Algumas ótimas, mesmo. Outras, nem tão boas.
E me espanto com a indignação de colegas, conhecidos e brasileiros em geral para com a verve de nosso presidente. Vai entender.
Quer dizer, foi exatamente isso que tentei fazer: entender.
Não o Lula, nem suas piadas. Porque delas só acho importante a crítica quanto à qualidade. Se for boa, parabéns senhor presidente. Se forem medianas, um podemos melhorar cairia bem. Quanto as ruins, bom, o país está cheio delas. Piadas sem graça nas favelas, nos contra-cheques, nas escolas e até na política mesmo.

Mas por que as pessoas têm essa aversão ao humor na política?
Bom, a política brasileira sempre foi motivo de piada. Os políticos pelo menos, vai. Uns por querer varrer a sujeira pra debaixo do tapete, outros por colocar patinhos em lagoas ou ainda gritar em alto e bom som seu nome, como forma de marcar presença.
Piadas a parte, o que deixa indignada a população é a leveza, a graça em um lugar onde todos devem ser rudes, fechados, sérios. Sérios como os senadores, caquéticos, com dificuldade de ler uma página de um relatório de alguma CPI qualquer, que de tão qualquer, perdeu toda a sua importância. Sérios como arquivamentos de investigações envolvendo membros do plenário, afinal, lá a navalha dificilmente corta na própria carne. Só com políticos sérios assim, podemos nos sentir tranqüilos. São pessoas sérias que dirigem o país. Pelo menos, não fazem graça. Não ficam falando piadas na TV.

Já nosso presidente e seus ministros relaxem e gozem, têm que ser sisudos. Não podem rir, de barriga cheia, nem derrubar copos de água em si mesmos. São uns grossos, uns incultos. Estão vendo que falta um dedo faz!!!
E assim vamos levando a sério nossa política, atrás de políticos de verdade para nos comandar, e não de caras como as nossas no poder. Mas também, quer coisa pior do que perceber que alguém como a gente conseguiu chegar lá, e nós não?

quarta-feira, junho 13, 2007

pronto, pronto...
finalmente um comentário que poderá alimentar esse blog por mais alguns toques.

***

Aqui a vida anda como tem que andar. E, me desculpem, se parece pouco de minha parte, mas pretendo gastar os próximos dias imerso em livro. Assim, tempo para escrever só sobra no trabalho (Na verdade, não sobra. Eu é que faço sobrar.)

***
Preciso de férias.

terça-feira, junho 12, 2007

enquanto ninguém comentar aí embaixo, eu não escrevo mais.

***

ok, escrevi, mas foi só pra dar o aviso.

***

tá bom, tá bom...
não consigo parar de escrever.

domingo, junho 10, 2007

e o sol reflete no chão do quarto, me cegando brevemente.
No som um lamento qualquer de uma banda sofrida qualquer.
o dia começa bem. o texto que deveria sair está preso em algum lugar dentro de mim, mas mesmo assim está encaminhado. Uma hora ele vem.
O dia começa bem. o dia começa bem.
maldita hora que fui dar para acreditar em neurolinguistica.

o dia começa anda bem. A dor de cabeça está me deixando tonto.
o tylenol desceu junto com um gigantesco copo de água. o álcool me deixou seco por muito tempo. o ar-condicionado e o tempo, realmente seco nessa época do ano, também o ajudaram. E muito. a garganta parecia querer colar um lado no outro, me deixando sem voz, sem possibilidade de engolir uma pequena lufada de ar, o que é realmente muito para quem engoliu sapos de todos os tipos e tamanhos ao longo de tanto tempo.

Mas o texto, cadê o texto?

checo o e-mail. Mais duas mensagens tentando me vender a nova e revolucionária formúla para aumento do pênis. Com isso não tenho problemas. Já comprei meu carro, minha picape, na verdade. Uma bem alta, bem grande e que acelera bem forte. Tenho um pau de aço. e quatro rodas. Coisas que só mesmo um adiantamento da editora poderia comprar. o que quer dizer: já peguei o dinheiro, já gastei o dinheiro, e não fiz nada ainda em troca do dinheiro.
Talvez tenha que vender a picape. é, não sei. acho mais fácil escrever algo. ou então terei que começar a ler os spams que chegam querendo que eu aumente meu pênis.

o dia começa bem. o dia começa bem.
a primeira coisa para o dia começar bem é fechar a maldita cortina. o sol reflete no chão do quarto e vem direto para o meu olho. atrapalha pacas, mas pode ser o começo de uma história.

Pronto, mais escuro agora. Menos influenciado pelo brilho dos outros. hehehe
ainda sem nada na cabeça. A história do facho de luz não funcionou muito bem. Parecia boba, simples. Agora são 10 e meia da manhã. Sinto vontade de beber uma cerveja bem gelada. Mas ainda não sei o que vou comer no almoço. Acho que vou no bar perto de casa mesmo. o PF deles é muito bom. Meio carregação, muita comida, muita fritura. Meu coração, coitado, além de sofrer por todos os problemas da alma que um escritor recluso pode ter ainda tem que aguentar essas quantidades absurdas de gordura que injeto boca adentro na maioria dos dias.
Fazer o que se só a comida consegue dar gosto à vida.

o texto, meu Deus, o texto. Fico vagueando, perdido em milhares de pensamentos estúpidos dentro de um quarto escuro, com um som tocando uma música qualquer de uma banda qualquer. Parece que toda vez que escrevo me repito. Finjo ser estilo, pretendo ser força de linguagem, mas é pura repetição. Gosto da rotina. as coisas que acontecem como tem que acontecer. Está certo, elas nos matam aos poucos. mas são tão mais confortáveis e menos assustadoras. Opa, outra mensagem no e-mail. vejo meus e-mails de cinco em cinco minutos. É um vício. pelo menos um dos meus vícios. se não fosse a bebida, agora que parei de fumar, seria o único. Enfim, minha mãe quer saber se posso passar na casa dela para arrumar as minhas coisas. Costumo deixar livros e papéis por onde passo. Na casa da minha mãe tem uma estante e um armário só para guardar minhas coisas. E está tudo uma zona por lá. digo que são coisas para estudo. porcarias para dar inspiração. Mas deve ter desde contas antigas e pagas com atraso até cartinhas anônimas que escrevi para meninas que gostava na época do colégio mas não tive coragem para entregar. vou ligar pra ela. quem sabe não dá pra filar um almoço por lá? talvez até uma cerveja gelada que meu pai sempre deixa na geladeira depois que parou de trabalhar.
Boa idéia. o texto, bom ,o texto eu continuo um outro dia. Olha aí, essa pode ser uma boa idéia pro texto. malditos prazos.
Sob o titulo documento1

Domingo de manhã. Dia de nada. De mais um nada.
Quando queremos estar sozinhos nos esquecemos como é ruim estar sozinho. A solidão, aos poucos, se torna sua companheira, e fazer algum contato se torna cada vez mais difícil. Alguns amigos aparecem em sua geladeira, mas eles se vão logo, logo.
Tudo o que fica é esse gosto de uma manhã sem graça e sem um palito de fósforo pela casa.

É, antes que digam que é frescura, devo mostrar a quantas andam a cabeça. Talvez até melhor do que há anos atrás. Vamos sorrir, levar adiante as aparências, ser felizes. Vamos vibrar saúde, gratidão e alegria. Esse é o segredo, não?


Já se percebeu vivendo no automático?
Pois é. Será que pedir ajuda, ajuda?E por que a TV não funciona?
sob o titulo trabalho, em um arquivo de word perdido na máquina

Parati
Temos escritórios do Oiapoque ao Chuí.
E um que vive se movendo entre eles.


4.320 quilômetros. Essa é a distância que separa o Oiapoque do Chuí. Mas aqui na Autoglass, tem gente que costuma chamar estes mesmos quilômetros de escritório. Isso porque, para garantir a qualidade de nosso serviço, temos um time de especialistas que cai na estrada para auditar todos os 500 credenciados espalhados pelo Brasil. Nós da Autoglass sabemos que para ser reconhecido como especialista não podemos parar. É preciso estar sempre rodando. Dessa forma, garantimos a qualidade de nossos serviços. Primeiro para satisfazer seu cliente e depois, nós mesmos.
Autoglass. Um especialista tem que ser bem rodado.


Courrier
Autoglass Express. O maior espaço interno da categoria.
Ou você já viu caber tanto conhecimento em algum outro carro?

Muitos profissionais penduram seus diplomas e certificados na parede. A gente também adoraria ter como mostrar os nossos. Mesmo porque eles são o reconhecimento de nossa preparação, do nosso aprimoramento, e da forma profissional com que tratamos nossos clientes. Mas não é muito fácil achar espaço para pendurá-los dentro de um carro. Então, fizemos o seguinte: colocamos a marca Autoglass em todos os nossos veículos. Porque assim você tem certeza de que nele sempre vai um profissional muito bem treinado e que é especialista no que faz.
Autoglass. Um especialista tem que ser bem rodado.


Caminhão
Guiado por Deus. Certificado pela Autoglass.

Quando o dever chama, é impossível para um especialista não atender ao chamado. Principalmente quando ele é para dividir conhecimentos e formar novos especialistas. É por isso que a Autoglass mantém um centro de treinamento móvel pronto para passar todo o know-how que só nossa equipe de especialistas tem, para novos profissionais. Assim, além de garantir a qualidade do serviço da marca Autoglass por todo o Brasil, ajudamos a formar a mão-de-obra que tanto valorizamos: de verdadeiros especialistas.

quarta-feira, junho 06, 2007

Adorei. Ouvi um disco de uma banda de um ano desses por aí e surtei. Adorei.
A banda em questão é 120 Days. Direto da Noruega. O disco em questão também é chamado 120 Days. E o ano, aquele um lá de cima, não é 1, é 6. 2006.

*****

E o Dunga, hein?!
Leva Afonso, mas não leva Dodô...
deixa pra lá, melhor pra gente que joga completo.
Mas cá entre nós, uns 3 jogadores do Botafogo não poderiam
estar nessa sel(eca)o que irá pra copa américa da Venezuela de
nosso "querido" Chavéz.

segunda-feira, junho 04, 2007

para constar:

- Disco novo so White Stripes por aí, de bobeira, e todas as formas de conseguir músicas no trabalho cortadas.
ai ai

- Minha promessa de não mais sofrer com o Botafogo foi por água abaixo. Já estou eu, acompanhando cada passo do time, torcendo pelos gols de Dodô, pela correria de Jorge Henrique, pelas defesas de Júlio César e pelos petardos de Juninho.
Ainda bem que, pelo menos por enquanto, o time só me deu alegria. Está lá, dez pontos, na frente da tabela. Se o campeonato acabasse hoje, seríamos campeões. E com o título da quarta rodada do Brasileirão, me despeço.
segunda de certo frio,
casaco nas costas, Maicol sai para o trabalho.
De sua casa até a fábrica não são mais do que uns poucos quilômetros, mas mesmo assim,
Maicol faz o favor de esperar a condução da empresa. São alguns minutos no sereno da madrugada, mas o suficiente para ver quase todos os dias, o sol nascendo em seu esplendor.

Ao seu lado, quase sempre uma senhora, de uns 60 e poucos anos, esperando o ônibus para ir trabalhar em casa de família. Essa rotina já dura mais de ano e o máximo de aproximação que conseguiram foi um bom-dia perdido, há uns meses atrás. Talvez pela cara de poucos amigos que Maicol faz quando acorda muito cedo, mas também, ponto de ônibus não é lugar para se conversar. Ainda mais tão cedo.

De uns dias para cá, percebeu uma nova pessoa no ponto. Um jovem, no máximo quinze anos. Mochila nas costas, boné enterrado na cabeça, casaco felpudo. Se colocassem um grafite na mão dele ou um cachimbo de crack cairia bem. Maicol se prende muito a estereótipos.

A buzina soa duas vezes. É o ônibus da empresa que chegou. Maicol se distraiu vendo o sol e percebendo, de soslaio, nas pessoas ao seu redor, algumas atrasadas, outras caídas de pára-quedas no seu ponto. A senhora, de lenço na cabeça, já tinha ido para a casa de família, ou assim pensava Maicol. O guri também já devia estar perto da escola, se aquela mochila estava mesma cheia de livros, em vez de latas de tinta e pedras de crack.

A porta se abre e, degraus depois, lá vai Maicol rumo a mais um dia de trabalho.
Era uma segunda, meio fria. O sol que surgiu não pareceu ter forças para esquentar muito o dia.
Ainda bem que Maicol saiu com o casaco nas costas. De noite, ele vai vir a calhar.
Da série "É agora que eu vou"

cervejas e vodkas depois, um ser intenso se apoderou de mim.
tomei a dianteira e abri a geladeira. Era a hora da saideira.
Sem eira nem beira, e sem rimas também, abri uma caixa de fatias de bacon
congeladas. Elas fazem festa em meu refrigerador faz algum tempo.
E resolvi acabar com a alegria delas. Fiz em uma forma, todas as fatias presentes
na mal dita caixa. Depois de prontas, a gordura escorria pela peça de metal no forno.
a carne, no entanto e apesar de pouca, estava saborosa.

Muita gordura em muito pouco tempo. Misturando isso com álcool
e com mais carne e ainda chocolate e coca-cola.
Dormi às 8. Acordei às 3 e meia achando que ia ter um treco. O coração pulava como nunca
a barriga estava toda retorcida e a cabeça parecia explodir a cada inspirada de ar fresco.

Mas ainda não foi dessa vez.
E por outra dessa, já me decici, nunca mais passarei.

sexta-feira, junho 01, 2007

Fala Zorzal, comedor de pizza com vinho
sem catchup. Escrevi isso daí de baixo,
antes de ler seu comentário, o que quer dizer:
o assunto não acabou. O sonho, sim.
O assunto não.
Outro dia descobri que o soulseek aqui no trampo funcionava.
Um tempo depois, corte da fonte. Devia estar baixando coisa demais...

Aí, parti para os blogs fantásticos e seus links de rapidshares maravilhosos. Só para, meia semana depois, ver a farra cortada.

Pó, será que baixo tanta coisa assim?! Será que atrapalha tanto os diretores de arte em busca de uma foto?
Hahhhahaah. Sim, atrapalha, mas fazer o que? Preciso de melodias novas a cada segundo!!!!!!!

(*(*(*(*(*(*(*(*(*(

Sem querer, comecei a me complicar com um monte de projetos. Não que ele tenham alguma chance de sair do papel, mas pelo menos me comprometi a coloca-los no papel.
Então fico aqui, com 3 argumentos fechados de curtas, um roteiro pronto, mas precisando de um segundo tratamento, e duas idéias muito boas. Veja só, estou produzindo como ninguém.
Hahahahahahaah

Qualquer dia desses busco um Oscar lá pra nóis.

*******

Ouço e penso. Penso, penso...
A melancolia e o nada para fazer são ótimos para escrever. Mesmo que a escrita seja quase um nada para se ler. Mas pelo menos estou detonando as teclas com as pontas do meu dedão.

sexta-feira, maio 25, 2007

Acabo de saber, numa troca rápida de palavras que teremos um mini festival por estas bandas. Estas bandas que, inclusive, andam bem movimentadas quando o assunto é agitação e ferveção cultural. DOIS festivais de cinema, TRES prêmios de publicidade, ALGUNS festivais de rock espalhados pelo ano, BOAS bandas (de verdade)...

MQN e Lucy and the Popsonics estão na lista das apresentações "de fora". Ainda faltam umas 4 bandas que, sinceramente, não me lembro. Mas que também vão botar pra quebrar!

Já no aguardo!

quinta-feira, maio 24, 2007

Aqui faz frio. A cidade do calor eterno se apagou.
Hell City não parece mais o inferno.
Assim é como vou vendo e vivendo as coisas a 2,200 quilômetros do lugar que forçosamente aprendi a chamar de casa. A tristeza da separação já nem era tanta no momento de sair. Era como um grito de liberdade, um arrebentar de correntes que me mantinham preso havia 25 anos.

E foi assim. O mundo se abriu, de vez. Os medos, as perguntas, a insegurança se foram com um chamado para o embarque. Embarque para uma vida que, mesmo tardiamente, controlo de forma total.

****
O tempo que passa, mesmo depois de tudo certo, dói. A melancolia, e como gosto dela, deve ser aproveitada até o último momento. Sofra, pense, sofra mais. Esprema aquela sensação de solidão, aquele aperto no peito, até ele virar palavras. Estenda o momento, mesmo que estranhamente familiar e acolhedor, até a hora de dormir. Até, pelo menos, o ponto final. Se questione, questione os outros. Escute músicas e descubra a beleza tristonha em cada uma delas. Engula em seco, sinta o nó se formar na garganta até o momento de explodir. E acabe com tudo isso de uma vez, se for essa sua opção. Ou ao contrário, saboreie tudo. Até a próxima vez, onde tudo começará novamente. Inclusive as patadas no teclado.
Quanto ao Botafogo, de verdade, desencanei. Estava assistindo ao jogo em pé, durante todo o primeiro tempo. gritei gol QUATRO vezes!
No segundo tempo, sentei e esperei ansiosíssimo! Era nossa. a vaga na final, mesmo nos penaltis seria nossa... Mas eis que surge, aos 44 do segundo tempo um chute despretensioso, do meio da rua, exatamente onde estaria o Túlio e seus 6 pulmões (se ele estivesse em campo). A bola percorre mais de 30 metros. Nosso goleiro está lá. Nele, a gente confia. A bola vai, já sem tanta força... ele se abaixa, faz a pose para a defesa e apenas rebate a bola, que sobe, dando ainda a mínima esperança, em apenas alguns milésimos de segundo, de que poderia tocar ali, no travessão, e salvar milhares de almas do purgatório vexaminoso da desclassificação.

Mas, não. Nem quando temos total confiança em nosso time. Nem quando colocamos 60.000 botafoguenses no Maracanã. Nem quando todos os astros parecem brilhar no céu estrelado...

Talvez seja esse o problema. Se ontem, em vez de todo um céu, apenas uma estrela solitária brilhasse, minha noite teria sido a mais bela de todas.

***

Após o terceiro gol, nada comemorado, continuei em choque, em silêncio por pelo menos 20 minutos. Sem conseguir reagir. Sem me mexer. Sem nem trocar de canal.
O gosto amargo estava entalado em algum lugar do meu corpo. Na garganta, no peito, no coração já desgatado por tanto sofrimento. Só tive forças para ir dali da sala para a cama. Me deitar e cobrir todo o corpo. Talvez tentando me esconder da realidade, talvez, esperando que tudo fosse um pesadelo. Dormi tentando esquecer. Amanhã será um novo dia.

Acordei mais triste. É mais um dia frio e cabisbaixo na vida de um botafoguense.

terça-feira, maio 22, 2007

Ainda em Year Zero...

Shame on us
Doomed from the start
May God have mercy
On our dirty little hearts
Shame on us
For all we've done
And all we ever were
Just zeros and ones
Primeiro Aqui

Nos primeiros segundos podemos nos enganar, achando que estamos ouvindo alguma manifestação trabalhista dentro de uma metalúrgica em pleno funcionamento. Os sons metálicos e as vozes abafadas dividem espaço com uma guitarra e pronto: estamos no clima do novo e apocalíptico trabalho do Nine Inch Nails, capitaneado por Trent Reznor, Year Zero.

Após a experiência inicial, partimos para The Beggining of the end, o começo do fim. Como nosso planeta, cada vez mais próximo de seu final, a música é uma contagem regressiva para o fim do disco. E a partir delas as coisas só tendem a melhorar, ou piorar, dependendo de seu ponto de vista.

O clima de Year Zero foi espalhado aos poucos, com pistas em camisas de turnê, músicas deixadas em Pen Drives em banheiros e com sites que aos poucos iam revelando algo maior por vir. Inclusive, segundo Reznor, o disco é apenas um pedaço de algo muito maior por vir, “uma trilha sonora para um filme que ainda não existe”. Tomara que ele esteja correto, que isso seja para um filme mesmo, porque o cataclisma praticamente imposto a toda sociedade por fatores como poluição, derretimento das calotas polares e miséria, nos lembra a todo momento que o som que sai das caixas pode ser um réquiem para a civilização como a conhecemos.

The Good Soldier e Is this Twilight mantêm o elevado padrão de baladas do NIN, enquanto Survavalism, Capital G e Meet Your Master nos levam à imagem de furadeiras em tonéis de metal fazendo um barulho ensurdecedor e ao mesmo tempo hipnotizante. Um típico disco do som rotulado como “industrial”, para poucas pessoas realmente abertas para este tipo de sonoridade, mas essencial para elas.
e aí, de repente, volto a escrever aqui como se tivesse passado um ano.
Ou um passar de anos. Enfim, dia 16 ficou para trás, assim como a sensação de estar mais próximo dos 29 do que dos 31.
Agora os 31 estão na cara e na assinatura, que afirma os dados preenchidos anteriormente.

***

É tempo de redescobertas ou apenas mais uns dias, como quaisquer outros que já passaram. Em real, o tempo já não me assusta tanto quanto antes. A infinidade de opções e escolhas não são mais tão opressivas. Com o tempo você a prende a levar ao invés de ser levado.

***

A idiotia da juventude ainda me agride em certas horas. Mas me traz pensamentos e alguns momentos interessantes vez ou outra.

***

Adoro escrever assim.
:)

segunda-feira, maio 14, 2007

Novo do Arctic Monkeys rolando. Os garotos cresceram. Não muito, porque de um ano para o outro não dá para crescer muito. Mas o som deles está, sem sombra de dúvida, mais adulto.
E continua bom pra caramba. Depois de ouvi-los umas duas, tres vezes fui tocado.

E agora é isso, chego na agência, ligo o som, coloco o fone e tome Arctic Monkeys.

****

Fim de semana de aula. Pouco tempo para faxina. Mas a casa mais limpa dá um outro clima, uma outra energia. E a cacetada de remédios para o estômago estão me fazendo maravilhas. Não sinto uma pequena pontada desde quinta. Já sinto até vontade de me testar em um belo expresso.


***

Vi o Homem-Aranha 3.
Vi não. Senti. Porque nas cenas de luta, mais uma vez a câmera parece amarrada em um gato fugindo de um pitbull. Não se entende nada, se vê partes de uma correria louca. E mesmo assim, pouco se entende. òtima oportunidade para rever a cena frame a frame no DVD, depois.

**

Ainda sobre o filme, finalmente provei outra coisa típica da culinária cinematográfica de Cuiabá. Pipoca com molho de pimenta. Sim, as pessoas aqui colocam pimenta na pipoca que levam para o cinema. É gostoso, mas as pipocas murcham e viram uma coisa meio empapada. Uma sujeira danada nas mãos.

*

Mais ainda sobre o filme: vale a pena pelo espetáculo. Por ver o Venom (esperava mais). Por participar dessa parte da história do cinema (um ano com trocentos blockbusters). Mas o filme é tão... bobinho e cheio de coisinhas que deixam você se perguntando onde foi que eles erraram que fica uma leve pontinha de decepção. O boneco assiste (e come pipoca).

quinta-feira, maio 10, 2007

I'm not sick, but I'm not well

And I'm so hot cause I'm in hell

update daí de baixo -
Bjork - Volta e
Hail Social - The Modern Love and Death (muito legalzinha a banda. vale a pena uma ouvida)
já devidamente baixados:
Arctic Monkeys novo
Interpol novo (diferente pra caramba)
Black Rebel Motorcycle Club novo (mas nem tão novo assim).

e em busca de mais, porque a festa nunca termina.
E não é que a cidade que nos presenteia com calores acima dos 45°
também nos reserva um frio de 10 (eu disse DEZ!!!) graus?

frio pra peste. Mas é assim que eu gosto.

segunda-feira, maio 07, 2007




FUCK OFF!!!!!!

Que do caralho é ter Mr. & Ms. White de volta.
Quero essa bateria mal tocada, essa guitarra suja, essas calças ridículas de duas cores e tudo o mais que vocês quiserem me dar.
porque WHITE STRIPES é bom pra caralho!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
EPIFANIA.

você não sabe o que quer dizer, até ter uma.
se você me conhece de antes, sabe como estou.
Se você ainda não me conhece, não perdeu muita coisa.
Agora, se você me viu com cabelo, vai achar meio estranho.

****

I´m back to machine time.

dois na mente, shampoo, gel e pente aposentados indefinidamente.
E não é que fui dormir domingo mais inteligente?
Com um pouco menos cabelo, mas com muito mais conteúdo.

Animus-anima, lado feminino, lado masculino, o fio de ariadne,
a sombra, o arauto, a caverna oculta, a provação, a busca do elixir...

Pois é, essas coisas de estudar ssão boas. A gente pode até parar para pensar
o mundo de um jeito diferente. Acho que daqui a pouco estou pronto para voltar
à filosofia. Tem um livro de capa azul me esperando com risos abafados no meu criado-mudo.
Será que consigo tirar essa alegria da intransponibilidade de Proust?

quarta-feira, maio 02, 2007

Morram de rir, mas para mim o Good Charlotte fez o disco que o Kaiser Chiefs não conseguiu. Pelo menos nos singles, os emos de cabelos acertadamente desarrumados, deram um pau. Keep Your Hands Off My Girl é de longe muito mais legal do que Ruby.
Pois então, amigos, não é que o feriado foi muito mais legal do que o fim de semana?
Acordei naquele clima “me deixem aqui”, mas depois de uns telefonemas, acabei acertando minha ida para um Termas (no sentido de lugar com piscinas e água, não no sentido casa de massagem) na cidade de Jaciara, a uns 150km daqui de Cuiabá. Lá, fiquei sabendo, rolava rapel e rafting, além é claro de cachoeiras.

Apesar de ter encarado uma estrada nada convidativa, chegamos animados ao local. Fomo logo procurando o rio e suas cachoeiras, mas nos assustamos com a força das águas. Era impossível chegar ao meio do rio sem ser levado pela corredeira. Então ficamos na margem mesmo. As cachoeiras eram legais, mas como não exigiam uma bela caminhada por trilhas indigestas, não tinham aquela sensação de conquista, de superação. Mas quando topei fazer o rafting, veio a recompensa. Uma cachoeira (cachoeira da fumaça) com um clima incrível, impossível de chegar perto, mas com um rio massa, água boa, corredeiras, cachoeiras...

Enfim, só fazendo para sacar a emoção. Nem foi tão assustador. A água é, um pouco, meu habitat. Talvez pela praia sempre perto, talvez pela energia de lavar a alma.
É por isso que hoje, uma quarta com cara de segunda acordei cedo, e vim trabalhar cheio de vontade e idéias. O psicológico faz uma diferença danada.

Se algum incauto visitante quiser conhecer a Cachoeira e encarar um rafting, estamos aqui para isso!

segunda-feira, abril 30, 2007

Que belo fim de semana.
Nada no sábado, nada no domingo.
As roupas empilham, a poeira se espalha pelo chão, a louça apodrece na pia.
A vida já não cheira tão bem. Os sons, os cheiros, os sabores já perdem a graça. O resto, bom, o resto se leva.

Assim, autômatos da vida moderna, vamos seguindo. Dia após dia. Cada vez mais difícil de se concentrar nas coisas mais simples, cada vez mais difícil de achar a fagulha que pode dar vida e fogo ao gás que por enquanto só escapa levemente da mangueira. Cada hora mais cinza, mais solitária, mais cheia de abandono.

Pois é assim, seu Juca Pirama, é assim que o mundo nos faz hoje.

sexta-feira, abril 27, 2007

como pude ser tão insensível, escrevendo lista de bandas e esquecendo alguns nomes como o Black Rebel Motorcycle Club, com mais um disco beeeem legal, o Baby 81.
Também teve disco novo do Dinossaur Jr.

***
E o disco do Pinback é do ano passado.

***

O Tokyo Police Club provavelmente entrará na lista, assim como o White Stripes e QOTSA (já ouvi duas músicas e PIREI!) quando lançarem seus discos. E o Wilco, assim que ouví-lo (é só uma questão de baixar e ouvir).


Ouvindo: Shitdisco - OK
olá.
Sexta-feira. hoje tenho aula à noite.
esse final de semana é o terceiro seguido sem descanso.
pelo menos na terça é feriado.

amanhã tem show da Ivete aqui.
e daí, né?

quando isso aqui começa a virar diário é melhor parar de escrever porque realmente não tenho nada para dizer.

quarta-feira, abril 25, 2007

O Filme (A fonte) da vida

Alguns poucos filmes são capazes de mudar sua visão de mundo, alterar sua percepção da vida, enfim, mudar você. Acho esses filmes geniais, por um motivo óbvio. Entretenimento é o cacete, quero crescer.

E ontem, posso dizer que cresci.
Estando em Cuiabá, tenho uma dificuldade impar de conseguir ver filmes “diferentes” em cartaz. É pior que Vitória, acreditam? Sim, é possível ser pior que Vitória. Hahahha.
Então, por isso, deixei de ver alguns bons filmes do ano passado no cinema. E agora tiro o atraso no DVD.
Enfim, aluguei ontem a Fonte, do Aronofsky, um dos meus cineastas preferidos.
Na verdade, periga ser O preferido. E fiquei de quatro.

Um dos filmes da minha vida. Lindo, maravilhoso, estético, profundo, emocionante. O amor, como deve ser. Tantas perguntas, tantas respostas, tanta busca pelo impossível. Esqueçam isso.
Vivam um dia após o outro e aproveitem todos como se fossem o último. E chega de idealizar uma vida que não a sua. A sua é boa o bastante.

Enfim, queria um dia, poder pensar em uma história tão genial e tão bem contada como essa.

Me senti um pouco menor. Me resignei à minha insignificância, por N motivos. Inclusive pelo tamanho do universo que nos cerca. Sei lá, um desbunde total.
Óbvio que terei uma cópia disso muito em breve para poder ver e rever e degustar um caviar para os olhos e para a mente.
sessão pré-conto

Batizado

O mar trouxe Seu Miguel, o patriarca da família no início do século passado. E de perto do mar ele nunca saiu. Talvez para poder passar os fins de tarde olhando para o horizonte, pensando no que sua vida poderia ter sido se não tivesse cruzado o oceano em busca de uma nova vida no país das oportunidades.
Seu filho, o primeiro brasileiro de nascimento na família, costumava acompanhar o pai nas andadas à beira-mar. Na verdade não entendia porque seu pai parecia tão distante durante as caminhadas. Mas adorava dividir esse momento com ele. O mistério do mar o fez seguir a vida perto da praia. Sempre ficou a pelo menos uma quadra do mar. Lá conheceu garotas e passou as tardes batendo bola na areia. De vez em quando a lembrança de seu pai o fazia olhar para o horizonte se perguntando o que haveria de tão extraordinário depois daquela linha no fim do mundo.
O filho cresceu, teve seus próprios filhos. Seus filhos o deram netos e uma neta. Hoje é seu primeiro dia na praia. Ana Tereza, de maiô de florzinha, sorri gostoso quando sente a areia fazer cócegas em seu pé.

terça-feira, abril 24, 2007

Bom, chegamos a quase maio (ou seja, mês 05) e já dá pra fazer um levantamento do que de melhor apareceu até agora (e chegou aos meus ouvidos) na música mundial.

Em primeio lugar, o novo do Rakes, como escrevi aí embaixo, ainda no topo. Disco Mágico.

Em segundo, o Year Zero do NIN. Rolando sem parar no fone aqui no trabalho.

Terceiro, mas podendo estar em primeiro, Chikinki com seu Baloon Factory. Excelente, como tudo do Chikinki, banda ótima que ninguém conhece.

Quarto, o Pinback. Sempre por cima, sempre fazendo e bem o que sabem. Um death cab mais maduro.

Quinto - LCD Soundsystem. Que disco! se vocês curtem música eletrônica pensada e bem feita.

Sexto - Klaxons. É bom mesmo, pop, e nada de new rave como andaram dizendo.

Não curti (nem ouvi) muito o The View, o Hot Club de Paris!, Kaiser Chiefs ou Maximo Park.
o Shitdisco fez um disco OK, com boas músicas, mas longe de estar entre os 10 mais. O Kings of Leon também saiu com um discão, mas o nível este ano tá lá em cima.

Ainda não ouvi os novos de figurões como Chemical Brothers, White Stripes e Arctic Monkeys...

PS: Não, não conto coletânea entre os 10 mais, senão o Oasis estaria em primeirão com um disco duplo com o melhor que eles fizeram e não é pouca coisa.

segunda-feira, abril 23, 2007

Minha nem tão nova obsessão. Estou escutando isso faz quase um mês sem parar!
E cada vez me lembra o quanto gosto desses caras. E me lembra o quanto valeu cada centavo da compra do seu primeirão com DVD, edição especial francesa num sebo no Rio.


The Rakes - Ten New messages




Em um trabalho com apenas dez músicas, cada erro tem o poder de arruinar 10% do disco. E podemos dizer que o segundo disco do The Rakes, uma das melhores bandas que a Grã-Bretanha tem para nos oferecer nestes dias, começa com uma erro.
A primeira música se parece demais com todas as outras, já gravadas por eles e levanta imediatamente a questão: “será que eles apenas se repetiram?”. Não, felizmente, é a resposta. E mais feliz ainda é a constatação que 90% do material novo são praticamente irrepreensíveis.

À primeira audição, Ten New Messages, pode parecer estranho. Estranhamente diferente de seu debut, exalando energia punk por todos os poros. As guitarras rápidas deram espaço para uma série de canções com uma construção mais cadenciada, talvez mais ligadas ao pós-punk do que ao punk. Mas tão boas quanto.

E quando digo boas, realmente quero dizer boas. As danadas têm uma facilidade de grudar, de voltar durante uma caminhada, durante um almoço. Têm todos os requisitos para virarem singles. Dez singles, dez número 1, dez novas mensagens. Incrível que antes deles venham tantas bandas meia-bocas na boca do pessoal daqui. Um pouco mais de questionamento, talvez de independência de informação, talvez de bom gosto faz falta. Pelo menos para mim, essa falta não me deixou longe do Rakes. A banda de 2007!

Para ouvir e gostar:
we dance together
suspicious eyes
when Tom Cruise cries

Bom, muito bom!!!!!

Aqui estou de novo, conforme combinado.
Hum, o que escrever? Diário, querido diário?

Fim de semana de aula. Assim como o passado. Assim como o próximo.
Acho que preciso de um fim de semana. De verdade, daqueles de não se fazer nada.

Revi, em uma aula, decupando, estudando, destruindo/desconstruindo o filme
Dançando no Escuro do Lars Von Trier e com a Bjork, aquela esquimozinha do vestido de ganso, lembram-se?

Como no cinema, empaquei. Não consegui me emocionar com a história, apesar do chororo geral na sala. E eu descobri o porquê. Quer saber também?
Porque é uma merda de um musical, porra! Como entrar na história se toda hora ela pára para tocar uma musiquinha?

Não me entendam mal, adoro música, adoro cinema, mas ODEIO musicais. Não vi Moulin Rouge, não vi Chicago, não vi DreamGirls e não vou ver mais nenhum musical na minha vida. Até Os Produtores, onde botei todas as fichas desceu mal como um gole errado de cachaça. Isso sim traz lágrimas aos olhos.

sexta-feira, abril 20, 2007

Incrível. Eu adoro uma bandinha.
Adoro todas as músicas, todos os discos. E isso é tão difícil de acontecer que automaticamente ela entra em meu top 10, ao lado de ícones como o Verve, o Oasis, o Shins e o NIN, só para vocês terem uma idéia do nível da lista.
Hahahahha

Mas falando sério. Toda vez que escuto Pinback, me pego pensando: caramba, gosto realmente desses caras!

Então fica a dica: Pinback, a banda do fim de semana.








e não é que essa porra foi liberada na agência?

agora posso postar minhas idéias por aqui.
Ou pelo menos tentar.

Prometo me tornar mais consistente e mais assíduo.
E mais: prometo não prometer mais isso.
Afinal, deve ser a quarta ou décima vez que falo a mesmíssima coisa
para um público inexistente.

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acompanhem diariamente a atualização chocante do meu fotolog.
Fotos de Cuiabá e afins.
visita vai, lá uma imagem não valem por mil palavras.

www.fotolog.com/craddie
Melancolia desde cedo. Lia muito quadrinho quando era menor. Lia Turma da Mônica, Pato Donald, e devorava as tirinhas do jornal. Mas esperem um pouco. Vocês já pararam para ler, depois de maduros, as tirinhas do Horácio? Ou ainda as da Mafalda, Charlie Brown ou Calvin? Caramba, isso devia ser proibido para crianças. Essas personagens agem de tal forma na criação da visão de mundo durante a infância que tudo se torna um pouco amargo, meio tristonho. Somos resultados do meio, sim, mas também das mensagens. A melancolia diante da vida, a falta de jeito com a garotinha ruiva e os problemas da ditadura transformaram uma geração de leitores em usuários de prozac e outros tantos ansiolíticos e antidepressivos. Vivemos hoje num mundo que os quadrinhos de outrora mostravam como opressivo e doentio. E sofremos as conseqüências. Mas a solução para tanto stress e correria, também está lá nas páginas desenhadas. Na verdade, são as próprias páginas desenhadas. Pare um pouco, leia as histórias que você lia na sua infância e lembre-se de quando tudo o que você precisava fazer era o dever de casa, munido de biscoitinhos e chocolates.
Já escrevi um roteiro de curta, desde que comecei a pós em cinema. E dois começos, claro. Porque eu sou mestre em começar e não acabar as coisas. Freud explica.

Mas é legal porque pela primeira vez consegui tirar as coisas da cabeça e coloquei no papel.
O problema é que agora dependo do governo e do seu dinheiro para tirar do papel e colocar na película. Triste realidade a dos cineastas do Brasil...


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Inaugurando a sessão

Piadas de duplo sentido
A Lu me cortou as pontas. A partir de agora lá em casa, só cigarro inteiro mesmo.



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E por falar em sessão, mais um
Pré-conto

É verdade. Sou pirotécnico. Gosto de aparecer de explodir em cores e luzes, principalmente. E fazer com que as pessoas me notem logo, desde o primeiro momento.

Seja na rua, seja no bar, seja no trabalho, e principalmente no trabalho.
Entro numa sala para apresentar meu trabalho com a confiança de um leão. Sabendo que lá, só tenho presas.

domingo, março 18, 2007

o que se perdeu aí embaixo -


O mais difícil de roteirizar é esquecer as firulas literárias.
Não que elas sejam apenas firulas. São também o estilo do escritor.

Mas como não sou escritor, martirizo minha escrita floreada em prol da ação.

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As benesses do msn.

Outro dia fiquei quase uma hora entre risadas leves e boas lembranças. Eram 4 no msn, batendo papo, num caos típico de uma mesa cheia de bêbados. Só assim para desfrutar da companhia de amigos queridos. Uns em Vitória, outro em Marabá, eu em Cuiabá e todos na internet. E viva os novos tempos.

domingo, março 04, 2007

Inaugurando a sessão pré-contos

Então olhei no espelho e vi que nem tinha me machucado muito. O nariz estava um pouco torto, talvez. O sangue já coagulado descia de uma narina até, mais ou menos, o queixo. O lado direito do rosto, um tanto inchado, vermelho vivo. De lá virá o maior hematoma. Primeiro roxo púrpura gritando, depois um pouco menos vivo, passando por um amarelado cor de pus com um pouco de verde e então voltamos à cor da pele. Os cabelos, bom, os cabelos são um caso à parte. Depois do puxão fiquei com um buraco um pouco acima do meio da testa. Se naturalmente já tinha umas entradas, fruto da predisposição genética à calvície, presente de ambos meus avós, agora tinha um verdadeiro desfalque no gramado. Puxar cabelo é uma coisa covarde, de briga de mulher. Em uma luta de vale tudo, então, é pedir para morrer. Obviamente não matei Marcão Sperandio, o Martelo. Mas o deixei um tanto pior do que estou vendo neste espelho. A luta, em si, não demorou muito. Soa o gongo, Marcão parte para cima. Tento me defender de seus vários golpes, uma saraivada de socos e pontapés. Um me acerta na bochecha direita. Sinto gosto de ferro, quente. Já conheço esse sabor. Não é minha primeira luta. Não é a primeira vez que me arrebento. Lá vem ele, o sangue, preenchendo minha boca. Mesmo com o protetor nos dentes, me corto pela parte de dentro. Fico um pouco tonto. Sinto a pontada e os olhos ardendo. Meu nariz. Pronto. O gosto do sangue da boca se junta ao sangue quente descendo do nariz. Quer saber, cansei.

Enquanto estou montado nele, pronto para encaixar um estrangulamento, sinto meu cabelo ser puxado. Filho da puta. Não me lembro muito depois disso. Meus sentidos eram racionais até esse momento. Ia encaixar o golpe, esperar ele bater e desistir da luta. A vitória já era minha. Puxar o cabelo foi baixaria. E baixaria, costumo pagar com baixaria. Aproveito a posição montada e tento transformar sua cara em algo parecido com um purê de batatas, com bastante sangue. A próxima coisa que vejo é meu braço levantado pelo juiz.

O primeiro banho depois de uma luta é outra luta em si. A água quente da ducha bate no corpo, meio formigando de adrenalina, e um tanto dolorido pela tensão

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Fui no shopping fim de semana, reformar meu guarda roupa. Estava cansado de andar com as calças caindo. Todas as que havia comprado na Taco, em Vitória, estavam folgadas. Mas também, tamanho 50, como não ficar folgada?
Enfim, entrei na Taco e fui corajoso, pedi logo uma 46. E não é que deu?
Estou oficialmente de volta ao número 46. E mais, comprei uma camisa M!!!
Acreditam?
Nem ficou muito apertada, nem nada. Dá pra usar numa boa. Já a camisa GG que tive que comprar ficou meio grandona, folgadona.

Agora pára tudo.

Isso é normal. Anormal é alguem ficar usando tamanho 50 numa boa. Pra depois ter problema de tudo quanto é jeito, em tudo quanto é lugar do corpo.
Agora é que está certo. É assim que deve ser de agora em diante.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

entào. quarto e quinto livros. 3 só em janeiro.
Espero poder contar tanta vantagem em dezembro. Imaginem, 36 livros lidos...
Ia ser maravilhoso. Entre novos lançamentos da Lit. Brasileira, um pouco dos clássicos e mais um tanto da literatura de sala de aula.
hahaha

pois é. Ouvindo somzão do OESTE (americano) e tendo acabado de presenciar e provar amendoins e caldo de feijào, totalmente de grátis, num bar de cultura country, com até uma dupla sertaneja dando uma canja (sem couvert!!!).
coisas do Centro-Oeste.
E mais uma da série:
Primeiro aqui


O ano de 2007 começa de forma arrebatadora.

Grandes nomes já confirmaram presença nos palcos brasileiros, como Coldplay, Pet Shop Boys e Placebo. Outros tão badalados quanto, como The Who e os Stooges, ainda estão à espera de confirmação.

Mas com tudo isso rolando, as paradas musicais lá de fora estão se fartando mesmo com os novos artistas. São discos finalmente lançados em sua forma física, depois de já estarem sendo apreciados por meses a fio. Coisa comum numa época em que, com a popularização da internet, as músicas caem na rede muito antes de serem prensadas na bolachinha prateada. São levas e levas de primeiros discos, numa velocidade que nunca se viu. E entre tantas novidades, algumas já são amadas e odiadas em igual intensidade, sem ter um EP lançado.

O Klaxons é um bom exemplo. Citado por jornalistas especializados, por blogs e pelos antenados como The Next Big Thing, a banda lançou suas músicas no site Myspace, aos poucos. Foram se apresentando em pubs ingleses, arrebanhando seguidores e, pasmem, foram considerados os cabeças de uma nova onda musical, apelidada de new rave pelos mesmo jornalistas que elevaram a banda à quinta potência.


E não é que, apenas depois disso tudo, eles lançaram o primeiro álbum?

E, pior, não é que o dito cujo é bem bom?

Em Myths Of The Near Future, o Klaxons consegue evoluir, e muito, as suas canções. O barulho e a estranheza que chegaram a gerar confusão em alguns momentos são deixados de lado e belas melodias surgem, como em Golden Skans e Two Receivers. A produção mais refinada do álbum também deu um toque mais acessível a petardos como Atlantis to Interzone e Gravity´s Rainbow. O disco seria um belo exemplar para estudarmos a velocidade das mudanças, hoje em dia. O Klaxons conseguiu lançar músicas, fazer sucesso, servir como referência, amadurecer e escrever novas músicas, sem sequer ter lançado um disco. Do jeito que as coisas andam, daqui a pouco já não vou ter o que escrever nesse espaço.
OK, OK....
demorei, mas eis aí a minha lista de melhores de 2006.
Sem ter ouvido tudo que queria, mas tendo ouvido demais até.

Top alguns 2006 –

Yo la tengo
Junior Boys
Kasabian
Arctic monkeys
Beck
Polyphonic Spree
Thom Yorke
The Vines
TV on the Radio
Brightblack Morning Light
The Rapture
Under the Influence of Giants
MSTRKRFT
The Tyde


É, até que 2006 teve grandes momentos...
E devo dizer, grandes, com capitulares.
Sào, todos estes excelentes discos!

bjos

domingo, janeiro 28, 2007



É amigão, Cuiabá não é para qualquer um.
Venha derreter conosco no Centro-Oeste.
O lugar é legal, as pessoas (nós) são legais, a comida é 10 e o chopp (ou cerveja) é gelado e apetitoso. Sem falar que de estilo, a cidade dá de 10 em Vitória.
É isso que dá estar mais conectado com SP do que com a Bahia.

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Talvez volte ao mundo das pickups semana que vem. Muito talvez.
Mas a indefinição é melhor do que a negação total ou a falta de perspectiva.
ei.oi.
viva a pereirada que anda invadindo meu brogui.
Gosto dela.
hehehe

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Vida, vida, vida, vida corrida (a ser lido no ritmo de vida bandida - Lobão)

Pós, cobrando muito.
Faculdade começando e pedindo demais.
trabalho pedindo tudo.

Sobra um restinho pra escrever? espero que sim.

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Para os chegados:

meu pai acaba de se mudar. Ou seja, os motorheads naquele salão massa, acabaram.
Mas não se desesperem. Agora ele tá na Mata da Praia, perto da casa do Lemmy, numa cobertura com piscina e churrasqueira.
Alguém disse banho de piscina de madrugada, ouvindo rock e comendo muita carne?
heheheheheh
Crássico!

Só queria estar em Vitória...

***

Hum...
nada, não.

tenho que trabalhar.
beijos e até a próxima.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

e não é que 2007, do alto dos seus 4 dias já nos brinda com novos discos?!

Novidades de Cooper Temple Cause, do Of Montreal e do !!!
estão baixando a toda no meu computador.

Que venha mais um ano de música, de muita música.

***

Já, já posto a minha listinha de melhores de 2006.
É que ainda falta ouvir tanta coisa do ano passado que acho que posso cometer alguma injustiça...
mas entre eles com certeza estarão uns discos meio óbvios.
2006 foi um ano meio óbvio, musicalmente falando.
Os grandes foram grandes, os mais ou menos, mais ou menos e os pequenos, continuaram remando a balsa.

terça-feira, janeiro 02, 2007

tanta coisa importante para escrever e eu aqui, escrevendo ladainhas para vocês....
sou só eu, ou esse ano já come;cou em ritmo frenético. Peraí, amanhã já é dia 03?!?!!?

Tudo bem que posso parecer doido falando isso com apenas 3 dias no ano, mas daqui a pouco é março e depois, só Deus sabe.