segunda-feira, julho 31, 2006

Comentado em algum lugar:

Na última sexta me joguei pro centenário tocar por 20 minutos na festa de aniversário do Rike. Então, cheguei lá estava rolando A Flor dos Hermanos. nada contra, nada contra. Adoro esta música, mas pô, gente nova tocando isso ainda?!

Depois entraram umas três meninas que não conheço e que não fiz força pra entender o set. Depois a Dessa tocou. E aí a ficha caiu.
No fim do seu set ela mandou CPM 22, Good Charlote e Dead Fish. E acreditem, o público pirou. Na boa, não consigo entender a qualidade dessas bandas de hoje. Acho que tudo passa pela massificação monstra de MTVs e rádio afins. MEU DEUS, a internet aí e tem gente que ainda se deixa levar pela MTV?!?!?!

Bom, depois de Dead Fish me recusei a tocar. Disse pra Dê tocar outra música. Ela mandou Cachorro grande e eu entrei de Data Panik. Depois entraram White Rose Movement, The Ark, Infadels e Robocop Kraus. Tudo MUITO dançante e com muita batida (um climinha anos 80 também, só pra descontrair). O "público" dançou, mais pelas batidas do que pelas músicas e aí tive que apelar pro Cansei de Ser Sexy, bem recebido e Franz Ferdinand (não era a intenção do Set inicial).
Funcionou?
Funcionou.
Mas eles piraram muito mais ouvindo Pump It do Black Eye Peas do que Crazy, por exemplo. E surtaram com Madonna E Red Hot.
Pelo menos eu saí com a alma lavada, como a tempos não acontecia. Finalmente, toquei para mim. E não para eles. bebi mais 2 cervejas e fui pra casa.
Domingo pego o avião e saio daqui.

sexta-feira, julho 28, 2006

Percebam só como no fim do mundo, qualquer distância bate os quatro dígitos.
Tudo fica perto. Afinal, são só 2 mil km pra Vitória. Depois disso, acho tudo perto. 50 horas de viagem de carro não é nada. Viva a capacidade humana de se adaptar às mais diversas situações adversas. Assim, Guarapari deixa de ser viagem, Rio passa a ser ali, até mesmo São Paulo é do lado...
ó céus, ó vida.


DISTÂNCIAS EM KM COM ORIGEM EM CUIABÁ

Cidades - estado

Água Boa - MT
749

Alta Floresta - MT
786

Alto Araguaia - MT
410

Americana - SP
1.489

Anápolis - GO
981

Aparecida do Taboado - MS
930

Aracajú - SE
2.773

Araçatuba - SP
1.343

Araraquara - SP
1.338

Araxá - MG
1.231

Bagé - RS
2.443

Barra do Garças - MT
500

Barretos - SP
1.182

Barbacena - MG
1.752

Barreiras - BA
1.769

Baurú - SP
1.408

Belém - PA
2.941

Belo Horizonte - MG
1.594

Blumenau - SC
1.937

Boa Vista - RR
3.142

Bom Jesus da Lapa - BA
1.758

Brasília - DF
1.133

Cáceres - MT
215

Cachoeiro de Itapemirim - ES
2.224

Campina Grande - PB
3.296

Campinas - SP
1.523

Campo Grande - MS
694

Campos - RJ
2.152

Caruaru - PE
3.162

Cascavel - PR
1.325

Caxias do Sul - RS
2.213

Chapada dos Guimarães - MT
67

Chapecó - SC
1.750

Chuí - RS
2.721

Colíder - MT
651

Comodoro - MT
634

Corumbá - MS
1.091

Criciúma - SC
2.172

Curitiba - PR
1.679

Dourados - MS
912

Feira de Santana - BA
2.451

Floriano - PI
2.657

Florianópolis - SC
1.986

Fortaleza - CE
3.406

Foz do Iguaçu - PR
1.464

Franca - SP
1.290

Garanhuns - PE
3.055

Goiânia - GO
934

Governador Valadares - MG
1.922

Guaratã do Norte - MT
900

Guaratinguetá - SP
1.769

Gurupi - TO
1.563

Imperatriz - MA
2.342

Ipatinga - MG
1.816

Itabira - MG
1.697

Itabuna - BA
2.436

Itajaí - SC
1.898

Itumbiara - GO
898

Jaciara - MT
144

João Pessoa - PB
3.366

Joinville - SC
1.816

Juazeiro do Norte - CE
3.131

Juiz de Fora - MG
1.836

Lages - SC
2.003

Limeira - SP
1.464

Londrina - PR
1.303

Maceió - AL
3.049

Manaus - AM
2.357

Marabá - PA
2.503

Marília - SP
1.342

Maringá - PR
1.329

Mirassol D'Oeste - MT
283

Montes Claros - MG
1.677

Mossoró - RN
3.390

Natal - RN
3.543

Nova Mutum - MT
303

Novo Hamburgo - RS
2.209

Nova Olimpia - MT
200

Ourinhos - SP
1.335

Palmas - TO
1.784

Paranaguá - PR
1.781

Parnaíba - PI
3.266

Passo Fundo - RS
1.984

Patos de Minas - MG
1.270

Paulo Afonso - BA
2.841

Pelotas - RS
2.469

Petrolina - PE
2.671

Petrópolis RJ
1.959

Picos - PI
2.783

Poconé - MT
102

Poços de Caldas - MG
1.530

Ponta Grossa - PR
1.573

Ponta Porã - MS
1.023

Pontes e Lacerda - MT
442

Porto Alegre - RS
2.206

Porto Seguro - BA
2.550

Porto Velho - RO
1.456

Presidente Prudente - SP
1.146

Primavera do Leste - MT
241

Recife - PE
3.256

Ribeirão Preto - SP
1.303

Rio Branco - AC
1.990

Rio de Janeiro - RJ
2.017


Rio Verde - GO
699

Rondonópolis - MT
219

Salgueiro - PE
2.927

Salvador - BA
2.567

Santa Inês - MA
2.722

Santa Maria - RS
2.181

Santana do Livramento - RS
2.522

Santos - SP
1.686

São Carlos - SP
1.376

São Félix do Araguaia - MT
1.144

São José do Rio Preto - SP
1.199

São José dos Campos - SP
1.689

São Luís - MA
2.978

São Paulo - SP
1.614

Sinop - MT
501

Sobral - CE
3.296

Sorocaba - SP
1.625

Sorriso - MT
418

Tangará da Serra - MT
230

Taubaté - SP
1.726

Teófilo Otoni - MG
2.059

Teresina - PI
2.910

Três Lagoas - MS
1.039

Tubarão - SC
2.114

Tucuruí - PA
2.824

Uberaba - MG
1.151

Uberlândia - MG
1.048

Uruguaiana - RS
2.453

Vilhena - RO
752

Vitória - ES
2.119


Vitória da Conquista - BA
2.447

Volta Redonda - RJ
1.901

quarta-feira, julho 12, 2006

Estava lendo em outro blog, uma discussão sobre um pessoal de hoje já achar Strokes "velho” e NINGUEM conhecer Blur e Suede. O pior? Isso é muito verdade. MUITO.
Quando, em inícios de 2000 e alguma coisa, dei a cara a tapa e fui tocar lá no Pub 455, fiz um set (tosco é verdade) do que curtia muito. Foi Blur, Oasis, Suede, Primal Scream, Dodgy, Pulp e todas essas bandinhas inglesas dos anos 90. Nessa época já não surtiu efeito. Imagine agora. A cada nova geração, fica mais dificil. Talvez por ela estar cada vez mais distante da época em que o som foi feito.

Por exemplo:
Quem nasceu hoje terá, daqui a 20 anos, que ouvir tudo o que foi feito de hoje até lá, para ser, digamos, atual.
Para curtir música de verdade, ela terá que ir atrás de muitas outras informações, ou vir muitas outras referências.
Se ela quiser ser uma doente por música, mesmo que somente por um estilo, ela vai ter que ouvir MUITA coisa e pesquisar demais. É ler livros e revistas antigas, buscar as influências e se perder entre tantas grandes bandas de um disco só.

No fundo, acho que é simplesmente questão de tempo. Você precisa de tempo para descobrir e ouvir as coisas antigas, que nunca ouviu (e aí elas se tornam novas). Não dá para dar um download no cérebro com todos os verbetes da enciclopédia musical. Para eu, que tenho 30, o universo da música pode conter menos surpresas do que para um cara de 18 anos. Simplesmente porque tive 12 anos a mais de audição.

Acho que, por isso, a molecada que invade as festas hoje em dia curte as coisas novas e mais óbvias. Alguns deles chegarão aos 30 com muito mais informação do que eu. Afinal, não cresci com internet, soulseek, amazon.com, com todas essas ferramentas que trazem o mundo para seu quarto. Outros, chegarão aos 30 cheios de orgulho por fazerem parte do time de chicleteiros da ilha.

****

Isso me faz pensar na importância de lojas (boas lojas) de disco. Mas esse é um assunto para outro post.

segunda-feira, julho 10, 2006

Pronto. Deu Itália.
Acabou a Copa. A gente espera 4 anos e aí, um mês depois, a Copa acaba.
Não tem mais mesa redonda toda noite. Não tem mais futebol com grandes seleções, não tem mais grandes jogadores mundiais.

Dá uma especie de vazio. Sei lá. Me acostumei a isso. Agora é esperar. Mais 4 anos. É tempo pra chuchu.
triste...

Mas tem sempre o Botafogo. ai, ai...

*****

Tem uma coisa engraçada esse lance de inércia da vida. Às vezes tudo parece meio parado, mas quando você dá um passo, tudo começa a entrar em movimento e faz o mundo inteiro girar. girar. girar.

Vê só onde é que você vai parar.

sexta-feira, julho 07, 2006

Nem alemanha, nem brasil, nem argentina.

Itália e França.
Que vença o melhor.
E o melhor, para mim, e por tudo o que ele feZ pelo futebol é o Zidane!

Mas o canavarro e o gattuso...
Uopa...
Olha eu aqui de novo.
E sabe o que pensei dia desses?
que sou como o chandler.
Ninguém sabe mesmo muito bem o que faço para ganhar a vida.

Ok, a maioria sabe que sou publicitário, que sou redator...
Mas e aí? Será que alguém vê um anúncio meu no jornal e diz: Que anúncio legal!
Acho sinceramente que nào.
Quando presto atenção nas pessoas lendo um jornal ou uma revista, elas sempre pulam as páginas com os anúncios. Dificilmente elas escolhem ler um anúncio de algo que nào tenham interesse em comprar ou utilizar o serviço.
Pensando bem, acho que trabalho para outros publicitários. Nós vemos o que os outros fazer e, acreditem, falamos MUITO mal do trabalho dos outros. Mas sabemos parabenizar quando as pessoas merecem os devidos parabéns.

Vai ver que é por isso que nos chamamos, quando estamos meio de saco cheio dessa profissão, de publiciotários!

***

Lindo o comentário do Tco aí embaixo.
Leiam. Vale a pena.

quarta-feira, junho 28, 2006

oi.

Estou com muitas coisas para escrever. Muitas. A maioria de trabalho. coisa.
Outro dia encontrei um amigo que há muito não via. papo vai, papo vem...
todos mais velhos, alguns barrigudos, outros melhores. Enfim, naquela de "vamos marcar uma cervejinha" foi que aconteceu. Sim, porque todo mundo (das antigas) quando se encontra sempre marca uma cervejinha, um churrasco, um encontro em algum lugar. Tem que se destacar que essas coisas nunca acontecem, mas fica aquela sensação de dever cumprido. "Pronto, fui simpático."
Mesmo que você nunca mais veja o danado do sujeito, a cervejinha sempre fica marcada, lá pro futuro, um dia quem sabe.

Mas então, voltando ao assunto, encontrei esse cara. Aí na hora da cervejinha, ele disse que não.
Como assim?

É. A gente se afastou, hoje eu tenho outra turma, saio com outras pessoas. Não acho que dê pra gente sair. Somos muito diferentes.

Ok, não foi assim, assim, mas foi algo assim.

Deu aquela parada para pensar.

***

no mais tardar vieram novas revelações de como isso pode fazer você rever toda a sua vida.
Realmente nos gostamos, passamos parte da infância e adolescência juntos, saímos, fizemos bagunça. Mas uma hora cada um foi pra um lado. mudanças de prédio, de classe social (sempre mais para baixo) ou de cidade afastam as pessoas. Perde-se o contato e com ele as coisas em comum. Tudo o que se tem com a pessoa é um passado relembrado em comum. No presente ela é uma completa estranha.

Ou o estranho é você, no caso eu.

sábado, junho 24, 2006

então é copa...
Alemanha nas 4°...

Brasil vs Gana, depois de um jogo de verdade, com os "reservas". Estamos muito bem em 2010. porque em 2006 a copa não vem pra cá de jeito nenhum.
Mas também, ninguém tem tempo de ver os jogos todos, estudar os adversários...
Todos trabalhamos, e o Parreira prefere contar com seu joguinho de resultado do que com a genialidade de quem está melhor.

Digo e repito:
Brasil campeào? Não dessa vez.
Agora, Alemanha pode ser, assim como Argentina ou Itália.

sábado, junho 17, 2006

Bom, estou em falta com meus leitores.
Mas preciso separar minhas horas de vida entre o trabalho e a copa do mundo. É exatamente esta a separação. Quando estou no trabalho, estou no trabalho. Dou uma escapulida ou outra para ver os melhores momentos na tv ou para saber a quantas andam uma partida pela internet. Mas quando estou em casa, estou na Alemanha. Vejo e penso e respiro e me alimento de copa do mundo 24 horas por dia. Já sei todos os problemas que Ronaldão teve (e dessa vez, ele é Ronaldão mesmo, nada de chamá-lo de ronaldinho), das bolhas, da febre, da endoscopia, das náuseas. Estou quase decorando as escalações das melhores seleções do mundo, incluindo aí as surpresas Trinidad e Tobago e Equador.
Enfim, Copa é Copa. O resto é cozinha.

Primeira rodada que se foi. Terminou ontem. E posso destacar algumas coisas. Vamos a elas:
Alemanha é forte. Tem problemas, muitos deles, mas é uma seleção bem preparada para ganhar. Agora, posso escrever sabendo do resultado de Alemanha X Polônia. E depois dessa, podem esperar a Alemanha forte daqui para frente. Vai ser campeã? Não dá para dizer. Mas está aí entre as favoritas.

A Argentina foi pouco falada, disseram que não foi isso tudo, que levou um sufoco da Costa do Marfim, mas não caiam nessa. A Costa do Marfim é uma seleção muito forte fisicamente e com muitos jogadores habilidosos. Pena ter caído no grupo da morte. Se tivesse caído no grupo da França ou do México ou ainda da Espanha, com certeza ela estaria classificada. Mas pode faltar experiência para superar a Holanda e assim, temos um bom time de fora já na primeira fase.

Isso falado, voltemos a Argentina. Seleçãozinha chata a portenha. Meteu 2 na Costa do Marfim e quando parecia que ia ficar nisso mesmo tomou pressão. Mas agüentou a pressão de forma tão altiva que, mesmo que torcesse para os africanos, sabia que nada iria mudar aquele resultado. Dito e feito. E os danados nem colocaram o Messi para jogar, um jogador que dá de 10 em qualquer outro atacante argentino.

Do Brasil, prefiro não falar. Quando ele entrar em campo, talvez.

sexta-feira, junho 09, 2006

Começou.
Finalmente estamos no mês mais interessante dos próximos quatro anos. Por que interessante???

COPA DO MUNDO, MEU IRMÃO!!!!!!!!!

Acabo de ver a Alemanha não jogar NADA e ganhar da Costa Rica que jogou menos ainda por 4 a 2. É um resultado mentiroso, pois parece que a Alemanha dominou, destruiu e nem tomou conhecimento do adversário. Mas os atuais vice-campeões ficaram temerosos quando a CR fez seu segundo gol, diminuindo a diferença para 3x2. Juro que vi uma Alemanha meio retraída, com medo de tomar o empate.
Até o gol espírita de Frings do meio da rua (um gol que ele nunca mais vai fazer!), as coisas estavam bem estranhas. Mas a partir daí, foi só segurar o resultado. Justo pela incrível fraqueza da Costa Rica, um time que não corre, não joga e pelo jeito foi só tomar Umchope na Alemanha (com trocadilho). Injusto pela falsa sensação de que a anfitriã passeou em campo.

Destaques: na pelada, apareceram Klose com 2 gols e Wanchope, também com 2 tentos marcados.

Momentos Copa:

- Galvão Bueno, em um de seus vários furos na transmissão, se RECUSOU a falar o nome do goleiro da Costa Rica, o Porras!

sábado, maio 20, 2006

Um dia, por acaso, me deparei com o Pinback.
Ele estava ali, numa pasta qualquer, esperando pra tocar.
Toquei. Confesso que esperava menos. Algo mais indiezinho, comercialzinho, até fraquinho.
Mas, obrigado moço daí de cima, que puta surpresa.
Uma calma nervosa, vocês podem imaginar isso?
melodias que parecem a ponto de explodir, mas que nunca o fazem. Campos verdes e piqueniques. alegria triste, vocês podem imaginar isso?
ondas batendo no rochedo.
Grandeza na simplicidade. E sei que isso vocês podem imaginar.
Ser simples é difícil. E sê-lo é especial, na sua simplicidade.
Não vou incensá-los como a salvaçào de nada. Talvez da minha manhã nublada de sábado.
Mas é isso que quero. Uma companhia simples, que fale das coisas do dia a dia, sem procurar saber os porquês.
amigos. o que escrever sobre eles?
difícil, não?

Acho que amigo não é aquela pessoa que gosta de você esperando algo em troca. Nào é uma pessoa que pede definições. Não é alguém em desespero ou triste. Apesar de poder ficar nessa situação, amigos sào sempre sinônimo de festa. Alguns acabam virando irmãos ou irmãs. Outros se afastam, mas deixam com a gente lembranças de milhares de segundos alegres. História. De vida. Amigos não precisam nem ser bem alimentados. Isso a gente pode deixar pros cachorros.

Enfim, amigos servem para fazer sorrir.

***

valeu aí, gente, pela festa. Realmente não saquei nada e foi uma baita surpresa. O bolo estava uma delícia e o recheio de amigos do lugar tornou cada momentinho daquela noite especial.

terça-feira, maio 16, 2006

25 = 30?

Lembro quando fiz um quarto de século. Escrevi alguma coisa aqui ou em algum outro lugar. Usava a idade, os 25, o quarto de século, como um peso imenso sobre meus ombros. Como se fosse a última idade a superar. Mas não é esse texto antigo ou a idade que estão em questão. Mas o tempo em si. Aos 25 escrevi sobre dúvidas, certezas, caminhos. Agora faço 30. Cinco anos ficaram para trás e percebo que estou me repetindo. Será que preciso de um reset? Será que a agulha está agarrada em apenas uma parte da música?

Quero falar de conquistas, muitas delas mais fáceis do que pensava. De derrotas, algumas difíceis de encarar. De vontade e certeza de desejos. De outros caminhos.
De cortar a unha e beber sem vontade. De pedir pizza de brigadeiro. De sair com amigos para dentro de casa. De ouvir músicas antigas como se fossem de ontem e ouvir bandas novas como se fossem velhas conhecidas. De viagens para todo lugar, sendo todo lugar, qualquer lugar. De vida, acima de tudo.

Então é isso.

sábado, maio 13, 2006

Nunca li letra de música em blog. Sei que vocês não lêem também.
Dane-se. Essa letra combina tanto com a música que merece ser lida.
Com vocês: THE SHINS
e parece que esse ano tem the shins novo.
Direto pro top ten.



New Slang (when you notice the stripes)

Gold teeth and a curse for this town were all in my mouth.
Only, i don't know how they got out, dear.
Turn me back into the pet that i was when we met.
I was happier then with no mind-set.

And if you'd 'a took to me like
A gull takes to the wind.
Well, i'd 'a jumped from my tree
And i'd a danced like the king of the eyesores
And the rest of our lives would 'a fared well.

New slang when you notice the stripes, the dirt in your fries.
Hope it's right when you die, old and bony.
Dawn breaks like a bull through the hall,
Never should have called
But my head's to the wall and i'm lonely.

And if you'd 'a took to me like
A gull takes to the wind.
Well, i'd 'a jumped from my tree
And i'd a danced like the king of the eyesores
And the rest of our lives would 'a fared well.

God speed all the bakers at dawn may they all cut their thumbs,
And bleed into their buns 'till they melt away.

I'm looking in on the good life i might be doomed never to find.
Without a trust or flaming fields am i too dumb to refine?
And if you'd 'a took to me like
Well i'd a danced like the queen of the eyesores
And the rest of our lives would 'a fared well.
Não é de hoje que escuto o Death Cab for Cutie. Nem o Postal Service.
Mas devo admitir que passo por uma fase Death cab.
Escuto suas melodias e penso em como são próximas às belezas que outra banda, o REM para ser mais exato, fez em diversas fases de sua carreira.
Preciso colocar aqui que o REM é, para mim, uma das bandas mais bonitas e tristes de todos os tempos. Death Cab poderia bem ser a resposta dos anos 00 ao REM dos 80 e 90.
Suas músicas pecam pela beleza excessiva, pela melancolia excessiva, pelo poder de serem excessivamente viciantes.

Mas enfim, a melancolia extrema é boa e viciante mesmo.
Boa porque nos faz pensar, nos faz guardar dentro de nós mesmos o tempo, e assim passamos imensos momentos de reflexão em apenas algumas notas. É como se aquela dorzinha que você sente no fundo do peito, aquele nózinho na garganta te fizesse andar pra frente, pensar, criar, buscar uma soluçào diferente da lágrima.
Eu escrevo. Mal, mas escrevo. E saio por aí, com um sorrisinho besta na cara, como se tivesse acabado de dar tchau pra chatice da vida por uma noite.
Bom isso, né?
:)

"Sorrow drips into your heart through a pinhole
Just like a faucet that leaks and there is comfort in the sound
But while you debate half empty or half full
It slowly rises, your love is gonna drown"

Death cab for cutie - Marching bands of Manhattan

quarta-feira, maio 10, 2006

pois é caio, nada como uma boa dose de realidade de frente, na cara, paa sacar que chega de reclamar da vidinha que levamos.

Basta nos levantarmos e sair caminhando.

segunda-feira, maio 08, 2006

Uma fictícia carta de despedida

É com grande prazer que digo adeus. Mas o prazer não vem da adeus propriamente dito ou dito com propriedade. Ele vem do futuro. O futuro, sabe? Aquela coisa que não existe, assim como o passado ou o daqui a 2 minutos. Então, dele mesmo. É que ele está com cara de coisa boa. Com cara de portas se abrindo. Não de caminhos se fechando, ou de estradas sem curvas, em monótonas autobahns da vida. Acho que o mais legal de dizer adeus é dizer feliz. Sem pensar em repetir erros. Partir e sempre que der na telha, voltar a partir.

Somos infinitamente pequenos. Somos infinitamente restritos. Somos infinitamente temerosos. E não somos infinitos.

Como você anda gastando seu tempo, curto que só, aqui neste mundo? Preso em uma sala? Imóvel em frente a um computador? Eu não. Vou para a rua. Vou andar, sair por aí. Sem rumo, sim. Sem pressa, sim. Sem necessidade de chegar a algum lugar ou conseguir alguma coisa. Minha única necessidade é sentir. Me sentir. Livre, leve, solto ou parte de um clichê. É. É por aí.

Adeus.

******

O tudo e o nada. O tempo todo.
Quero tudo, tenho o nada.
Quando não quero nada,
o tudo vem e aparece.

Tudo é nadar.
E morrer na praia.
Nada é tudo.
Justamente por não ser nada.

Nada é o agora,
enquanto o tudo é sempre em frente.
Ou perdido no passado.

Sejamos nada para, no fim,
vermos tudo claro como nada
sempre ou nunca foi.

******

Dizem da náusea de Sartre.
Mas e as minhas?

********

Como diria o pensador, filósofo das massas, massas encefálicas, Mr. Reznor:
Everyday is EXACTLY the same.

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88888888888888888888888888
888888888888888
88888888888888888888888888

quarta-feira, abril 26, 2006

Tem gente que faz poesia para colocar em suas músicas. E chamam isso de letra.
Mas e quando a poesia é suja, esculachada e tem um toque de humor negro e filme B?
Ah, aí temos uma música do Misfits.

LONDON DUNGEON

They called us walking corpses
Unholy living dead
They had to lock us up
Put us in their british hell

Make sure your face is clean now
Can’t have no dirty dead
All the corpses here are clean, boy
All the yanks in british hell

I don’t wanna be here in your london dungeon
I don’t wanna be here in your british hell
Ain’t no mystery why I’m in misery in hell
Here’s hoping you’re swell

quarta-feira, abril 19, 2006

Pérolas escondidas.

Bom, para alguém que baixa música compulsivamente (menos um pouco agora porque estou sem cds para fazer backup e o espaço no HD está acabando)...

Bom, para alguém que baixa música compulsivamente, ouvir tudo é quase impossível. Então tem-se a oportunidade de passar batido por algumas coisas boas e se pegar ouvindo mil vezes a música nova do Backstreet Boys, Mil, não. Exagerei. Mas umas 15 vezes pode acontecer. E só o tempo, e a sorte, podem reparar alguns erros. Em certos casos, erros irreparáveis. Clássicos passam batido de verdade e só depois você se dá conta que é impossível viver sem aquela canção, ou em maior escala e menor frequência, sem aquele disco.

Noutras vezes, a bolachinha é esquecida e um tempinho depois você ouve e ela já não parece mais tão comum, nem tão chata. E nem pensem em me recriminar. Na maioria das vezes admito que não escuto tudo o que pego mesmo. E quando ainda não ouvi respondo isso mesmo: ainda não ouvi. Queria ver vocês ouvindo 50 músicas em 5 minutos. É início e refrão. E às vezes esse método é furada. Mas na maioria das vezes, ele serve pra peneirar legal as músicas que vão estourar. Lá em casa, pelo menos.

Acho que não preciso explicar que discos são obras de arte, como qualquer outra. Devem ser observados e percebidos como tal em sua integridade. Não como um apanhado de músicas, com algum possível hit. Ou como uma fábrica de milhões. Por isso, o método Kubitschek (50 músicas em 5 minutos, 50 em 5, entenderam?) tem suas falhas.

Bom, tudo isso para falar que estou finalmente ouvindo The Open. Uma bandinha que fez um disco apontado como um dos melhores de 2003 ou 2004, já nem lembro mais. Silent Hours é seu nome. Não tem nenhum início agitado, nem um refrão pegajoso de primeira. Mas ouvido de cabo a rabo se mostra consistente. Talvez por todas as suas poucas músicas baterem, pelo menos, na casa dos 4 minutos, ou seja, 1 minuto além do consagrado formato pop. Deve ser por isso que ele mereça um tempo maior de audição para chegar, não aos ouvidos, mas ao coração.
De uma balada para uma músiquinha estilo Beatles, anos 60, para uma viagem de guitarras e além, como diria Super-homem. Vai levando, seguindo em frente, faixa após faixa. E depois dá vontade de ouvir de novo aquele pedacinho, aquela voz no canto da música.
Aí bate aquela nostalgia, meado dos 90 pra frente, bandinhas assim nem tão conhecidas e legais, boas descobertas, um mundo inteiro de música pela frente...

Vale a pena gastar alguns minutos de velox, já tão banalizados, para pegar esse disco. Não que ele vá mudar sua vida, mas você pode encontrar um pouco de carinho/conforto nele. Como se eles fossem só a sua banda.

And, sometimes, that’s all that matters.

Para ouvir (em seu devido tempo):
The Open – Silent Hours
Elevation
Step into the Light
Close my Eyes
Bring me Down (mas só pelo climão Indie 90’s)


serviço completo:



Audio CD
(July 5, 2004)
Universal

Track Listings
1. Close My Eyes
2. Bring Me Down
3. Lost
4. Forgotten
5. Daybreak
6. Just Want To Live
7. Step Into The Light
8. Coming Down
9. Can You Hear
10. Elevation

Product Description
Debut from the Liverpudlian indie rock quintet whose epic sound has them compared to Doves, Echo & The Bunnymen and the Cocteau Twins, whose Simon Raymonde produced the album.

sexta-feira, abril 14, 2006

CERVEJAS!!!

 


DESPERADO MAS
sabe a Nova Schin 2, aquela com mistura de tequila e limão? então, aqui foi um fracasso. Gosto de água com gás, misturada com tônica. Sumiu das prateleiras. POis lá em Paris me vi de cara com essa. Comprei um doritos genérico de pimenta (coitada da Lu) e parti pra essa franco-mexicana. Qual foi minha surpresa quando senti exatamente o gosto que esperava. Era meio doce, mas ainda tinha um gostinho de cerveja e tequila. Enfim, uma Ice de cerveja.
Bebi como água e logo depois voltei para a minha boa e velha amargona.
Experiências, como diria o chef. Tem que se experimentar!
Nota 8, pelo gosto de refrigerante. Posted by Picasa
CERVEJAS!!!

 


Café les deux moulins. O mesmo da Amelie Poulin.
Sentamos e ficamos um tempão vendo o lugar. bem diferente de como pensei. Sem o estilo "filme". Tava muito mais para um local de turismo, cheio de estrangeiros, e até, atrevo-me a dizer, meio decadente. Pedimos o maior copo que tinha lá. Uma titiquinha de 300 ml, se chegava a isso. A cerveja era a já conhecida 1664, da Kronenburg. Já conhecida porque foi dela que tomei na primeira refeição a bordo do avião com destino a Europa. Cerveja honesta, com um bom sabor e um pouco de amargor no fim. Uma lager típica, mas nada pela qual se deva ter calafrios numa noite de verão. Se começar a estipular uma nota... diria que passa com 7. Posted by Picasa

quinta-feira, abril 13, 2006

Para matar a saudade - This Train Terminates at Stanmore!!!!


Believe the Hype

Sei que não vou ser o primeiro a falar deles. Na verdade, posso ser mesmo um dos últimos. Coisa que, para quem sempre buscou falar de coisas novas, não é comum. No entanto, o Arctic Monkeys merece estar aqui. Mesmo atrasado e com todo hype em cima deles. Mas acredite, todo o hype, dessa vez, tem fundamento. O que se escuta no primeiro disco dessa banda, formada por ingleses de mais ou menos 20 anos, é uma urgência típica da juventude. Uma catarata de sons. Pesados. Tensos. Graciosos. Soam exatamente como uma banda que não esperava estar em uma página de revista no Brasil. Mas estão.
A despretensiosidade, e as boas músicas, os colocaram no topo do mundo em pouco tempo. E de lá, ainda assustados com tamanha popularidade, o Arctic Monkeys vibra. Em “Whatever People Say I Am, That's What I'm Not”, o peso do rock anda lado a lado com a facilidade do pop. Dos primeiros acordes de The view from the Afternoon, sua primeira faixa, até o silêncio inalterável após a última nota da última música, o que acontece a sua volta parece não importar. É. É assim mesmo. Talvez por isso eles mereçam estar aqui. Ou talvez esse disco seja bom o bastante para dobrar o mais orgulhoso dos críticos.



Aqui antes
Da janela do avião, tudo o que via eram nuvens. Muitas nuvens. Isso quando não estava dentro de uma delas, o que não me possibilitava enxergar muito além do meu nariz. E foi assim que cheguei na terra dos Leprechauns, dos trevos e dos pubs. Muitos pubs.

Corre o boato que os irlandeses são os brasileiros da Europa. Tirando a falta de jeito para o futebol, poderiam até ser mesmos. Têm um gosto muito particular para o sorriso, para a conversa e para o jeitão tropical de levar a vida numa boa. A Irlanda, amigos, não é um país sério, poderia dizer o General de Gaulle. Mas eles o são. Sérios principalmente quando o assunto é bebida. E eu, com uma pequena disfunção hepática recém diagnosticada, fui para lá lavar a alma antes de dar um tempo no etílico. Não poderia ter escolhido um lugar melhor. Em todo lugar que se olha, a rainha das cervejas está presente. E ela, ao contrário das nossas loiras geladas, é uma morena quente. Placas e pubs carregando a marca da Guinness existem aos borbotões, como se uma fonte inesgotável dessa maravilha estivesse no meio de uma praça, para os sortudos irlandeses. Enfeitiçando cada passo, tornando sua estada no lugar uma experiência inebriante. Um tornado em sua cabeça deixando tudo sempre mais leve. Dublin é assim. Uma cidade com, pelo menos, 5% de graduação alcoólica no ar.

E desse jeito, sempre meio alegre, se vai andando para todo lugar. Visita a fábrica da Guinness, a fábrica do Jameson, a fábrica do Bailleys. Compra uma camisa verde, com o trevo símbolo do país, tenta entender o celta, a língua deles de verdade, e se rende ao hambúrguer nada diferente do Supermac’s. De repente, você se vê irlandês. Não consegue sentir falta do sol, das mulatas, das pernas de fora. E se torna mais um. Começa a não gostar de espanhóis e ingleses cambaleantes, paisagem típica. Começa a ter um pouco de ciúmes de sua cidade, antes tranquila, mas agora invadida por turistas acidentais, aproveitando o preço baixo das coisas. Apesar de, para brasileiros, o “barato“ ainda ser em euro. Começa a ter o seu pub, aquele que você frequenta diariamente, nem que seu diariamente valha por apenas dois dias.

Entender esse local, essa cultura, faz parte de uma experiência maior. Parte do gosto pela cerveja, para o gosto pela música, sempre da melhor qualidade e em qualquer lugar. Seja nas ruas, onde artistas se apresentam em busca de trocados, seja nos restaurantes, onde a música ambiente passa longe da muzak, mas se aproxima maravilhosamente do que de melhor as Ilhas Britânicas têm para nos oferecer. Como Bowie, Beatles e Oasis, só para citar os mais conhecidos. Mas são os não conhecidos, aqui no Brasil, que mantêm o nível musical sempre próximo da perfeição. Claro, pode ser efeito da cerveja, que nos pubs é sempre intercalada com um shot de whiskey (com E mesmo). Ou pode ser o ótimo gosto que os danados realmente têm pela vida. Ou ainda o nacionalismo que emana de cada esquina e, muito diferente da patriotada americana, é simpático e convidativo.

É com essa leveza de espírito que Dublin se firma como uma cidade feita, principalmente, para amigos e para um ótimo bate-papo regado por sua estupenda cerveja e música. Só falta agora eles gritarem pentacampeão.

domingo, abril 02, 2006

 

Sessão Finesse - parte 2

Como sou muito fino, minha espera no Aeroporto de Paris foi regada a ...
Perrier. Bom, tem gosto de água. Como qualquer água tem, até mesmo a da pia. Mas ficou bonita na foto. Metido eu, né? Posted by Picasa
 

Como sou muito fino, fui até Paris para poder pedir um LE big mac. Acompanhado de uma bela cerveja.

hahahaha
Tarantino na veia!

:) Posted by Picasa
 

Tem vista mais clássica de Paris do que a Torre vista da Trocadero?!

Não tem, né?
por isso divido essa daqui com vocês. Posted by Picasa
 


Um pouco de Paris para variar. Esse aí é um pouquinho de mim, em frente ao Louvre.
para chegar lá é fácil. Pegue o metrô (se ele não estiver em greve) e salte na estaçào Concorde. É na Praça da Concórdia, em frente ao Obelisco do Napoleão(viram, nào é só o Rio que tem Obelisco do "Napoleão" César Maia).
A partir daí, entre nos Jardins Tulleries (ou algo assim) e ande. Mas ande mesmo, com vontade. Lá no final do lindo jardim tem o Louvre. E um pedacinho da minha cara.
hehehe Posted by Picasa

sexta-feira, março 31, 2006

 


Mais uma foto da viagem. Como o fotolog nào funciona...
Isso é na Normandia, em Longueville Sur Mer. Ou algo assim.
Eram 4 pillboxes (como eles chamam esses "bunkers para canhões"), todos com suas armas. Hoje em dia, só duas continuam lá. Enferrujadas, mas ainda assustadoras.
Esse daí disparava 6 tiros por minutos, era operado por dois soldados(um "navegador" que coordenava a direção do tiro e o puxador de gatilho), que eram revezados a cada 20 minutos, pois o barulho era tão intenso que depois desse tempo, os soldados começavam a ficar abalados e perdiam a "pontaria".
Lindo. Lindo. Posted by Picasa

quarta-feira, março 29, 2006

pronto. acabou.
Estou em casa, descansado, ainda um pouco torto por causa do fuso horario e da micro cadeira da Air France.

Os ultimos dias foram de compras intensas. hehehe
vimos qu4e Paris é muito caro, comparado até com Londres e suas libras fabulosas. E Paris realmente é uma beleza de cidade. O que estraga ela é quem mora lá. Nào que os franceses sejam desrespeitosos ou rudes como disseram. Longe disso, todos eles foram muito legais e, se não amistosos, eram diretos. Mas nunca os achei grossos, em geral.
Turista é o que faz Paris andar. tudo é para eles. A quantidade de lojas com souvenirs não está no gibi. Tem de tudo, desde imã de geladeira a bijuteria.

Bom, a viagem de volta foi tranquila. Mas fiquei algo em torno de 29 horas sem um banho, de um lado para o outro. Não dá para aguentar. mesmo. Chegamos em Vix, fomos direto pro chuveiro. Depois abrimos as malas e tentamos arrumar a confusão de coisas. Tinha lembrancinha que nem eu lembrava. hahaha

***

resumindo, a viagem foi assim:

Saimos de Vitoria de manha, rumo a Sao Paulo. Troca de aeroportos e espera de mais de 8 horas. Embarque para Paris, finalmente. Viagem tranquila. Com direito a filme indicado pro Oscar e tudo mais. Chegamos a Paris debaixo de chuva. Mudamos de terminal e fomos para Dublin, direto. Sem nem pensar em ver nada de Paris.

Dublin tem um aeroportio bonitinho. A cidade toda é bonitinha, sabem. Nada que dê aquela embasbacação para turista, mas que valeu cada segundo para mim (pombas, é A casa da Guinness). Muitas atrações legais para se ver, coisas legais para se fazer e uma chuvinha que teimava em cair quase todo dia na hora do almoço. Primeiras cervejas? Guinness e Newcastle Brown Ale.

visitamos uma prisão, uma loja de roupas, a Tower records, andamos por quase toda a cidade e nos perdemos faltando 15 minutos para fechar a entrada da fábrica da Guinness. Chegamos a tempo, visitamos as instalações sagradas,bebemos vendo Dublin por inteira. Fomos ao Museu de Arte Moderna. Lindo o museu. As exposições legais, mas nem tanto. Fomos a uma prisão do começo do século. História Irlandesa. Pubs e Pubs. Tentamos nos fazer entender: impossível. Irlandeses não falam inglês. AQUILO não pode ser inglês. Andamos por ruas onde bandas tocavam, onde turistas se esbarravam, onde escoceses invadiam cada bar, fazendo algazarra e tocando gaita de foles (isso aconteceu MESMO). Era um jogo da liga das seis nações de Rugbi. É, também NUNCA ouvi falar. Mas enfim, valeu pra sentir que os escoceses tocam o horror mesmo. Comprinhas de discos, comprinhas de copisas, comprinhas e comprinhas. Mas não muito, porque a viagem está só ocmeçando e precisamos poupar o dinheiro. Claro, claro.

Entào, vamos para Londres? vamos. Mas e a imigraçào? acho que vai dar tudo certo, nào deu?!
Ué, sem imigraçào?! Sim. De Dublin p/ Londres, via Stansted não teve imigração. Andamos num avião de plástico. Cadeiras de plástico, água a 2 euros, chá com leite. Bem-vindo à Ryanair. Stansted agora, longe da cidade. Olha o trem. Olha a neve. NEVE?!
é. lá fora. Nào dá pra ver direito, nào dá pra tocar direito. mas é neve, tá.

Londres. Liverpool Street Station. Meu Deus e agora?!
Fernanda vem em nosso socorro. Somos resgatados, compramos nossos passes e viva Londres. Festa de chegada, pub. Não tantos como na Irlanda. Não tão clássicos como na Irlanda. Em vez de um corredor onde tudo é meio apertado,meio escuro, em Londres, os pubs sào maiores. Coisa de cidade grande. Hum... pode fumar em Londres. Em Dublin era proibido. Tinha sempre um no frio fumando. Em londres fico fedendo a cigarro. Tudo bem, desce mais uma. Quero aquela dourada. Nào é cerveja? é cidra? Então é ela mesma. Champagne doce. Gostosa a danada, pesada a danada. Todos alegres a cantar. Que tal subirmos pro segundo andar?
Ainda é nossa primeira noite? Segundo andar tem uma festa de 21 anos... Deixa, lá tem DJ. Toca Oasis, Blur, Pulp, Arctic Monkeys e todos parecem conhecer essas coisas. As inglesas bebem e ficam completamente loucas. Dizem que é daí pra cama. Boa idéia. Vamos embora que amanha ainda é só o segundo dia.

Vamos pra Picadilly Circus. Olha a fonte. Olha o Burguer King, olha a ....
MEU DEUS. Olha a Virgin!!!
Entra, entra, vamos entrar!!

Rock/pop. é isso que sou em Londres.
Independente. é isso que sou em Paris.
Bêbado. É o que sou na Irlanda.

andar, andar, andar. Olha a roda gigante. Gigante mesmo. Ah, é London Eye.
E esse Big Ben, todo pomposo, do lado desse parlamento metido a besta?!
Vamos andar que o dia tá frio. Parada pra um chá, sempre com leite (acostumei, gostei). Frio, que frio. O Imperial War Museum é aqui perto. Vamos lá?

Fomos e passamos a tarde toda. E ainda faltou dois andares. esse é meu Louvre. Experiencias em trincheiras (WWI) e durante um bombardeio em Londres (WWII).

Precisa mais? Precisar não precisava, mas ainda teve milhares de outras coisas. Notting Hill, Portobello road, Camden Town (e o momento de loucura com CDs e botas), Carnaby Street, Hampton Court, Abbey Road, Hyde Park, Chelsea, Buckingham, tudo, quase tudo. Cadê o curry? Hum, esse é o restaurante indiano. Muita, mas muita pimenta. Quase nenhum sal. Cerveja Cobra. Indiana. Legal.

Temos mesmo que ir? tava tão legal. Todos tão legais com a gente. Impossível descrever todos os dias, todas as horas, todas as coisas. Desde a maçã no parque ao Kit Kat pelas ruas depois de algumas horas de andadas. Entra no metrô, pega o ônibus, salta no segundo ponto. Mind the gap, mind the gap. This train terminates at Willesden Green!

Vôo, Paris. Carro, estrada, pedágio. Roda, roda. tem hotel? cade hotel? come aqui? come ali? ta tarde. Ufa. Olha o Hotel ali. Vamos comer Kebab. sanduiche arabe de carneiro ou frango com molho de alho, cebola, tomate, alface...
dormir. Achamos o outro hotel. Fórmula 1!
Barato do lado de um supermercado.
Perto do Memorial da Paz. Vamos a ele? lindo, lindo. mais WWII. Agora, aqui. Do lado. Amanhà tem passeio. Olha a lojinha do museu. Meu Deus!
De volta para o Hotel, ao lado do supermercado.
É hoje!
Vinho, quiejo, croissant. Que noite. amanhã não como.
comi. chocolates, biscoitos, madalenas... vinho, cerveja belga. Fotos, fotos.

Um dia na Normandia. Andamos de carro, sofremos com o frio. Mas nenhum tiro foi disparado. Bom. Ótimo. Ainda tem ficha para cair. Queria mais. Mais tudo. Tudo de novo.

Vamos para Paris hoje? Vou dirigir pelas auto-estradas de lá. 130 por hora o tempo todo. E dentro dos limites permitidos por lei. Sem multa, 20 euros de pedágio. Disquinhos no som. Paris. Trem, metrô, mendigos, manifestaçào (uma, pequenininha, na estaçào de metrô). Desbunde. Louvre. Mona Lisa. Torre, pânico a sei lá quantos metros do chào. Parque, Darth Vader, exposição Star Wars, Yoda. Praças, várias delas, de todos os fomatos, de todos os tamanhos. Água benta em Notre Dame. Em Magdalena. Em Sacre Coeur. Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo. Amém.

Obeliscos, estátuas, muito dourado nas estátuas. Lugar pobre, lugar rico. Gente que olha. Gente que vê. Escadas, escadas everywhere. 15graus C. Quente, né?
Andar a toa, totalmente a toa. Comer baguete de suvaco. Sandwiche baguette thon, oeuf et crudités. Meu mil folhas com bastante creme, por favor. Últimas guinness, elephants, desperados, Kronenburg, Amelie Poulin, vamos embora. Agora.
Tchau, que nào quero mais você, ingrata. Cidade estranha.
Quero tudo o que deixei pra trás. Uns acham que no Brasil, outros em Londres, talvez até Dublin. Mas não deixei nada pra trás, não. está tudo a frente. Sempre.

Até mais ver, minha gente.
Até mais ver.

Café? nào. Chá? Nào tem?

sábado, março 25, 2006

ooooooooooooooooi.
paris dia - andar e subir escadas.
paris noite - guinness e internet

***

historias engracadas da viagem.
Eu, bem feliz aqui no Macdonalds de Paris, tentando arranhar um frances medonho (depois mostro pra voces) e o caixa me disse, pode falar em ingles (disse em ingles, obvio). Pronto, eu, todo cheio de confianca fui e mandei:
"EU QUERO UM ECSBURGUER!!!"

CARALHO... traduzi xburguer ao pe da letra. Foi ridiculo... o cara olhou pra mim, eu olhei pra ele, uma mulher atras de mim riu e eu tive que rir junto.
depois pedi o cheeseburguer, mas o estrago ja estava feito. hahahaha

ainda volto pra la e peco um LE big mac, em frances mesmo, so pra tirar onda.

***

E na torre Eiffel, eu falando pra Lu:
"como eh que se diz TOP FLOOR em ingles mesmo?"

***

E a passagem subterranea aqui em Paris, que levava da Place Vendome ate a Opera? (so pra constar, eh um baita pedaco de chao). Como estava chovendo, pensamos, nos demos bem. E entramos no tal subterraneo. Acreditem, era so a entrada para o estacionamento da cidade. Nada de tunel subterraneo para turistas fugirem da chuva.
hahahahah

***

Essa ainda nao contei. Nosso ultimo albergue tem uns seis andares. ficamos no quarto andar. Adivinhem? nao tem elevador. Eh uma escada sinistra. faz o coracao querer pular boca afora.Imaginem subir isso depois de andar 1 dia inteiro (inteiro mesmo, pelo menos umas 8 horas). Eh demais. Ate emagreceria se nao fosse pelas cervejas... Mas deixa que ai no Brasil faco o trabalho sujo de deixar a loira (aqui eh morena) de lado. Claro, depois de fazer varias festas de boas-vindas, regadas ao que o Brasil tem de melhor (brahma, mesmo!!)
hahaha

***

Bom, la se foi o tempo. bjos pra todos.

sexta-feira, março 24, 2006

ei...
como a audiencia ta boa, vou escrever de novo.
Na verdade, eh a saudade apertando de verdade. e a internet e os comentarios de voces eh como um abraco, um aperto de mao, um momentinho de convivencia com todo mundo que amo de verdade.
Eh, vou parar de beber guinness na frente do computador.
hahahaha

***

A internet eh meio cara aqui no albergue. Mas ta tudo bem.
Hoje lembrei o nome da cerveja tcheca eh Staropramen.
E provei uma mais ou menos (bem forte, com 7.2%) da Carlsberg. O nome dela eh ELEFANTE!!!
HAHAHAHA

tudo a ver.

***

O Jantar foi comida vietnamita. Uma mistureba de sabores. Salgado, meio doce, meio apimentado. Almoco?
AH, foi uma baguete la no Louvre.

LOUVRE?!?!?

Eh sim senhores.
O maior museu do mundo deu uma canseira em mim e na Lu. Lembrava da minha Tia BT o tempo todo. Estava la meio que por causa dela, de todo o tempo que ela gastou me colocando no mundo das artes. Vi a Mona Lisa, vi a Venus de Milo, vi o Codigo de Amurabi... Coisas de outro mundo. O museu eh lindo, MONSTRUOSO!! MUito grande. passamos 5 horas la dentro e nao vimos nada. Ainda faltaram pelo menos, metade das coisas para se ver.

Mais ou menos (bem pra menos) como o Memorial da Paz em Caen. CARALHO! que museu. eh 2 guerra na cabeca!!! O tempo todo, tipo pau dentro mesmo. E fizemos um passeio pelos principais pontos da Normandia. So uma palavra: fascinante.
Pode duas?
Assustador.

Milhares de fotos, filminhos, (valeu demais pela camera, Nana e Tourco), e bugingangas.

***

POr falar em bugingangas, depois do Louvre fomos na torre eiffel. Cara, sofri. Nao sabia que tinha medo de alturas. devo estar ficando velho mesmo.
Sempre adorei o pao de acucar, coisas altas e tal, mas de uns tempos pra ca, essas "aventuras" nao me descem. Fomos ao topo da danada (se tivesse como, colocava uma foto aqui).
Uma so coisa: Ivanilde, NUNCA va a Torre Eiffel.

tremi na base. Mas foi lindo demais. Eh um experiencia de verdade. daquelas de se levar para sempre. Como disse pra Lu hoje, antes de ver a Gioconda:

"voce sabe que as nossas vidas vao ser marcadas para sempre com essa experiencia. Eh antes e depois da Mona Lisa".

Dito e feito. Essa viagem marcou mesmo.

***

Outra coisa legal. Paris eh uma cidade cheia de igrejas, catedrais e afins. Estou ate me encontrando um pouco no meio de tanta fe (imaginem quando eu for ao vaticano). Mas serio, penso muito em familia, amigos, casa...

Nessas visitas, sempre eh hora de dar uma respirada e seguir adiante.

***

Metade do tempo ja foi e eu aqui... ai deve ser umas 6 da tarde. aqui umas dez da noite.
Vou ver como anda o Botafogo. Ah, por falar em Botafogo, hoje vi um cara com a camisa do Botafogo na saida do Louvre. Isso e um casaco da Inglaterra. Ia ate me achegar, bater um papo, mas o danado do Brasileiro se meteu a escalar uma parede dessas do lOuvre, cheias de partes pra se apoiar e bater uma foto la em cima.
E tome todo mundo olhando pra ele. Fiquei ate com vergonha. hahaha
Nem cheguei perto. E ainda tive que falar: Brasileiro, nao tem jeito.

hahahaha

Bom, tenho milhares de coisas pra falar, mas pouco tempo pra escrever. Eh isso, minha gente. terca-feira, la pelo meio-dia devo estar em casa. se alguem quiser me ver...
:)

Para o pessoal do Rio, logo logo, depois da minha chegada devo mandar um sedex com umas besteirinhas, ta?
voces merecem.

bjs a todos. To quase ai (eh, a saudade aperta de verdade!)

quinta-feira, março 23, 2006

ei voces...
estou em Paris.Ja passei pela normandia, mas agora que nao tenho as facilidades de um computador na casa de uns amigos...
ja viram, ne... Nada de fotos.
Mas talvez seja melhor porque voces podem ver as imagens que quiserem em suas mentes.

Bom, vamos la...
Londres foi... Londres.
CIDER (cidra mesmo, mas irlandesa) aos montes, guinness aos borbotoes e muitas, mas muitas marcas de cerveja. Vamos escrever algumas delas para voces nao se esquecerem (nem eu, que vivo meio alto aqui. hahahahah)

Teve uma chamada Old Speckle Hen (que na verdade eh uma bitter, assim como a PIA, que tambem provei)
teve uma da republica tcheca chamada popularmente de Star, mas que se chama starpramonen, ou algo assim.
Teve a 1614, francesa, na vinda e aqui na franca, no MACDONALDS(sim, eles vendem cerveja no Macdonalds.)!!!
Teve a Cobra, uma indiana, teve Guinness, de todos os tipos e formatos e uma Skol, feita pela Carlsberg, chamada Super Skol, com uma graduacao de mais de 9%. Depois fiquei sabendo, era uma cerveja de bebados e desabrigados (mendigos, se preferirem).

Bom, comi comida indiana. Pelei a boca com a pimenta, mas ja sinto saudades dela.
COmi KEbab, o famoso churrasquinho turco de Sao Paulo, com aquele monte de carne num espetao enorme... meio esquema, mas da pra matar a fome. Fui na Virgin, varias vezes, na HMV, na Tower Records... e em cada lugar desses me lembrava de alguem e me sentia chateado por nao ter ganhado na mega-sena para comprar um baita presente para cada um. Mas tudo bem. tentarei levar um pouco dessa viagem para cada um de vcs.
Nem que seja vendo as fotos la em casa, tomando um vinho brasileiro, porque de vinho frances eu ja estou de saco cheio, e tambem custando so um euro, tinha que estar de saco cheio mesmo!!
HAHAHAHAHAHA

Sentindo o fim da viagem ali na frente, batendo na porta, comecei a correr atras de guinness mais loucamente.
Aconteceu aqui, agora, no albergue de Paris. Todos tomando vinho, fazendo carao, e eu abrindo sonoramente uma latinha de guinness e atraindo toda a atencao para mim. hahahaha

Hum...
Bom, prometo chegar logo ai.
Kalunga, hj, na Virgin de Champs Elises (sei la como se escreve essa porra), vi uma secao so de industrial GIGANTE. TInha tudo...
E a parte so de boxed sets? O caixaozinho do Misfits por miseros 80 euros?
ou TODOS os discos do VElvet Underground por 54 euros? ou ainda o Weird Tales of the Ramones (morra Paulinho) por 58 euros?
E olha que aqui em Paris o cd eh caro, viu...

Eh, acho que esta bom por hora. Londres eh cinza, toda igual o tempo todo. Paris tem cores, sujeira e parece muito o Rio. O clima aqui eh meio de guerra civil. Mas sem os traficantes e o exercito nas ruas.

Nota da Lu
(Mas ja estao produzindo os espertinhos e os pedintes de Salvador)

Um bom comeco de adaptacao para a volta ao Brasil. Ja temos espertinhos, pedintes, sujeira e pichacao. So falta o calor.
Mas isso eu deixo prai, com umas brahmas, pra gente deixar o papo rolar.

FUi

quinta-feira, março 16, 2006





Ultima de hoje.
a CLASSICA visita a fabrica da Guinness.
Meu figado agradece!



Comida Chinesa em Camden Town. ALmoco pra DOIS por 3 pounds.
cds para um por ... 40.
putz, total descontrol.


Aqui tocava Iron Maiden o tempo todo. e tinha capixabas e cerveja nem tao gelada.
COnclusao?

Estamos na Lama.
oi. ainda em Londres. ate segunda. vendo bom dia Brasil da Record, na hora do almoco na Inglaterra.
Andando e bebendo por essa cidade. Comendo comida indiana, turca, polinesia, enfim, tudo menos comida inglesa. Existe comida inglesa?!?!

Bom, uma coisa muito maluca aqui sao os banheiros dos Pubs. Ontem fui em um chamado Cheers que era identico ao pub do seriado americano de mesmo nome. Fui ao banheiro e um cara la dentro, empregado do pub abriu a torneira, espirrou o sabao liquido na minha mao e me deu uma toalha de papel para enxugar a mao. So faltou balancar o bicho, mas ai seria demais.

Depois ficou com aquela cara de me da um dinheiro ai...
hahaha

Falei que nao percisava de nada daquilo e pedi desculpas.. Sou brasileiro. E ele...Roberto carlos, ronaldo, football... Ufa. salvei umas libras gracas ao nosso scretch nacional.

E o pior eh que tinha tic tac, milhares de perfumes diferentes e ainda pirulitos.
Imagina pagar e nao usar um perfume ou levar uns pirulitos pra casa. hahahaha

****

Chinatown tem uns letreiros bem bonitos. Mas sabe o que eh realmente estranho?
Ver uns patos assados inteiros pendurados nas vitrines dos restaurantes, junto com uns pedacos de carne, como se fosse um acougue.

***

Ah, e a pre-estreia de instinto selvagem 2, enquanto eu passava pela leicester square? Olha la, eh a Sharon Stone? Nao sei... Se ela cruzar a perna, da pra saber.
:)

***

Bom, tenho que ir encontrar a Luciana la no Brit Museum. De manha ela foi fazer o passeio a pe (o walk tour) dos Beatles. Eu fiquei em casa, tomando cha com leite e tentando me recuperar de uma dorzinha chata de garganta...

Beijos proces.
Paulinho separa a onca.
Tem encomenda de Londres para vc.
Mas so vai ver quando eu estiver ai.
hahahahahaha

segunda-feira, março 13, 2006



Um presente das tropas russas para os ingleses.
O que eh isso?
Nem sei, mas estava no Reichstag.
O que eh o reichstag?
ah, va ler um livro de historia...
hahahah


Essa eh a reacao tipica.
Afinal, estou no meio da Picadilly Circus, na frente da VIRGIN MEGASTORE, prestes a entrar la.
E NEM COMPREI NADA. AINDA!!!


nao tem jeito, somos todos irlandeses...


ei...GUINNESS ANYONE?
Paulinho, Dublin eh o pubs paradise.
esquece londres. QUer dizer, esquece, nao.
mas pra birita, dublin eh o que ha!
a unica diferenca eh a quantidade de marcas que existe em londres, nas lojinhas de conveniencia...
Mas os pubs de Dublin...
juro que vi a galera toda sentada la, umas tres vezes, enchendo a cara de Guinness e rindo pra caramba.
Somos todos irlandeses...

domingo, março 12, 2006

ei, ei, ei.
to em Londres.
E dai, ne?
dai nada. E legal, bonito, frio, cinza e so toca musica boa. coisa que percebi desde Dublin. Cidade, alias, que mora no meu coracao. Sou irlandes de coracao pra sempre. Se querem saber, mais ate do que ingles. hahaha
Mas tenho mais 8 dias deLondres. E muitas aguas vao rolar.

Quanto a musica, eh coisa boa o tempo todo, na radio, nos pubs, na rua (isso mesmo, no meio da rua)... So para vcs saberem, Johnny Cash aqui eh rei. Eh o momento dele. Ele esta em primeiro lugar nos discos mais vendidos e em Dublin aconteceu de uma banda tocar, em um pub, uma musica dele no meio de umas musicas celtas/rock.
Foi um momento. Uma guinness na mao, Johnny Cash sendo tocado, na Tv do Pub, um belo jogo da Copa dos campeoes numa tela de plasma...

Imaginem se isso nao poderia ser identico para todo o resto da minha vida?

***

Bom, Guinness ja e uma constante. Eh todo dia. toda hora. Tomo cerveja todo dia. Hoje foi uma Stella Artois. Amanha, uma Becks, depois uma fosters ou uma Newcastle Brown Castle...
Sao tantas marcas que so morando aqui mesmo.Ai meu figado. Depois de 3 dias em Dublin descobri que nao tinha bebido agua. So cerveja e cafe/cha/chocolate quente.
Ai, pra matar a vontade, matei logo uma garrafinha de agua.

***

shows?
pode escolher.
Tem Black Crowes, tem The Animals, tem Buzzcocks, tem Liars, tem Dead 60's, tem milhares de coisas o tempo todo. Afinal, Londres ferve de verdade. Tem tudo pra se fazer o tempo todo. E tem uma tal de Cider (nossa sidra dai, acrescida de um know how europeu) que eh do cacete. Desce igual agua... E os whiskys?
Uma garrafa de BLACK? 30 euros. Uma de Daniel's? 16 libras...

***

Virgin Megastore hoje. Nunca me senti tao oprimido em minha vida. Tudo, ou quase tudo, para comprar. O Nowhere do Ride, so 5 libras. E esse eh so um dos classicos que aparecem por aqui o tempo todo de bobeira, por esses precinhos ridiculos pros caras daqui. Mas que pra gente eh caro pacas...
um Ipod 60 Gb,video, e tudo mais? 299 libras.
Agora imagina um Ipod desses a 299 reais ai no Brasil?
putz...
Mas o mundo ainda nao eh perfeito.

***

Saudades das cores do Brasil. De verdade. Da comida colorida, dos produtos, do nosso pao (acredite, nosso pao de forma da de 10 a zero nos daqui...).
Para constar: Londres eh um lugar para se trabalhar (muito) c0mprar tudo, ver todos os shows e sei la, conhecer o mundo todo. Londres - NY? 250 libras.
Londres - Dublin? 20 libras...

Coisas para se pensar...
Bom, preciso ir dormir.
Fotos?

www.fotolog.com/craddie

quinta-feira, março 09, 2006

ei, pouco mais de 5 minutos no web cafe de dublin, sem acento!
continuem me visitando, quye sempre que puder vou escrever aqui alguma coisa.
Dublin e pequena, bonitinha, fria (em todos os sentidos) e bebada!
O albergue nao e nada demais mas por 13 euros a diaria com cafe da manha esta tranquilo.
2 francesas, 2 ingleses e deus sabe mais o que estao la no quarto!!!
se quiserem saber mais detalhes, visitem o blog da Lu que escreveu bem mais que eu!!
o endereco e psicodog3.blogspot.com

bjos proces!!

terça-feira, março 07, 2006

ei,estou aqui.
Calma, Guarulhos ainda, esperando dar a hora de colocar as malas pra dentro do avião.
A viagem, de vix pra SP, foi tranquila.
Como não ganhei a promoção da ESPN, volto no dia marcado mesmo. hahahaha

Sem muitas notícias ainda. sem fotos. Quer dizer, duas fotos, mas nem dá pra colocar.
AINDA.

bjos

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

The Past and Pending (The Shins)

As someone sets light to the first fire of autumn
We settle down to cut ourselves apart.
Cough and twitch from the news on your face
And some foreign candle burning in your eyes

Held to the past too aware of the pending
Chill as the dawn breaks and finds us up for sale.
Enter the fog another low road descending
Away from the cold lust, you house and summertime.

Blind to the last cursed affair pistols and countless eyes
A trail of white blood betrays the reckless route your craft is running
Feed till the sun turns into wood dousing an ancient torch
Loiter the whole day through and lose yourself in lines dissecting love.

Your name on my cast and my notes on your stay
Offer me little but doting on a crime.
We've turned every stone and for all our inventions
In matters of love loss, we've no recourse at all.

Blind to the last cursed affair pistols and countless eyes
A trail of white blood betrays the reckless route your craft is running
Feed till the sun turns into wood dousing an ancient torch
Loiter the whole day through and lose yourself in lines dissecting love.

sexta-feira, janeiro 27, 2006

Sunday
12/03/06
19:00
Monster Magnet Astoria
London
UK
Tickets on sale now


Acho que esse é o único show que presta enquanto eu estiver em Londres.
UM, eu disse UM, DIA depois que for embora rola BLACK CROWES...
Caralho, preciso me mudar para o mundo.

domingo, dezembro 25, 2005

Uma paixão:

O time que tinha Didi, Amarildo e Zagallo, mas só era campeão porque o ônibus entrava de ré no maracanã;

O time de grandes ídolos que nunca foram campeões (Mendonça, Heleno, Alemão, Dirceu, Marinho Chagas, entre outros);

O time que viu o Vasco dar volta olímpica com uma caravela na cabeça, para depois perder o título, no campo e no tapetão (1990);

O time que impediu o flamengo de ganhar o único título que faltou em 1981 (o brasileiro);

O time daquelas horrorosas e lindas meias cinzas;

O time das estrelinhas amarelas que sumiram no novo milênio;

O time do Mendonça, que jogava de camisa 8 e short 13, para dar sorte;

O time da gemada do Carlito Rocha;

O time campeão carioca de 1997, em cima do Vasco, futuro campeão brasileiro daquele ano;

O time campeão carioca de 1989, em cima dos futuros tetra-campeões mundiais (Jorginho, Aldair, Leonardo, Zinho e Bebeto), mais o Zico e o Telê;

O time que, apesar de grande, não tem um lateral-esquerdo decente desde Rodrigues Neto (1978);

O time do Mané e seu compadre Nilton;

O time da vitória dos reservas sobre o flamengo de Romário e Sávio;

O time que atropelou o expresso da vitória do Vasco, em 1948;

O time dos 100 mil contra o Juventude, uma tragédia anunciada, a cara do clube;

O time dos meninos do Largo dos Leões;

O time daqueles que choram de alegria e riem da própria desgraça;

O time que tinha Garrincha, mas foi campeão carioca de 1962 porque jogou com camisas de mangas compridas em dezembro, para dar sorte;

O time recordista brasileiro de jogos invictos (52 jogos, entre 1977 e 1978, o time do camburão);

O time recordista de jogos invictos em campeonatos brasileiros (42 jogos, entre 1977 e 1978);

O time de maior número de jogadores cedidos à seleção brasileira em todas as copas;

O time tetra na década de 30;

O time da torcida de massa .... cinzenta! Olavo Bilac, Vinícius, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Clarice Lispector, Glauber Rocha, entre outros. Que linha!

O time do Túlio Maravilha, fanfarrão, debochado e, acima de tudo, herói;

O time de tantos craques;

O time do pênalti defendido pelo Max contra o Náutico na série B (2003);

O time de Paulinho Valentim e dos 6 x 2 no pó-de-arroz (1957);

O time de Sério Manoel, mais herói em 1999 do que em 1995;

O time da incrível derrota garfada no carioca de 1971;

O time Robin Hood, que ganha do flamengo e perde do Madureira;

O time da torcida que mais canta o hino em seus jogos;

O time do hino mais bonito do mundo (o américa que se dane!);

O time do Paulo Azeredo, Estelitta e Saldanha;

O time do falecido Mourisco;

O time campeão de 1097 e 1910;

O time conhecido como glorioso;

O time da maior goleada da história do futebol brasileiro, 24 x 0 sobre o Mangueira (1909);

O time do Eliel, do Sinval e do Cléo (que Deus o tenha), que só foi campeão da Conmebol porque tinha um goleiro Bacana;

O time que o Beckembauer procurou na tabela do brasileiro, não encontrou e achou um absurdo toda aquela tradição ter sido rebaixada para a série B (2003);

O time do seu Emil;

O time Cazuza, que foi ao inferno e voltou, várias vezes, a última em 2004;

O time que sempre viveu entre o céu e o inferno (Sérgio Augusto);

O time que, vestindo a camisa do Brasil, rabiscou a Argentina, goleando por 4 x 1, com direito a um “olé” de 5 minutos no último gol (1968);

O time onze vezes seguidas campeão carioca de voleibol (1965-1975);

O time que foi o primeiro carioca campeão brasileiro de futebol (Taça Brasil – 1968);

O time que foi o primeiro campeão brasileiro de basquete (1967);

O time do Biriba;

O time que, nos pés do Mané, inventou o olé;

O time quase eliminado que voltou correndo de uma excursão para humilhar o flamengo no maracanã (4 x 1) e levar a Taça Guanabara de 1968;

O time do Carlos Imperial e do Sargentelli (saravá BOTAFOGO);

O time do Agnaldo Timóteo, que invadiu o campo e interrompeu uma partida para ensinar um pereba a bater penalti (1984);

O time da Sonja, que chorou e paramos de perder, até sermos campeões invictos (1989);

O time do bruxo Espinosa, que sonhou de véspera com o placar piscando: “CAMPEÃO CARIOCA DE 1989”;

O time do mago Nilton Santos que previu o gol do Maurício (por causa da camisa 7), quando atacamos para o lado do “gol do Gighia”;

O time que inaugurou o campo de General Severiano colocando um pouco de terra de todos os estados do Brasil;
O time da estrela d’alva;

O time que é o único no Brasil campeão de dois séculos – remo, 1899 e os demais títulos (falta um no novo milênio);

O time do barco DIVA, primeiro campeão brasileiro (remo – 1902);

O time que ficou 3 anos sem ganhar um clássico, e quando ganhou foi campeão;

O time que foi campeão da Taça Rio em 1989 sem volta olímpica, que acabou guardando para o título estadual;

O time do número mágico 21 (21 de junho de 1989, 21ºC, gol aos 12 m que é 21 ao contrário, o Mazolla, 14 cruza para o Mauríco, 7 etc);

O time do Luizinho Quintanilha, campeão de 1989, que botou a faixa de campeão (“CAMPEÃO CARIOCA DE 89”) ao avesso, e apareceu: “CAMPEÃO CARIOCA DE 68”, o ano do último título antes da fila;

O time campeão brasileiro de 1995, que lutou contra todo um Estado, o presidente FHC, o ministro Pelé, o governador Mário Covas, e todas as redes caipiras de televisão;

O time campeão de terra, mar e ar de 1962 (até o carioca de aeromodelismo!);

O time das inéditas 12 vitórias em 12 jogos na Taça Guanabara de 1997;

O time que nasceu com a vocação do erro;

O time que diziam, sempre foi zoneado, porque se melhorar, vira o fluminense;

O time Fênix, que volta das cinzas quando ninguém mais acredita;

O time que subiu de posto, indo de General para Marechal, e todo mundo chorou;

O time do Levir Culpi, que barrou o Almir para botar o Gedeil, e quase ferra a gente;

O time do Levir Culpi, já técnico do Atlético/PR, que torceu para o time dele não fazer um gol no fim do jogo, pois rebaixaria o meu time de novo, e a vitória paranaense não adiantava mais nada (2004);

O time do guerreiro Túlio, que abriu a cabeça, voltou, jogou com raça e chorou no fim do jogo na derrota para o Corinthians (2004);

O time que deu de 6 x 0 no flamengo (1972);

O time que levou de seis de volta (1981) e depois mais seis (6 x 1) no lombo (1985);

O time único que tem a palavra “perder” no hino;

O time do gol do Zé Carlos – o Zé Maluco, que valeu o título do Rio-São Paulo em 1998;

O time do Renato Sá, primeiro carrasco (78), depois herói (79);

O time do Sandro, que quebrou a porta do vestiário quando foi rebaixado (2003) e ficou para quebrar a porta de novo, quando subiu (2004);

O time do Montenegro, que trouxe a sede de volta e nos deu o brasileiro;

O time do Paraguaio, Geninho, Pirilo, Otávio e Braguinha;

O time de Rogério, Gérson, Jairzinho, Roberto e Paulo César;

O time do Puruca, do Perivaldo e do Petróleo;

O time do amor bandido, que tira muito mais do que dá para sua torcida;

O time do Aluísio, que amarrava cortinas por ordem do Carlito, para o meu time ganhar;

O time do Bebeto, turrão, cabeça-dura, mas um alvinegro apaixonado;

O time do velho Valdo, maestro em 2003;

O time do gol do Dimba (1997);

O time que tem como escudo uma invenção de Deus;

O time dos guerreiros Gottardo, Gonçalves e Galvão;

O time da alma, porque coração morre e apodrece, mas a alma é eterna.
oi
escrevi.

Duas coisas me fizeram escrever aqui hoje. Uma, a falta de sono. A segunda, hum... álcool.E essa segunda coisa vem me fazendo umas coisas estranhas faz uns dias. Umas tremedeiras, uns ensaios de crise, umas calmarias...
Enfim, acho que passou da hora de dar um tempo. Talvez até março, quando uma Guinness irá acabar de vez com a abstinência.
Será?

segunda-feira, dezembro 05, 2005

Set list: Last Exit, Do The Evolution, Save You, Animal, Insignificance, Interstellar Overdrive/Corduroy, Dissident, Even Flow, Leatherman, Given To Fly, Daughter, Don't Gimme No Lip, Not For You, Small Town, Down, Once, Go

1st encore: Soon Forget, Better Man, I Believe in Miracles, Blood, Kick Out The Jams, Alive
2nd encore: Last Kiss, Black, Jeremy, Yellow Ledbetter, Baba O'Riley


falar o que?
Foi lindo, emocionante pra caralho e faz MUUUUIIIITTTOOOO tempo não via um show com platéia e banda se curtindo tanto. Na verdade, tirando o Iron Maiden e o REM, não me lembro de nenhum show que chegue perto desse em matéria de cumplicidade. Sei lá, mais o que dizer. Foi um noite mágica.

terça-feira, novembro 22, 2005

Do you realize (tradução)
Composição: Flaming lips


Você se dá conta de que tem o rosto mais bonito?
Você se dá conta de que estamos flutuando no espaço?
Você se dá conta de que a felicidade te faz chorar?
Você se dá conta de que todo mundo que você conhece morrerá um dia?

E ao invés de ficar dizendo adeus, deixe-os saberem
que você se dá conta de que a vida é curta
E que é difícil fazer as coisas boas durarem
Você se dá conta de que o sol não se põe
É só uma ilusão causada pelas voltas do mundo

Você se dá conta
Você se dá conta de que todo o mundo que você conhece morrerá um dia?

E ao invés de ficar dizendo adeus, deixe-os saberem
que você se dá conta de que a vida é curta
E que é difícil fazer as coisas boas durarem
Você se dá conta de que o sol não se põe
É só uma ilusão causada pelas voltas do mundo

Você se dá conta de tem o rosto mais bonito?
Você se dá conta?

quinta-feira, novembro 17, 2005

Uma semana de atores. Uma semana de a toas.
Um dia de todos. Todos os dias.

Vai e vem, vem e vai,
acorda, dorme, come
corre.

Busca a saída, logo.
Tenta, mas quem tenta só é tentado a desistir.
Enfim, nos fomos. Todos.
Todos os dias, todos aos poucos.

É o que tem que se fazer,
sem ter o que fazer.
A não ser...
rezar e correr.

terça-feira, outubro 18, 2005

Com alguns anos de atraso, mas não o bastante para me arrepender de ter perdido o show, venho a público dizer:

Nine Inch Nails é foda!

Só posso dizer que o Fragile não pára de tocar. Escuto ele o dia inteiro enquanto trabalho.
De quebra ainda dou uma ouvidinha no Broken, e no With Teeth.

Trent Reznor pode não ter inventado o industrial, mas com certeza deixou ele muito mais fácil de se ouvir. E gostar.

sexta-feira, outubro 07, 2005

Uepa. Sexta tinha cara de nervosa. Como um rotweiller. Troncuda, mal encarada, rosnante e babante. Assustadora. Pois bem, em tempos de correria, pense em uma praia deserta, cocos gelados e eunucos te abanando. As coisas podem não se tornar realidade desta forma, mas seu rotweiller rábido pode se tornar um são bernardo babão. Se bobear daqueles que ainda trazem um barrilzinho de conhaque. Se acendesse um charuto eu nem teria vindo aqui hoje.

Na maioria dos casos a falta extrema de trabalho é uma temeridade. Não nesse caso. Por culpa dos Deuses, ou por dávida, fui o sorteado para ficar tranquilo nessa semana de tornados e tsunamis profissionais. E saio ileso, pelo menos até prova em contrário. São os ossos do ofício. Talvez uma compensação divina por ter me voluntariado a não ter férias coletivas no período de final de ano.

***

Projeto Califórnia começa a se tornar realidade. Há algu mtempo chegou lá em casa uma revista sobre lá, enviado direto da Secretaria de Turismo do nosso Gov. Exterminador.
Tudo, isso mesmo, nada menos que TUDO que preciso saber sobre a Califórnia está lá.

Se quiser visitar vinhedos, ok. Está lá no mapa de vinhos e comidas.
Se quiser visitar parques naturais, ok. Está tudo lá no mapa outdoors tourism.
Parques temáticos? ok.
Jogatina? Ok.

Entendam isso, tudo está lá. Até hotéis, seus preços e o mais.

Vou para fazer a costa, de San Diego até San Francisco. No meio tempo, um pulinho no Coachella Music Festival. Assim que tiver o roteiro fechadinho coloco pra vcs darem uma olhada.

terça-feira, outubro 04, 2005

O ar bate direto agora. Como pediram, abri a janela.
Está um pouco frio. De verdade, valeu até a pena. Só agora posso perceber o quanto o mundo parece vivo lá fora. O que me faz, cada vez mais, perguntar o que estou fazendo aqui?

A vida bate direto agora. Abri a porta como pediram.
O vento parece ter aumentado. De repente, pode ter valido a pena. O mundo que estava lá fora está agora a um passo de distância. O mundo, a liberdade, a vantagem da incerteza.
Aqui dentro deixo meus momentos, lá fora novos esperam por mim.

Tudo vem direto dessa vez. Abri meu coração, como pedido.
Vejo novas sombras, novas ondas de luz, novas vidas se abrindo. Tudo como conhecia antes parece ter se tornado obsoleto. Os valores, as conquistas, a história. Tudo novo, agora, parece muito mais. Até se tornar igual.

sábado, setembro 24, 2005

Em época de Disco...


Jason Forrest - The Unrelenting Songs of the 1979 Post Disco Crash



já, já baixando em um soulseek perto de você.

segunda-feira, setembro 12, 2005

Sei que não é fácil, eu mesmo demorei algum tempo. Mas a falta de ritmo/melodia junto com o desleixo com que canta, fizeram de Tom Vek um belíssimo disquinho para se ouvir andando de carro pelas estradas do Brasil. Descompromisso é isso aqui.

E quanto mais eu ouço, mais fico me perguntando se esse cara é ingênuo ou genial. Me peguei sussurrando genial umas três vezes, nesses últimos dias. Louco. Eu e ele. Um perturbado que faz música pop, principalmente para perturbados. Como eu.

quinta-feira, setembro 08, 2005

e quem diria, semana que vem tem festa...

Escola do Rock de volta, Centenário, sábado, 23.

Toco lá. No apagar das luzes. horário ingrato prum sábado, mas enfim, morro de saudades de tocar numa festa.

Pensando o set list - agora com Velox de volta.

Tem tanta coisa interessante...
Quero tocar Tom Vek, LH com Horizonte Distante, músicas dos Stripes, novas do Franz Ferdinand, System of a Down... Hum, estou meio MTV. Pare com isso, luis.
Cover de Magnetic Fields, tocado pelos geniais !!! (chk chk chk)
Hard-Fi, novidades do Ladytron, talvez bandinhas novas como Dogs, Editors e afins.
Se tiver que ser, será.
como agora no trabalho não tenho como postar, nem ver, nada por essas bandas, a colocação de material inédito se tornou um suplício.
Mas em casa, tentarei, como sempre, achar algo interessante para publicar.

Mas não esperem nada demais, não.
Falta saco, falta inspiração, falta jeito para a coisa.

é issaê.

sábado, setembro 03, 2005

21/10 - SEXTA

Tim Club - 20 horas - R$120

- Bob Mintzer Big Band
- Russell Malone & Benny Green
- Wayne Shorter Quartet

Tim Main Stage - 22 horas - R$100 mesas frontais e pista - R$80 mesas atrás

- Mundo Livre S/A
- Kings of Leon
- The Strokes

Tim Lab - 23 horas - R$70

- M. TAKARA 3
- Autechre
- Vincent Gallo

MOTOMIX - 1h da manhã - R$50

- Arthur Baker
- PERETZ
- Nego Moçambique

22/10 - SÁBADO

Tim Club - 20 horas - R$120

- SpokFrevo Orquestra
- Enrico Rava
- John Mc Laughlin: Remember Shakti

Tim Main Stage - 22 horas - R$100 mesas frontais e pista - R$80 mesas atrás

- De La Soul
- M.I.A.
- Dizzee Rascal

Tim Lab - 23 horas - R$70

- Lado 2 Estéreo
- The Arcade Fire
- Wilco

MOTOMIX - 1h da manhã - R$50

- KL Jay
- Cut Chemist
- Diplo

23/10 - DOMINGO

Tim Club - 20 horas - R$120

- The Conga Kings
- Dona Ivone Lara
- Dr. John

Tim Main Stage - 22 horas - R$100 mesas frontais e pista - R$80 mesas atrás

- Television
- Elvis Costello and the Imposters

Tim Lab - 23 horas - R$70

- Vanessa da Mata
- Kings of Convenience
- Morcheeba

MOTOMIX - 1h da manhã - R$50

- Frankie Knuckles
- Body & Soul



VAI?

segunda-feira, agosto 22, 2005

ACABEI DE SER SEQUESTRADO!

É, pelo menos foi o que disseram para a minha mãe. Pediram 3 mil reais.
Pouco, né?
hehehe

Aí, ela ligou para mim e viu que estou aqui, trabalhando normalmente.
Que coisa....


Luis, que NÃO foi sequestrado. Nem pretende ser.
Piripipi Piripipi Piripipi
O alarme do despertador, tocava incessantemente. Era um daqueles baratos, comprados pelas ruas do centro, onde camelôs se amontoam e brigam por espaço e para ver que tem o despertador que toca mais alto.

Olhou para o lado, viu ela ao seu lado. O toque do aparelho ainda não tinha incomodado seu sono. Um sono profundo, repleto de cansaço, depois de uma longa noite. Longa e agitada. Não conseguia se lembrar de como tinham ido parar lá. Era seu apartamento, sem dúvida, mas como haviam chegado ali?
E mais, quem era ela? Qual seria seu nome?

Droga de vodka. Quando mais se precisa de memória o álcool da vodka pede licença e toma cada sinapse para si, largando memórias pela cidade, pelos momentos que são vividos e nunca mais lembrados.

Piripipi Piripipi Piripipi
O despertador não desistia. Ela se mexeu, desconfortável na cama. Desliga ele agora! Pronto. A calma estava de volta ao quarto. Ela ainda estava dormindo. Via-se pelos olhos que se moviam de uma lado para o outro completamente sem sentido. Um sonho. Mas qual sonho?

Ela se via em um campo de futebol. Eram todos contra ela. Um time de 11 correndo para pegá-la. Mas ela não era páreo para todos eles. Logo se viu deitada na grama. O Sol estava lindo nesse dia. Ofuscava sua visão. Ela se levantou devagar, tirou a roupa e deu um mergulho no lago. A água estava deliciosa. Tinha gosto de vinho. A taça que carregava teve sua serventia. Um brinde, meu querido. Pelas nossas horas de amor. Bom esse vinho. É de água. Vinhos de água são melhores que vinhos de uva. Nunca soube disso. Pois agora sabe. E graças a mim.

Se levantou. Caminhou, com cuidado, até o banheiro. Seu cabelo estava medonho. Sua cara amassada, inchada de sono. Um bocejo veio nessa hora. Se não fosse sexta, ia voltar para cama. Sexta-feira. Tenho que repensar essas saídas na quinta. Boate, então nem pensar. E ela? E agora?

A água do chuveiro caiu como um tapa, espantando o resto de sono que estava relutando em ir embora. Sabão, Xampu. Creme no rosto. Secador de cabelo. Se enrolou na toalha. No quarto, ela já estava de olhos abertos, cheios de preguiça. Sonhei com você. A gente estava tomando vinho num rio. O rio era de vinho.
Riu uma risada boba, leve, de quem não tem com que se preocupar. Que idéia, né? Rio de vinho. Sorriu.

E lá estava, naquele sorriso, tudo o que a havia encantado naquela quinta-feira. Uma força que parecia jogar vida por onde passasse. Os olhos se fechavam um pouco, a bochecha abria espaços para as covinhas mais lindas que já tinha visto, os dentes apareciam um pouco, apenas o suficiente para se ver que eram bem montados e de um branco glacial.

Já está indo trabalhar? Já. Já tomei meu banho. Tudo bem. Não vou ficar aqui, pode deixar. Vou só me vestir e, se der, me deixa ali na esquina. Tem um ponto de táxi perto do meu trabalho. Te levo até lá. Ficamos um pouco mais de tempo juntas. Ótimo. E lá veio o sorriso de novo.

Saiu de baixo das cobertas. Enquanto ela se apressava em se vestir, ficou olhando o corpo dela. Não era perfeito. A maquiagem e a roupa davam uma boa cobertura para as falhas comuns. Mas a luz da boate, junto com a vodka, a transformaram em alguém bem mais desejável. Quase uma Vênus. Enfim, não eram estrias ou celulite que a fariam ser menos desejada. Houve uma pequena briga com a calça, que apesar de não querer entrar, a deixou bem mais chamativa. A blusa, apenas um leve pedaço de pano, cobriu seus seios.

Pronto. Era isso. Estavam em frente ao ponto de táxi na esquina de seu trabalho. Seus olhares se encontraram, mas não foram muita além disso. O beijo não veio. Medo de ser vista perto do trabalho. Um abraço. Ela já carregava um pouco seu próprio cheiro, o mesmo que sua mãe gostava de sentir quando ia almoçar em sua casa.

Então, é isso. É. Tá, foi legal te conhecer. É, foi sim. A gente se vê por aí. É.
Tchau. A porta bate. No pequeno espaço entre a porta do seu carro e a do táxi, ela foi acompanhada por apetitosos olhares de praticamente todos os homens em condições de olhá-la. E assim ela se foi.
Ela não, Marcela. Pronto. Tchau Marcela.

E foi em frente. Afinal, sexta sempre foi um dia cheio de trabalho no escritório.

sexta-feira, agosto 12, 2005

Em todas as áreas da música existem aqueles que começam uma revolução (ou mesmo uma ressucitação) de algum estilo e fazem algo relevante e existem aqueles que se rendem ao sucesso fácil do pop e apenas trazem uma roupagem mais fácil para um estilo.
O Bravery, aproveitou a leva das bandas de disco punk e fez seu disquinho. Acessível. MTV. Mas o que não esperava era que fosse gostar tanto dele.
Não é genial, como !!! ou doentio como les Savy Fav, mas faz abrir aquele sorriso quando você escuta três ou quatro músicas seguidas e não consegue escolher a sua favorita. Faz você se questionar porque não apareceu AQUELA faixa dentro do disco, para logo depois perceber que pelo menos metade dele é feito d’AQUELAs faixas.

E, assim, fazendo música fácil, o Bravery aparece como uma das melhores bandas de quase disco punk, usando aquela batida conhecida e amada por alguns. Desmérito? Não, de forma alguma. Mérito totais para eles, por ais que possam estar apenas de passagem.

quinta-feira, agosto 11, 2005

Vocês já pensaram como seria se, ao nascermos, já soubessemos o dia de nossa morte?
Ok, poderia ser uma informação confidencial, disponível apenas para nossos pais. Mas que talvez eles nos contassem em certa parte de nossa vida.

Penso isso pois, hoje, gostaria de saber exatamente o dia de dizer adeus. Não preciso de mais detalhes, como onde ou porque. Só a data. Sei lá, 15/08/2089. Penso isso pois quero decidir coisas. Quero saber se viajo, se me endivido, se espero filme X ou Y ser lançado em vídeo para assistí-lo ou se vou agora, correndo ao cinema. Uma data me tiraria da cabeça todas as pertubações psicológicas que a síndrome do pânico fez o favor de colocar lá.

Se tivesse a nítida sensação de que meu tempo está se esgotando, poderia ser mais corajoso para largar tudo e me jogar no mundo. Conhecer cada montanha da Ásia, cada gota de orvalho da América do Norte, conviver com os golfinhos de Noronha. Dizer a todos que gosto o quanto gosto deles. Dizer aos que amo o quanto os amo. Consertar erros que, pensamos, só o tempo é capaz de consertar. Tentar acertar cada vez mais, em cada escolha. Sorrir mais e aproveitar ainda mais os dias que não poderei desperdiçar.
Afinal, dobro a esquina logo lá na frente.

Mas nem tudo é como gostaríamos e nos escondemos atrás da indefinição. Atrás da dúvida do amanhã. Não nos mostramos por inteiro, abertos, por vergonha, por timidez, por medo do que vai acontecer. Como somos bobos.
Se tudo o que realmente precissásemos é uma data, fica aqui estipulado o dia 29 de março de 3027 como o dia do fim do mundo. Fim total. Seremos sugados por um buraco negro e aí, só Deus sabe. Minha dica?
Aproveite hoje como se fosse um dia único. Um dia que talvez seja quase passado. Diga bom dia, sorria, faça os outros rirem. Talvez o dia seja amanhã. E não há nada melhor do que sentir que acabou com um sorriso nos lábios, sabendo que você fez tudo para aproveitar cada segundo e aproveitou.

:)

seja feliz.

sexta-feira, julho 29, 2005

sabe o que preciso fazer?
repensar a minha vida.
Colocar as prioridades na frente. As minhas prioridades.
Aprender a me bastar. Sozinho.

Acho que dá para ser feliz.
que tal experimentar?

domingo, julho 24, 2005

ouvindo uma bandinha qua baixei, percebo o quanto ela é parecida com Joy Division.
Ruim?
de forma nenhuma. O som é de primeira. jÁ ATÉ falei dela aqui, The EDITORS.
Enfim, estou numa fase cabeça. As coisas todas, têm um significado mais profundo, como um formigar no pé ou uma olhada para o céu ou um gole de cerveja terça à noite.

E aproveito a carona do comentário do Caio sobre o SOAD. Só eles hoje fazem algo extremamente diferente do que é, do que foi e do que um dia será. Eles podem.

Os outros, emulam. Chupam, copiam, transformam, seguindo as leis da natureza, que rege, inclusive, a raça humana, apesar de às vezes tentarmos impor nossas vontades a ela. E essa girada que de tempos em tempos acontece, com modas indo e vindo, se tornando chique para na estação seguindo virar ultrapassado, chegou à música.
Escutamos o que já foi feito. Escutamos os mesmos sons que nossos avós, os pássaros são os mesmos, a água se move da mesma forma. As guitarras são tocadas ã la 80, a la 70 e a la 60, na década mais sem cara de toda a história da humanidade.
E nós, que buscamos musicas, novidades, chegamos a conclusão de que corremos para ouvir o antigo, apesar de ser "novo". Nos desesperamos para conhecer aquela banda, exatamente IGUAL a uma outra de 20 anos atrás.
Corremos contra o tempo para vencer dele. É como se tentássemos pegar ops segundos que se passaram agora, num pensamento, e voltar, para aproveitá-lo melhor. Mas, meu amigo, se lembre sempre disso. Os ponteiros do relógio nunca param de girar.

sábado, julho 23, 2005

só pra constar.

baixados essa semana:
Mercury Rev - Yerself Is Steam
Dj Shadow - Endtroducing
Luna - Pup Tent
Arcade Fire - EP
Supergrass - Road to Rouen
Supergrass - Supergrass (3)
Turin Brakes - Jackinabox
Cass McCombs - PREfection
Aqueduct - I Sold Gold

e por aí vai...
tem umas bandas que batem de cara e você parece se tornar o primeiro fã de carteirinha deles.
Foi assim com Oasis, foi assim com Super Furry Animals e com o Boxer Rebellion.
Agora, é assim com o Dogs.
caramba, a tal de Tuned to a Diferent station é uma musicáça com todos os seus erros de português.
Não consigo parar de ouvir, o riff gruda, orefrão gruda, o winamp fica no replay sem parar.

Uma ouvida nas novidades e volto correndo para ela. Pepitas de ouro no meio de tanto cascalho são difíceis de encontrar. Por isso vale a pena dar o valor que elas merecem. Escutem.

e se quiserem um rock menos compromissado, podem se servir de Paddingtons. Garagem purinha, purinha.

É isso. Direto dum sábado onde levantei às 6 da matina. E não me perguntem por que.
Meu computador começa a dar sinais de cansaço, depois de
Hum...

4 anos?
É, por aí.

Eu começo a demonstrar sinais de cansaço depois de

Hum...
15 horas de trabalho.

A mamãe ganso começa a demonstrar sinais de cansaço depois de .
Hum...
1 copo meio cheio (otimista numa sexta de madrugada)

Tá, não foi para isso que vim aqui.
Não foi para nada. Talvez mais um vez.
Ok, se não a última, a última da semana

Sabe aquela banda, adoradinha por todos, o Weezer.
Esqueça ela.
Esqueça até mesmo o Fountains of Wayne.

Quem vale mesmo é o Deathray Davies.
Baixei o úrtimo, sendo ele de quando for e estou na escuta.
Som pop. Sem maiores preconceitos. Legal.
É isso.
Não esqueça o weezer. Era provocação.

**
Esqueço todos os atalhos do meu micro depois de uma semana de Mac.
O acento é diferente. Tudo é diferente.
O ponto, o jeito, a textura das teclas.

Bom, tenho mais o que não fazer.
Boa noite.

Escutem The Cinch.
Legalzinho.

Escutem Adorable.
Imprescindível.

Arrumem amigos que gostem do mesmo tipo de som que você e forme uma banda.

Saia para beber e volte de táxi.

É isso. A vida que vai e vem.
Uma hora isso pára, e é melhor você não ficar enjoado na viagem.

quinta-feira, julho 21, 2005

Não é por nada, não. Mas por bem menos que os dinossauros dava pra ter trazido e trazer gente muito mais legal. Enfim, como é aqui no quintal de casa, terei mesmo que ir.
A não ser, óbvio, que o dinheiro falte. Aí, é TIM na cabeça.

POr falar em shows, alguém afi mde bate e volta em Curitiba para o Weezer?
RETIRADO DO SIET OFICIAL DO SCORPIONS!


July 2005
28 - Toulon (near Marseille) - France
30 - Phoenix USA
31 - Costa Mesa - USA

September 2005
15 - Doha - Qatar
17 - Dubai - United Arab Emirates
22 - Cairo - Egypt
24 - Beirut - Lebanon

October 2005
7 - Wolfratshausen - Germany
12 - Sao Paulo - Brazil
14 - Vitoria, Brazil

Ih... Óia nóis aqui....

segunda-feira, julho 18, 2005

Aqui primeiro:

No começo do novo século as bandas americanas lideraram a invasão do chamado novo rock, pelo mundo afora com nomes como Strokes e White Stripes. Com o orgulho ferido, os ingleses, famosos pelas maiores bandas de rock do mundo, deram o troco em menos de uma década, com novos nomes como Razorlight, Bloc Party e Art Brut. Esse último lançou faz pouco seu primeiro disco, chamado Bang Bang Rock and Roll. Como o próprio nome leva a crer, o álbum traz 12 petardos do mais puro rock. Na trilha de Clash e congêneres, o Art Brut faz músicas rápidas, punks e pegajosas. Como My Little Brother, onde diz que “Meu irmão mais novo acabou de descobrir o rock/ ele tem apenas 22 e está fora de controle.”
Prepare-se para perder o controle também e chacoalhar sem parar ouvindo Modern Art, Good Weekend e 18,000 Lira. O melhor dessa barulhenta briga pelo topo do rock mundial é que, vença quem vencer, todos saímos ganhando.

Série Puta banda boa pra caralho:

Editors - musiquinhas poucas de um ou dois singles/EPs. Munich, disco punk nervosinho e Colours, bonita pacas.

quarta-feira, julho 13, 2005

Bosta. Depois do Led Zep, agora estou me entregando ao Judas Priest. Ok, é só uma coletânea, é só até Painkiller, mas enfim, estou numa fase meio metal do 70/80. E eles mandam muito bem. Fazer o que, né?
Já estou tirando a poeira dos meus discos do Iron…

sexta-feira, julho 08, 2005

delícia esse disco novo do Idlewild, né?

***

Tim Festival. Rio de Janeiro. Chopes e empadinhas. Amigos.
Cd's usados. Strokes e Kings of Leon confirmados.
Franz Ferdinand desconfirmado.

Foo Fighters e Oasis ainda por virem. Será?

***
Sexta-feira.
E aí, quer fazer o que?

Eu não sei se quero fazer alguma coisa. Essa sexta é a sexta menos sexta da minha vida. Simplesmente estou sem vontade de fazer nada. Como outro dia indo para casa. Um nada. Deve ser assim que os velhos se sentem. Tanta coisa vivida e nada pra dar aquela ligada na rotina. Aí, tudo fica sem graça.
É, tudo está sem graça. Cinza.

chato, né...