quinta-feira, fevereiro 24, 2005

Não tenho tido tanto contato com bandas novas quanto gostaria, mas é até bom este tempo longe dos downloads alucinados de música porque dá para ouvir com mais carinho o que juntei durante tanto tempo. Bom, mas não é fácil ficar tanto tempo sem novidades e na seca por ouvir uma coisa nova, peguei qualquer coisa que vi na internet, em sites mesmo. Uma música por banda, todas independentes. Homeopatia para os melômanos, mas melhor do que nada. E acabei me deparando com uma banda que acho que os leitores deste espaço podem gostar. O nome dela é Black Mountain e seu disco de estréia, homônimo, foi lançado em janeiro. A sonoridade dos instrumentos é bem lo-fi, lembrando os anos 70, meio Stones, meio Sabbath. Toques lisérgicos aqui e ali, melodias marcantes em outras partes. Enfim, interessante. Corri para as outras músicas e percebi que estava diante de um disco muito bom, uma surpresa agradável de uma banda desconhecida, por enquanto. Pode ser uma boa pedida se você, como eu, ainda espera pelos grandes lançamentos de um ano que promete. Vem por aí discos novos de bandas como Oasis, Coldplay e Los Hermanos, para citar uns poucos. Esperemos, portanto, com algo de qualidade nos ouvidos.


Black Mountain - do mesmo carinha por trás do Pink Mountaintop
Qual será a tara que ele tem por montanhas?!


***
Ouvindo com calma o último do Helmet, não consigo parar de pensar em como está parecido com um trabalho do Silverchair… Pode ser a voz do Hamilton, sei lá, mas tá me lembrando demais a banda dos rivais do Hanson.
hehehe

terça-feira, fevereiro 22, 2005

terça-feira.
terça feia.

***

bom, não tenho o que escrever. só queria dar uma passada por aqui, pois estou melancólico, triste mesmo. Mas tudo bem. Domingo tem um showzãozáço. Anthrax na cidade onde moro. Inacreditável.

***

hum...
é, vazio, vazio.

nada para colocar aqui.

***

Um pedido:
iluminai meus dias e minha vida, protegei a todos que amo e mesmo aos que não amo ou não conheço. Todos merecem sua dádiva, todos o querem bem. Perdoai tudo o que fiz e farei de errado e não esqueçei que amo acima de tudo e de todos, apesar de não parecer ou ainda não demonstrar.
amém

sexta-feira, fevereiro 18, 2005

E por falar em ânimo para escrever, do qual nem falei, ele parece estar de volta. Tinha muitos textos prontos para colocar aqui. Infelizmente eles não sobreviveram ao apagão de memória de uma tela com teclado da Apple.

Foram-se, sabe Deus para onde, talvez para o céu dos textos nunca lidos. São os contos perdidos do Luis. Uma raridade que nunca será publicada, como a maioria das baboseiras escritas de cabeça quente.

Foram, pelo menos, fontes de prazer enquanto os escrevia. Ler algo que gosto é bom. Ler algo que escrevi e que gosto é excelente. Não sou tamanho crítico, pelo contrário. Costumo dizer que escrevo meus textos para mim. Ao lê-los, parecem que não foram escritos por minhas mãos (dois dedos indicadores, na verdade). Filhos de um pai que não os reconhece, apenas sente uma vaga familiaridade. Uma letra específica, um pensamento, uma construção…

Em algum ponto da caminhada, as fugas acabam voltando e estapeando sua cara. Não quis ser engenheiro, apesar da facilidade em lidar com os cálculos (ciências exatas não têm erro nem a dádiva da dúvida). Mas construo textos. Uso a base da gramática, ligando com o cimento de verbos e vírgulas. O acabamento, deixa com os adjetivos. Contrua um mundo novo numa folha de papel.

É possível. Mas não é real.

segunda-feira, fevereiro 14, 2005

A brincadeira perdeu a graça, ficou mais e mais séria e deixou para trás risadas e pegadas na terra fofa molhada pela chuva de um dia anterior.

O sorriso se foi. Após tres anos tudo se torna rotina. Até o acento que falta, o açúcar no café, o dinheiro do ônibus.

O acento não faz mais falta, o açúcar no café adoça de menos, o dinheiro do ônibus me foi levado pela felicidade momentanea de um copo de bebida.

***

E a brincadeira que parece ter perdido a graça com o passar de três anos? Três anos?
Dragões, jacas e bacalhaus ficaram para trás.
365 o tempo mais frio, o mês longe do blog, um par de músicas melancólicas e pronto. Lá vou eu para meu estado preferido de consciência. Uma estado fértil como o solo roxo do sul do país, pronto para fazer brotar palavras e pensamentos e raciocínios ilógicos, mais motivados por emoções e pelo sentimento de derrota iminente (gracas ao Botafogo).

Não sei. Nunca soube. Aprendo com o tempo, com o passar do tempo.
Os dias trazem quase sempre nada novo. Os dias se arrastam quase sempre levando minha forca vital por entre seus ponteiros frenéticos que, quando olho de supetão, posso jurar que estão andando para trás, roubando um segundo a mais, um instante que pode não ser devolvido, que pode não voltar. Meu tempo se esvai como o passar de um dia em frente a um computador, coisa que faço todo dia. Meu tempo é desperdício.

O que resta são coisas nas estantes de um quarto empoeirado, sensações, cheiros, dores no peito, apertos na garganta, viagens no tempo para frente e para trás, marcando cada segundo do passado com uma melodia.

O que resta são restos. Eles ficarão por aí, esperando o resgate que provavelmente nunca virá. O herói foi embora faz algum tempo e parece que ninguém percebeu. A conta, preciso agora. A conta, rapaz, que meu tempo se esgotou.
Hoje topo ouvir o que você disser. Hoje escuto sua voz a qualquer momento.

***
perdi. perdi meu computador da agencia, perdi meu arquivo 365, perdi uns 12 textos já prontos que esperavam por um texto de um sabado perdido. Precisavam ser colocados em ordem.

Agora não mais. Não há mais porque lutar. Nunca houve...

***

sexta eu viro feliz por algumas horas. Visto a carapuça, o disfarce e vou para o Clube Centenário. Me encontram lá, dias diferentes, músicas nem tanto. Fale comigo.
Prometo um sorriso.

sexta-feira, janeiro 14, 2005

359

A primeira sexta do ano não traz nenhum sentimento especial. Nem algo imperdível para fazer. Morar em uma cidade média tem dessas coisas. Tudo aqui é médio. A beleza da cidade é média. A das garotas, também passa com nota 5. Os trabalhos são médios, o salário, na média.
O custo de vida, advinhem? Nem muito alto, nem muito baixo. Médio.
Me consideram da classe média.

Que depressão. Pagar dois reais numa dose de cachaça e quatro num prato de torresmo é caro. Mas no café da manhã a gente pede uma média com pão na chapa, e ficam elas por elas. Pão na chapa é bom. Melhor se for o famoso mortadela com ovo. Depois de uma noite inteira de chapação, muito álcool e suor, um desjejum destes pode provocar o entupimento imediato de alguma artéria menos importante.

Onde foram parar os pedaços de mamão e o suco de laranja?

Um shopping médio e dois pequenos que, juntos, dão um médio. Uma ilha de mediunidade que recebe os espíritos do crescimento e do progresso vindos dos jorros negros do petróleo em nossas águas. Jorros estes que saem ou mais pro Norte ou mais pro Sul. Numa distância média da capital.

As rotas de fuga foram traçadas a centenas de anos, mas algo prende uma moçada aqui. Pessoas que ainda acreditam que boa vontade possa fazer a diferença. Mas todas elas estão na média, nenhuma está acima dela.

Sem escolhas, ficam por aqui mesmo. Não que isso seja ruim. Ou bom.
Vocês sabem, fica na média.
oi.
agora escrevo segunda e sexta. tinha dias que escrevia milhares de toques, tinha a dica de segunda, tinha a dica de quinta, tinham as seções especiais...
o blog mundanou.

Já era.
A vida tá corrida, cheia de coisas pra fazer, o que não é ruim.
Mas tenho tão pouco tempo pro meu ócio criativo que tô ficando dodói.
queria ficar de bobeira ouvindo música o dia inteiro. vendo Senhor dos anéis e lendo algum livro bom de ler.
Fiz isso nas minhas curtas férias. valeu a pena. mas dá um gostão de quero MUITO mais.

segunda-feira, janeiro 10, 2005

o 365 não acabou.
Não vai acabar antes de seu tempo.
Como todos nós.


iepa!!!!
voltei.

***

fui

***


calma, calma, calma.

A perna estranha me arrasta pelo mundo. Dor, aperto, varizes?

o ouvido entupido, fones cantando, sempre.
nariz pela metade, sempre. carne?

money money.

quinta-feira, janeiro 06, 2005

maldito Mac com os acentos todos trocados

***

Para os que acompanham o 365, nao desisti do projeto. Logo, logo, hoje entram mais dois dias.

***

Bandas novas?
regozijem-se (adoro essa palavra), não tenho nenhuma.

se eu estou me sentindo bem com isso? fazer o que, né?
estou sem micro em casa, que nem é minha casa ainda, mas já é, pois está sendo. Dá pra entender?

mas os nomes continuam a ser guardados para um possivel download posterior. E o amazon.com está sempre aí, a disposição...
Não escrevi sobre minhas novíssimas aquisições em meio ao vernao carioca e seus sebos de cd maravilhosos. É que na verdade não sou chegado a contar as coisas que tenho. Mas os cds, hum….
Bom, consegui a ediçnao em cd do Decade of Agression do Slayer. Sem o livreto, mas como já tenho ele em k7, ficam elas por elas.
Teve também o novo do Helmet LACRADO, o novo do Fatboy Slim LACRADO, um Hooverphonic, o novo do crystal Method LACRADO, um Front Line Assembly, um Big Audio Dynamite, dois Aplessed Cast, e mais umas coisas que me fogem agora. Mas o mais legal foi finalmente ter dado meu braço a torcer e, aproveitando os preços baixos, comprar DVDs musicais. Eles valem a pena, pois a música a cada novo dia se torna menos e menos som e mais e mais IMAGEM e som. Preferia antes, mas fazer o que, né?
Tenho agora o Best of Blur com 22 clipes da banda (muito bom!!!), o novo DVD do Pixies (muito bom tb) e o The Rapture ao vivo em NY.
Se alguém se interessar em me dar uns presentinhos a toa, nesses dias, quero TODOS os DVDs do Oasis, e o do Verve tb. Nada demais.

***
Posso parecer consumista, mas sou não. Prometo me controlar mais com o passar dos anos.
(hahahahahaha!!!!! Risada maligna!!!!!)

terça-feira, janeiro 04, 2005

a falta do que escrever acaba me trazendo para cá.
por que se não tenho nada para escrever. e escrever sobre não ter nada para escrever não seria escrever do mesmo jeito?

***

bosta de blog

segunda-feira, janeiro 03, 2005

dia 21 de dezembro do ano passado fiz três anos.
Já ando e falo como ninguém.
Como ninguém.

Parabéns, festas e melancolias.
Quase sem festas, quase sem melancolia.
Música sempre.

***

Talvez a melancolia volte dia sim, dia não.
Sabe-se lá.
Ela não é um convidado inesperado. Muito pelo contrário.
o número de visitantes do meu blog hoje é 1945.
o ano em que acabou a segunda-feira.
segunda guerra. errei. hoje é segunda-feira.

Faz sessenta anos, em 2005, que os aliados derrotaram o fascismo e acabaram com o reich.
Alguns dizem graças a Deus até hoje. Outros reclamam e acham que Hitler foi injustiçado.

eu, sinceramente, acho que aconteceu o que tinha que acontecer.
milhares, milhões de mortos. E tudo o que restou foram relatos da última guerra travada por homens.
Projeto 365 – A explicação

Antes de começar a escrever e perder alguns minutos dos meus dias, todos os dias, pelos próximos 365 dias, gostaria de explicar o projeto.
Tudo começou de uma idéia simples, do tipo, escreverei todos os dias do próximo ano. E, pela primeira vez, resolvi topar a empreitada. Vamos ver como ela termina. No mínimo terei escrito mais de 10 páginas e poderei até publicar essa loucura.

A primeira intenção era contar como pode ser um ano de trabalho dentro de uma agênia de propaganda. Levar para quem tiver vontade de saber, as piadas, as discussões, a forma de criar uma campanha, desde seu brainstorm até a peça final produzida. Mas os dias de uma agência de publicidade podem ser meio frustantes e envoltos em certo marasmo e tédio, bem diferente do glamour idealizado por toda uma classe estudantil prestes a entrar no mercado e por outra prestes a entrar em um curso superior de comunicação.

Com o tempo e com o amadurecimento de idéia (em uma semana, se isso tudo) surgiu o primeiro problema: fugir do formato blog da vida, apesar de, provavelmente, esses textos verem a luz do dia primeiro em alguma página da internet. Mas o estilo diario virtual não é o estilo principal do projeto. Poderá e será usado algumas vezes, perdoem meu superficialismo voyerístico. Mas não será a forma que será tomada.

E já que estou falando de problemas, mais um apareceu com o tempo: a temática.
Publicidade e criaçào é muito interessante, mas não é a vida de verdade. O mundo explode a nossa volta, pedindo para ser relatado, sofrendo da falta de significação de uma imagem sem legenda. Enfim, não é possível se desligar durante 365 dias do que acontece no planeta Terra.

Chega de explicação, que ela está confundindo mais do que esclarecendo. O Projeto 365 é um relato em forma de texto de um ano. Um que começa agora e que vem, como todos os outros, sem grandes mudanças no nosso dia-a-dia.

***

agora é
projeto365.blogspot.com
quem quiser acompanhar, é só ir lá.
mas nada de comentários, viu.

terça-feira, dezembro 21, 2004

Gostaria de ter uma coluna em um jornal para publcar isso. mas como não tenho, vai aqui no blog mesmo.

***

Estava devendo um post sobre meu time, o botafogo. E antes que venham as piadinhas, sim, sei que o time não joga NADA faz um bom tempo e sei que o ano do centenário foi um fiasco.

Mas não é sobre isso que resolvi escrever. Ou melhor, é um pouco sim.
O Botafogo, como vocês devem saber vive sob uma aura de superstição, uma aura esotérica, uma aura diferente ou diferenciada. Tem coisas que só acontecem ao Botafogo, todo o botafoguense deve sofrer até o último momento e todo botafoguense sabe perder como ninguém e perdendo, aprende a ganhar com dignidade (e aí está a sabedoria que levamos apra a vida). Bom, em um jogo, neste ano de 2004, o artilheiro do campeonato Washington resolveu marcar um gol espírita. Contra quem? Contra o Botafogo, óbvio. E sabem o pior? Era o jogo do centenário. Uma comemoração num estádio tímido, no Mestre Ziza, antigo Caio Martins (com o devido respeito às duas figuras históricas), estádio que sequer chega aos pés do tamanho do clube e de sua estrela solitária. Mas enfim, lá foi a comemoração, o jogo dos CEM ANOS do Botafogo. Neste jogo Wahington marcou um gol chutando completamente sem ângulo da linha de fundo, quase encostado na bandeirinha do escanteio. Coube ao bisonho Schwenk marcar o gol salvador, de empate. Depois foi cair nas graças da torcida (que já teve Garrincha, Jairzinho e Túlio, mas se acostumou com Róbsons Pinguins, Dills e Chicões da vida).

Aonde quero chegar? Ao domingo passado, para ser mais sincero. Última rodada do campeonato brasileiro, e o Botafogo desesperado, caindo, escorregando, sendo sugado para a segunda divisão tem um jogo decisivo. Contra quem? Atlético Paranaense, jogando em casa, lutando pelo título. O time do artilheiro Washington e 30 e tantos gols. Um deles espírita, contra o próprio Botafogo, no jogo do CENTENÁRIO.
A única coisa que sabia era que, a justiça divina tarda mas não falha e que certas coisas só acontecem ao Botafogo, como empatar no jogo que comemorava os cem anos do clube (esqueçam o amistoso do time reserva contra o rebaixadíssimo Grêmio).

Começa o jogo, o Atlético em cima, a estrela meio apagada, se retrancando, mas jogando com vontade. Fim de primeiro tempo. segundo tempo, trinta e três minutos. O bisonho Schwenk marca o gol que mantém o time na primeira divisão e, de quebra, tira o título do time paranaense, qualquer que seja o resultado do time de Santos. Washington empata, logo depois. Mas não o suficiente para apagar o brilho da estrela.

Uma troca justa. O campeonato pelo jogo do centenário, jogos iguais, onde a diferença foi quem saiu primeiro no placar. Mesmas personagens, mesmo roteiro, o sofrimento e a angústia de um passado para o outro. Alívio de um lado (o mesmo lado, que sempre sofre até o fim), pesar do outro. O Atlético teve sua tarde de Botafogo. Até que foi bom. Para eles aprenderem que não se pode ganhar de um time tão cheio de sobrenaturalidade no jogo de seu centenário com um gol espírita. Fica o aviso. Os espíritos estão sempre do lado do Botafogo. Mesmo que eles deixem pra nos ajudar sempre na última hora.

quinta-feira, dezembro 16, 2004

Filmes que nunca vou ver morando no Brasil.

Napoleon Dynamite
Tarnation
Dig
Control Room
Santa Maradona

domingo, dezembro 12, 2004

Melhores discos pela Q MAGAZINE:

1. The Streets – A Grand Don't Come For Free
2. Keane – Hopes And Fears
3. Franz Ferdinand – Franz Ferdinand
4. U2 – How To Dismantle An Atomic Bomb
5. Razorlight – Up All Night
6. The Libertines – The Libertines
7. Nick Cave And The Bad Seeds – Abattoir Blues/The Lyre Of Orpheus
8. The Killers – Hot Fuss
9. Mylo – Destroy Rock & Roll
10. Interpol – Antics
11. Snow Patrol – Final Straw
12. Dizzee Rascal – Showtime
13. Wilco – A Ghost Is Born
14. Scissor Sisters – Scissor Sisters
15. Danger Mouse – The Grey Album
16. Kasabain – Kasabain
17. Kings Of Leon – Aha Shake Heartbreak
18. Prince – Musicology
19. Gwen Stefani – Love Angel Music Baby
20. The Zutons – Who Killed The Zutons
21. Green Day – American Idiot
22. Graham Coxon – Happiness In Magazines
23. Elliott Smith – From A Basement On The Hill
24. The Blue Nile – High
25. Ryan Adams – Love Is Hell
26. Mark Lanegan – Bubblegum
27. Norah Jones – Feels Like Home
28. Usher – Confessions
29. Kanye West – The Collage Dropout
30. Eminem – Encore
31. The Walkman – Bows + Arrows
32. Lost Prophets – Start Something
33. George Michael – Patience
34. Sufjan Stevens – Seven Swans
35. The Futureheads – The Futureheads
36. Secret Machines – Now Here Is Nowhere
37. !!! [Chik Chik Chik] – Louden Up Now
38. Devendra Banhart – Rejoicing In The Hands
39. Estelle – The 18th Day…
40. Joss Stone – Mind Body And Soul
41. Modest Mouse – Good News For People Who Love Bad News
42. Brian Wilson – Smile
43. Loretta Lynn – Van Lear Rose
44. Jamelia – Than You
45. The Von Bondies – Pawn Shoppe Heart
46. My Chemical Romance – Three Cheers For Sweet Revenge
47. Goldie Lookin' Chain – Greatest Hits
48. Cee-Lo Green – Cee-Lo Green Is The Soul Machine
49. Red Hot Chilli Peppers – Live In Hyde Park
50. The Bees – Free The Bees


Melhores discos pela UNCUT:

1. Brian Wilson - Smile
2. Wilco - A Ghost Is Born
3. Loretta Lynn - Van Lear Rose
4. Richmond Fontaine - Post To Wire
5. Bob Dylan - The Bootleg Series Vol. 6: Live 1964 Concert At
Philharmonic Hall
6. Mark Lanegan Band - Bubblegum
7. The Streets - A Grand Don't Come For Free
8. Elliott Smith - From A Basement On The Hill
9. American Music Club - Love Songs For Patriots
10. Franz Ferdinand
11. Tom Waits - Real Gone
12. Kanye West - The College Dropout
13. Nick Cave & the Bad Seeds - Abbatoir Blues/The Lyre Of Orpheus
14. Ray Lamontagne - Trouble
15. Junior Boys - Last Exit
16. R.E.M. - Around The Sun
17. Leonard Cohen - Dear Heather
18. N*E*R*D - Fly Or Die
19. Todd Rundgren - Liars
20. Lambchop - Aw Cmon/No You Cmon
21. Scissor Sistors
22. The Libertines
23. Drive-By Truckers - The Dirty South
24. Sufjan Stevens - Seven Swans
25. Dizzee Rascal - Showtime
26. Devendra Banhart - Rejoicing In The Hands
27. The Blue Nile - High
28. Laura Veirs - Carbon Glacier
29. Steve Earle - The Revolution Starts Now
30. Micah P. Hinson & The Gospel Of Progress
31. Jesse Malin - The Heat
32. The Dears - No Cities Left
33. Blanche - If We Can't Trust The Doctors...
34. Elvis Costello & The Imposters - The Delivery Man
35. U2 - How To Dismantle An Atomic Bomb
36. TV On The Radio - Desperate Youth, Blood Thirsty Babes
37. Jim White - Drill A Hole In That Substrate And Tell Me What You See
38. The Czars - Goodbye
39. The Shins - Chutes Too Narrow
40. Interpol - Antics
41. Bjork - Medulla
42. Giant Sand - Is All Over...The Map
43. Bonnie "Princ" Billy - Greatest Palace Music
44. Jonathan Richman - Not So Much To be Loved As To Love
45. Morrissey - You Are The Quarry
46. Secret Machines - Now Here Is Nowhere
47. The Cure
48. Mylo - Destroy Rock & Roll
49. Andrew Morgan - Misadventures In Radiology
50. Sondre Lerche - Two Way Monologue
51. Ella Guru - The First Album
52. Kevin Tihista's Red Terror - Wake Up Captain
53. Paul Westerberg - Folker
54. Marianne Faithful - Before The Poison
55. Ed Harcourt - Strangers
56. The Thrills - Let's Bottle Bohemia
57. Lewis Taylor - The Lost Album
58. Air - Talkie Walkie
59. The Killers - Hot Fuss
60. Polly Paulusma - Scissors in My Pocket
61. The Delays - Faded Seaside Glamour
62. Fennesz - Venice
63. Phoenix - Alphabetical
64. Animal Collective - Sung Tongs
65. Iron & Wine - My Endless Numbered Days
66. David Byrne - Grown Backwards
67. Felix Da Housecat - Devin Dazzle And The Neon Fever
68. Ariel Pink - The Doldrums
69. The Concretes
70. A Girl Called Eddy


sábado, dezembro 11, 2004

ois ois ois

Vida vazia, bolsos vazios.

queremos mais e mais...
e eu agora quero mesmo!!!

Que tal um Ipod de 40 gb?
ou um Ipod photo de 60 gb?
algumas doletas a mais e estou rico.

ou um play 2? destravado, com 2 controles?

ou um notebook?

ou o que mais eu quero?

ir estudar cinema, for sure.
ganhar dinheiro, se possível com filmes. roteiro, se possível.
impossível?

***

quero um carro e um som que toque mp3. Um no carro e um em casa.

***

quero um hd maior. quero uma placa mãe "di bixo".

***

quero...
não quero nada.

quero saúde e uma lagoa com água parada.

quarta-feira, dezembro 08, 2004

parem, parem.
não sou reclamão.
Mas a realidade e os fatos respondem certas perguntas para mim.

Para que tenho celular se ninguém me liga?
para que e-mail, se NINGUEM me escreve?
pra que tantos cds se não escuto quase nada?

queria ter algo de bom pra me deixar feliz, apesar de não estar triste.
Estou...
não sei como.

e não saber é pior que estar triste ou alegre. Feliz ou arrasado.


***

pelo menos escrevo aqui. já é uma felicidade.
hahaha

vai se contentar com pouco assim lá em Cajubira.

***

Cajubira existe?

***

Mais uma das pérolas apocalípticas que escrevo, que se acham poesia, mas que são...
jogos de palavras sem sentido, uma forma de não-arte.

Trato de sair de onde estou
para parar onde não sei.

Sei quem sou,
mas não sei o que sou.

procura tanto e acho tão pouco,
mas acho o que procuro.

e assim, sem saber, sem andar, sem querer
vou chegando a lugar algum.

terça-feira, dezembro 07, 2004

oi. tchau.
deu minha hora.

***

agora falando sério:
o natal está quase aí e é praticamente impossível alguém, no mundo cristão, passar batido pelo natal. São filmes, livros, especiais do RC. Shoppings cheio de pinheiros e neves . Sejamos sinceros, quando veremos pinheiros e nevascas no nosso lindo pais tropical se não nos dias que antecedem a chegada do papai noel? Ele, por si só uma aberração antártica.
Que roupa é aquela, com pelos animais nas golas e punhos, aquela camada de gordura na barriga e a barba, provavelmente usada para a proteção da face contra o frio do pólo norte. Imagine ele aqui, com a mesma barba suada e nojenta, culpa de nosso calor infernal.

é, papai noeis, pinheiros e neve só podem mesmo habitar os shopping centers, seus ar-condicionados glaciais e suas caras estereotipadas e homogêneas.

***

hoje estou de bom humor.

segunda-feira, dezembro 06, 2004

Hits da semana:

Sem saída
O Aprendiz
seguido de O Infeliz (é a record arrebentando no ibope de terça e quinta).
***
Vi American Splendor e Tróia. a ruindade do último anula a "bondade" do outro.
***
Tenho uma placa de vídeo. finalmente.
logo terei medal of honor, call of duty e battlefield 1942.
***
e, hein, olhem o que acabei de ver no mercado livre:
SPECTREMAN DVD BOX EM 5 DVD´S!!         
E O MELHOR DUBLADO!!!
IMAGEM DO DVD E O AUDIO DA FITA DE VIDEO

são os 63 episódios do clássico dos clássicos!!!

quarta-feira, dezembro 01, 2004

oi. sem tempo agora.
e sempre.

a publicidade me engoliu de novo, o que até não é má coisa.
o meu computador está parado. quer dizer, funcionando, mas sem velox e sem gravador de cd.

Vou ver isso esse fimde. preciso dar uma renovada nos mp3 da vida.
tem banda nova, muitas, na verdade.

nem ouvi, claro.
tudo é claro.

Natal chegando, e a neve voltando para Vitória, dando um clima argentino para nossa capital.
que maravilha...
depois do natal, volta o verão arrebentando!
aí, papai Noel, é melhor você voltar pro polo norte que o bicho e o sol vão pegar.

sexta-feira, novembro 26, 2004

ok. ok.

perdi de novo tudo o que tinha escrito sobre o tim festival. É a terceira vez. cacete. por isso resolvi vir para o word. não que vocês vejam o programa no qual estou escrevendo. Mas que diferença isso faz?

A caixa do nirvana, tres cds e um DVD está 50 doletas.

o EP do MArs Volta ao vivo (sugestivamente chamado de “live“) também está 50 doletas. São 4 musicas. São 40 minutos de musica. Mais que o ótimo novo disco do Hives.

Aí, por falar em Mars Volta, devo me referir ao show deles no Tim Festival. Foi assim que fiz da primeira vez.

Então, ao Tim Festival e ao Show do mars volta.
Todos diziam “O Brian Wilson nunca mais vai voltar, mas o mars volta”. Espero que sim, Espero que volte. Sinceramente é (foi) uma experiência e tanto. Foram cinco músicas, eu acho, mas foram 50 minutos ou mais um pouco de show que pareceram 20. Rápidos, rasteiros e geniais. Cinco malucs no palco, um mexicano arrebentando um baixo, um baterista que poderia muito bem estar numa banda de trance, um guitarrista incorporando alguns dos principais nomes da guitarra de todos os tempos e um freak total cantando. é tudo tão intenso que parece que se eles ficarem mais um minuto no plco, vão explodir. Dá um gosto danado de quero mais e mais e mais...
Genial, para dizer o mínimo. Todas as músicas levavam a uma interminável jam na hora dos solos, tornando o show uma mostra de entrosamento e tornando a música numa massa incompreensível de som e barulho. depois de muito tempo, os caras voltavam para o fim da música e aí você via que eles ainda estavam na mesma música...

Já vi bandas com “presença de palco“. Mas o que esses caras fazem é diferente, ultrapassa tudo. Eles incorporam “on stage”. E não param um segundo. Diria que era mais que música, era arte feita ali, na frente dos meus olhos, como ver Da Vinci criar a santa ceia ou algo assim. Mas a Luciana me lembrou que a música é arte. Ah, é mesmo...

***

Libertines foi aquela coisa, né? Lúcio Ribeiro pulando junto com a molecada (me sentia um vovô MESMO!), Supla sentado (ui, os famosos) e eu ali, vendo um show muito do mais ou menos, de uma banda muito mais ou menos. Salvação do rock, nova onda do rock, a mais importante banda a surgir nos últimos anos... ah peraí gente. Até quando vamos engolir este imbuste???
Tem umas musiquinhas legais, mas todas as bandas as têm. Se vocês querem ouvir Libertines, fiquem com o Clash (ok, podem me xingar agora).

***

Kraftwerk – uma experiência única. Podem ser músicas com mais de 20 anos, 30 anos, sei lá... mas as projeções, o som, os caras brincando de estátua no palco.. putz. veja UM show deles na sua vida. Pode ser o mesmo show faz 20 anos, mas ainda assim é um show que precisa ser visto. É a história, é clássico. Vale a pena ver como tudo começou. E dançar ao som de music non stop é sensacional!!!

A sincronia música, figurino, projeções... deixa qualquer um babando. Pílulas, carros, modelos, robôs no palco, letras no telão, homens e máquina e homens-máquinas. É UM SHOW. Eles podem fazer e usar essa palavra sem fazê-la perder o sentido.

aí depois teve o 2many DJS... e resolvi nunca mais encostar num cd-j. só pra vocês perceberem a seriedade da coisa.
Ah, claro, o outro embuste do Timfa, Cansei de ser sexy. pode até ser engraçado pra quem conhece elas e tal, mas a moçada que estava lá só queria que o show acabasse (e que a baixista tocasse alguma coisa, e não ficasse fazendo bico sem tocar nada!!!)


Sim, o texto está totalmente fora de ordem. Domingo, sexta e agora, sábado.

Tivemos também a sensacional musa (e põe musa nisso) PJ Harvey. Ela simplesmente fez, com seu metro e meio e seu vestido e botas vermelhos, com que muitos homens se apaixonassem por ela. Ali, assim, na hora.
Muito rock, com uma banda afinadíssima, intercalando com umas passagens mais calminhas. Maravilhoso. Mas pra quem curte e muito ela. Senão, passa a ser só mais um bom show.

E o Primal Scream. Se você, como eu, ouviu muito primal scream na sua adolescência, ver o Bobby magrelo e com cara de senhor no palco assusta. Mas o que sai das caixas de som assusta mais ainda. Uma massaroca sonora, guitarras rasgando o ar, sujas, borradas, levando todo mundo de volta aos 90 e à época do shoegaze. Mas aí (eles são o Primal Scream, né) na outra música você está dançando como um louco e querendo matar todos os hippies. Ou gritando a letra de “Kowalski”.
Com representantes de 3 das mais importantes bandas de todos os tempos no palco - Mani(stone roses e o rei da simpatia), Kevin Shields (My Bloddy Valentine, precisa dizer algo mais) e o próprio Gillespie (Jesus e Mary Chain) – não tinha mesmo como ficar decepcionado. Algumas pessoas reclamaram do som, mas lá na frente estava tudo bem. O túnel do tempo me levou de volta quase 10 anos e foi uma viagem muito agradável.

bom, parece que acabou, né?
mas não, depois ainda teve um dia de Loud Festival no Rio, com Walverdes, a lenda independente nacional, e o Nada Surf.

o Walverdes fez um show alto, pesado e burro. Apesar de ter um som assumidamente rock (nada farofa, diga-se de passagem), os caras tavam mais para Motorhead garagem e cerveja. E o mini só é mini fora do palco, lá ele vira um gigante. Ótima opção para Vitória.
E o nada surf, bom, o Nada Surf é uma daquelas bandas que não fazem mal a ninguém e são honestas no que fazem.
Apesar de não ser nada demais, gosto muito deles e o show foi muito bom. O som estava Cristalino com C maiúsculo mesmo, sem machucar o ouvido, como aconteceu nas primeiras apresentações da noite. E as músicas foram saindo, uma após a outra, da banda no palco e do subconsciente. Nem eu sabia que conhecia tanta música deles. Na verdade conhecia todas, graças ao nosso amigo de sempre soulseek. Só pra terminar, fui no dia seguinte andar a toa no BarraShopping e ainda peguei um pocket show deles na FNAC.

***
Ah, preciso contar. Meu exemplar de Smile, do Brian Wilson é autografado pelo esquizofrênico mais genial do mundo. o prórpio Brian Wilson. tem uma foto também, mas ainda não me mandaram. logo, logo publico aqui, ok?

****

Ufa, no word, espero não ter perdido nada.

quinta-feira, novembro 11, 2004

oi. Rio agora. ainda pagando pela internet, mas numa cafeteria, menos caro que mcdonalds e meu corpitcho agradece pela falta dos carboidratos em excesso que o mac me proporciona.
Peguei uma gripe, a Arafat, que me "matou".
estou com o nariz escorrendo, dor no corpo essas coisas.
Sem muitas novidades.
Filmes, como sempre.
muitos filmes.
porcarias principalmente, para a Lu não ficar brava por eu ter visto um filme que ela queria ver, mas como ela viu o do Woody eu vi o do Jarmusch. Coffe and Cigarettes é bem legal. parece sobre nada, mas um minuto pensando, traz milhares de coisas para a mente.

***

estou com saudade de trabalhar.
sou redator.
there´s no turning back.
alguns minutos perto do fim.
abrá



domingo, novembro 07, 2004

OI, internet no macdonalds. tive que me entupir de porcarias pra poder escrever aqui. tenho menos de cinco minutos para escrever e mandar noticias de SP. Hoje está frio, garoando, um dia tipico paulista.
Fui ao Timfa sexta e sabado.
Vi tres shows incriveis. o kraftwerk é um dos shows que vc precisa ver antes de morrer, espetacular. imagem, som, todos os sentidos sendo usados em uma apresentaçao digna de primeiro mundo com acustica perfeita (palmas para o tim de novo) e imagens sendo projetadas a cada musica.
Nao faltou Autobahn We are the robots pocket calculator the model...
crassico.

A PJ é linda, tem uma voz linda, fez um show hipnotizante. e essa é a palavra para A apresentação dela. depois falo mais, porque o tempo ta acabando.

O Primal Scream foi enérgico. Gilespie chapado, mas cantando e gritando tudo direitinho (aprenda Nando Reis) e o Mani (ex- roses) rindo e adorando estar aqui,
é isso. trinta segundos pra postar.
fui.
bjos pra todos e loves pra Lu.

quinta-feira, novembro 04, 2004

Oi.
eu aqui. aqui onde?
São Paulo. Pleno centrão. como cheguei aqui, depois eu conto.

***

O Vôo da BRA foi bem tranquilo, com comidinhas gostosas e serviço legal de bordo. Mas as poltronas são apertadas que só elas. avião antigo da Varig, deve ser.
hehehe
O ônibus, que me levaria para a Estação Barra FUnda atrasou e só saiu do aeroporto uma hora e meia depois que cheguei. Mais meia hora andando pela cidade chegamos (eu e os outros passageiros, tá lu) na estação Barra Funda. Peguei o metrô e por via das dúvidas comprei alguns bilhetes, assim posso ir pra cima e pra baixo a vontade e me perder tb. É sério, sempre (SEMPRE) me perco na Sé. Eita estação complicada. Para vocês terem uma idéia, saí andando e quando me vi estava em plena luz do dia, ao ar livre, FORA do metrô na Praça da Sé. Uma carinha que vendia e comprava passe viu aquela mochilona nas costas e disse: O caixa é logo ali.
(Hein?!)

aí é que vi um prédio antigo, muito bonito e uns banners grandes mostrando umas exposições. Entrei e é o "novo" centro cultural da Caixa Econômica. Tinham umas três exposições, uma com arte Tupi (a qual peguei até um catálogo) muito bonita.
E descobri que tinha internet de graça aqui. Beleza, tempo para colocar os mails em dia repegar telefones de contatos aqui e tempo de fazer um tempo até encontrar com a Dani às 18:30 na Paulista.
ou seja, tenho mais três horas de bobeira.

E não é que o passe a mais de metrô vai ser usado?
hahaha

depois escrevo mais, quando for ao macdonalds. Até agora, tudo bem.

***

Amanhã: Kraftwerk.

quinta-feira, outubro 28, 2004

Listinha – Top alguma coisa de 2004 (só até dia 28/10)


Death From Above – You're a Woman, I'm a Machine
Mudaram o nome para Death From Above 1979 provavelmente por causa da DFA, selo do mesmo nome. Mas o som continua aquela esquisitice de sempre. Dois caras fazem isso tudo? Fazem. Essa barulheira e essas melodias são feitas pelas mesmas cabeças. Estranho, não?



Franz Ferdinand – ST
O disco do ano, desde o começo dele. Só tremeu um pouco quando a novo do TINC entrou na jogada, mas apesar de tudo, os escoceses se mantiveram em primeirào.



The (International) Noise Conspiracy – Armed Love
Rick Rubin é mágico. Mas se a banda não ajuda, não dá para fazer milagre. E os suecos ajudaram e muito. Quanta música boa, meu Deus.



Les Savy Fav – Inches
Geniais. E como a maioria dos g6enios, não compreendidos em sua própria época. Fazem maravilhas com uma guitarra, uma baixo, uma bateria e um vocalista careca.



The Hives – T-Hives
Uma marretada na cabeça. Trinta minutos de rachar o crânio de tanta informação, riffs, correria, gritaria e hits, muitos hits. Os verdadeiros campeões do Novo Rock.



Beta Band – Heroes to Zeros
A Beta Band acabou, mas fecharam o caixão com chave de ouro. Um discaço. Mas eu sou fã desses malucos e isso pode ter influenciado um pouco no meu discernimento.


Bloc Party – S/T
Um EP. Pode? Adorei Bloc Party, faz uns meses, e só tinha o mp3 de “She’s Hearing Voices”, mas o álbinho está sendo vendido na Peligro por ridículos 15 reais. Se vale? De olhos fechados, vale sim.



!!! – Louden Up Now
Precisa dizer alguma coisa? Um dos melhores álbuns do que se intitula disco-punk ou whatever you may call it.



Madrugada – Grit
Ótima descoberta do ano. Essa banda nórdica me deixou chapado com o vozeirão do seu vocalista e com a regularidade de suas músicas.



Le Tigre – This Island
Ouvi uma ou duas vezes inteiro e adorei. Melhor que qualquer outro deles. Bom, gosto é gosto, né?



Polyphonic Spree – Together We’re Heavy
Mais um liiiiiiiindo álbum do Polyphonic Spree. Pena não ter sido lançado por essas bandas. Um disco ensolarado e que dá vontade de sair por aí dando bom-dia aos pássaros.
Típico de desenho animado da Disney.


Correndo por fora
Green Day, com o American Idiot (os mocinhos cresceram), The Árcade Funeral (late contestant), Travis e o belo 12 Memories, Of Montreal, Kasabian, Beat For Beginners (só eu gostei?), Helio Sequence e Causey Way.
O segundo do Libertines é muito melhor que o primeiro e o do Interpol não é toda essa coisa não.


terça-feira, outubro 26, 2004

Era uma noite próxima de mais um Natal. Dezembro, quente como só ele sabe ser, passava da metade. A vida caminhava. A manhã era sempre recheada de palavrões direcionados ao despertador, de viradas na cama, de mais dez minutos de sono (que normalmente viravam quinze ou trinta), de cafés com leite amargos ou doces demais.
O resto do dia era perdido dentro do trabalho, uma redação antiga de jornal com um pouco de cheiro de mofo. Os computadores não eram lá tão modernos, mas faziam às vezes de máquinas de escrever com perfeição. Salvo uma ida ocasional à cantina ou a hora do almoço, tudo se parecia como uma rotina nauseante. As duas horas, quando tanto, que dividiam a carga horária entregue a patrões idiotas - muito melhores empresários do que seres humanos e que sempre tinham a palavra final na construção das matérias e viviam apenas atrás dos lucros - abria-lhe a mente. E ele voava em sonhos de praias ou nevascas. Os lugares não importavam muito, contanto que o levassem para bem longe dali. No crachá se lia Kleber. Kleber Diogo Fernandes. Fernandes por parte de pai, um filho de espanhóis que vieram para o Brasil ainda jovens demais, com sonhos demais, idealistas demais. Ele nunca soube porque o nome da mãe não entrou na formação do seu próprio nome, mas essas histórias de cartório e escrivões malucos que sempre datilografam alguma letra errada poderiam entrar em um livro.
O nome da mãe, no entanto, estava fora de seu nome e não com uma letra a mais ou a menos. Fratelli. Esse era o nome da mãe. Não o primeiro, o último. O nome todo estava lá, nas identidades estudantis, no RG, nas certidões de nascimento e de casamento.

Maria do Rosário Fratelli. Nada de mais. Um nome.
Kleber sabia o nome de sua mãe com perfeição. Morou com ela até a mais tenra idade. Ou um pouco mais. Um tanto mais para dizer a verdade. Aos 33 tinha saído de casa para se casar com a namorada que tinha conhecido na redação de seu primeiro emprego. Primeiro e único. O jornal velho, com um pouco de cheiro de mofo.

segunda-feira, outubro 25, 2004

comprei um cd do Air na amazon.com
era edição especial, com dvd e tudo o mais e só recebi a edição normal. por 16 doletas.
cacete. mifu, mas não deixei baixo.
corri atrás dos meus direitos de consumidor e agora a amazon vai me reembolsar pela compra e eu vou acabar ficando com um cd de gratz.

preciso comemorar. vou comprar mais coisas lá agora mesmo.
hehehe


terça-feira, outubro 19, 2004

Oi. Vitória. Quer dizer, em parte dela.
Durmo, acordo e vou para o hospital passar o dia com a mamãe.
Belas férias.
hahaha

***

a lista dos dez mais (preview, claro) sai assim que tiver tempo em frente a um micro.

***

Hum...
sei lá.
acho que em janeiro vou pra Holanda.

***

Vi as Bicicletas de Belleville. Doido. gostei.

***

tá bom, né?

quarta-feira, outubro 13, 2004

Escrever sobre o que?

Making of´s?
Dias e noites perdidas em festas?
Que coisas são realmente novas?
Existe uma realidade subliminar em qualquer coisa que deve ser escrita?
Mensagens?
Teorias?

Histórias são histórias.

***

Hoje:
Passeio pelo centro, conversas profissionais (?) e realidades assustadoras.
Não vou para Londres. Não agora. O agora seria agora demais até para mim.
Dia 05 de Novembro, para ser mais exato. Menos de 1 mês, muito menos, para me ajeitar. As coisas não devem ser assim.
e não é que tem a tal passagem pra Londres em Novembro?
Os sobrenomes se impõem. São conhecidos, não só por mim, mas por uma vastidão de pessoas que se interessam pelas letras.
É a chave para o ponto de partida.
É a vontade de confrontar e sair.

***

Iletrados não se fazem de noite para dia e ponto.
Num país de férias mil e esperanças a todo instante, as letras são um universo distante.

(rimou)

***

Ontem:
The Laramie Project e Elephant
Hulk e Demolidor

***

No almoço teve carne.
Fui numa livraria e fiquei na vontade.
Fui num super e vi tantas cervejas diferentes que fiquei na vontade.
Cheguei em casa e comi pizza.
Estou entupido de porcarias.
Quero minha aveia, meu cereais matinais e meu alface.

terça-feira, outubro 12, 2004

ah...
isquici.

sonhei com trabalho, publicidade, agência CINCO noites seguidas. Mas agora passou. Sonho com os shows do Tim Festival.
Se vou?
calaro...

comprei ontem aqui:

5/11 - Kraftwerk e Kid 606
6/11 - Picassos Falsos, PJ Harvey e Primal Scream
7/11 - Grenade, Libertines e MARS VOLTA ( O Brian Wilson que me perdoe, mas não perco o show do Mars Volta por nada nesse mundo)

é isso aí. passagem comprada, ingressos comprados... Agora é esperar e me diertir. Alguém topa ir comigo?
A internet aqui é coisa discada, do tempo do onça.
Mas é um ótimo quebra-galho.

Para se ter uma idéia, não fiz nada ontem, Segunda.
Aluguei e assisti 4 filmes. Terminei de ler um livro.

Comecei a ler Alta Fidelidade, cm o maior cuidado, que o livro não é meu.
Assisti Efeito Borboleta. Adorei. Não vi direção, não vi fotografia, não vi figurino ou coisa que o valha, mas o roteiro me deixou com água na boca.
Algo como De volta para o futuro, mas levado a sério, principalmente a parte de voltar ao passado para mudar o futuro. Final feliz, sem ser melado. Coisas do mercado.

Estou afastado das notícias e isso é ótimo sinal. A calmaria que toma conta da sala escura me faz bem.

***

Se tudo correu conforme o combinado, o shortlist do Colibras saiu ontem. Deixa eu ir lá no site do SAPES dar uma olhadinha... Afinal, não quero só ficar de DJ da festa. Quero pegar num passarinho também.

***

Pra amanhã prometo um texto inédito de minha autoria.

segunda-feira, outubro 11, 2004

é.
Eu, robô foi pro saco.
tenho mais dois pra ler até segunda-feira.

***

Aqui fiz nada.
cocei hoje. Assisti 3 filmes no vídeo que (graças aos bons deuses do olimpo cinematográfico) achei que nunca fosse ver.
1 - Dogtown and Z-Boys (documentário sobre a zephyr team, equipe de surf e depois skate que praticamente inventou o skate moderno).
2 - The Cooler (área 1, todo em inglês. Gostei, mas nem tanto. Esperava mais.)
3, o que me leva a um ponto interessante lá embaixo... -
The Punisher (Farofa prestes a estreiar nos cinemas nacionais. Nota 5. E segurem a continuação se der certo nas bilheterias. Mas como é fraco, não vai dar.)


***

Ponto interessante. Algumas locadoras cariocas nos fazem o favor de ter em suas prateleiras DVDs da área 1. Isso quer dizer, EUA. Bons filmes que aqui nem em locadora saíram estão lá, prontos para serem alugados. Assim como recém-lançamentos nos cinemas brasileiros e que fazem poeira nas prateleiras de tanto tempo que estão lá.
Exemplo? O próprio Punisher. Elefant. The Alamo. Jersey Girl (o novo do Kevin Smith, detonado por seus fãs...).
E, pasmem, ônibus 174, o documentário brasileiro que só saiu em DVD nos Estados Unidos.
Alguém?

domingo, outubro 10, 2004

Estou bem :)


Mas não estou feliz. Motivos aparentes não aparecem.
é uma coisa aqui, que me diz que algo vai dar e talvez já tenha dado errdo. Como o errado aí do lado. De propósito.

Estranho lugar que prende almas e levam todos para o mesmo lugar, todos juntos num barco de amor e felicidade e de união de desejos e desesperanças. Isso é um pouco Vitória. Isso é um pouco o que a gente vê de longe.

Crescer pode ser uma batalha. Mas é a melhor delas a ser ganha.

é isso.
daqui a pouco Galeão. Mas ainda não sou eu que vou ao mundo. Fico pela sala de embarque.
O ócio faz bem. o ócio É criativo.

beijos e pães de queijos com capuccino, no melhor salgado do Rio de Janeiro.
O cheiro de cigarro ainda enche meu dia.

***

Ontem:
Choppinhos no Braca (eu de mate leão)
Cineminha depois
Casa da Matriz um pouco mais tarde e salgadinhos (o melhor do Rio, segundo meu anfitrião) no Fornalha às 6 da matina.

Hoje:
???

***
Casa da Matriz – Rio
Festa Paradiso

Cheguei, e logo nos dirigimos a um bar, nas cercanias, bebericar algo e assistir ao fim do massacre do Brasil frente à temível Venezuela, a nova força do futebol sul-americano.
Papo vai, papo vem, chegam mais pessoas, chegam amigos conhecidos (uma ilha num oceano de malandragem. Hehehe), chega a hora de entrar no recinto.
Dandy Warhols nos recebe com seu last high, e depois somos submetidos, em qualquer ordem, aos caprichos de Stills, Fever, Kills, Franz, Bloc Party, Kasabian, Ride e outras sortes de bandas. Interessante. Tito e Edinho, os donos da noite, se revezam, tocando uma hora cada. Interessante. A casa, com suas paredes apertadas, cria o clima perfeito. E a luz faz a diferença. Mesmo. Clima tenso e escuro e estrobo pra todo o lado na hora de pular.
Contatos bem-feitos e futuras interações por plagas não muito distantes. Pretendo ir a São Paulo agora. Quem sabe não vira tese de mestrado?


*****

Kill Bill 2 -
A ação e a (fal)ação.
Bom. Mas fiquem com o primeiro e a roupa amarela de Thurman. Esse é menos colorido. Mas é Tarantino, é de grife. Não me alongo pois vocês irão ver.

***
Literatura –

“Eu, Robô” (o original do Asimov, né...) em uma palavra:
clássico

“Cem Anos de Solidão” já tem um companheiro no meu coração.

sábado, outubro 09, 2004

Deu saudades de dividir dois colchões num chão cheirando a cera (limpinho, viu), comendo queijo cheddar e tomando leite em pó sem água (dá pra tomar leite em pó sem água?).

***

Lu, comenta aqui segunda-feira.....
Eu acredito no ócio criativo.

Não. Ainda não criei nada, mas é como se estivesse me preparando para começar uma aventura completamente doida e nova. Como se estivesse prestes a criar. Muito.

***

Pizza no Guanabara atinge a casa de 3,80 a fatia.
Impressionante.

sexta-feira, outubro 08, 2004

Livros, agora.

comecei e acabei o Guia do Mochileiro das Galáxias.
li tudinho, apesar do desconforto. O início parece genial, as palavras descem macias, a ironia inglesa afiada. Mas, de uma hora pra outra, o tal do Douglas Adams parece ter ficado de saco cheio (ou a idéia inicial só rendia algumas poucas páginas, sei lá...) e o livro vira uma ode ao samba do criolo doido. Sério. Com os remédios que estopu tomando, se bebesse um litro de chopp, tinha um treco.
Mas fui até o fim e vi que o livro continua, parece, por mais 3 tomos.
é mole?

Mas a leitura não é de toda perdida, não. A genialidade de DA aparece vez ou outra, numas ligações metafóricas entre a realidade das galáxias de nomes estranhos e nossa vidinha sem graça na Terra.

É um livro cansativo, que pode se tornar genial para algumas pessoas.

***

Comecei a ler Eu, Robô do Asimov.

Esse sim, parece que vai ser devorado em dois ou três dias de leitura intensa. A narrativa é fluida e a divisão em 9 contos, faz o livro parecer voar em suas mãos. Um clássico escrito de uma forma clássica.

***

Continuo lendo o Band of Brothers do Ambrose. WW2, com muito orgulho.
Cia. Easy, apesar de já ter visto e revisto a série da Tv com seus dez episódios e seu dvd com extras. Deu vontade de ver de novo, acompanhando o livro, seguindo cada capítulo, cada batalha com seu episódio correspondente. Uma baita experiência.

Bom, Ambrose é americano, faz livros para americanos, mas tem lá um ou outro relato dos alemães.

***

Espero poder ler logo Stalingrado. É bem cotado.

***

Isso tudo é preparação para Chuck Palahniuk e o Cantiga de Ninar. Peguei emprestado, junto com o Alta Fidelidade do sempre legal Hornby. Do Hornby já sei o que esperar, já do Palahniuk...
Seja o que Deus quiser. (ele escreveu o Clube da Luta e parece ter uma narrativa meio... clube da luta, sabem?)

***

Posso parecer estar com tempo de sobra para escrever tanto nesse blog em um só dia, mas a verdade é que estou.
Agora falta começar logo o roteiro. Ou terminar logo.
anyway...

***

Pulem por mim no Centenário hoje. Amanhã pulo por vocês na Matriz.
I´m a happy owner of a hostelling international card.
(dúvida: I´m a happy or I´m an happy?)

é isso aí. Carteirinha de alberguista internacional. Fiz na hora, aqui no Rio. Numa caminhada por Ipanema. Maravilha. Agora só falta a passagem.

***

O Rio sem chopp, perde um pouco da graça.

***

os discos, pros curiosos de plantão:

Gene - To See the Lights
Whirlwind Heat - Do Rabbits Wonder?
Suicidal Tendencies - How will I Laugh Tomorrow (excelente!!!)
Kyuss - Welcome To Sky Valley (excelente em dobro!!! excelente e genial!!!!)
Wool - Box Set (o nome do diso, não é um boxed set de verdade)
Echo - Ocean Rain (um clássico que faltava na coleção)
Groove Armada - Goodbye Country (Hello Nightclub)
Skinny Puppy - The Process (pra vender pro KAlunga. hahaha)
Cooper Temple Clause - Kick Up the Fire...
Dandy Warhols - Welcome to the Monkey House]
Sonic Youth - Sonic Nurse
Lemonheads - Car Button Cloth (Fabrício tinha. Ouvia muito o dele, na época. Agora tenho o meu, já que Fabrício esté em Poa faz mais de anos. vário anos, na verdade. Como andará Fabrício?)
The Streets - A Grand Don´t Come for Free
Clones - Safety Copy (tenho certeza que vou enjoar rápido. Que o som vai ficar datado rápido {é eletrônico}. Mas a capa é tão linda... mereceu ser comprado. Os mp3 eu apago depois...)
Fountains of Wayne - Welcome Interstate Managers.

é isso. Muitos deles importados,nove ao todo. É, adoro comprar CD barato...

***

Um beijo pra Vitória.
Aqui primeiro

Parem as máquinas. Parem tudo. O ano começa agora.

Fim de 2004. A maioria dos aficcionados em música começa a se preparar para fazer a
famosa lista dos dez melhores do ano ou dos trinta melhores do ano ou (para os megalomaníacos) dos cinquenta melhores do ano. E não é que, quase no apagar das luzes, na última badalada do relógio, aparece um disco que nos faz rever toda a ordem dos fatores?

Mas todo o trabalho que teremos refazendo nossas listas será recompensado. Ou foi, se você já ouviu “Armed Love”,o novo disco do (International) Noise Conspiracy. Os suecos abriram outubro, o mês 10, com 10 músicas de fazer inveja aos outros meses do ano. Com a produção mais que competente de Rick Rubin (o homem por trás de grandes sucessos comerciais, como Blood Sugar Sex Magic do Red Hot), o T(I)NC alcançou todo seu potencial. As letras continuam cheias de mensagens contra o stablishment, contra o capitalismo selvagem, contra o homem moderno e seu mundo nada maravilhoso. E as músicas, ah, as músicas. Maravilhosas, sem nenhum exagero (meu). As músicas são tão boas e pegajosas que fica difícil destacar alguma faixa, sem desmerecer uma outra. Como eles mesmo dizem, na terceira faixa do disco, “Let´s Make History”.



Oi. Rio. Eu.

Fimzim de semana bala esse.
Quer ver?

Sexta
Show do Otto com China (ex- Sheik Tosado) abrindo, 22h.
No fim, união de todos com a banda Rio Maracatu e homenagem a Chico Science. (imperdível, né?)

Eddie - Grande banda pernanmbucana, no Teatro Odisséia. 20:30h


Amanhã (ou sábado) -
- Fim de século, a história dos Ramones (23:30h) espaço Unibanco de Cinema. Imperdível, não é mesmo?

- SepulFest - Matanza, Sepultura e mais duas bandas, na fundição Progresso.

- Village People no Circo Voador. hahaah 120 pratas. Socorro, meu...


Domingo
Hermeto Paschoal de grátis no Planetário. Ufa...

Ah, não estou contando as festas de rock, as raves, nem a mostra riocenacontemporânea com o melhor do teatro mundial.

doido, né?



****

já peregrinei pelas lojas de cds usados.
Comprei uns. Comprei vários. 210 tudo. quantos cds? chutem...
como não os tenho à mão, não sei quantos foram. Mas devem ter sido uns 15, talvez 16. Pra que isso me pergunto...
Pérolas:
Streets novo - 15 reais
Sonic Youth novo - 15 reais
Skinny Puppy - 15 reais (depois vendo pro kalunga por 25. hahaha)
e mais, Wool, Gene, Echo and The Bunnymen...

***

Ingressos pro Tim Festival, alguém?!


sexta-feira, outubro 01, 2004

tapa...


Postal Blue - International Breezing

Bandinha de indie pop fofinho... gostei, baixie e na hora de conhecer mais...
o TAPA. A banda era brasileira. É brasileira.
"Backups que nunca ouvi..."


Gogogo Airheart - Love My Life Hate My Friends


Horrorpops - Hell Yeah


I am Robot and Proud - Grace Days (belíssima capa)


The Reigning Sound - Time Bomb High School


Kent - Vapen & Ammunition (não foi esse que peguei. Na verdade esse foi o único que não peguei. Mas a capa é a mais linda. Mas todas são bem bonitas...)

quinta-feira, setembro 30, 2004

Quick remind

best albums of 2004 so far...

Le Tigre – This Island
The (International) Noise Conspiracy – Armed Love
Interpol – Antics
Franz Ferdinand – S/T
Madrugada – Grit
Polyphonic Spree - Together we're heavy
The Hives - T-Hives

falta muita coisa, mas não lembro agora. Não mesmo. e só vale álbum. Eps e singles estão fora.

segunda-feira, setembro 20, 2004

é o tempo, é a vida, rolando e levando gente embora.
***
Bom, festa sexta. Não bebi. Até a hora de tocar, porque depois tomei uma cerveja e dois uisque com red bull.
acordei podre no sábado, o que só reforça a minha escolha de parar com o álcool mesmo. Não faz falta, sabiam?

tomei a liber, cerveja com 0,00% de álcool lá na casa do meu pai esse domingo. Fiquei até bêbado. segundo a Lu, eu me sugestiono muito.
Concordo, mas não sei como nao me sugestionar.

**

Festa sexta. Toquei Bjork pra fechar o set. Sabem por quê? porque EU queria ouvir aquela música. É simples assim, quando você caga pro público que quer ouvir o que já ouve na rádio sempre.

beleza, não é tanto assim, mas é mais ou menos assim.

Set de sexta teve kasabian, Moving Units, Joy Division, Smiths, Interpol (nota ZERO em geografia), ESG (nota 0 vezes 2), Kraftwerk, Chicks on Speed, Bowie, Beatles, Devo (tocando Stones), Blur (Trouble in the message center, novinha na pista...), Soulwax, Cardigans, Chikinki, Prodigy e por aí foi...nunca me lembro do set, nem quando não bebo.
E esqueci de levar o lápis e papel pra anotar.
Enfim, o fim.

*

e ontem a noite fui ver o Super Size me. depois do filme fiquei com peso na consciência e comi um sanduíche natural de atum, com suco de cacau.
O suco de cacau me deixou com o estômago mal até a hora de dormir. Antes fosse um McChicken...

uma passada básica na Unimed, um rivotril pra dentro e uma massagem. Nào preciso de mais nada pra ser feliz.
***

quanto a vida, que coisa é a vida. Quando temos, não ligamos.
Mas horas passam, tempo passa, a pele enruga, a voz falta, a mente falha.
caímos. e caindo, no ostracismo, chegamos.
sequem as lágrimas pelos outros, pois é para eles que a eternidade está aberta.
para nós, resta caminhar nessa estrada cheia de pedras e buracos,
pronta para levar mais um ao chão.

sexta-feira, setembro 17, 2004

Boas bandas
Causey way. Até agora só baixei uma música, toys, mas apaixonei.
Sem falar que a tal de Helio Sequence é de babar. Nem ouvi todas as músicas inteiras porque o discodeles é um clássico. Diferentão. Experimental e pop. Uma coisa de louco. Peguem, corram, escutem.


The Causey Way - WITH LOVING AND OPEN ARMS


The Helio Sequence - LOVE AND DISTANCE

Duas ótimas representantes das mais belas capas de disco por aí.

***

Ontem encomendei o Air – Talkie Walkie com DVD (edição limitada) e o Les Savy Fav – Inches com DVD tb (mais uma ed. Limitada).
E de ed. Limitada em ediçào limitada, fico cada vez mais pobre. Na fila o The Network com DVD, é claro.

Mas o pior é passear pelas páginas da Amazon.com e ver todas aquelas belezuras em promoção, chegando a valer 3 dólares. Só que aumenta aí o porte pago e estamos, de brincadeira falando já de quase dez doletas.
Resolvi, vou viajar pra NY pra comprar cd em loja de usados.

Uma vez a cada 50 anos, esteja bem claro.

***

Hoje começo o set com Trans Euro Express. Será que as pessoas vão entender o começo conceitual?!

terça-feira, setembro 14, 2004

Alguns reais mais pobre.

Dia 5 de novembro: Chico Pinheiro, Brad Mehldau Trio e Nancy Wilson & Trio (Tim Club); Kid 606 e Kraftwerk (Tim Stage); F.U.R.T.O., Panjabi MC e Kinky (Tim Lab); Soulwax, Cansei De Ser Sexy e 2 Many Djs (Motomix).



Dia 6: Maogani, David Sánchez Quintet e Brandford Marsalis (Club); Picassos Falsos, PJ Harvey e Primal Scream (Stage); Bebel Gilberto (Lab); De Leve, Stone Love, Digitaldubs e Bumba Beat (Motomix).



Dia 7: Dave Holland Big Band, Birélli Lagrène Gipsy Project e Art Van Damme Quintet (Club); Uma noite com Brian Wilson (Stage); Grenade e Libertines (Lab); Pet Shop Boys e dj Mau Mau (Motomix).


***

Manchete do Sonar:
LCD Soundsystem e Liars se destacam no Sonar

ai ai.
como se alguém não soubesse.
Mais um que perdi por morar na ROÇA!!!!
Faz algum tempo ouvi “A New Morning” do The (International) Noise Conspiracy. Era um discão. Boas músicas, letras politizadas (eles não reclamaram das mulheres que largaram eles nem uma vez) e muito, mas muito tesão pelo que estavam fazendo. Gostei da banda.
Depois pude baixar o primeiro disco deles e comprovar que realmente eles faziam boas músicas, que aquele belo disco não era um acidente de percurso. E agora, com o último trabalho deles, chamado Armed Love, não teve jeito. Virei fã. A qualidade, superior a muita coisa que se vê incensada por aí está presente de uma forma tão intensa que coloca ele direto na lista dos 10 melhores de 2004, fácil, fácil.



Duvidam? Escutem “Let’s Make History”. Depois a gente conversa. É melodia grudenta e peso na medida, uma espécie daquelas que nos seguem pela rua, esperam o ônibus com a gente e à noite vão se deitar junto com nossos pensamentos. Só para acordar no dia seguinte cantarolando a danada.

Uma das grandes bandas da atualidade, com um trabalho sólido e um belo e longo caminho a percorrer. Assim esperamos.

***

Disco novo do MARS VOLTA já tem nome:

FRANCES THE MUTE.

A capa será, mais uma vez, feita por Storm Thurgeson. Esperem algo doentio novamente. Assim como a banda.

segunda-feira, setembro 13, 2004

Escola do Rock
Euro rock - Lista de Chamada


Alemanha: Hammstein - Notwist - Kraftwerk
Suíça: Young Gods
Bélgica: dEUS - Millionaires
Portugal: Parkinsons - The Gift
França: Phoenix - Air
Espanha: Migala
Suécia: Hives - Hellacopters - TINC -
Backyard Babies - Kent - Wannadies
Islândia: Bjork - Sigur Rós
Noruega: Turbonegro - Dimmu Borgir
Holanda: Junkie XL
Grã-Bretanha: precisa escrever?

Secret Machines - Now Here is Nowhere.

Adorei o nome do disco e baixei.
Depois fui ver a capa e achei sensacional.
Será que tomo coragem e encaro as músicas agora, mesmo podendo quebrar a cara?

quinta-feira, setembro 09, 2004

Isso sem falar do novo do Lilys e do Moving Units (e também para eu não esquecer de pegar logo isso!!!!).
O que eu fiz nesse fim de semana?
Caranguejo, não muitos.
Cinema, uma vez.
Dois filmes em casa. Um terceiro não visto, ainda.
Jogos do Brasil, dois.
Almoço em família, uns dois.


Querências:
Liars dia 11/09 em SP.
Tim Festival – Kraftwerk, Primal Scream e Brian Wilson.
Férias, qualquer hora, qualquer dia.
Rio de Janeiro, idem ao de cima.


Ouvindo, baixando, entulhando num HD:
Soulwax – tudo deles.
Tramp Attack – Attack! Attack!! Attack!!! (cópia de strokes. O início da Segunda música deles é Last Nite)
Rogue Wave
Kasabian – Kasabian (a banda. A BANDA!!!) a próxima a estourar num nível Franz Ferdinand da vida).
Novo do The Music – Welcome to the North
Beats for beginners – Don’t Fly into the sun
Phantom Planet novo – Self titled
The go find
Good Life
Postal Blue
Ted Leo
Chikinki - Lick Your Ticket (finalmente achei o disco bom deles!!!)
The Gathering
E isso tá bom por agosto.
Veremos Setembro...

sexta-feira, setembro 03, 2004

claro, claro.
trabalho no fim de semana.

***

bom, esse não é meu problema. Na verdade, nem sei mesmo o que eu ia escrever. ah, tá, lembrei.
nào era nada, não.
Era só que peguei mais uns nomes de bandas diferentes, novas. nào sei se sào boas.
ou foi porque vi o Lucio Ribeiro na Pensata com umas fotos tiradas em Londres e depois li o relato do danado no Reading e me achei menos miserável.
Quer dizer, me senti melhor por ler uma coluna com o nome das bandas que costumo ouvir.
Ou talvez por poder pensar que, em algum lugar, vencendo um oceano, eu posso ser feliz.

é, acho que foi por aí.

***

Ah, deu vontade de ir pro próximo Reading. Alguém se habilita? já estou comprando minhas libras esterlinas. Ô, maravilha.
pronto. sobrevivi.
Tive uma crise de asma quarta e quinta, hoje sexta ainda trago os resquícios da falta de ar e da tosse.
Mas voltei a fazer nebulizaçao (fazia o que? uns doze anos?!!) e tudo melhorou.
Voltei a mexer com minha pressão, com os remedinhos da bronquite, e fiquei gelado e suando.
só faltou tremer, mas dessa vez não tremi.
***
só quem já passou por isso sabe como é ruim ficar sem respirar.
Pensei, e ainda penso, em entrar na natação. Alguém sabe onde tem um clube por aí, com horários flexíveis?
***
Mudei de vida.
é pra já.

quarta-feira, setembro 01, 2004

I’m outta here.
acho que estou de saco cheio.
É, só isso.

almoço ruim, balança estourando,
garganta arranhada, nariz machucado, estômago enchendo...
quero um clone.
pode embrulhar pra viagem, por favor.

mastiguei uma pedra na hora do almoço, mas, no fim, só engoli um sapo.
cristais de gengibre,
remédio para a gripe,
mini-barra de chocolate:
R$ 20.00

Não sabia que morar sozinho era tão caro.
Int – consultório
A sala está bem escura. Poucos são os detalhes que se enxergam.
A cena continua assim por um tempo. Barulho de molho de chaves. A porta é destrancada e se abre. Entra DOUTOR na sala. Ele caminha até a janela e abre a persiana. A luz entra na sala e vemos que se trata de um consultório psicológico. Estantes com livros, sofá, divã, puffs, e uma caixa grande de lenços de papel próximo ao sofá.
DOUTOR liga o ar-condicionado, anda até sua mesa e escuta os recados de sua secretária eletrônica.
Ao mesmo tempo em que os recados são tocados e as pessoas começam a falar, DOUTOR anda até a pequena cozinha da sala e começa a preparar um café.
(achei o texto perdido. Tá velho, mas tá na mão)


Fazia tempo que uma banda não batia direto!!!
Ontem, uma bateu. O nome dela é Boxer Rebellion e o single Watermellon é uma das melhores músicas que ouvi este ano. Sabe aquelas musiconas de rock, sem medo de ser feliz? Algo como um Oasis, nos áureos tempos? Um rock de arena, mas bom de doer? Aquela guitarrada, aquela barulhada, enfim, uma banda que não pode, simplesmente, não acontecer. Quem ouvir essa música há de concordar comigo.

***
Enquanto isso, baixei uma outra banda que vou falar aqui, só pra depois quando estourar igual o Electric Six, o Hot Hot Heat ou o Franz Ferdinand, o pessoal Ter certeza de que eu falei dela aqui primeiro.
O nome?
Kasabian.

segunda-feira, agosto 30, 2004

fazer o que se peguei o gosto?

***

Chegou semana passada o cd com DVD do QOTSA. Comprei pela Amazon.com e paguei só 14 dólis.
Sim, o dólar tá quase a tres pratas, ou seja, foram quase 42 reais.
Mas o danado é importado e ainda tem um DVD. é ou não é uma pechincha?

Bom, o difícil agora é entrar na página da Amazon.com e não comprar nada.
Só hoje já quase bati no botão "1 click order" umas três vezes. Mas ainda não.
estou calmo. por enquanto.
o Network com DVD, o Polyphonic Spree com DVD e o Rob Zombie com DVD estão na mira.
Mais um Anthrax e quebro meu cartão de crédito.

por falar nisso, alguém viu ele perdido por aí?
tempo para as palavras.
elas teimam em aparecer.

quer queiram quer não,
não há mais para onde fugir.

Os limites ficam estreitos,
cabem em um quarto de parede.
entre quatro paredes.

Abra a porta e saia.
ou se tranque e mantenha-se quente e bem informado.

é o preço, meu amigo.
E muitas vezes ele deve ser pago.
porque, como dizia o cartaz no boteco,
aqui só a vista, nada de fiado.
deu, sabe.
Estou a partir de hoje me dando umas férias. de tudo e de todos. Os mais chegados,podem ir lá em casa, me visitar. Ou podem receber uma visita minha de supetão.
Mas o fato é, preciso me afastar de certas coisas, de certos momentos e só a solidão, um quarto escuro e muito ché preto podem fazer isso por mim.

No fim, it's a dirty job but someone gotta do it.

***

Ao som de Black Keys - Rubber Factory

sexta-feira, agosto 27, 2004

Eu estou com cada vez menos cabelo. Ele está ralo, sumindo de repente e deixando minha testa maior.
Se me preocupo? Não. Nunca liguei pra esse treco de cabelo. E de vez em quando penso mesmo em raspar tudo e ficar careca de uma vez. Ou deixar ele crescer sem parar, pra ver até onde dá pra ir. Mas nunca ‘longe o bastante. As convenções me ligam e pedem para me manter na linha.

*****

Alguém conhece uma casa de repouso legal? Tem um “amigo meu” que precisa. Ele está passando meio mal. Às vezes acha que vai pirar e talz. Mas é que ele pensa muito nas coisas todas do mundo. E fica meio estranho. Ele queria que quando fosse menor tivesse lido menos, visto mais televisão e nunca tivesse ouvido falar de filosofia ou antropologia. Nunca tivesse conhecido música, nem cinema. Ele só queria ser uma pessoa com uma vida normal, tomando sua cerveja final de semana, na beira da praia, nadando e correndo e trabalhando num serviço público, conseguido através de seu pai, político influente.
Devo dividir com vocês as descobertas destes últimos dias?
SIM!!!!
Bandas novas, novas, novas, boas, boas, boas.
Fazia tempo não baixava umas coisas assim tão legais juntas de uma só vez.
Devo dizer que a nova geração inglesa está muito bem servida de bandas e de gênios musicais. Só para citar a minha preferida, Boxer Rebellion (sim, eles de novo). Dois Eps maravilhosos...
Depois a nova queridinha da indiezada paulista, o Kasabian.
Mas eles nem são os melhores. Vocês precisam ouvir Beats for Begginers. Músicas lindas, mas lindas, que me lembram a primeira vez que ouvi Belle and Sebastian e gostei deles. Sim, porque no começo não gostava deles, não. Mas comprei o disco e pirei. Era lindo, lindo.
Bom, Beats for Beginners é um “preciso ter” ou em bom inglês, um Must Have.
Aí partimos pro Chikinki, e seu último disco Lick Your Ticket. Nem é tão novo assim, mas sabe como é difícil ouvir tudo que a gente baixa, né?
Aí a gente parte pro Golden Virgins, um rock básico, mas também com boas músicas. Muitas boas músicas.
Tem outras como “Sons & Daughters” e “Espers” que ainda nem deu pra ouvir, mas que já estão aqui.

The Open ainda não achei pra pegar, nem Phono Comb, nem Tramp Attack (essa eu já coloquei na lista de espera).

***
Ao som de Beats for Beginners – When Robots Attack

quinta-feira, agosto 26, 2004

dos comments para post


e ver esse filme com 4 trogloditas atrás de você, querendo assistir um "filme do Jim Carrey", só porque viram a foto dele no cartaz do filme.

cada vez mais me pergunto o porquê da busca pela cultura de "elite", mais esclarecida, se a massa não consegue captar as coisas mais sutis...

é, manda novela e dramalhão para o povão.
E, por favor, me deixem ser normal. Quero poder dançar ao som da Ivete e correr atrás do trio.

quarta-feira, agosto 25, 2004

bandas e bandas e bandas.
tinha escrito sobre umas bandas novas, promessas, que VÃO estourar num futuro próximo.
Depois escrevo sobre elas. Mas vou colocar o nome aqui pra depois vocês não acharem que eu ...

vamos lá.
Kasabian, vai estourar e logo. Lá fora, pelo menos.

e a minha predileta, genial, que bateu de primeira, como nenhuma outra banda bateu nos últimos meses, pelo menos.
o nome é Boxer Rebellion e eles só tem dois eps lançados: Watermellon e In Pursuit.
a música watermellon é genial. Bateu uma lembrança de Oasis, de rockào de arena, de gente feliz e legal, sabem como?

pois é. é isso.

Não fiz o que tinha feito antes, pois estou puto por ter perdido o post de antes.
vai...

segunda-feira, agosto 23, 2004




Comprei faz pouco tempo o DVD de um dos maiores clássicos da sessão da tarde e do cinema adolescente americano, “Curtindo a Vida Adoidado”. E estava revendo o filme, agora com o som original, sem dublagem (não tem essa opção no dvd, acreditam?) quando percebi que o danado não só faz parte do imaginário popular de qualquer pessoa que passou umas tardes de férias assistindo a rede globo como também é um clássico moderno.

O filme é muito bem feito, a história é muito bem amarrada e as atuações fazem desse um dos filmes mais divertidos da história recente do cinemão americano, ao lado, talvez, de Despedida de Solteiro, Porky’s e D’O Último Americano Virgem.

***

ouvindo:
Casiotone For The Painfully Alone - Roberta C.
sumido eu?
que nada...

continuo no mesmo lugar de sempre. com a bunda sentada na frente do micro, cheio de dor, de segunda a segunda.

quinta-feira, agosto 19, 2004


Madrugada - Grift

o novo disco dessa banda norueguesa que encontrei sem querer e que gostei muito.

quarta-feira, agosto 18, 2004

Opa, rapidinho, só pra dizer um OI.
acordei cedo hoje, já na casa nova, desde domingo.
tudo tão tranquilo. E sabem, nem preciso conversar muito, dar satisfação de horário ou do que vou jantar.
bom.

***

comprei Hulk, o filme em promoção. 19.90.
adorei o filme e pnc dos detratores.

comprei o aranha duplo. O triplo achei forçação de barra (como se escreve forçação?)

**

Rocky, A profecia, Curtindo a Vida Adoidado e mais alguns que não me lembro agora.

***

e tem mais. baixados o novo do Black Keys - continuam muito bons, viu.
o Motorcade do Cake, FINALMENTE!!!!
O último da Miss Kittin, e umas novidades:
Kasabian
Concretes (já tenho faz um tempo, mas vi a capa linda do disco e resolvi falar deles)
Reuben
Madrugada
Tramp Attack

sexta-feira, agosto 13, 2004

back.

***

pegando Chris Isaac e Bruce "The Boss" Springsteen.

***

agora sou um feliz possuidor do DVD do "melhor filme de sessão da tarde de todos os tempos".
Nem precisa dizer o nome, né?

***

A vida está chata. tudo o que acontece está chato. A música está chata (mas nem assim pára de tocar). E, acima de tudo, Vitória está chata.
Ô meu Deus, será que não vou poder ficar em paz com esse lugar UMA vez na minha vida?

***

ouvindo Haven - All For A Reason.

***

me mudei, mas nào levei.
quer dizer, meus discos, meu som, meus livros, tudo está na minha casa. Tudo menos eu.
Em uma semana de trabalho em que o horário de saída mais cedo é 21h, não dá pra fazer muita coisa.

***

Vocês não entendem, porque para a maioria de vocês sábado é sábado. Sábado, pra mim, é segunda.

***

Damn it! I'm out of here!

quarta-feira, agosto 11, 2004

oi. tchau?

***

como descobrir? ligar? perguntar?
sei lá. Ler, às vezes, pode responder várias coisas.

***

sou/estou solteiro e não sabia...

segunda-feira, agosto 09, 2004

Amanhã tem Kalunga na área.
Se segura meu irmão...
sexta-feira fui no empório Sto Antônio.
Tinha acabado de sair da agência e Paulinho me pegou na porta do trabalho. com a mesma roupa do dia todo de trampo e morrendo de fome, fomos pra noite.
Dois choppes e uma jarra de sangria depois, eu já nem sabia mais qual era meu nome...
...Falamos com Maércio no telefone (no meu, porra!!)...
...fui...
é, é só isso que lembro.

***

relatos dizem de uma tequila (tomei tequila?) e de um aipim (aipim?!).
e de um pedido de torresmo pro garçon..

Meu Deus, preciso, realmente parar de beber. ou resolver ir pra casa e jantar antes de sair.
segunda. 21.
na agência.

trabalhando num material legal.
Que tem tudo para ficar muito bom.

***

bom, fim de com algumas mudanças. a maior delas é de casa mesmo. Mas por enquanto ainda não consegui dormir na minha casa nova.
Nem ir pra lá, pra ser mais sincero.
Tá foda, como diria Panelas. E mesmo sem morar (ainda e por pouquíssimo tempo) já tenho que desembolsar uma grana...
beleza. coisas que um sábado de tarde a toa lendo pagam facilmente.
**

fui ver Hellboy. Um filme de ação/ficção baseado em quadrinhos. Quadrinhos esses que nunca vi no Brasil, mas que queria muito ter visto. como o Madman, por exemplo. sei que devem ter importadoras por aí com as revistas, ou mesmo uma edição nacional de algumas dezenas de reais...
bom, enfim. Fui viciado em quadrinhos e adoro lê-los, vez ou outra ainda. Compro o Hulk e o Demolidor, e tá bom demais. E, por isso, perdi esse contatão com as lojas de HQ. e, por isso, nunca cheguei a ler Hellboy. Nem Madman. Strangers in Paradise eu li. E gostei muito.

BOm. o filme. É ação, bons efeitos especiais (algum consegue ser ruim hoje em dia?), ficção, e não subestima a inteligência do público nem um segundo.
Nota? 9.

Pra mim, um filmão. Quero ver mais e mais e mais...
**
alguém tem uma revista do Vermelho pra me emprestar?

sábado, agosto 07, 2004

sim, é verdade.
a tecnologia mudou o mundo.
mudou a forma do homem se relacionar com o mundo.
me mudou.

sexta-feira, agosto 06, 2004

e chega de blá blá blá.
rivotril 1 x sono 0
Minha cabeça está em frangalhos...

***

toda vez que saio do ônibus e ando um quarteirão com o solão me lambendo o pescoço e as costas....
cá pra nós, isso renova em 1 milhão porcento a minha vontade de sair urgentemente daqui.
Preciso de um clima temperado, preciso de um sol que me aqueça neste inverno, não de um que me torre todo, como um frango assado de padaria!!

quarta-feira, agosto 04, 2004

capa de disco também é arte


Migala - Restos de un incendio


Modest Mouse - Good News for People Who Love Bad News

terça-feira, agosto 03, 2004



The Sunshine Fix - Age of the Sun

tem toque do Olivia Tremor Control nessa banda?
tô dentro.

segunda-feira, agosto 02, 2004

quanto?
TOTAL: R$ 1.421,51

o que?
DVD Friends 1ª,2ª,3ª,4ª,5ª e 6ª temporadas
DVD Homem-Aranha - Ed. Luxo (3 DVDs)
DVD Coleção X-Men (4 DVDs)
DVD Box As Aventuras de Indiana Jones c/ 4 DVDs + Bolsa
DVD Coleção Superman c/ 3 Filmes
DVD Hulk Ed. Limitada (Triplo)
DVD Alien Quadrilogia (9 DVDs)

quem?
Eu, ora bolas.

***
Peraí, vocês não acham mesmo que eu dei quase 1.500 reais em DVDs, né?




Fannypack - So Stylistic

é o que ouço faz três horas seguidas. Um som feliz, rapeado, com batidas eletrônicas e três vozes agudas, mas sem se tornarem insuportáveis.
Fácil, fácil numa próxima festa.
"Smack It Up" não faz feio em pista nenhuma.

de 2003, mas só agora chegando aos meus ouvidos.


Graham Coxon - Happiness in Magazines

Você ouviu “Think Tank” e sentiu falta do Blur, daquele Blur que você aprendeu a amar ouvindo discos como Parklife, Leisure e The Great Escape? Você ficou triste com o desmonte da banda depois que Graham Coxon saiu (ou foi saído) e achou que nunca mais ouviria aquelas melodias alegres e pra cima que fizeram do Blur uma das maiores e mais queridas bandas do mundo?
Se a resposta a essas perguntas foi sim, tenho boas notícias. Engula seu choro e corra para a loja de disco mais próxima para comprar o quinto disco solo de Graham Coxon.

O guitarrista deu uma aula de composição e fez 12 músicas que não ficam a dever em nada a sua ex-banda.
As melodias alegres, as baladas tímidas, tudo tem gosto de Blur. Até mesmo seu vocal lembra o de Damon Albarn, seu ex-parceiro de banda. Ruim? Nem um pouco. Com esse álbum a gente pode finalmente ter certeza sobre quem era, realmente, a cabeça da banda.
Happiness in Magazines começa com a música Spetacular e continua não menos espetacular com Bitterwseet Bundle Of Misery, Are You Ready e Don’t Be a Stranger. No final, chorado, Coxon parece não querer terminar a última música, terminar o disco. Parece querer continuar gravando e fazendo músicas. Bom para ele, mas melhor, com certeza para a gente.
há dois anos, no absent soul:

"Poste, post.
poste post
poste post.
Neurolinguística de computador.
vamos blogger....
poste, post.
poste post.
poste post."
bom dia.
o blogger funciona que é uma beleza aqui em casa.
dá pra mudar o tamanho das letras, mudar as cores e até a fonte.
até aquele widgings tem aqui.

dfjknbvSI:fg ónB
e lá vamos nós...

***

Bom, faz um tempo que venho pensando em mudar meu estilo de vida.
Essa coisa auto-destrutiva não tá mais dando pé mesmo.
resolvi comer melhor, beber pouco ou quase nada, manter um estilo de vida.
não é um estilo de vida qualquer, como esportista ou saudável.
é apenas um estilo DE VIDA!
sacaram?

***

engraçado, pensar nas pessoas todas dormindo agora.
os roncos, as cabeças nos travesseiros, o rolar de um lado para outro,
os cobertores esquentando os pés, os sonhos...
ah, os sonhos...
o ventilador tá ligado aqui no meu quarto.
tá frio no pé...
não vou me deitar.
são 10 pras seis da matina.
será que pedir socorro ajuda?!
ou é melhor me controlar sozinho?
Colocar as coisas no papel é ideal para exorciza-las.
A cabeça roda um pouco nessa madrugada.
O coração dispara, a mente vai a mil lugares, em mil situações diferentes.
A crise está de volta e veio num momento perfeito.
A ilha onde estou me faz sentir pouca confiança, pouca segurança.
O braço doeu, o peito explodiu, a cabeça gelou e levou com ela o corpo todo.
Levantei. Não dormi mais. São 4:45 da manhã.

A tv a cabo faz maravilhas nessas horas. E um telefone tb.
Mas não liguei para ninguém,
apesar de só querer
companhia agora.
Apesar de só querer ouvir a voz de alguém do outro lado da linha...