terça-feira, abril 13, 2004

tô com saudades de fazer rádio. alguém sabe se tem alguma rádio com espaço pra um programa de hits alternativos no Espírito Santo?

***

Alguém já trabalhou com o Blogger aberto o tempo todo?
é ótimo pra postar o que vier na cabeça, qualquer coisa, a qualquer hora.
Sonhei que estava na Nova Zelandia. Nao, na verdade, nao estava. Estava conversando com um neo-zelandes que me dava umas dicas de como ir para la, onde ficar, como esquiar, e a todo momento ele me dizia que eu ia amar a Nova Zelandia. Fiquei ate com vontade de conhecer o tal do pais. Depois do Senhor dos Aneis, entao?
So faco pensar naquelas paisagens da Terra Media. Me lembrou de um livro que um cara escreveu, mostrando os locais da Nova Zelandia onde foram filmadas as cenas da oscarizada trilogia.

E por falar em Nova Zelandia, TV ColoSso e Jaca Paladium ?. EU N?O ACREDITO!!!!!







? ou n?o ? uma beleza?
vocês já ouviram a música "Fallen Angel" do disco "Cast of Thousands" do Elbow?

alguém me explica o que é aquilo!!!!
EU QUERO!!!!

de volta a seção que mostra o que eu quero!!!


o que é isso? Um som que toca MP3, um dvd, um wega theater, um monstro do áudio e vídeo da minha marca preferida, a Sony, por apenas DOIS MIL REAIS!!!!

segunda-feira, abril 12, 2004

ontem dormi as nove da noite. Sim, é verdade. Não me perguntem porque, mas acabei perdendo a hora segunda de manhã e acordei só as nove da matina.
Vodka e maracujá é um santo calmante. Misturados com chocolate, então, é coma na certa.
***
não vi o barraco do BBB, mas posso dizer o que senti por ter perdido esta.

nada.

acho que me fiz um favor não vendo aquele festival de baixaria no domingão do Bonnão.
BBB só é bom com as pessoas na casa. depois que saem dela, tudo fica muito chato.
o final de semana foi recheado de ratos e de bacalhau.
enfim, um típico aniversário da ressucitação de Cristo, envolto em álcool e comida.

ou vai dizer que vocês não sabiam que a Páscoa marca o dia da volta de Cristo?

Amor nos corações

sexta-feira, abril 09, 2004

FEST- UFES E SUAS BANDAS MARAVILHOSAS!!!!!!

Confirmados até agora, Hurtmold de São Paulo e Nancyta e os Grazzers da Bahia.
Tractor Billy deve entrar também. Vou dar um jeito!!!
Feriadinho em Vitória mesmo. feriadinho, porque feriadão é o da semana que vem. Ô coisa boa.
***
últimas baixações:

In Flames - Jester Flames
In Flames - Rerout to Remain
Children of Bodom - Hatebreed
The Haunted - The Haunted
The Haunted - Made me do it
Sick of it all - Scratch the Surface
Sick of it all - Blood, Sweat, and No Tears
Anthrax - Fistful of Metal
Cro-Mags - The Age of Quarrel
Black Flag - Damaged
Exodus - Bonded By Blood
Exodus - Tempo Of the Damned

Metal eu?

quarta-feira, abril 07, 2004

2004 é o ano da ZEBRA?!?!?!

cadê os grandes de São paulo?
cadê os grandes da Europa?
cadê os grandes da Copa do Brasil?
cadê os grandes da américa?
10 anos sem Nirvana (ou seria sem Cobain?)

Primeiro, para falar do Nirvana, preciso pedir licença e desculpa às viúvas de Kurt Cobain.
Segundo, dizer que o que vou falar foi exatamente o que vivi, em pleno ano de 1992, quando então tinha 16 anos.

Segundo ano do segundo grau rolando, próximo do fim do ano. Era 1992. Me lembro de ter visto as primeiras camisas de Nirvana na escola. Não conhecia a banda, não fazia a menor questão de conhecer. na época, espinhento, tímido, anti-social, ouvia uns lps emprestados do Metallica (kill´Em all), e uns outros que tinha comprado (Testament, megadeth e coisa e tal). Estava prestes a me tornar um metaleiro. Já comprava minha primeira camisa de banda, a famossíssima e POP na época camisa do SLAYER!!!!!
SIm, amigos, o metal era POP nessa época. Talvez como o Emo é hoje entre a adolescência. O problema foi que gostei da fruta e depois não consegui largar. A doença é tanta, que ainda consigo bater cabeça ouvindo um disco do Carcass (só o novo, hein?!) com os amigos.
Bom, esquecendo isso, era o começo do BOOM do Nirvana.
Eu, não comprei o disco. Achava uma porcaria comercial. Achava tudo um marketing extremo. Fui pros EUA ficar uns meses lá. três pra ser mais exato. Lá era mais fácil, acredite, ouvir White Zombie, Ministry e Danzig e esquecer do Nirvana. O Pearl Jam até era comprado por uns brasileiros dignos de confiança. Mas ainda assim, reforcei a coleção com uns metallicas, uns Irons, uns suicidals e outros slayers...
ou seja, do nirvana nada.

Voltei pro Brasil e era época do cursinho pré-vestibular. eu todo de preto, boné enfiado na cabeça e o resto dos caras de camisa de flanela, calça rasgada, boné....
uma coisa. eu ainda negando a vontade. não ouvia, salvo raríssimas exceções. Na cachaçaria a moda eram meninas com suas curtíssimas saias xadrez (putz....) e as meias arregaçadas até o joelho, tipo jogador de futebol. Os manos iam de flanela e camisas do Nirvana.

Bom, eu preferia Soundgarden, e até hoje prefiro, mas não ia me entregar à MTV, ao marketing, a moda....
foda-se o Nirvana pensava eu.

em 1994 um tiro na cabeça acabou com a banda. E aí comprei os discos. Todos, pra ser mais exato. Um por semana, para ser ainda mais fiel a história.
bom, gostei. Óbvio. as músicas são boas.
Mas escrevi isso pra vocês perceberem a visão de alguém que se manteve a parte da onda. O Nirvana mudou a forma de uma geração se vestir, mudou o som que essa mesma geração ouvia e pode, depois da morte de seu líder, entrar para a história.

ou seja, gostemos na época, não gostemos hoje, não gostemos na época ou gostemos hoje... nada disso importa, pois a verdade é que o Nirvana mudou muita coisa. eu estava lá na época e depois de ver o filme "HYPE" (que recomendo e tem um título perfeito pro documentário sobre a cena de seattle) me senti um pouco menos estranho por não assumir a maneira grunge de ser.

***

acho que era isso. ou não. Outra mudança dessa, só vi com o Prodigy, mas essa é outra história...
é isso.
a vida segue, de verdade.
o suor, a barriga, algumas dores e mais uns problemas seguem a gente.
Mas logo se cansam e vão embora.
Uma dia a gente mesmo se cansa e vai embora.
você escuta aqui primeiro:

Ordinary Boys - gostei deles
22/20's (ouvi uma música e não achei mais NADA pra pegar)
13 Senses
DOgs Die In Hot Cars - já até tocou na TPS
The Zutons
Chikinki


e depois digam que ouviram aqui primeiro.
eu QUERO os créditos!!!!!
hahahahaha

terça-feira, abril 06, 2004

a pedra parou. mofu deu.
a ilha da fantasia e do marasmo está de volta. o mar vira esgoto em torno da figura.
a água parada é ótima para a procriação de vermes e larvas que se alimentam dos restos que foram deixados por alguém.

***

Hora de levantar esta poeira.
preparem a naftalina.
Quero funcionar...

segunda-feira, abril 05, 2004

São Caetano X Paulista

finalmente uma final legal de se ver. São caetano até a morte!!!
Hoje não quis perder tempo. digamos que atirei no primeiro movimento.
minha caixa de rivotril está mais vazia.
embaixo da língua não é uma boa. arde a garganta e depois deixa a boca meio dormente.
o médico disse que era absorvido mais rápido, dez minutos.
E eu tentei, juo que tentei ficar sem tomar choppis, mas depois de um suco de goiaba e duas garrafas de água com gás, tive que ceder aos desígnios do chopp na caldereta. me lembrou demais do Braca e do Rio. Ainda bem que o arsenal que se encontrava comigo, graças a minha mais nova gripe, a terceira em menos de 2 meses, era composto principalmente de homeopatia, gengibre e própolis.
festa da Lu, sábado.
não sei se interessa a alguém ler isso aqui, mas deu vontade de escrever sobre a Cerveja Original e o boquete da Thaiz.
HAHHAHAHAH!!!
boquete da thaiz vai render chuva de acesso no blog.

Bom, só pra explicar, o boquete é um drink do Bar do Luca com o sugestico nome de blow job. vem com cahtilly no topo e com uma cerejinha, em um copo fálico. E é verde. vai ver o cara estava com fungos por causa do calor. URGH!!!!!
já a Cerveja Original, eu recomendo.
é Robusta, preenche bem a boca e deixa um residual no fundo da língua.

***

bom, entre mortos e feridos salvaram-se todos. Talvez todos menos a Nati, que Deus sabe como conseguiu abrir a porta do apartamento onde estava.

***

Destaque para a enxurrada de presentes para a Luciana (se no meu aniversário não ganhar nada, vocês vão ver!!! E NÃO ACEITO CD-R). bombons, guarda-chuva de chocolate, sabão de chocolate, uma boneca de tromba, um drink doido com suco de laranja, beijos e queijos.
depois da noitada ainda não tão longa, uma jogadinha de perfil na nova casa da Fê, muito bem estreiada, com o novo Fandangos sabor Frango. Claro que, com 5 contra 3 (dois depois que o Caio desmaiou) e sendo aniversário de uma mulher, deixamos as senhorinhas levarem o troféu.

E a Tribuna também ficou de presente pela casa nova. hahahah

***

Presenças marcantes na festa do casal fotolog (míopes), do novo casal da Proa (karla e hudson, bem apresentados as minhas piadas sem graça), Lele, Joelma, Érika, Lili e Andro (precisamos marcar um jantar) e mais uma cacetada de gente numa conta absurda de cara. Mas valeu. com mais de 16 pessoas na mesa, deu menos de 20 pra cada um.

domingo, abril 04, 2004

saco. no meu e-mail só tem aviso de mensagem no fotolog. vou parar de colocar fotos naquela joça.
A propósito, se quiser dar um pulo lá...

fotolog.net/craddie
virei um homenzinho...
pela primeira vez precisei trocar um pneu.
Sim, maravilha.
Graça, suor, discussões acaloradas, salmão, balinhas e um prejuízo incontornável em minha imagem.
Tá, agora, tem tanta diferença um pneu ou outro?

sexta-feira, abril 02, 2004

destaques do Praia, festa da Quase:

A quase nº 3 autografada pelo FAT.

a camisa "Congo o caralho" que ganhei E LEVEI, diferente da camisa da "Preguiça" que me foi roubada.

a camisa do Paulone, que brilha no escuro.

A camisa do Flu do Massacra (por falar nisso, uma nova, não tão nova está por 30 reais!).

Let's lynch the landlord, que só fui entender uns dez minutos depois.

A camaradagem do Nick e família, me cedenco alguams cervejas.

A pilantragem do Rodrigo, sempre me filando cerveja. hehehehe

A carona pra Carol e a esquecida básica dela, lá na festa.

A outra carol, arrastando um cara pelo braço, jogando contra a parede e chamando-o de lagartixa.

e acho que foi isso.

Ok,ok…
Estou quase uma semana atrasado, mas ainda assim vou escrever da festa de um ano da Quase. Fui lea, afinal era uma das atrações (será mesmo?).
Cheguei cedo e antes de abrir os portões para a turba hardcorezinha de Vitória, já tinha montado o case e ligado tudo. Inclusive já estava tocando para as paredes e para as moscas. O que, afinal, já se tornou uma constante.

Bom, toquei de 17:30 às 18:30. Mas pouco antes desse horário, já estavam passando o som das guitarras em cima do meu set. PUTAQUEPARIU!!!!!!!
Ô porra de mania que esses caras têm de achar que DJ é tudo uma merda e se não tem uma guitarra na mão, não vale nada. Bom, ficamos lá, lutando eu e meu NIN contra a passagem de som e a afinação da Maquina Misterio. Nada contra os caras, nem os da mesa, mas CUSTA pedir pra desligar o son porque vão começar a passar o som?

Bom, esquecendo isso e a broxada que seguiu o fato, fui lá tomar uma água. Sim, estava apenas na água, até metade da noite. Longa noite. O show da máquina foi aquela coisa. Muitas boas idéias. Muita boa vontade. Umas melodias interessantes, um som quebrado, idêntico ao At The Drive-in, guardadas as devidas proporções. Mas sem sonorização decente, vira tudo um mexidão. Como um prato com arroz, feijão, farofa e ovo frito. Se for bem arrumado, fica até apetitoso. Se for jogado tudo numa frigideira e dada aquela misturadona, fica um nojo.

Bom, depois foi o ócio. O trio até que mandou bem. Popular, tocando WS e Weezer e umas composições próprias. Posso dizer que eles ainda eram daquela segunda safra das bandas capixabas. Uma que tinha qualidade. Fizeram, talvez, o melhor show da noite.

Antemic é Emo. E eu não gosto de Emo. Fui bater papo nesta hora e comprar minha primeira cerveja. Sim, só bebendo dava pra aguentar o resto da jornada.

Cabe dizer que me pediram para colocar um som entre uma banda e outra. Cacete, fazer isso é foda. Você coloca duas músicas e lá vem afinação de guitarra por cima. Não faço e ponto. Coloquei um disco inteiro pra rodar e tava bom demais.

Depois do Antemic, os pedreros. Infelizmente não consigo relacionar nenhuma música deles do show com suas correspondentes no CD. Posso ter ouvido pouco, e não duvido disso, mas o fato é que não consigo entender muito bem o que eles cantam (gritam?) no palco. (palco???)

Mas depois de umas músicas, a caixa do Paulista queimou atrasando o show em alguns minutos, depois a apresentação foi interrompida por um briga (???!!!!). Mandaram o brigão pra fora e o pessoal da banda, se pudesse, ia encher o cara de bolacha. Talvez por causa disso, talvez por causa da molequada, mais animada do que de costume, talvez pelos purgantes destribuídos pelos ajudantes de palco Macaco e Caveira, o show dos pedreros durou menos que de costume. Beleza, pensei. É Agora que entro eu. Eram 21:40. Ia ter uma hora e vinte de som. Maravilha…

Bom, comecei mantendo a molecada alegre e toquei Dead Fish. Mais fácil que isso, só dois disso. Aí foi só manter o ritmo. Bad Religion, Rancid, Hives, Dead Kennedys e coisa e tal. Bom, digamos que vinte minutos de música depois, eis que surge mais uma guitarra afinando. CACETE!!!
A QUINTA BANDA???? Desisto. Nunca mais vou “tocar” em shows. Só em festa e olhe lá. Pelo jeito não vai ter uma tão cedo.

Bom, a quinta banda tocava cover de beatles. Algumas coisas de elvis e um começo do The Who. Eu cansado, esperando dar 23 pra ir embora. Mas as 23, quando a banda acabou de tocar, pediram preu continuar tocando até quando desse, talvez meia noite. O fato é que na terceira música a molequada já tinha ido embora. Papai não ia esperar muito na porta do Praia, né? Fui pra casa e dormi. Tinha que acordar cedo pra pegar a minha namorada no aeroporto.

quinta-feira, abril 01, 2004

o filho pródigo à casa torna.

***

me desculpem se não for isso, mas é que sou um virundum ambulante.
não sabem o que é virundum?
perguntem a lu.

quarta-feira, março 31, 2004

Para quem perdeu algumas horas de sono, madrugadas adentro, bebericando e vendo a coragem saltar pela tela....
Hoje sou um feliz possuidor de uma das mais legais (e reais) histórias da Segunda Grande Guerra.




(finalmente resolveram traduzir e lançar este livro no Brasil. Agora só faltam os outros 50.)

segunda-feira, março 29, 2004

opa....
ontem pensei em escrever aqui, mas acabei esquecendo.
tadinho do bloguinho esquecido.
Mas não há de ser nada não, já dizia o Bozo.
Daqui a pouco, bom, dependendo do trabalho, um post contando como foi o show/festa/lançamento da Quase.
***
Pobre Friburguense, que não se classificou para as finais da taça Rio.
o jeito agora é ver vasco e flu e torcer pro menos pior, que óbvio é o Fluminense.
sei não, mas esse campeonato está com um cara de Flamengo...

sexta-feira, março 26, 2004

é Adson, uma semana de atraso, mas ainda assim uma boa garimpada.
Já me sinto até mais feliz.
hahaahha
ai, ai...
nada como uma hora no Martini para me deixar mais relaxado.

Novas aquisições

The Thrills - So Much for the city
Travis - The Man Who
Siouxie and the Banshees - The Seven Year Itch
Kings Of Leon - Youth and Manhood
Foo Fighters - One by One
Front 242 - Backcatalogue
Front 242 - Official version
Stephen Malkmus & The Jicks - Pig Lib
Supergrass - Life on Other Planets
Jesus and Mary Chain - Barbed Wired Kisses
Joy Division - Substance
Young Gods - TV Sky
Helmet - Strap it on
BRMC - Take them on, On your Own
REM - Reveal

e ainda ficaram por lá..
Athlete
ZZ Top
Folk Implosion...

valor estimado: 200 pratas. Uma pechincha!!!

quinta-feira, março 25, 2004

ontem dormi como um anjo.
sim, cheguei em casa, depois de uma passadinha para me despedir do McDonalds, coloquei a roupitcha de dormir e caí na cama. zapeei um pouco, e às 8:45 dormi. acordei às 9:20 e rolei mais um pouco na cama... comecei a ver o jogo, levantei bebi água e dormi mais.
Acordei hoje, ás 8:30.

Bom, muito bom.
saldo positivíssimo.
Ah se soubesse que era assim antes...

quarta-feira, março 24, 2004

você me conhece?
nem eu.

bem-vindo ao maravilhoso mundo das drogas.
já me sinto estranho. Muito estranho.
a garganta parece que vai fechar? terei eu alergia?
às vezes melhora, dá uma moleza, as coisas acontecem mais espaçadamente...
como fizemos para descobrir essas drogas? como o ser humano pode controlar tanto seu corpo?
***
sabe o que eu preciso de verdade?
uma estadia numa casa de repouso.

terça-feira, março 23, 2004


Nada Surf – Let Go

Uma banda com o nome de Nada Surf parece uma banda de música para surfistas ou para pessoas melancólicas que costumam passar os dias longe da praia, de preferência se escondendo do sol?
Sinceramente, não sei. Mas Nada Surf, realmente não me lembra em nada o surf. Guitarras em ondas, violões e vocais espumantes e uma dó de não poder estar sozinho em cima de algum penhasco, a beira do mar, olhando o sol se pôr, lento, preguiçoso, atrás do horizonte. Nada a ver com praia, mas as melodias fáceis se parecem com grãos de areia, que teimam em entrar entre os dedos dos pés e ali se instalar, como um novo inquilino. sair. Atrilha sonora da imobilidade em certos momentos, a trilha sonora da lamentação em outros ou ainda a trilha perfeita para se correr para copos amigos, escondendo a decepção com o mundo.

Matthew Caws, o vocalista, parece ter nascido com uma voz feita sob encomenda para emocionar. Tem a leveza que uma banda alternativa precisa e parece carregar, em certas horas, o mundo nas costas. Uma tarefa nada fácil e que merece ser lamentada em cada verso, em cada refrão. Até quando uma música não fica no nível das outras, quando a banda parece ter errado a mão e feito uma canção “menor”, Caws salva a todos do naufrágio.

A velocidade lenta, mas intensa de “The Way You Wear Your Head” é uma boa mostra de como o disco pode soar. A beleza complexa de “Fruit Fly “ faz a alegria de qualquer um que se sente um cara estranho, que liga o rádio e não consegue ouvir nada que pareça minimamente interessante. Como uma explosão de lágrimas rolando face abaixo.

“Hi-Speed Soul” é saltitante. Se você estiver em um bom dia. Numa hora um pouco mais propícia à melancolia, a mesma pode se transformar numa poça de água fria. Não um balde, vejam bem. Uma poça. “It’s getting late, I don’t care. You and me, let’s go anywhere”. E só para mostrar como sua música é realmente universal, em “La pour ça”, um delicado dedilhar divide as atenções com a letra cantada em francês. Poesia pura, feita com sons, não com palavras. Mas o que são as palavras, se não sons?
Um final longo e delicado em “Paper Boats” e mais três músicas legais de bônus, pra quem tem a versão extendida. Na versão extendida, destaque para “End Credits”, a música que faz os nomes subirem na grande tela branca. Nomes, tela branca? Claro, a trilha sonora para o fim, para os créditos finais, que são todos deles, com muito louvor. Como diz a música "This movie has gotta end".

Se resolverem pegar, depois disso, aconselho a irem direto na versão extendida com três faixas bônus, óbvio, a que eu peguei. Segue tracklist:


1. Blizzard of '77 (Caws/Elliot/Lorca)
2. The Way You Wear Your Head (Caws/Elliot/Lorca)
3. Fruit Fly (Caws/Elliot/Lorca)
4. Blonde on Blonde (Caws/Elliot/Lorca)
5. Inside of Love (Caws/Elliot/Lorca)
6. Hi-Speed Soul (Caws/Elliot/Lorca)
7. No Quick Fix (Caws/Elliot/Lorca)
8. Killian's Red (Caws/Elliot/Lorca)
9. Là Pour Ça (Caws/Elliot/Lorca)
10. Happy Kid (Caws/Elliot/Lorca)
11. Treading Water (Caws/Elliot/Lorca)
12. Paper Boats (Caws/Elliot/Lorca)
13. Run (Caws/Elliot/Lorca)
14. Neither Heaven nor Space (Caws/Elliot/Lorca)
15. End Credits (Caws/Elliot/Lorca)

sabe o que pode ser essa forma extrema de má colocação no dia-a-dia moderno de minha parte?
uma coisa não auto-explicativa, um bololo de informações e frases perdidas com palavra que nada querem dizer. tipo isso.

***

UMA CONCLUSÃO -
preciso comprar cds.

OUTRA CONCLUSÃO -
preciso viajar. quando é o próximo feriado?
blog, blog meu,
existe alguém mais qualquer coisa do que eu?

***

só pra lembrar pros que estão com saudades do DJ mais caô de Vitória (sou EU, hein!),
sábado dia 27/03 tem Festa no Praia Tênis Clube de UM ano da revista Quase.
Vai ter show, vai ter festa, vai ter rockim pra dançar.

segunda-feira, março 22, 2004

em dias como este, sei exatamente porque coloquei esse nome no meu blog.
hoje é um dia perfeito para o blog.
estou mais pra baixo que caixão de coveiro.
Não sei porque falei isso, mas mais baixo que sete palmos.
talvez como aquela teoria maluca daquele americano maluco do ferro derretido numa fenda de um kilômetro de "fundura". Talvez como uns 3.000 km indo direto para o núcleo da terra.

a lava podem deixar que meu estômago se encarrega de fabricar.
Question:

Porque procurar sons pra tocar, se quem vai ouvir nunca os ouviu mesmo?
Será que eu tenho a esperança de que um dia alguém vai se lembrar que ouviu eu tocando aquela música antes?
direto ao ponto.

a madrugada de domingo para segunda para mim está sendo um suplício.
por favor, meu Deus, faz isso parar!!!!!!!
não aguento mais, não consigo mais viver com isso. é o trabalho? páro com ele.
é a casa? saio daqui.
é a vida? bom, essa não sei pra onde vai mesmo...

mas por favor, eu suplico, faça eu voltar a ser normal. quero respirar direito, deitar e dormir, sentir tudo no seu devido lugar

estou desesperado e não vejo mais saída.

alguém?

sábado, março 20, 2004


Crabs


Keane


The Broken Family Band


The Zephyrs


Junior Boys


The Elected.

é mais ou menos isso que estou pegando e ouvindo. e, claro, uma delícia de banda que ainda não morreu e que vez ou outra me dá uma felicidade tremenda.
Cast.
isso, essa mesma. ou aquela. bom, gosto e pronto. só pra situar vocês, no auge do britpop da década de 90, eles venderam uns bons discos e ficaram no segundo escalão. Devem ter um público fiel na Velha Ilha, mas aqui...

sexta-feira, março 19, 2004

Algumas informações para os tomadores de cerveja,
obtidas de um dos Mestres-Cervejeiros da Antarctica.
Tipo do e-mail que encontra abrigo aqui no blog deste apreceiador (sic) da mardita gelada!

1- Cerveja sai pronta da cervejaria: não pede
envelhecimento. Quanto mais jovem for consumida, melhor
será seu sabor. Dura, em média, 90 dias.

2- Deve ser guardada em pé, em lugar fresco e protegido
do sol, para evitar oxidação prematura.

3- Deve ser resfriada na geladeira, sem pressa. "Não
coloque no freezer, pois violência no congelamento
prejudica a bebida", afirma Cássio Picolo, um dos
maiores experts em cerveja do Brasil.

4- Depois de gelada, deve ser consumida e jamais voltar
a geladeira.

5- A temperatura ideal para saborear as do tipo pilsen
é entre 4 e 6 graus. Toma-las "estupidamente geladas",
como se diz, prejudica tanto a formação de espuma da
cerveja, quanto "adormece" as papilas gustativas,
comprometendo o sabor.

6- Copos e canecas pequenos e de cristal são os ideais,
pois mantêm melhor a temperatura e a espuma. Evite
canecas de alumínio, que, além de feias, tiram o prazer
de apreciar o visual dourado.

7- Resíduos de gordura no copo são fatais para a
bebida: acabam com o colarinho e liberam o gás
carbônico, deixando o líquido meio choco. Idem para
resíduos de detergente.

8- "Tomar cerveja sem colarinho é uma heresia", ensina
outro expert, Norberto D'Oliveira Neto. "Dois dedos de
espuma são ideais para reter o aroma e evitar a
liberação do gás carbônico".

9- A espuma cremosa revela a persistência e bom estado
da cerveja. Para aproveita-la melhor, sirva derramando
uma dose. Depois, espere baixar o colarinho. Em
seguida, incline o copo até 45 graus, despejando o
líquido devagar enquanto o colarinho sobe.

10- Com 90% de água, a bebida é hidratante. E com
apenas 3 a 5 graus de álcool, como as do tipo pilsen, a
cerveja estimula o metabolismo - pelo menos quando
ingerida moderadamente. Além disso, é rica em
vitaminas, carboidratos, proteínas e aminoácidos.

Apesar disso, não engorda, é folclore associar o
consumo de 80 calorias de um copo de 200 ml com a
formação de barriga.

Os acompanhamentos gordurosos é que engordam. "Uma
latinha de cerveja tem exatamente a metade das calorias
de um copo de suco de laranja sem açúcar!)...
Já aquela calabresa com cebola frita que sempre
acompanha..."
o bom de trabalhar com publicidade é que posso enfiar um fone no ouvido e ficar ouvindo música o dia inteiro enquanto digito meus textos.
Grande vantagem quando se tem alguns discos de MP3 em casa dando moleza. por isso trouxe pra cá uns doze discos de backup de mp3, cada um com 12 ou 15 discos gravados. e estou aos poucos ouvindo tudo o que baixei durante toda a minha vida de doença. de patologia.

bom, tudo não que eu devo estar com uns 40 discos de mp3, pelo menos.
Mas aqui, agora, já posso ouvir Nada Surf (gente, como isso é bom!!!), Electralane (será que estoura?), Phantom Power e otras cositas más.

acho que em um ano consigo ouvir tudo o que já peguei pelo menos uma vez. Quer dizer, isso se parar de pegar coisas novas. Mas como doente que se preza não poder viver sem sua doença...

segunda-feira, março 15, 2004

Caio, qual show foi melhor, o do Sepultura ou o do Coldplay?
***
fim de semana cheio. Mesmo. Sexta teve show dos Hermanos.
Apesar de todas as tentativa dos idiotas da UVV de estragar o show, os caras mandaram bem de novo. Já ouvi dizer que o Los Hermanos é uma banda de estúdio, que ao vivo eles não são tão bons, etc,etc,etc.

PAUSA
Só posso dizer o que eu acho e sempre senti um ótimo clima e sempre assisti grandes apresentações. Eles não são showmans, de forma alguma. O cenário sempre foi simples, tirando uns panos desenhados com os bonequinhos do Bloco, no show que assisti no Rio. Mas e daí? O importante não é o som?
Se para você for, o show deles é muito bom.
VOLTA

Bom, sexta, no show Camelo começou a tocar a primeira música e deixou a galera levar no pulmão as primeiras frases. Não é que um retardado subiu no palco, pegou o microfone e começou a cantar a música? Bom, pelo menos ele sabia a letra de cor. Um roadie, sim porque aquele cara que pegou o moleque não tinha cara de ser segurança, pegou o cara e mandou ele lá pra baixo. Claro que ele levou o microfone junto e os Hermanos tiveram que começar tudo de novo.
Na terceira música, irrompe uma briga na frente do palco. Parem a música, parem o show, digam que nunca teve briga em show da gente. Só falta chamar os capixabas de povinho… mas tudo bem, tá implícito.
Bom, daí pra frente foi cotovelar playboy e cantar junto as músicas que tanto gostamos. Foi um bom show, não como o do Barracústico, com eles do nosso lado, pingando suor na gente. Mas foi um bom show.

Coisas da noite:
Skol a DOIS E CINQUENTA?????

O repertório podia mudar um pouquinho. Tudo bem que é o terceiro show do Ventura que eu assisto, mas uma ou outra música podia entrar ou sair.

O libanês lotado, o camarote dos músicos lá em cima, o hip-hop rolando na pista.

Pista? Tinha outra parte da festa que não o show? Nem vi.

As tiradas engraçadíssimas que o Babe mandava entre uma música e outra. Pena não lembrar de umazinha, pra por aqui.

Um flyer com meu nome nele, tava até com saudade. Hehehe Março, dia 27, no Praia Tênis.

A espera pra segunda parte do fim de semana, com mais shows, mais shows, mais shows.

sábado, março 13, 2004

pra quem nunca ganhou nem porrinha, até que está legal!!

Parabéns LUIS TAYLOR!

Você acaba de ser sorteado(a) na promoção Show do Sepultura
com o ticket número 000121397

sexta-feira, março 12, 2004

there is no class today.
there is no class today.
there is no class today.
bom dia blogger...

bom dia ano de 2004.

bom dia sextas-feiras. e o sepultura, hein? não é que eles vêm mesmo.
estou pronto, estou morto. estou... sei lá.
com sono, talvez.

terça-feira, março 09, 2004

é bom rever pessoas. reencontrar palavras perdidas. Mesmo que por cinco minutos, numa noite quente e chuvosa, cansado e atrasado.

como sempre, o inesperado é melhor.

***

músicas fazem parte do meu dia-a-dia. A toda hora, sempre que posso, coloco uma musiquinha pra rolar. Agora estou em love total com Mars Volta. Agora bateu.
sabe aquelas coisas geniais que disse encontrar certa vez numa banda esporrenta, maluca, estranha e totalmente nauseante chamada At The Drive-in?
pois é, aqui estão.
a palavra é essa: genial.

***

chega de clichês.

segunda-feira, março 08, 2004

às vezes a melhor forma de se dizer alguma coisa é ficando em silêncio.

um minuto, por favor....

sexta-feira, março 05, 2004

"ão, ão, ão, cabeça de melão"

moral brazuca. A banda Lemonheads vai se reunir apenas para uma turnie por terras tupiniquins. e se tudo der certo uma passada por BH estará agendada. eu iria de bom grado. E você, iria?
(acho que não sou o único que talvez queira ver o Evan Dando {com duplo sentido, por favor...})

***

risada fácil.
está passando na Tribuna AM, das 16 às 19 horas o programa do mução. Para quem não conhece as pegadinhas dele, é só crássico. o cara é do pernambuco tem um sotaque aperreado e ensina como ninguém a gíria do nordeste em suas pegadinhas, coisas como popêro, pegador de ar, fazê um mêno e por aí vai... Aqui no micro da agência, tenho umas 40 que logo, logo serão gravadas e levadas ao conhecimento do público. Vocês gostaram do homem cueca? esperem até ouvir o mução.

fora o filme, ainda deu pra chegar a uma outra conclusão.
Oficina da FOME não é mais a mesmo. 1 da manhã de quinta-feira e todas as lojas deles estavam fechadas. Eu com um desejo imenso de me lembrar de meus dias de UFES quando não havia nada de trabalho sexta de manhã, querendo me entupir de maionese, queijo, ovo, carne bacon, frituras na chapa, gordura da chapa, apresuntado pif paf...
e nada.

acabei no bicho guloso e acho que ele só continua guloso porque tem verme. o sanduíche continua um dos piores de Vitória. pobres playboys que ainda não descobriram isso.

***

Então eu vejo vocês na festa da UVV, né?
Dogville merece um fim do silêncio.

e um silêncio maior ainda por não saber como colocar em palavras o desbunde que é assistir a este filme.

quinta-feira, março 04, 2004

estou cansado. por isso o desafio de abrir esta página e atualizar o blog.
estou achando ele chato, é só isso.
chato, bobo, feio, como diria qquer criança de 10 anos. ou menos.

as narinas continuam tampadas. a cabeça continua doendo. o corpo ainda anda bem cansado e doído. é. pois. fico por aqui sem falar nada e dando um tempo neste mal escrito diário.

terça-feira, março 02, 2004


das cinzas do blind melon...

***
mal, muito mal. casa, muita casa.
gripe, maldita gripe.
***
TPS? onde? quando?

quinta-feira, fevereiro 26, 2004

blog atualization...

daqui a pouco explodo. remedio a dor que me corrompe, mas ela ainda não me deixa sagaz.
cortei salsicha do meu plano material. nojenta e me faz mal. cortei mostarda. cortei pimentão.
cortei leite(reduzido a um copo/dia), doce de leite, massas, pães, farináceos...

coro ao cortar, mas corto sem dó.

chega.
preciso parar com isso.
corto a escrita e fico aqui.

sexta-feira, fevereiro 20, 2004

como o carnaval está chegando vou falar pra galera...
então diga que valeu, o nosso amor valeu demais...
água mineral, água mineral do candeaaaaal, você vai ficar legal.
alalaôôôôô, mas que caloôôôôr, o sol estava forte no deserto do saara, esqueci o meu boné e queimei a minha cara...

saca saca saca saca-rolhas, pode tirar, que eu bebo todas...
e por aí vai...

quinta-feira, fevereiro 19, 2004

ninguém lê letra de músicas postadas mesmo ou se lê é aquela coisa só pra constar. mas essa aqui merece ser postada de qualquer jeito. Mesmo que ninguém leia.


God Only Knows

I may not always love you
But long as there are stars above you
You never need to doubt it
I'll make you so sure about it

God only knows what I'd be without you

If you should ever leave me
Though life would still go on believe me
The world could show nothing to me
So what good would living do me

God only knows what I'd be without you

God only knows what I'd be without you

If you should ever leave me
Well life would still go on believe me
The world could show nothing to me
So what good would living do me

God only knows what I'd be without you
God only knows what I'd be without you
God only knows

(beach boys)
Capas bonitas numa quinta fria




NOONDAY UNDERGROUND



PAPAS FRITAS


WASHDOWN
ao entrar no maravilhoso mundo de Massacramento me deparei com o seguinte link:

O Movimento de Extinção Humana Voluntária


"Que possamos viver muito, e desaparecer"


Suprimir a raça humana ao, voluntariamente, deixar de procriar, permitirá à biosfera terrestre retornar à boa saúde. Condições sufocadas e escassez de recursos apresentarão melhora à medida que nos tornarmos menos densos.


quer saber mais? vai lá
http://www.vhemt.org/pindex.htm

da série "Bateu! Agora bateu!":

DOVES - THERE GOES THE FEAR

só com banda nova mesmo dá pra ter alguma esperança...
são 11:09.
não acreditem no que o relógio do blog dirá. ou diz.
são 11:09.
tá tudo tão chato por aqui. o blog parado, a vida parada...
tá tudo tão na mesma que eu estou com sono!
dá pra mudar alguma coisa sem me deixar pobre (de espírito, pelo menos)?

mais um blergh!
saco!!!!
BLERGH!!!!!!!!

quarta-feira, fevereiro 18, 2004

"she cut me deep"

pois ent?o, algumas horas a mais em outras atividades e uns posts a menos nesse br?gui!
quarta-feira, pert?ssimo do carnaval. Filmes a postos, pipocas estourando, carro no baga?o, f?gado em dia...
tudo para um carnaval perfeito. Longe de trios el?tricos e de pessoas "felizes". Uma viagem seria uma boa pedida, mas n?o deve passar de pedida mesmo.
um show, com bandas de rock, seria perfeito. Mas estamos falando de Vit?ria.
Se n?o tivesse que trabalhar quinta e sexta, iria pro Rio, assistiria ao ru?do... mas s?o apenas sonhos... apenas suposi??es.

deixa eu ir trabalhar ouvindo CBJ.

segunda-feira, fevereiro 16, 2004


Sonho de consumo

edição tripla do DVD do Hulk,
com cards, revista, e N novidades sobre o meu personagem de quadrinhos preferido.

quarta-feira, fevereiro 11, 2004

backup madrugada adentro.


Nada Surf - Let Go (Bonus Track)


Paloalto - Paloalto


Club 8 - Club 8


Rooney - Rooney


Fiction Plane - Everything Will Never Be OK


The Aluminum Group - Pedals

e teve mais, muito mais...
de casa porque daqui faz tempo que não sai nada.

Lições para se reconhecer um bom & velho BOTECO

1° - Cerveja a menos de R$ 2,00.

2° - Marcas de cigarros alternativas. Nesses lugares vende-se os
cigarros Ritz Campeão, Fúria Mentol, Oscar e Amigo.

3°- Todo o boteco que se preza tem um bebum da casa, que aparece todo
santo dia para bater o ponto.

4° - Potão de conserva atrás do balcão. Quase sempre é de salsicha,
ovo de codorna no vinagre ou aquela cebola com sardinha

5°- Nome com apóstrofe e S no final, como Revelation's, Bambu's e
Ressaca's.Ou então o nome do campeão, como Bar do Zé, Bar do Alemão,
Bar do Negão, Bar do Pelé...

6° - Garrafa velha de refrigerante. Quando se pede Coca, vem Pepsi,
naquelas garrafas com logotipo branco.

7° - Rádio Continental como música ambiente. No fim das contas, faz
mais barulho do que propriamente som.

8° - Catchup em diversas tonalidades de vermelho. Um festival para o
paladar.

9° - Quadrinho na parede: "Não aceito fiado". Ou entao: "Fiado só para
maiores de 90 anos acompanhado dos pais".

10° - "O Pior Banheiro do Mundo". Se tiver tampa na privada e o papel
higiênico nao for cor de rosa, não está no espírito do BOTECO.

11° - Cardápio escrito à giz e com erros ortográficos, como
X-Corassão,Concrete e Wisk.

12° - Cozinheira gorda, com bigode e chinelo de dedos, e garçom com
camisa pra fora das calças e caneta bic atrás da orelha.

13° - Balas de troco duras, ruins e guardadas dentro de um pote
plástico nebuloso.

14° - Toalhas de plástico grudadas com percevejo, em mesas de madeira
com aqueles furos de cupim.

15° - Um cachorro bem tosco zanzando na porta: ele nunca entra, senão
leva pau!

16° - O cheiro inconfundível e adocicado de cachaça no ar

17° - Cigarro vendido a granel (prá fumante duro)

18° - O bodegueiro é sempre velhão

19° - Tem um quadro de São Jorge pendurado na parede ou uma imagem na
prateleira

20° - As garrafas nas prateleiras são duras de poeira

21° - O chão não lembra mais quando uma vassoura passou por ali

22° - Os copos são aqueles chamados "americanos"

23° - O papel higiênico é do tipo lixa (limpa tudo, inclusive apaga as
pregas)
passou pela minha cabeça hoje, na hora do lanche. ou Xiiii, lá vem mais filosofia de butiquim!

" o alface é um ser vivo. assim como uma banana, ou um pedaço de carne. quer dizer, tudo, por mais que não esteja vivo, carrega um pouco de vida em suas células, em seus ribissomas, em seus DNAs e RNAs. O Ser Humano se alimenta principalmente de seres vivos. Todos os seres vivos se alimentam de outros seres vivo. sejam eles grandes ou microscópios. o que me leva a duas conclusões:

- A vida tem alguma "energia" diferente dentro dela, pois só ela pode manter outra vida. ou a vida é tão frágil que só ela pode ser quebrada para alimentar outra vida. (isso é o ciclo da vida. dãããh)

- O Planeta Terra só pode suportar uma certa quantidade de vida ao mesmo tempo. E ele dá um jeito de se manter em equilíbrio. catástrofes naturais, guerras, epidemias...
Frases maravilhosas de um dia de trabalho...

"sou promíscuo e deu negativo.
tá vendo? AIDS é coisa de boiola."

"a gatinha disse:
só um pouquinho, vai. só um pouquinho.
aí eu perguntei: tudo bem. você é limpinha,né?"

"exceleeente."

terça-feira, fevereiro 10, 2004

Oasis. ou como começar a gostar de uma banda antes de todo mundo.

Sou fã do Oasis e não me envergonho disso. Em 1995, li no antigo Rio Fanzine (internet ainda era coisa de Universidades) sobre o Brit Awards e como uma banda estreante derrubou a grande favorita, o Blur com seu clássico Parklife. A capa do disco era meio azul, com os caras da banda jogados por um quarto. Gostei. Assim que achasse compraria o cd do Oásis.
(pausa para explicar que até a grande fama nacional com “What’s the Story”, o Oasis era chamado de Oásis).

Bom, comprei o cd na finada musical box. Era época que para conseguir fazer meu dinheiro render, comprava um disco, gravava em fita casete e trocava por outro na loja. Este sim eu mantinha. Acontece que o do Oásis era o primeiro disco comprado e pela lógica deveria devolvê-lo. Mas não pude. Mostrei para minha mãe com a seguinte afirmativa:”Olha só como eles parecem com Beatles”. Ela ouviu e gostou. Eu ouvi e pirei. Era A banda. Eram AS músicas. O rock bem feito, grudento e nada bobo ou ingênuo. Um disco como Definitely Maybe, com Supersonic, Columbia (até hoje minha preferida deles), Live forever (eleita a melhor música do Oasis de todos os tempos, pelos fãs), Rock’n’roll Star, Cigarettes & Alcohol, Up In The Sky e Slide Away não poderia ser algo menos do que um dos maiores discos do Britpop de todos os tempos. Mas depois da estréia, sempre fica aquela vontade de ver como será o próximo, se a banda se sustenta, etc,etc,etc.
Eles me vieram com “What’s the Story(Morning Glory)”. Comprei assim que achei na Laser e coloquei Wonderwall pra simplesmente TODO mundo da minha casa ouvir. O comentário máximo foi um “legal essa música”. Não preciso dizer que uma novela das sete fez todo mundo me pedir o disco do Oasis emprestado.
Aí, eu já não tinha mais volta. Comecei a comprar albúns piratas ao vivo (nessa época vendia até na Laser e me arrependo de ter deixado algumas raridades passarem por minhas mãos), singles importados, revistas, entrevistas, camisas, trocar informações com outros fãs, e o pior, comecei a encher o saco de todo mundo com minha banda preferida!
Champagne Supernova, a já citada Wonderwall, Cast no shadow e Don't Look Back In Anger (a pior música do disco) tocaram até o Oasis fazer bico. E são um ótimo exemplo da excepcional qualidade desse disco, só para citar as baladinhas, mas os rockões também estão lá.
***
Uma pequena interrupção para dizer que o Oasis foi a primeira banda a finalmente conseguir colocar em prática a “parede de guitarras”, uma invenção do Phil Spector. São tantas camadas de distorção, de barulho, de guitarras, que elas parecem formar uma barreira. Uma parede criada por som.
***
A megalomania atingia a cabeça dos irmãos Gallagher. Um acústico MTV que não foi lançado em cd, onde Liam não cantou por estar com dor de garganta, mas foi visto na platéia fumando e bebendo cerveja. Um disco com referências e referências aos Beatles, na capa, nos nomes das músicas, nas maluquices e a participação do “ótimo guitarrista” Johnny Depp. Be Here Now é o começo do declínio (para a grande mídia). Ainda assim canções como D'You Know What I Mean?, Stand By Me, Don't Go Away e a épica All around the world fez desse um bom disco para os fãs. Tanto que pela primeira vez uma banda no auge veio fazer um showzão no Brasil. Metropolitan abarrotado de pessoas, eu lá desde cedo e um show para entrar para a história (a minha pelo menos. Hehehehe). O final da apresentação com as distorções de I’m the walrus, a parte acústica com Cast no Shadow e uma música do Chemical Brothers (sim, eles mesmo) e Champagne Supernova arrebentando os ouvidos foram bons demais.

Outra característica do Oasis foi o lançamento de muitas músicas apenas como lados B de seus singles, na época procurados como ouro nas importadoras do Brasil (o dólar ainda deixava). De tantas faixas com qualidade superior, saiu o “Masterplan”. Quarto disco da banda, mas para os realmente fãs, apenas uma chance de poder ouvir essas músicas sem ter que colocar quatro ou cinco singles para tocar, na sequência. Uma volta aos velhos e bons tempos do começo da banda.
Acquiesce, I Am The Walrus e a belíssima The Masterplan fizeram a cabeça dos brazucas menos abastados.

O quinto disco já tinha um Oasis desfalcado de um baterista (o segundo acabou de ser saído da banda agora), de um guitarrista e de um baixista. Parece que eles pularam fora do navio antes dele afundar e os comandantes ficaram até o fim, afundando juntos. Os Gallagher trouxeram Gem (guitarra, ex-heavy stereo) e Andy Bell (baixo{?!?!?!}, ex-Ride e Hurricane #1).
E para lidar com uma banda cheia de mudanças, fãs e críticos cada vez mais descrentes. “Standing on the shoulder of giants” foi um disco diferente, difícil, loooonge das músicas grudando instntaneamente na cabeça. Algumas audições, no entanto, e um show meteórico no RIR fizeram jus a um dos grandes discos da banda. Estarei surtanto? É só ouvir Gas Panic! Com DEZ minutos ao vivo e entender o que estou falando. É sentir as nuances (mínimas, mas acertadíssimas) de “Who Feels Love?” e a beleza escondida em Where Did It All Go Wrong? E Sunday Morning Call, baladas não tão babas quanto as anterioras, mas tão belas quanto. Um bom disco, acompanhado do primeiro lançamento ao vivo, Familiar to Millions.
Com covers até de Neil Young, e mandando muito bem, o Oasis mostra que a praia deles é mesmo a Inglaterra. Um estádio Wembley lotado, cantando todas as músicas e arrepiando qualquer um que goste minimamente de um bom show de rock.
Só para citar, o show do RIR foi depois desse disco.

O sexto álbum, Heathen Chemistry, já me pega meio cansado de ouvir, ouvir e ouvir até gostar de um disco. Mas, como disse na época, é um disco do Oasis. E não tem como não gostar de um disco do Oasis. Além disso, Noel abre mão de suas composições e deixa os outros músicos da banda contribuírem com músicas e idéias.
***
Também foram lançados três vídeos/DVDs da banda. Pude assistir aos três e devo dizer que eles mostram bem o que eles fazem ao vivo.
“Live by the Sea” vi num Laser Disc (se lembram disso?) e marca a primeira fase da banda, as beiras do lançamento do “What’s the Story”.

“There and Then” vi no multishow e gravei depois, na Fox. Nunca comprei, pois diziam que alguams cópias do cd desse show vinham com o VHS. Como nunca achei, não comprei. Queria o cd e ainda QUERO!!!

O “Familiar to Millions” mostra o Oasis depois do “Standing on the Shoulder”, um disco considerado menor, fazendo um show maior. Do verbo Muito Grande e Bom!!!
Acho que é isso. Oasis pra quem quiser saber um pouquinho mais sobre a banda. Muita informação, misturada com um pouco de coisas do coração. Como a banda faz com a gente. E olha que nem contei metade das coisas que sei e que me fazem gostar cada vez mais deles.ou da história deles.

segunda-feira, fevereiro 09, 2004

Autoramas, eu nunca tive um. E não posso dizer que fico triste com isso. Carros e corridas de fórmula 1 nunca foram coisas que me atraíram.
Mas quando fiquei sabendo que o Autoramas, a banda carioca, apareceria aqui pela ilha, resolvi na hora que não perderia isso por dinheiro nenhum desse mundo.
Devo dizer que pesou uma ótima apresentação deles num “rock por essas bandas” de uns anos atrás. Isso e três maravilhosos discos de carreira dos caras e da mina, né, porque tem a Simone tocando num baixo Danelectro LINDO!!!!
Bom, o show. Vamos a ele.
Começa com um clássico, dois clássicos, três clássicos, carinha triste, autodestruição, e mais um monte de músicas rápidas, pesadas, sujas e lindas, que só um power trio pode fazer. E que POWER esse trio tem.
Valeu tudo e mais um pouco. Comprei até um cd deles, o terceiro, e descobri que o segundo já está esgotado e que se eu comprar uma camisa pelo correio ganho uma cópia em Cd-R, isso dito pelo próprio Gabriel.
Disse também do Fest-Ufes e que eu adoraria ver outro show deles nesse evento. Quem sabe?
Sonhar não custa nada. Mesmo.
***
Nem foi tão ruim ter chegado mais tarde, tipo umas 8 e meia. Pegamos três músicas do pedreros, e eu estava no banheiro na maioria delas (ou meu xixi foi longo ou as músicas são curtinhas).

No mais, fica outra vez a impressão de um show imperdível de uma das melhores bandas do circuito independente nacional. Fotos?
Depois Paulera (com sua nova máquina digital) libera aqui pra nóis.

Classe A:
Simone, com uma camisa do Motorhead e seu baixo Danelectro.

Todos aqueles efeitos de guitarra, devidamente registrados com uma foto dos pedais do Gabriel.

O Bacalhau tocando muito, mais uma vez.

Os tiques robóticos da banda. Marca registrada que eu acho sensacional!!!
O diagnóstico

O diagnóstico do transtorno do pânico possui critérios bem definidos, não podemos classificar como transtorno do pânico qualquer reação intensa de medo. Assim sendo estão aqui apresentados os critérios usados para fazer este diagnóstico.

a) Existência de vários ataques no período de semanas ou meses.Quando houve apenas um ataque é necessária a presença de significativa preocupação com a possibilidade de sofrer novos ataques ou com as consequências do primeiro ataque. Isto é demonstrado pela preocupação com doenças, intenção de ir ao médico e fazer exames, vontade de informar-se a respeito de manifestações de doenças.

b) Dentre vários sintomas pelo menos quatro dos seguintes devem estar presentes:

1- Aceleração da frequência cardíaca ou sensação de batimento desconfortável.
2- Sudorese difusa ou localizada (mãos ou pés).
3- Tremores finos nas mãos ou extremidades ou difusos em todo o corpo.
4- Sensação de sufocação ou dificuldade de respirar.
5- Sensação de desmaio iminente.
6- Dor ou desconforto no peito (o que leva muitas pessoas a acharem que estão tendo um ataque cardíaco)
7- Náusea ou desconforto abdominal
8- Tonteiras, instabilidade sensação de estar com a cabeça leve, ou vazia.
9- Despersonalização* ou desrezalização**.
10- Medo de enlouquecer ou de perder o controle de si mesmo.
11- Medo de morrer.
12- Alterações das sensações táteis como sensação de dormências ou formigamento pelo corpo.
13- Enrubescimento ou ondas de calor, calafrios pelo corpo.

*A despersonalização é uma sensação comum nos estados ansiosos que pode surgir mesmo fora dos ataques de pânico. Caracteriza-se por dar a pessoa uma sensação de não ser ela mesma, como se estivesse saindo de dentro do próprio corpo e observando a si mesmo.
**A desrealização é a sensação de que o mundo ou o ambiente em volta estão diferentes, como se fosse um sonho ou houvesse uma núvem.
Essas duas sensações ocorrem em aproximadamente 70% da população geral não significando como ocorrencia isolada uma manifestação patológica.


Grupos de Risco

Aproximadamente 1,5 a 2% das pessoas é afetada por esse transtorno, o que significa uma prevalência alta, sendo ainda mais alto, de 3 a 4% se os critérios para diagnóstico não forem inteiramente preenchidos, ou melhor, se considerarmos as crises parciais e os quadros de ataques de ansiedade atípicos. As mulheres são mais afetadas do que os homens, sendo aproximadamente o dobro a incidência do transtorno do pânico sobre as mulheres em relação aos homens, a proporção então é de duas mulheres para cada homem. A idade de início concentra-se em torno dos trinta anos, podendo começar durante a infância ou na velhice. A mulher de 30 anos é o grupo sobre o qual observa-se maior incidência desse transtorno.

sexta-feira, fevereiro 06, 2004

ainda TPS com sol.
sem querer falar mal de ninguém, longe de mim,
mas precisava arrebentar um microfone e um extintor de incêndio
no meio de um show??!!!
prejú total + 35 reais de consumação da banda (???) que não foi pago...

é, vou continuar a ouvir no meu cd (muito raramente), mas nunca mais quero tocando perto de mim.
NAZISTAS DE MERDA

------------------------------------------------------------------------
Desculpe, no momento nós não podemos aceitar o upload de sua foto.
Embora estejamos trabalhando muito nos upgrades de nossos sistemas para fazer com que eles rodem muito mais rápido e melhor, no momento a capacidade do Fotolog foi excedida. Isso ocorre geralmente durante horários de pico quando o sistema esta extremamente ocupado e quando isso ocorre usuários Gold Camera têm prioridade no upload de fotos e nós desligaremos temporariamente o envio de fotos para Fotologs gratuitos.

- Usuários Gold Camera podem enviar fotos a qualquer hora e terão prioridade durante 8am e 11pm EST (GMT -5) - 11:00 da manhã e 2:00 da manhã - horário de Brasília.

- Usuários do Fotolog gratuito pode enviar fotos entre 11pm e 8am EST (GMT -5) - 2 da manhã até 11:00 da manhã - horário de Brasília.

Agradecemos sua paciência. Essas restrições para envio de fotos são TEMPORÁRIAS, estamos trabalhando para que todas as modificações nos servidores sejam realizadas o mais rápido possível para que possamos retirar essas restrições.
Noite do jogos - parte 1 (sexta-feira)






fico pensando nas pessoas lendo coisas como a que estão escritas aí embaixo e pensando coisas do tipo:
"Ih, ele está mal de novo."
"Lá vem ele com aqueles pensamentos profundos como uma poça d´água em plena seca do sertão nordestino."
ou ainda "o que ele quis dizer com isso?"
oi.
sim, estou de volta.
sim, estou me repetindo.
não, não tenho novidades.
sim, tenho que pagar 11 reais num DVD que não deu para entregar ontem por causa do serviço.
sim, dormi cedo ontem, por volta das 0 horas.

zero horas é no plural?

a tv pirata foi assunto de um papo aqui no serviço. algumas cenas, certos esquetes são relembrados e trazem um sorriso no rosto. o antigo sempre traz um sorriso no rosto. Talvez seja porque ele não é mais desafio. ele foi desafio, agora superado, agora não mais amedrontador. Sabemos como lidar com o que passou, como naquelas discussões que, cinco minutos depois, ficamos relembrando e pensando em milhares de coisas que poderiam ter sido ditas e que mesmo assim nunca serão.
ah, o passado...

***

programa de sábado:
Autoramas das 16 às 23 horas, no Praia Tênis Clube.
Porra, estou me sentindo cada vez mais velho!!!
só até às 23? e depois? vou pra casa dormir? tenho que ligar pra mamãe ir me buscar?
ainda bem que tenho aquisições novas e folheantes em minha casa, em meu quarto, prontos para serem destruídas pela minha voracidade literearia, de volta em seu estado maior de fascínio pela contagem progressiva das páginas destruídas pelo olhar defeituoso mas, ainda assim, meu olhar.

terça-feira, fevereiro 03, 2004

e olha eu de novo aqui...
tenho pouco o que falar na verdade.
Ontem assisti a "Houve uma vez dois verões", que pelo jeito foram três, mas quem se importa. o Jorge Furtado, mesmo quando não acerta em cheio, sempre faz um filme gostoso de se ver. Uma linguagem que é muito dele, umas sacadas geniais nos diálogos. coisa de moleque.

aqui na agência o bicho tá pegando com a proximidade da entrega da concorrência do governo. Eu sempre com um fone no ouvido, mas sem tanta opção. tenho ouvido muito o Darkness (engraçado e com umas bases legais) e o Paloalto (uma espécie de Semisonic {se lembram dele?}).
umas músicas são muito bonitas, legais mesmo. mas é aquela coisa, né? nada de novo.

umas outras coisas que tenho ouvido muito é Radio 4 (de novo!), Franz Ferdinand (um dos mehores discos do ano) e Eagles of Death Metal, o show ao vivo que tem na página deles.
Muito bom. MUITO BOM.
é rock, é dança, é sexo, é piada. e tem o josh homme na banda (esse louco...).

***

vez ou outra adoro assistir trailers no computador. Os últimos que vi foram do Van Helsing (quero ver!!!) e do Ladykillers dos irmãos Cohen com Tom Hanks fazendo um papel engraçadíssimo, muito, mas muito sacana.

e chega de escrever muito por hoje.
***

pelo menos sei que estou evoluindo. se antes era o blog das lamentações, o refúgio perfeito para reticências e interrogações, agora estou mais pra ponto final. e ponto final.

hehehehe

segunda-feira, fevereiro 02, 2004

Estou de volta. Fiquei uns diazinhos sem escrever, é verdade, mas não tantos quanto pensei.
Esse sábado tem show do Autoramas no Praia Tênis. Óbvio que eu vou, o Autoramas é uma das bandas nacionais que eu mais gosto. Agora, o mais engraçado vai ser encarar a molecada toda e eu, barrigudinho, acabo virando o titio do pessoal.
Se tudo der certo, e a produção está a mil, nesse show sai o zine nº 4.
Entrevistas, novelas, críticas, notícias e guitarristas perdidos pelo tempo, todos dentro de duas folhas a4 dobradas. Disse folha A4 porque esse é o formato e chamex é uma marca.
Assim como gilette, bombril, maizena e outras coisas.
Ok, a gente não cosegue esquecer a propaganda. Reclama aos montes, mas ama o que faz.

quinta-feira, janeiro 29, 2004

bom, bom, bom...
e a TPS de verão, hein?
agora, depois de feita é que me lembrei como odeio o verão, seus dias cheios de sol e calor e o suor que me deixa grudento o tempo todo. Blergh!!!
vamos pelo começo.
De tarde peguei o CD-J e já fiquei sabendo que está a venda por 800 mérreu. a mão coçou, mas não tenho grana e essa cois de ser DJ cansa muito. hhehehe
fui pro Barracústico, entrei, montei o som com a oportuníssima ajuda do técnico de som da casa, o Henrique e comecei a "provar" o equipamento. Acho que já eram umas onze da noite. O combinado era show do lordose às 23, fim às 00:15 e eu tocaria até umas duas da matina. Mas os caras não apareceram, e de testar o som, me vi tocando para uma galera de 5 pessoas. Sentadas em suas mesas, óbvio. o povo foi chegando, eu sem saber se já "estava valendo" ia mandando uma música estranha depois da outra. Rolou Radiohead, Tool, Pavement, Stills, Portastatic, Bees, Motorhead, White Zombie, Strokes e um samba do crioulo doido estava mais do que formado. música depois de música, o bar ia enchendo (bom, enchendo não, mas iam chegando mais pessoas) e eu perdidinho lá em cima. aí, vieram me avisar que o lordose tocaria meia noite e meia. e eu? Hein? hã?
ok, percebi que já era meu set rolando e corri atrás do prejuízo. não deu muito certo, mas posso dizer que gostei pra caramba do que toquei, me diverti pra caramba e não ver ninguém dançando foi muito legal. Isso, claro, quando levantava a cabeça para ver a pista vazia (pista, que pista?).

{o som do Barracústico é muito bom, mas a casa é grande e ele até se perde, apesar de potente. é preciso alguém para chamar a atenção lá na frente, senão, nada feito.}

Depois entrou o Lordose, (já bêbados?) e fizeram um show bom, mas longo. Quer dizer, não foi longo, mas o pessoal não se empolgou. Muito. Como sempre, a galera que curte um rock, eu incluído, ficou (quase)lá na frente batendo cabeça com qualquer riff mais pesado da guitarra. Mas eles saíram do palco já bem alterados pelo álcool.
Depois do show, pessoas já mais soltas, dançando e pista mais cheia. Mas era o Nigel Mansel que ia tocar e eles manteram bem o ânimo decadente do pessoal. Basta lembrar que era uma quarta feira, final de mês, na Barra do Jucu e durante o verão.
E todo mundo sabe, indie odeia o verão.

Em fevereiro a gente tá de férias, mas nos aguardem em março. Ah, não desistimos. Ainda.

***
fatos e efeitos TPS verão:

Presença ilustre de Patrícia, direto da Austrália.

Presença ilustre de laranja, direto de sua espaçonave.

Presença ilustríssimas das pessoas de sempre: vocês sabem quem são (e essa festa nunca teria sida nada sem vocês). {momento obrigado meus fãs. Hahahaha!!}
Smirnoff Ice a 4 paus.

Volta pra casa antecipada (a “casa” fecha às 3 da matina. Como assim?!)

Sanduíche de frango com cheddar (que cheddar, não senti gosto de nada).

Chilli e cheddar

A cara de desprezo de todos do bar quando a gente estava praticamente sendo expulsos de lá. Ainda perguntei pro único cara de lá que parecia gente boa: e aí, valeu?
- não. O show do lordose não combina com a casa.

O sumiço de serjão, deixando a Ilma na mão (rimou!)

O sumiço do Kaedy, deixando a gente a ver navios (cadê minha grana, pô?)

A Ilma querendo fechar o caixa e ouvindo um:
- só o serjão está autorizado a contar o caixa (???!!!)

A Bia, que sempre me pediu um zine e que finalmente tomou coragem para aparecer e dizer Oi.

AH, essa é boa! O Programa Em Movimento filmando, não sei o que lá dentro. Claro que eu nem fui entrevistado. (essa vida de anônimo é um saco!)

E acho que foi isso. Vamos ver quando é que vai ser a próxima. Se alguém quiser um DJ perdido por aí, é só ligar.


Ainda em relação a vida cultural da capital que é uma ilha…

Juvenal, o homem por trás do Fest-Ufes me ligou. Disse que os preparativos pro festival desse ano começaram. Como fui a fonte de contatos do ano passado e acabei trazendo o Carbona, o Glamourama (RIP) e os Netunos, ele veio pedir mais umas dicas. Só o que posso falar é que, parece, não vai ter nenhuma banda do Rio esse ano. Todas vem de um pouco mais longe. Se é que vem, né?
Por isso nomes, só depois de confirmados…
E pra eu fazer um suspense tb. Hahaha

Mas o importante é mesmo o intercâmbio (meu com uns cara de outros estados. Assim tenho onde ficar Brasil afora).

Depois escrevo aqui quem foram os indicados ao trono do Fest-Ufes.
E os outros prováveis indicados, caso algo saia errado com os primeiros nomes.

Acho que é “só” isso. Daqui a poucos dias escrevo mais.

terça-feira, janeiro 27, 2004

viva Rufus, o mendigo mais famoso dos EUA.

no site www.bumfights.com estão sendo vendidos os volumes 1 e 2 do vídeo ou DVD Bumfights.
lutas entre mendigos, entre mulheres, porrada de verdade, mendigos fazendo merda e caras enchendo a cabeça de crack.
um reality show de verdade. Jackass?
que nada, a onda agora é bumfights!!!

segunda-feira, janeiro 26, 2004

sorry, you guys.
essa semana deve ter bem menos posts que o habitual.
nada que a próxima não possa compensar, não é mesmo?
visitem e esperem aparecerem nas melhores telinhas da capital.

o esqueleto perdido de cadavra
filme B de terror em preto e branco, em pleno ano de 2004.

como se fosse a primeira vez
Adam Sandler ainda sério, mas nem tanto.

Hellboy
Quadrinhos adultos em película.

Van Helsing
o matador de drácula, encarnado pelo wolverine

Sky Captain
filme de ação passado nos anos trinta.

Ladykillers
Irmãos Cohen e Tom Hanks!!!

e muito mais ainda está por vir.

sábado, janeiro 24, 2004

se alguém aqui já ouviu falar, estou baixando o filme Big Fish, do Tim Burton, com o Ewan McGregor.
Uma matéria que escrevi para sair na Zero e que nunca saiu. talvez por que eu nunca tenha terminado. resolvi postar aqui mesmo, sem terminar. heheeh. a gravadora da matéria, elephant 6, encerrou suas atividades. suas bandas agora podem viver felizes para sempre em alguma multinacional...

Se você ama a música, faz parte de uma banda, tem amigos que têm bandas e uma mesa de quatro canais em sua casa, parabéns. Você tem um selo.

Foi assim que surgiu a Elephant Six. Quatro amigos com suas bandas trocando fitas gravadas na mesa de quatro canais de um deles. Para dar um charme a mais às gravações caseiras, era feito um desenho nas capas. Nele estava escrito o nome do que seria uma das gravadoras mais queridas do underground musical e uma das responsáveis diretas pelo ressurgimento da sonoridade pop-psicodélica típica dos anos 60.

Das primeiras fitas até a faculdade. Nessa época os quatro se separaram, mas não perderam o faro pela caça de acordes, pelo experimentalismo, pela psicodelia e, principalmente, por Beatles e Beach Boys.

Robert foi para Denver onde encontrou Chris Parfitt ao responder um anúncio de jornal procurando baixistas. Apesar do resto da banda não ter ido muito com a cara de Schneider, Chris logo se tornou mais próximo e eles começaram a compor juntos.

Enquanto isso, Jeff e Will se mudaram para a cidade de Athens, na Geórgia, berço do REM. Lá começaram a tocar em uma banda chamada Synthetic Flying Machine. Schneider se impressionou com a música feita por seus amigos e pensou:
“Por que não eu? É assim que deve ser feito. Amigos juntos fazendo músicas.”

Robert e Chris juntaram-se a outros colegas da faculdade, Jim McIntyre e a sua colega de quarto, Hilarie Sidney. Estava formado o Apples in Stereo.

Em abril de 93, estava finalizada a gravação de seu primeiro EP. Uma prensagem de 500 exemplares com um livreto de 12 páginas, pôster e adesivos. O primeiro lançamento da Elephant Six.

Bill estava em Nova Iorque e resolveu se juntar aos seus dois amigos em Athens, GA, quando então fundaram uma banda que mais tarde mudaria seu nome para Olívia tremor control. O segundo lançamento da Elephant six foi deles, com o álbum California Demise.

A partir daí, começava o culto a E6, como ela veio a ser conhecida tempos depois. Principalmente por ter feito ressurgir o pop psicodélico dos 60, reiniciando um movimento há muito dado como morto. Essa talvez tenha sido a grande diferença entre a Elephant Six e milhares de outros pequenos selos mundo afora.

Isso e uma incrível safra de bons grupos, que se encaixam perfeitamente em seu perfil “lisérgico, mas nem tanto”. Seus artistas, quando não experimentais demais, são mestres em moldar perfeitas canções pop, com suas melodias alegres e seus refrões grudentos.

É muito difícil, no entanto, pegar um ou outro exemplo dentro de seu cast para uma análise mais aprofundada, pois os integrantes de uma banda raramente se satisfazem em ficar apenas nela. Eles pulam de galho em galho, participando de até quatro projetos diferentes ao mesmo tempo, tudo num clima, digamos, familiar. Uma grande família musical que, como qualquer uma de suas correspondentes tradicionais, se dedica inteiramente ao seu bem-estar. Seu e de vários milhares de pessoas que esperam ver os filhos da E6 crescerem fortes e saudáveis, como recompensa por tanto trabalho


A E6 e seus principais artistas

Apples in Stereo – Pop com toques de psicodelia. A primeira banda do selo. Importância histórica compatível com a qualidade de suas composições.

Olívia Tremor Control – Faz rock básico e experimentalismos complexos, barulhos sem nexo e canções muito bem estruturadas. “Califórnia Demise” é uma jóia dentro da Elephant Six.

Neutral Milk Hotel – banda com uma base de fãs considerável pelo mundo afora. Seu líder, Jeff Mangum, também participou da formação da E6, por onde teve seus primeiros trabalhos lançados. Seu som vai desde o folk limpo, de violão, até as guitarras sujas do indie rock.

Essex Green – Talvez um dos melhores exemplos do gosto pelo som da década de 60. Críticos chegaram a dizer que eles não apenas se inspiravam nessa época para criar, eles faziam exatamente como naquele tempo.

Elf Power – Rock. Rock bem feito. Rock bem feito do início ao fim.

Beulah – Pop/rock trabalhado com ecos dos anos sessenta e um pouco de bossa-nova. Cheio de metais, pianos, cordas, coros e o que mais aparecer pela frente. O Los Hermanos (do Bloco do Eu Sozinho) americano.





Box – Épocas diferentes, locais diferentes.
O mesmo destino: mexer com o mundo da música.


Motown – Fundada por Berry Gordy Jr. na década de sessenta, a Motown, de Detroit, tirou a música negra americana feita na época dos guetos e a colocou em seu devido lugar: as paradas de sucesso. O impacto que ela teve na cultura popular americana é sentido até hoje. Basta dizer que foi lá que surgiu um grupo formado por cinco irmãos, o mais novo de nome Michael Jackson. A gravadora lançou também nomes como Stevie Wonder, Marvin Gaye, The Temptations e Diana Ross, entre tantos outros.
A Motown está ativa até hoje, depois de mais de 40 anos, e seu site é uma ótima chance de conhecer mais a história desse ícone da cultura negra americana. www.motown.com

Factory – Os anos oitenta e sua felicidade contagiante estavam insuportáveis. O punk estava acabado, o new wave tomava conta do mundo. Uma casa noturna abria suas portas em Manchester e dava espaço para as bandas da região mostrarem suas composições. Factory era seu nome. De casa de shows à gravadora foi um pulo. Principalmente por ter dado a sorte de encontrar em seu palco um carinha chamado Ian Curtiss e sua banda, o Joy Division. Tempos depois, a alegria estava extinta. O pós-punk, o dark, o gótico estavam nas paradas. O filme “24 hour party people” conta mais como foi essa época.

Creation – Alan McGee começa, em 1987, um selo que gerou, além de discos, um grupo de seguidores fiéis dentro e fora da Inglaterra. Um selo, que no final dos anos 90 já tinha dado à luz trabalhos de Jesus e Mary Chain, Oasis, Primal Scream, House of Love, Teenage Fanclub, My Bloddy Valentine, Super Furry Animals, Ride e Slowdive. A trilha sonora de uma geração brasileira que tenta, ainda hoje, fazer algum tipo de barulho dissonante das fórmulas de sucesso. Devido ao seu sucesso comercial, o “selinho” foi comprado pela gigante Sony e deixou de ser independente em 2000.
vai rolar a festa...
franz ferdinand já era.
escuta o The fever.
sábado agora.
pouco ou nada pra fazer. acordei tarde e estou catando uns mp3 pra queimar uns discos. é, quarta-feira tem festa!!!

bom, vejo vocês lá, of córse.

ontem saiu foto minha no Notícia Agora. vou acabar virando ídolo de trocador de ônibus. vocês já notaram que todos eles lêem o Notícia Agora de manhã?
deve ser porque com o troco do maço de Derby dê pra comprar um jornal. e no final de trinta dias você ganha uma mochila térmica com espaço pra três latinhas de Krill ou de Nova Schin.

sexta-feira, janeiro 23, 2004

sexta-feira. dia tranquilo até agora, 17:00.
um perigo para quem está acostumado a apagar incêndios todo fim de semana (entenda quintas e sextas). daqui a pouco alg deve acontecer. algo que me prenda na MP por mais algumas horas.
***
enquanto seu lobo não vem, fico a navegar pela net, ler artigos, escrever meu zine (que parece que agora sai!!!), etc,etc,etc.

engraçado as coisas que a internet nos proporciona (não estou contando a dor nas costas).
procurava uma imagem de ilusão de ótica. cliquei no ilusaodeotica.com e pronto. Ilusão de ótica a vontade.
e os nomes ingleses, daonde surgiram? um clique e pronto, a lista da origem dos nomes ingleses.

piadas de humor negro? tá lá, perdida em algum canto de algum servidor.

tudo pronto pra ser descoberto. em algum lugar da internet. infinitas possibilidades. tão pouco tempo.
***

de tempos em tempos gosto de dar uma olhada em páginas de Serial Killers. alguma coisa me atrai bastante nessas histórias malucas. uma delas, em especial, me marcou muito e por causa dela não consigo mais ouvir o fim da música "dead skin mask" do Slayer. é a história de Eddie Gein.
dá um pulo em crimelibrary.com e check this out.

***
música 9. cd do ARE Weapons.
como disse, um clássico contemporâneo.
***
menomena
buck 65
fat trucker
pitman
willis
fruit bats
boggs
gossip
I monster


***

quinta-feira, janeiro 22, 2004

coisas que a coleção gigantesca de mp3 nos proporciona

estava eu a gravar meus pequenos e lindos mp3, quando me deparei com uma banda que pouco tinha feito sibilar meus tímpanos. gravei-a em um cd e trouxe para o trabalho.
então, fiquei estupefato. Outrora diria que é a melhor banda da semana, mas Drive Like Jehu tem apenas dois discos lançados. E parece não estar mais interessado em seguir carreira musical. um pena, pois seus dois lançamentos são de longa distância. Tem barulho, distorção e umas guitarras estranhas com melodias finas, sutis. Se alguém conhece Les Savy Fav, e gosta, pode cair matando.


Drive Like Jehu - S/T


Drive Like Jehu - Yank Crime (bom pra peste!!!!!)

quarta-feira, janeiro 21, 2004

franz ferdinand, fiery furnaces, Von Bondies...
ai, ai.
não sei porque mas essas matérias de música estão com um gosto danado de deja-vu.
(não, não sei onde ficam os acentos nessa palavra doida que se le dejavi).

terça-feira, janeiro 20, 2004

Música que não sai da minha cabeça:

Wando – Fogo e Paixão

“Você é luz,
é raio, estrela e luar…
manhã de sol,
meu iá-iá, meu iô-iô.”

Ne versão da moda, estilo hip-hop
A última frase fica:
“Meu iá-iá-, meu yo-yo!!”
Acordei hoje com o telefone tocando. Era o hélio:
"Taylor, estou aqui embaixo. Desce"

Caralho, pensei... Tinha marcado uma gravação de spot hoje às 8 da manhã. Eram oito e quinze. Pulei da cama, botei a calça, a primeira camisa que vi, escovei o dente e me joguei pra for a de casa. Isso levou exatos 4 minutos.
Não tomei café, não lavei o rosto, não tomei banho, não coloquei meia, enfim, me aprontei com o mínimo possível (sim, coloquei cueca).
Ao chegar na agência percebi:
Não tinha pego dinheiro, não tinha trazido os tiquetes pra almoçar, estava precariamente arrumado.
Consegui uns cinco reais que alguém me devia e me joguei, 508 abaixo, até Vitória. Tomei um banho, troquei de roupa, botei uma meia, fui almoçar salmão com saladas (é verdade, só comi isso), peguei o carro e voltei pra cá.
Estou novo, pronto pra mais tres horas de boliche, trilhando o caminho rumo a final!!!!

segunda-feira, janeiro 19, 2004

Dor no estômago. ou Acompanhe em tempo real a luta de um pobre publiciotário contra as dores diárias em seu estômago.

Tenho que comprar o omeprazol. Remédio para tomar de manhã, antes do café.
Comecei a dieta do estômago hoje. Ela consiste em destruir seu estômago até não aguentar mais de dor e de azia e depois parar de comer praticamente tudo de bom que a vida tem a oferecer.
Por exemplo, hoje meu almoço foi arroz, feijão, beterraba, couve-flor e um hambúrguer caseiro. Trapaceei na farofa pronta yoki (um clássico da vida moderna) que taquei em cima do feijão, mas até agora essa extravagância não causou maiores estragos gástricos.

domingo, janeiro 18, 2004

domingo dez e dez da noite.
algumas cervejas um jogo do brasil e uma pizza depois, estou aqui na internet.
vendo flogs, blogs e tomando coragem pra gravar um cd. o problema é que não tenho nada pra gravar apesar de um milhão de mp3s perdidos por aqui.
***
ah, quer dizer que na música capixaba não tem nenhum dj que presta, lu?
***
saudade de não fazer nada. De acordar na segunda atrasado pra aula e resolver não ir mais pra lugar nenhum e dormir até meio dia.
***
ouvindo know your enemy, manic street preachers.
é seu, viu Bia. Ia deixar na sua portaria mais você me proibiu.
ficou com essa de entregar ao vivo, coisa e tal...
mas com trabalho não dá, né?
***
amanhã e depois vou participar do Primeiro Campeonato Rock por essas bandas/Top Strike de Boliche. Vou jogar no time do mukeka de rato. pelo que fiquei sabendo, porqeu ninguém mais queria jogar com eles. ok, eu admito, adoro boliche e jogar de graça e ainda aparecer pra mídia capixaba me fizeram a cabeça.
será que o pessoal da MP (as mentes por trás do campeonato) vai me deixar sair meia hora mais cedo pra jogar?
***

eu quero:

Hulk - DVD triplo
Demolidor - DVD Duplo
Homem Aranha - DVD duplo
caixa do Super Homem, do Indiana Jones, do Friends, do Sopranos, dos Simpsons, DVDs do Oasis, do Blur, do Iron no Rock In Rio.
quero fazer outras tatuagens, quero viajar pra Inglaterra e assisitir o festival de Reading, quero lavar louças na Irlanda e beber muita guinness.
quero ganhar dinheiro sem trabalhar e emagrecer sem parar de comer (ok, sem ter que malhar já tá bom).

quero sair daqui.

sexta-feira, janeiro 16, 2004

ah, tá bom, né?
um post por dia é o bastante pros meus sete leitores.

ainda mais quando estou com a corda no pescoço, com uma campanha pra ser criada em meio dia (de novo?!)

***

depois de ir ao gastro e descobrir que meu estômago é uma merda (dããã), tenho que fazer dieta séria, com risco de me acabar de vez. Então que tal almoçar num McDonalds qualquer que aceite o banesticket (o PIOR TICKET DE TODOS OS TEMPOS!!!!) e ainda aproveitar bem esse final de semana?
churrasco? tô dentro.
cervejinha com os amigos? tô dentro.
tubo da endoscopia? tô dentro.
hola, que tal?

bom, resolvi usar o blog para coisas mais interessantes do que escrever besteiras. ele pode ser um grande lembrador de fatos, fotos, discos, shows...
tipo assim:

discos de 2004 adquiridos:
Starsailor - Silence is Easy

assim, toda vez que adquirir um álbum, via internet, via loja, nunca via Laser (só em promoçãozona e olhe lá..) venho aqui, dou uma atualizada na lista e posto-a novamente. assim, no fim do ano não esqueço de nenhum grande disco ao fazer a lista dos melhores do ano. hehehehe

posso fazer o mesmo com os shows nacionais que passarem por vitória e internacionais pelo Brasil a fora. por exemplo:

shows internacionais
Ja rule (não fui, Graças a Deus)
Snoop dog (não fui, graças a Deus)
Iron Maiden (não fui, só tinha excursão pro Rio... e sair sexta de manhã em excursão, só se tiver de férias)

shows nacionais
pitty (não fui)
Charlie Brown Jr. (eu vou, hehehehehe)
Belchior (IMPERDÍVEL!!!!)

quinta-feira, janeiro 15, 2004

discos bonitinhos pra caramba


Gene - Drawn to the deep end

esse do Gene é uma graça. Depois do seu debut, com um roquinho a la Smiths, e canções como "Left Handed", onde o vocalista contava a dificuldade de ser gay num mundo tipicamente machista, o Gene lança "Drawn to the deep end".

com lindas músicas, mas lindas mesmo, como "Where are they now", "Save me I´m Yours", "We could be kings" e "the accidental" o Gene mostrou que era uma banda com futuro garantido.

melodias tristes e muita água com açúcar. amor, meus queridos, amor.
ouvindo "Gene - Where are they now"

quinta-feira. endoscopia marcada, manhã livre. tinha tantas outras coisas para resolver enada foi feito. vim pro blog e ouvir música. isso porque podia estar virtualmente em qualquer lugar. mas fiquei no virtual mesmo.heheh
triste fim de Policarpo Metacarpo e Dedões.

quarta-feira, janeiro 14, 2004

comentários que geraram posts...

"sinceramente, não gostei do barra acústico, é muito caro e longe... mas minha opinião não conta, todo mundo tem carro e dinheiro... a festa vai ser um sucesso... lá é muito espaçoso e aberto... ninguém vai derreter como se fosse uma sauna... enfim... inté!
-- zan
-- # Jan 13 2004, 10:02 pm "

direito de resposta (hehehe).
bom, apostar num lugar diferente foi uma jogada arriscada. Mesmo. felizmente agora sabemos que existem pessoas dando o maior apoio, torcendo pelo sucesso da festa, e que prometem comparecer. Mas não posso dizer que o local é perto e ajuda o nosso público de sempre.
Isso porque o nosso público de sempre adora ficar até cedo no Pub e pegar ônibus na Reta da Penha (que é do lado). Nosso público está acostumado a pagar 4, talvez 6 reais de entrada e consumir o que quiser. Nosso público mora na grande vitória, e não na Barra do Jucu.

Mas posso usar como desculpa a falta de local com a estrutura do Barracústico, a falta do Pub mesmo, fechado para o verão, a falta de casas de show para até mil pessoas. Se tudo der certo, podemos marcar outras festas lá, até com bandas de outros estados se apresentando, mas continuarmos com a festa aqui pelas redondezas, mais no nosso estilo.
de qualquer forma, a oportunidade surgiu, agarramos com unhas e dentes. Vaamos ver o que vai dar.

a opinião de todo mundo conta pra gente, óbvio. e tomara que seja mesmo um sucesso, pois assim o barracústico vai abrir suas portas pro rock'n'roll. sei lá. não sei se expliquei alguma coisa...

terça-feira, janeiro 13, 2004

oi a todos os meus dois leitores.
o zine número quatro parece que vai mesmo sair na festa do dia 28/01.
trabalho árduo até lá, então.

ah, duas coisas:
1 - escrever oito páginas sozinho não é mole.
então, se você tiver qualquer coisa pra mandar pra mim, qualquer linha, qualquer palavra, fiquem a vontade. o e-mail é: tayllor@hotmail.com

2 - quero formar um grupo de RPG. Não a terapia corporal, o jogo de NERD. Então, se alguém gostou muito do senhor dos anéis e quer viver uma aventura parecida com aquela, entre em contato comigo. Prometo ensinar com calma e muita paciência.

segunda-feira, janeiro 12, 2004

Vocês lêem antes aqui mesmo.


Outkast - nota 8


Esta será mais uma estação marcada por modismos. Comportamentos, drinks, opções para a noite e, obviamente, música. Pois o ritmo do verão, não vem da Bahia, dessa vez. Vem do subúrbio das grandes metrópoles, das periferias, dos manos e dos malandros. Acho que já deu para adivinhar que é o hip hop que vai fazer a cabeça da moçada, na praia, no rock e nos embalos de sábado à noite. E entre Ja Rules, Nellys e Eminens, tem uma dupla que se destaca fazendo mais do que hip hop. Outkast é o nome deles. Seu último álbum duplo saiu no Brasil e o single “Hey Ya” já toca na maioria das pistas de dança e nas boas rádios do país. Então, mesmo não sendo minha praia, resolvi analisar as 39 músicas de “Speakerboxxx/The Love Below”. O primeiro disco, feito pelo rapper Big Boi, começa com uma pequena introdução para depois quebrar tudo com “GhettoMusick”. Se o começo deixa todo mundo querendo mais, o resto do primeiro(?) disco não fica muito atrás. Tem boas músicas como “Bowtie”, “Church” e “Last Call”. Mas são 19 faixas, o que acaba cansando um pouco, apesar de alguns interlúdios com menos de um minuto espalhados entre as músicas.

Passemos então à segunda parte do trabalho, The Love Below, da segunda metade do Outkast, Andre 3000. De cara se percebe que essa parte do álbum é bem menos “tradicional” do que a primeira. É em Love Below que o Outkast fez um disco clássico, revolucionário, diferente. É rap, hip hop, pop, experimentações. Adjetivos que parecem sobrar, mas que nunca são o suficiente para descrever a surpresa de se ver realmente gostando do disco de um ritmo que até então se resumia a House of Pain, Cypress Hill e Public Enemy. Os destaques sobrariam por aqui, mas é impossível não citar Hey ya, Roses, o jazzístico Love Hater. São 20 faixas, não se esqueçam, que podem cansar um pouco, mas que fazem esse álbum subir muito mais alto do que qualquer outro lançamento dos manos neste ano.

domingo, janeiro 11, 2004

por que tenho que ouvir o outkast inteiro, de uma só vez? Isso não se faz. Isso não se faz.
ok, ok...
estava deixando meu blog de lado por pura preguiça. tenho que escrever uma resenha pr aum revista e finalmente terminar meu zine. além disso, tenho que "ler um texto pra ser discutido no trabalho num café da manhã, segunda-feira". que coisa mais aula de ginásio, mas de qualquer forma...

bom, não tinha escrito nada aqui até agora pelo simples fato de não ter nada certo, ams agora está tudo acertado. posso falar e propagar aos quatro cantos:
vai ter, sim, Tum Pou Soc de verão. e vai ser no Barracústico. sim, talvez um passo maior que a perna. Mas não posso negar que a chance de finalmente ter bandas tocando na festa me fazem ficar esperançoso.
ah, o dia?
28/01. ainda férias, para alguns. com certeza, não para mim. e isso é uma quarta-feira. As apostas estão altas nessa partida. Se der gente, ganhamos um lugar para fazer a festa vez em quando, com suporte para bandas, ar fresco e com dias melhores (sexta ou sábado).
já estou pensando nos Astronautas, lá do NE, tocando aqui. ou no retrofoguetes. ou no Walverdes. já pensou? eu ia gostar, mesmo. mas tudo depende de uma quarta-feira. QUARTA-FEIRA!!!

***

RIP

o Glamourama foi pro saco. depois de tocarem em Vix, no fest-ufes (que parece que esse ano tem de novo), divergências internas separaram uma das bandas mais legais que já vi por aqui. abraços pra galera de lá, Marvel, Jazzmo, Tio Marcelo, Pedro e Cid.

quarta-feira, janeiro 07, 2004

Hoje li a matéria de capa do caderno dois, falando sobre o hip hop e a onda que assola o país e agora, o ES.
Diz aí...

* Ridículo ver a playboyzada vestida igual aos rappers americanos, cheios de correntes e fazendo um gesto com a mão de dar dó de tão infantil e bobo que é.

* Por que eles não se vestem como o RZO, o MV Bill, o Racionais, o 509 E. o Renegrado Jorge, que são expoentes do hip hop nacional e estadual? Será que o estilo nacional não é tão bom assim para os rapazes de classe média alta, que pagam mais de cem reais em uma camisa de time de futebol americano?

* ah, deixa pra lá. é onda e como toda onda, vai e vem. os aproveitadores de plantão é que se dão sempre bem, sugam até o osso, a última gota de centavos e depois partem para a "mais nova novidade" das pistas de NY e SP.

Yo man, gimme a break, muthafucka.