chaos!!!! Chaos!!!!! CHAOS!!!!!!
meia horinha de água desabando e Vitória mostra que realmente é uma ilha.
e pior, Vila Velha confirma sua vocação para continente... digo, oceano.
Música, cinema, literatura pobre, propaganda e um pouquinho de vida. Melancolia também, por que não?
terça-feira, janeiro 06, 2004
gostei de copiar e colar...
agora uma notícia do "papel em linha" (uol) sobre os shows de 2004!!
segura real!!!!
Calendário de shows em 2004 será dos "clássicos"
(THIAGO NEY)
Pelo que se sabe ainda neste 2003, o Brasil da música pop assistirá
em 2004 shows que se encaixam melhor dentro do rótulo "clássico" do
que em "novo".
Até aqui, Santana e Phil Collins são os principais nomes que devem
dar as caras no país no ano que inicia amanhã. Outro que, talvez,
pode aparecer: New Order.
Redescoberto nos EUA em 1999 graças ao CD "Supernatural", o mexicano
Carlos Santana, 56, está em negociação com a empresa de
entretenimentos CIE para show no Pacaembu entre março e abril.
Uma das principais vítimas dos garotos do desenho "South Park", o ex-
Genesis Phil Collins, 52, está na mesma situação: deve se apresentar
no estádio paulistano em outubro. A CIE traz também o --ainda--
idolatrado Iron Maiden (dia 17; Pacaembu). Outro grupo heavy metal, o
Overkill, tocará no DirecTV em fevereiro. No mesmo mês e local, são
aguardados os punks Dead Kennedys.
De olho também nas novidades, a CIE confirma a realização do festival
Sónar Sound, que acontece anualmente em Barcelona e privilegia a
música mais experimental, durante três dias de outubro. "O festival
terá exposições e palestras durante o dia e, à noite, pelo menos dois
palcos", disse o diretor de criação, Coy Freitas, 34. As atrações não
estão fechadas. Segundo Freitas, a programação "noturna" será no
Credicard Hall; a "diurna" não tem local definido.
No final de agosto, (novamente) o estádio do Pacaembu deve sediar
festival de três dias com atrações de pop, rock e hip hop. Entre os
artistas mais sondados, estão os ingleses New Order e o rapper norte-
americano 50 Cent.
O primeiro grande festival de 2004 acontece nos próximos dias 9 e 10:
é o Skol Hip Hop Manifesta, no Rio e em Florianópolis, com Snoop Dogg
e Ja Rule. São Paulo terá apenas Snoop Dogg, no dia 8.
Em março, é praticamente certa a (superaguardada) minitour dos
escoceses Teenage Fanclub. O electro-rock das garotas do Chicks on
Speed deve animar o festival mineiro Eletronika.
Sobre Tim Festival, que ocorre em novembro apenas em SP: Wilco deve
vir, e Kraftwerk e 2 Many DJ's são prioridades.
Eletrônica
2003 foi o principal ano para a música eletrônica no Brasil, com as
vindas de Carl Cox, Laurent Garnier, Jeff Mills, Sasha etc., mas 2004
começa não muito atrás: dia 16 tem Kevin Saunderson, um dos criadores
do tecno, no Lov.e. No dia seguinte, o irlandês Fergie toca no
Sirena, em Maresias.
Para fechar o campeonato de novos DJs Heineken Thirst, Rio e São
Paulo assistirão, nos dias 13 e 14 de fevereiro, ao top holandês
Tiesto, DJ nº 1 do mundo em eleição da revista inglesa "DJ Mag".
Já os organizadores do Skol Beats não divulgaram ainda nenhum nome do
line-up do festival, que acontece em 24 de abril no Anhembi. Fala-se
no electroclash Fischerspooner e em Basement Jaxx. A Folha apurou que
Richie Hawtin, Josh Wink, o italiano Mauro Picotto e Dave Clarke (em
live PA) estão fechados.
O núcleo de tecno Circuito realiza, nos dias 31/1, 7 e 14 de
fevereiro a segunda edição do Clube Verão, com os DJs Marko Nastic,
Rush, Marco Remus, Umek e Valentino Kanzyani. Em 22 de maio, organiza
o festival 24 Horas de Tecno, com Vitalic e Adam Beyer.
O festival Skol Rio, nos dois primeiros finais de semana de
fevereiro, deve receber o houseiro Todd Terry e Billy Nasty. Já a
agência SmartBiz negocia as vindas de Tiga (setembro), Luke Slater
(maio), Marc Almond, do Soft Cell (junho), DJ Hell (março) e Miss
Kittin (novembro).
agora uma notícia do "papel em linha" (uol) sobre os shows de 2004!!
segura real!!!!
Calendário de shows em 2004 será dos "clássicos"
(THIAGO NEY)
Pelo que se sabe ainda neste 2003, o Brasil da música pop assistirá
em 2004 shows que se encaixam melhor dentro do rótulo "clássico" do
que em "novo".
Até aqui, Santana e Phil Collins são os principais nomes que devem
dar as caras no país no ano que inicia amanhã. Outro que, talvez,
pode aparecer: New Order.
Redescoberto nos EUA em 1999 graças ao CD "Supernatural", o mexicano
Carlos Santana, 56, está em negociação com a empresa de
entretenimentos CIE para show no Pacaembu entre março e abril.
Uma das principais vítimas dos garotos do desenho "South Park", o ex-
Genesis Phil Collins, 52, está na mesma situação: deve se apresentar
no estádio paulistano em outubro. A CIE traz também o --ainda--
idolatrado Iron Maiden (dia 17; Pacaembu). Outro grupo heavy metal, o
Overkill, tocará no DirecTV em fevereiro. No mesmo mês e local, são
aguardados os punks Dead Kennedys.
De olho também nas novidades, a CIE confirma a realização do festival
Sónar Sound, que acontece anualmente em Barcelona e privilegia a
música mais experimental, durante três dias de outubro. "O festival
terá exposições e palestras durante o dia e, à noite, pelo menos dois
palcos", disse o diretor de criação, Coy Freitas, 34. As atrações não
estão fechadas. Segundo Freitas, a programação "noturna" será no
Credicard Hall; a "diurna" não tem local definido.
No final de agosto, (novamente) o estádio do Pacaembu deve sediar
festival de três dias com atrações de pop, rock e hip hop. Entre os
artistas mais sondados, estão os ingleses New Order e o rapper norte-
americano 50 Cent.
O primeiro grande festival de 2004 acontece nos próximos dias 9 e 10:
é o Skol Hip Hop Manifesta, no Rio e em Florianópolis, com Snoop Dogg
e Ja Rule. São Paulo terá apenas Snoop Dogg, no dia 8.
Em março, é praticamente certa a (superaguardada) minitour dos
escoceses Teenage Fanclub. O electro-rock das garotas do Chicks on
Speed deve animar o festival mineiro Eletronika.
Sobre Tim Festival, que ocorre em novembro apenas em SP: Wilco deve
vir, e Kraftwerk e 2 Many DJ's são prioridades.
Eletrônica
2003 foi o principal ano para a música eletrônica no Brasil, com as
vindas de Carl Cox, Laurent Garnier, Jeff Mills, Sasha etc., mas 2004
começa não muito atrás: dia 16 tem Kevin Saunderson, um dos criadores
do tecno, no Lov.e. No dia seguinte, o irlandês Fergie toca no
Sirena, em Maresias.
Para fechar o campeonato de novos DJs Heineken Thirst, Rio e São
Paulo assistirão, nos dias 13 e 14 de fevereiro, ao top holandês
Tiesto, DJ nº 1 do mundo em eleição da revista inglesa "DJ Mag".
Já os organizadores do Skol Beats não divulgaram ainda nenhum nome do
line-up do festival, que acontece em 24 de abril no Anhembi. Fala-se
no electroclash Fischerspooner e em Basement Jaxx. A Folha apurou que
Richie Hawtin, Josh Wink, o italiano Mauro Picotto e Dave Clarke (em
live PA) estão fechados.
O núcleo de tecno Circuito realiza, nos dias 31/1, 7 e 14 de
fevereiro a segunda edição do Clube Verão, com os DJs Marko Nastic,
Rush, Marco Remus, Umek e Valentino Kanzyani. Em 22 de maio, organiza
o festival 24 Horas de Tecno, com Vitalic e Adam Beyer.
O festival Skol Rio, nos dois primeiros finais de semana de
fevereiro, deve receber o houseiro Todd Terry e Billy Nasty. Já a
agência SmartBiz negocia as vindas de Tiga (setembro), Luke Slater
(maio), Marc Almond, do Soft Cell (junho), DJ Hell (março) e Miss
Kittin (novembro).
segunda-feira, janeiro 05, 2004
Se você gosta de cinema, leia quais as principais apostas de holywood para 2004.
se não, passa direto que o texto é grande.
Janeiro
* "Monstro" (Monster)
Filme independente altamente badalado e comentado, que levou muita gente a antecipar o Oscar de melhor atriz para Charlize Theron. Lembram do nariz de Nicole Kidman em "As Horas"? Pois então: Theron mudou completamente o rosto, coberto por trinta cremes para que ela encarnasse uma personagem real, a criminosa Aileen Carol Wuornos, executada na Flórida pelo assassinato de sete homens na década de 1980. Estréia em 9 de janeiro. Sobre o mesmo caso, um documentário da vida de Wuornos, "Aileen: Vida e Morte de uma Serial Killer", será lançado no dia 23 de janeiro).
* "A Garota do Brinco de Pérolas" (Girl with a Pearl Earring)
Scarlett Johansson repete o belo trabalho de "Lost in Translation" em um filme feito sob medida para quem gosta dos filmes de arte: uma história de tonalidades sexuais cujo centro é o quadro que dá o título ao filme, pintado por Vermeer no século 17. Nos cinemas americanos a partir de 16 de janeiro.
* "Les Triplette de Bellevile"
Uma inventiva animação franco-canadense sobre as aventuras de um ciclista no Tour de France. Deverá competir com "Procurando Nemo" pelo Oscar deste ano.
* "A Companhia" (The Company)
Dois anos após o septuagenário Robert Altman provar, em "Gosford Park", que não perdeu a mão firme da direção, ele traz outro drama coletivo - desta vez, um filme sobre um grupo de dançarinos. A estrela Neve Campbell ajudou-o a escrever o filme.
Fevereiro
* "A Névoa da Guerra: Onze Lições da Vida de Robert S. McNamara"
("The Fog of War: Eleven Lessons from the Life of Robert S. McNamara")
O aclamado documentarista Errol Morris ("The Thin Blue Line", "A Brief History of Time") centra suas lentes no brilhante e impetuoso secretário de defesa dos presidentes Kennedy e Johnson. Seu trabalho oferece uma visão profunda da Segunda Guerra Mundial, da Crise dos Mísseis de Cuba e da Guerra do Vietnã, além de algumas reveladoras gravações do alto círculo do poder. Estréia no dia 6 de fevereiro nos EUA.
* "A Barbearia 2: De Volta aos Negócios" (Barbershop 2: Back in Business)
Ice Cube, Cedric the Entertainer, Eve e outros retornam, acompanhados por Queen Latifah, funcionária do salão de beleza - na sequência de uma das grandes surpresas de 2002. Será lançado no dia 6 de fevereiro.
* "Milagre" (Miracle)
O filme responde à questão mais elementar do hóquei: você acredita em milagres? Pouco importa que, há vinte anos, a ABC tenha produzido um filme chamado "Milagre no Gelo". Essa é a nova versão da história vivida pela equipe americana de hóquei que conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1980. Não deixa de ser curioso que a Disney tenha realizado o filme no Canadá. O lançamento será em 6 de fevereiro na América do Norte.
* "A Máfia de Tóquio" (Tokyo Godfathers)
Filme animado incomum, feito pelo criador de "Millennium Actress". Conta a história de um travesti, uma garota e um mendigo que encontram um bebê e tentam localizar os pais. Nos cinemas americanos a partir do dia 13 de fevereiro.
* "Kill Bil - Vol.2"
Batalhas mais ferozes e repugnantes no episódio final do tributo de Quentin Tarantino aos filmes de arte marcial. Estréia em 20 de fevereiro.
* "A Paixão do Cristo" (The Passion of the Christ)
Com a benção do papa, o retrato das horas finais de Jesus Cristo por Mel Gibson não despertará tantas controvérsias. Resenha do Sumo Pontífice: "Foi como aconteceu". O lançamento nos EUA será no dia 25 de fevereiro.
Março
* "Hidalgo"
Viggo Mortensen está de volta. O herói de "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei" monta na sela para uma corrida de cavalos na Arábia Saudita dos anos 1890. Mortensen afirma que, a exemplo do "Senhor dos Anéis", o novo filme ensina que "nossa postura nos momentos difíceis define o caráter e as amizades". A partir de 5 de março nos cinemas americanos.
* "A Garota de Jersey" (Jersey Girl)
Bem Affleck e Jennifer Lopez, protagonistas do desastre de "Gigli", tentam emplacar novamente. O diretor Kevin Smith garante que este foi seu melhor filme. Hipérbole e Hollywood sempre andaram de mãos dadas. Estréia nos EUA em 19 de março.
* "O Sol Eterno do Claro Espírito" (Eternal Sunshine of the Spotless Mind)
Charlie Kaufman ("Adaptação") é um dos autores desta comédia protagonizada por Jim Carrey e Kate Winslet a respeito de um casal que, para permanecer unido, tenta apagar o passado. O título foi retirado de um poema de Alexander Pope. Nos cinemas morte-americanos a partir de 19 de março.
Abril
* "As Férias da Família Johnson" (Johnson Family Vacation)
Cedrick the Entertainer, Vanessa L. Williams. Steve Harvey e Lil'Bow Wow estrelam essa comédia sobre a viagem de uma família rumo a um grande encontro de parentes.
* "O Álamo" (The Alamo)
Lançamento previsto anteriormente para dezembro de 2003. Trata-se da grande refilmagem do confronto entre texanos e mexicanos pela Disney. O estúdio alega que precisava de mais tempo para finalizar adequadamente o filme.
* "Homens em Fogo" (Men on Fire)
Filme de ação estrelado por Denzel Washington, com o subtexto evidente: não irrite Denzel. Alguém o irrita e ele manda ver. Dirigido por Tony Scott ("Dias de Trovão"). Participação do onipresente Christopher Walken e da mais onipresente Dakota Fanning. E uma breve visita de Mickey Rourke.
Maio
* "Van Helsing"
Para o cinema, o verão começa oficialmente em maio. A primeira estréia trará Hugh Jackman no papel do vampiro assassino consagrado pela literatura, que contra o Homem-Lobo, Frankenstein e Mr. Hyde. Um aviso: o filme foi escrito e dirigido por Stephen Sommers, nome de peso nos filmes da série "A Múmia", incluindo "O Rei Escorpião". Lançamento previsto para o dia 7 de maio.
* "Troy"
Você já deve ter assistido ao trailer (em que a quantidade de barcos supera o número de pessoas que vivem naquela época). Brad Pitt, Orlando Bloom, Peter O'Toole, Julie Christie - e provavelmente todos os atores loiros do planeta - participam deste mega-filme de ação. A direção é de Wolfgang Petersen ("Mar em Fúria"). Estréia em 14 de maio.
* "Mr. 3000"
O comediante Bernie Mac faz o retrato de um jogador aposentado de beisebol conhecido por seus 3.000 pontos. Mas na verdade ele não chegou a 3.000, e agora deve voltar aos campos para alcançar a marca. Charles Stone III ("Drumline") dirige. Estréia em 14 de maio.
* "Shrek 2"
Diz-se que cada um dos talentos vocais recebeu US$ 5 milhões pelo segundo episódio, que retoma o final do primeiro. A boa notícia é que o "Homem do Pão de Gengibre" ("Gingerbread Man")terá mais tempo na tela. Estréia nos EUA em 21 de maio.
* "The Clearing"
Filmado parcialmente em Atlanta, este filme de suspense estrelado por Robert Redford e Hellen Mirren narra a história de um sequestro seguido pelo resgate. Nos cinemas americanos a partir de 21 de maio.
* "Depois de Amanhã" (The Day After Tomorrow)
O instável diretor Roland Emmerich ("ID 4: Independece Day", "Godzilla") comanda este suspense com direito a efeitos especiais e US$ 100 milhões de dólares sobre aquecimento global e catástrofes climáticas. Estréia nos EUA em 28 de maio.
Junho
* "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban"
O mais negro filme da série. Retornam o envelhecido Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Nos cinemas americanos no dia 4 de junho.
* "The Terminal"
Um drama que traz quatro palavras valiosas: Steven Spielberg, Tom Hanks. Baseado na história real de um exilado iraniano que, por ter perdido seu passaporte e o certificado da ONU para refugiados em um assalto, foi detido no aeroporto de Paris em 1988. Estréia em 18 de junho.
Julho
* "Homem-Aranha 2"
Os excessos de Hollywood jamais acabarão. No caso presente, a seqüência consumirá aproximadamente US$ 200 milhões. Nos cinemas americanos a partir de 2 de julho.
* "Rei Arthur"
O realismo é a palavra-chave da versão de Antoine Fuqua para a história dos Cavaleiros da Távola redonda. O elenco conta com Clive Owen, Stephen Dillane e Keira Knightley. Estréia em 7 de julho.
* "O Âncora" (Anchorman)
Após "Elf", Will Ferrel protagoniza esta comédia sobre um apresentador mau-humorado. Ferrel escreveu o roteiro ao lado de Adam McKay, que também já passou pelo "Saturday Night Live" e dirige o filme. Nos cinemas americanos a partir de 9 de julho.
* "Eu, o Robô" (I, Robot)
Quem queria saber por onde andava Alex Proyas ("Dark City", "The Crow") agora já sabe. Ele dirige Will Smith nesta história de detetive em que o robô é o principal suspeito. Estréia no dia 17 de julho.
* "A Supremacia Bourne" (Bourne Supremacy)
Matt Damon e Franka Potente retornam para a sequência de "A Identidade Bourne", com novos truques da CIA. Julia Stiles também está no elenco. Nos cinemas da América do Norte a partir de 30 de julho.
* "Mulher-Gato" (Catwoman). Halle Berry veste a armadura. Tablóides britânicos especularam sobre problemas nas filmagens, no Canadá, e estrelismo da coadjuvante Sharon Stone. Estréia no dia 30 de julho.
Agosto
* "Alien Contra o Predador" (Alien vs. Predator)
Imagine, em plena Antártida, um ninho de alienígenas malvados e predadores horrendos. Qual o resultado? Mais um entre os filmes de ação desovados por Hollywood no mês de agosto. A batalha começa em 6 de agosto.
Setembro
* "Wimbledon"
Existe algum grande filme sobre tênis? Bom, o tênis está presente em alguns bons filmes ("Pacto Sinistro", "Pat e Mike"); este trata de um tenista profissional decadente que tenta recuperar a forma (seria André Agassi?). Com Paul Bettany e Kirsten Dunst. O jogo está marcado para o dia 24 de setembro.
* "O Esquecido" (The Fortgotten)
Julianne Moore e Alfred Woodward protagonizam esta ficção científica sobre uma mãe enlutada que tenta descobrir se realidade e aparência de fato coincidem. Estréia no dia 24 de setembro.
Outubro
* "Estória de Tubarão" (Shark Tale)
O mais recente filme animado da Dreamworks foi adiado, um mês após a Disney tentar descaradamente estrear um lançamento da Pixar na mesma data. O filme narra uma guerra subaquática, e seu título inicial era "Sharkslayer". Dublado por Will Smith, Robert de Niro, Renee Zellweger, Angelina Jolie, Jack Black e Martin Scorsese. Nos cinemas norte-americanos a partir de 1º de outubro.
* "Eu Amo Huckabee's" (I Heart Huckabee's)
Uma comédia inusitada em que Jude Law e Naomi Watts interpretam um casal que ajuda outras pessoas a resolverem seus problemas existenciais. Dirigido por David O. Russel ("Três Reis"). Sem dia de estréia definido.
Novembro
* "Alexandre" (Alexander)
Este não é o filme da parceria Leonardo di Caprio-Baz Luhrman sobre Alexandre o Grande, que começa a ser rodado em abril, e sim a versão de US$ 100 milhões, concebida por Colin Farrel e Oliver Stone. As filmagens foram feitas na Inglaterra e no Marrocos, e deverão ser concluídas neste mês, na Tailândia. O aguardado épico estréia em 5 de novembro.
* "Os Incríveis" (The Incredibles)
A última animação computadorizada da Pixar traz uma família de heróis disfarçados. O autor-diretor é Brad Bird, mentor de "O Gigante de Ferro" e colaborador de "Os Simpsons", "Rei da Montanha" e "O Crítico". Nos cinemas americanos a partir de 5 de novembro.
* "O Expresso Polar" (The Polar Express)
Mais uma animação computadorizada. Porém este filme, orçado em US$ 150 milhões, foi feito pela Universal CGI e pela Warner. Traz ainda a voz de Tom Hanks, e foi inspirado em um famoso livro infantil. Estréia no dia 10 de novembro nos EUA.
* "O Intérprete" (The Interpreter)
Nicole Kidman encarna uma funcionária da ONU que, sem querer, escuta um plano de assassinato. Dirigido por Sidney Pollack. A ONU recentemente proibiu que o filme fosse rodado em sua sede; no passado, recusou um pedido de Alfred Hitchcock, que queria rodar ali uma parte de "North by Northwest" (Intriga Internacional). Nos cinemas ianques em 19 de novembro.
* "O Último Primeiro Beijo" (Last First Kiss)
Will Smith interpreta um "arranjador de encontros" investigado por Eva Mendes. Dirigido por Andy Tennant ("Sweet Home Alabama"). Estréia no dia 19 de novembro.
* "Bridget Jones: o Limite da Razão" (Bridget Jones: The Edge of Reason)
Renee Zellweger fez regime para este novo episódio. Hugh Grant teria dito à parceira: "Meu Deus, você ficou imensa!" Há rumores de que o enredo inclui um namoro entre duas mulheres. A comédia ainda não tenha dia de estréia definido.
Dezembro
* "Doze Homens e um Segredo" (Ocean's Twelve)
Outro roubo, e outra estrela se junta a George Clooney, Brad Pitt, Julia Roberts e Matt Damon: Bernie Mac. A direção fica novamente para Steven Soderbergh. Orçado em US$ 85 milhões, certamente terá cenas de estúdio fenomenais. A filmagem começa em março, e a estréia está marcada para 10 de dezembro.
* "Cinderella Man"
Ron Howard dirige Russel Crowe e Renee Zellweger nesta biografia do boxeador Jim Braddock. Filmagens começam em março. Nos cinemas americanos a partir de 17 de dezembro.
* "O Aviador" (The Aviator)
Trata-se da biografia de Howard Huges, levada a cabo por Martin Scorsese, estrelada por Leonardo di Caprio. Cate Blanchett intepreta Katherine Hepburn; Kate Beckinsale no papel de Ava Gardner, e Gwen Stefani no papel de Jean Harlow. Estréia em 17 de dezembro nos EUA.
* "Lemony Snicket: uma Série de Tristes Incidentes" (Lemony Snicket's A Series of Unfortunate Events)
História baseada em livros populares. Jim Carrey interpreta um parente malvado que tenta roubar a fortuna de três gêmeos órfãos. Comédia com estréia prevista para 17 de dezembro.
* "Meet the Fockers"
Robert de Niro, Ben Stiller e Teri Polo estão na sequência de "Entrando numa Fria". A estréia será na semana de natal: 22 de dezembro.
se não, passa direto que o texto é grande.
Janeiro
* "Monstro" (Monster)
Filme independente altamente badalado e comentado, que levou muita gente a antecipar o Oscar de melhor atriz para Charlize Theron. Lembram do nariz de Nicole Kidman em "As Horas"? Pois então: Theron mudou completamente o rosto, coberto por trinta cremes para que ela encarnasse uma personagem real, a criminosa Aileen Carol Wuornos, executada na Flórida pelo assassinato de sete homens na década de 1980. Estréia em 9 de janeiro. Sobre o mesmo caso, um documentário da vida de Wuornos, "Aileen: Vida e Morte de uma Serial Killer", será lançado no dia 23 de janeiro).
* "A Garota do Brinco de Pérolas" (Girl with a Pearl Earring)
Scarlett Johansson repete o belo trabalho de "Lost in Translation" em um filme feito sob medida para quem gosta dos filmes de arte: uma história de tonalidades sexuais cujo centro é o quadro que dá o título ao filme, pintado por Vermeer no século 17. Nos cinemas americanos a partir de 16 de janeiro.
* "Les Triplette de Bellevile"
Uma inventiva animação franco-canadense sobre as aventuras de um ciclista no Tour de France. Deverá competir com "Procurando Nemo" pelo Oscar deste ano.
* "A Companhia" (The Company)
Dois anos após o septuagenário Robert Altman provar, em "Gosford Park", que não perdeu a mão firme da direção, ele traz outro drama coletivo - desta vez, um filme sobre um grupo de dançarinos. A estrela Neve Campbell ajudou-o a escrever o filme.
Fevereiro
* "A Névoa da Guerra: Onze Lições da Vida de Robert S. McNamara"
("The Fog of War: Eleven Lessons from the Life of Robert S. McNamara")
O aclamado documentarista Errol Morris ("The Thin Blue Line", "A Brief History of Time") centra suas lentes no brilhante e impetuoso secretário de defesa dos presidentes Kennedy e Johnson. Seu trabalho oferece uma visão profunda da Segunda Guerra Mundial, da Crise dos Mísseis de Cuba e da Guerra do Vietnã, além de algumas reveladoras gravações do alto círculo do poder. Estréia no dia 6 de fevereiro nos EUA.
* "A Barbearia 2: De Volta aos Negócios" (Barbershop 2: Back in Business)
Ice Cube, Cedric the Entertainer, Eve e outros retornam, acompanhados por Queen Latifah, funcionária do salão de beleza - na sequência de uma das grandes surpresas de 2002. Será lançado no dia 6 de fevereiro.
* "Milagre" (Miracle)
O filme responde à questão mais elementar do hóquei: você acredita em milagres? Pouco importa que, há vinte anos, a ABC tenha produzido um filme chamado "Milagre no Gelo". Essa é a nova versão da história vivida pela equipe americana de hóquei que conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1980. Não deixa de ser curioso que a Disney tenha realizado o filme no Canadá. O lançamento será em 6 de fevereiro na América do Norte.
* "A Máfia de Tóquio" (Tokyo Godfathers)
Filme animado incomum, feito pelo criador de "Millennium Actress". Conta a história de um travesti, uma garota e um mendigo que encontram um bebê e tentam localizar os pais. Nos cinemas americanos a partir do dia 13 de fevereiro.
* "Kill Bil - Vol.2"
Batalhas mais ferozes e repugnantes no episódio final do tributo de Quentin Tarantino aos filmes de arte marcial. Estréia em 20 de fevereiro.
* "A Paixão do Cristo" (The Passion of the Christ)
Com a benção do papa, o retrato das horas finais de Jesus Cristo por Mel Gibson não despertará tantas controvérsias. Resenha do Sumo Pontífice: "Foi como aconteceu". O lançamento nos EUA será no dia 25 de fevereiro.
Março
* "Hidalgo"
Viggo Mortensen está de volta. O herói de "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei" monta na sela para uma corrida de cavalos na Arábia Saudita dos anos 1890. Mortensen afirma que, a exemplo do "Senhor dos Anéis", o novo filme ensina que "nossa postura nos momentos difíceis define o caráter e as amizades". A partir de 5 de março nos cinemas americanos.
* "A Garota de Jersey" (Jersey Girl)
Bem Affleck e Jennifer Lopez, protagonistas do desastre de "Gigli", tentam emplacar novamente. O diretor Kevin Smith garante que este foi seu melhor filme. Hipérbole e Hollywood sempre andaram de mãos dadas. Estréia nos EUA em 19 de março.
* "O Sol Eterno do Claro Espírito" (Eternal Sunshine of the Spotless Mind)
Charlie Kaufman ("Adaptação") é um dos autores desta comédia protagonizada por Jim Carrey e Kate Winslet a respeito de um casal que, para permanecer unido, tenta apagar o passado. O título foi retirado de um poema de Alexander Pope. Nos cinemas morte-americanos a partir de 19 de março.
Abril
* "As Férias da Família Johnson" (Johnson Family Vacation)
Cedrick the Entertainer, Vanessa L. Williams. Steve Harvey e Lil'Bow Wow estrelam essa comédia sobre a viagem de uma família rumo a um grande encontro de parentes.
* "O Álamo" (The Alamo)
Lançamento previsto anteriormente para dezembro de 2003. Trata-se da grande refilmagem do confronto entre texanos e mexicanos pela Disney. O estúdio alega que precisava de mais tempo para finalizar adequadamente o filme.
* "Homens em Fogo" (Men on Fire)
Filme de ação estrelado por Denzel Washington, com o subtexto evidente: não irrite Denzel. Alguém o irrita e ele manda ver. Dirigido por Tony Scott ("Dias de Trovão"). Participação do onipresente Christopher Walken e da mais onipresente Dakota Fanning. E uma breve visita de Mickey Rourke.
Maio
* "Van Helsing"
Para o cinema, o verão começa oficialmente em maio. A primeira estréia trará Hugh Jackman no papel do vampiro assassino consagrado pela literatura, que contra o Homem-Lobo, Frankenstein e Mr. Hyde. Um aviso: o filme foi escrito e dirigido por Stephen Sommers, nome de peso nos filmes da série "A Múmia", incluindo "O Rei Escorpião". Lançamento previsto para o dia 7 de maio.
* "Troy"
Você já deve ter assistido ao trailer (em que a quantidade de barcos supera o número de pessoas que vivem naquela época). Brad Pitt, Orlando Bloom, Peter O'Toole, Julie Christie - e provavelmente todos os atores loiros do planeta - participam deste mega-filme de ação. A direção é de Wolfgang Petersen ("Mar em Fúria"). Estréia em 14 de maio.
* "Mr. 3000"
O comediante Bernie Mac faz o retrato de um jogador aposentado de beisebol conhecido por seus 3.000 pontos. Mas na verdade ele não chegou a 3.000, e agora deve voltar aos campos para alcançar a marca. Charles Stone III ("Drumline") dirige. Estréia em 14 de maio.
* "Shrek 2"
Diz-se que cada um dos talentos vocais recebeu US$ 5 milhões pelo segundo episódio, que retoma o final do primeiro. A boa notícia é que o "Homem do Pão de Gengibre" ("Gingerbread Man")terá mais tempo na tela. Estréia nos EUA em 21 de maio.
* "The Clearing"
Filmado parcialmente em Atlanta, este filme de suspense estrelado por Robert Redford e Hellen Mirren narra a história de um sequestro seguido pelo resgate. Nos cinemas americanos a partir de 21 de maio.
* "Depois de Amanhã" (The Day After Tomorrow)
O instável diretor Roland Emmerich ("ID 4: Independece Day", "Godzilla") comanda este suspense com direito a efeitos especiais e US$ 100 milhões de dólares sobre aquecimento global e catástrofes climáticas. Estréia nos EUA em 28 de maio.
Junho
* "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban"
O mais negro filme da série. Retornam o envelhecido Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Nos cinemas americanos no dia 4 de junho.
* "The Terminal"
Um drama que traz quatro palavras valiosas: Steven Spielberg, Tom Hanks. Baseado na história real de um exilado iraniano que, por ter perdido seu passaporte e o certificado da ONU para refugiados em um assalto, foi detido no aeroporto de Paris em 1988. Estréia em 18 de junho.
Julho
* "Homem-Aranha 2"
Os excessos de Hollywood jamais acabarão. No caso presente, a seqüência consumirá aproximadamente US$ 200 milhões. Nos cinemas americanos a partir de 2 de julho.
* "Rei Arthur"
O realismo é a palavra-chave da versão de Antoine Fuqua para a história dos Cavaleiros da Távola redonda. O elenco conta com Clive Owen, Stephen Dillane e Keira Knightley. Estréia em 7 de julho.
* "O Âncora" (Anchorman)
Após "Elf", Will Ferrel protagoniza esta comédia sobre um apresentador mau-humorado. Ferrel escreveu o roteiro ao lado de Adam McKay, que também já passou pelo "Saturday Night Live" e dirige o filme. Nos cinemas americanos a partir de 9 de julho.
* "Eu, o Robô" (I, Robot)
Quem queria saber por onde andava Alex Proyas ("Dark City", "The Crow") agora já sabe. Ele dirige Will Smith nesta história de detetive em que o robô é o principal suspeito. Estréia no dia 17 de julho.
* "A Supremacia Bourne" (Bourne Supremacy)
Matt Damon e Franka Potente retornam para a sequência de "A Identidade Bourne", com novos truques da CIA. Julia Stiles também está no elenco. Nos cinemas da América do Norte a partir de 30 de julho.
* "Mulher-Gato" (Catwoman). Halle Berry veste a armadura. Tablóides britânicos especularam sobre problemas nas filmagens, no Canadá, e estrelismo da coadjuvante Sharon Stone. Estréia no dia 30 de julho.
Agosto
* "Alien Contra o Predador" (Alien vs. Predator)
Imagine, em plena Antártida, um ninho de alienígenas malvados e predadores horrendos. Qual o resultado? Mais um entre os filmes de ação desovados por Hollywood no mês de agosto. A batalha começa em 6 de agosto.
Setembro
* "Wimbledon"
Existe algum grande filme sobre tênis? Bom, o tênis está presente em alguns bons filmes ("Pacto Sinistro", "Pat e Mike"); este trata de um tenista profissional decadente que tenta recuperar a forma (seria André Agassi?). Com Paul Bettany e Kirsten Dunst. O jogo está marcado para o dia 24 de setembro.
* "O Esquecido" (The Fortgotten)
Julianne Moore e Alfred Woodward protagonizam esta ficção científica sobre uma mãe enlutada que tenta descobrir se realidade e aparência de fato coincidem. Estréia no dia 24 de setembro.
Outubro
* "Estória de Tubarão" (Shark Tale)
O mais recente filme animado da Dreamworks foi adiado, um mês após a Disney tentar descaradamente estrear um lançamento da Pixar na mesma data. O filme narra uma guerra subaquática, e seu título inicial era "Sharkslayer". Dublado por Will Smith, Robert de Niro, Renee Zellweger, Angelina Jolie, Jack Black e Martin Scorsese. Nos cinemas norte-americanos a partir de 1º de outubro.
* "Eu Amo Huckabee's" (I Heart Huckabee's)
Uma comédia inusitada em que Jude Law e Naomi Watts interpretam um casal que ajuda outras pessoas a resolverem seus problemas existenciais. Dirigido por David O. Russel ("Três Reis"). Sem dia de estréia definido.
Novembro
* "Alexandre" (Alexander)
Este não é o filme da parceria Leonardo di Caprio-Baz Luhrman sobre Alexandre o Grande, que começa a ser rodado em abril, e sim a versão de US$ 100 milhões, concebida por Colin Farrel e Oliver Stone. As filmagens foram feitas na Inglaterra e no Marrocos, e deverão ser concluídas neste mês, na Tailândia. O aguardado épico estréia em 5 de novembro.
* "Os Incríveis" (The Incredibles)
A última animação computadorizada da Pixar traz uma família de heróis disfarçados. O autor-diretor é Brad Bird, mentor de "O Gigante de Ferro" e colaborador de "Os Simpsons", "Rei da Montanha" e "O Crítico". Nos cinemas americanos a partir de 5 de novembro.
* "O Expresso Polar" (The Polar Express)
Mais uma animação computadorizada. Porém este filme, orçado em US$ 150 milhões, foi feito pela Universal CGI e pela Warner. Traz ainda a voz de Tom Hanks, e foi inspirado em um famoso livro infantil. Estréia no dia 10 de novembro nos EUA.
* "O Intérprete" (The Interpreter)
Nicole Kidman encarna uma funcionária da ONU que, sem querer, escuta um plano de assassinato. Dirigido por Sidney Pollack. A ONU recentemente proibiu que o filme fosse rodado em sua sede; no passado, recusou um pedido de Alfred Hitchcock, que queria rodar ali uma parte de "North by Northwest" (Intriga Internacional). Nos cinemas ianques em 19 de novembro.
* "O Último Primeiro Beijo" (Last First Kiss)
Will Smith interpreta um "arranjador de encontros" investigado por Eva Mendes. Dirigido por Andy Tennant ("Sweet Home Alabama"). Estréia no dia 19 de novembro.
* "Bridget Jones: o Limite da Razão" (Bridget Jones: The Edge of Reason)
Renee Zellweger fez regime para este novo episódio. Hugh Grant teria dito à parceira: "Meu Deus, você ficou imensa!" Há rumores de que o enredo inclui um namoro entre duas mulheres. A comédia ainda não tenha dia de estréia definido.
Dezembro
* "Doze Homens e um Segredo" (Ocean's Twelve)
Outro roubo, e outra estrela se junta a George Clooney, Brad Pitt, Julia Roberts e Matt Damon: Bernie Mac. A direção fica novamente para Steven Soderbergh. Orçado em US$ 85 milhões, certamente terá cenas de estúdio fenomenais. A filmagem começa em março, e a estréia está marcada para 10 de dezembro.
* "Cinderella Man"
Ron Howard dirige Russel Crowe e Renee Zellweger nesta biografia do boxeador Jim Braddock. Filmagens começam em março. Nos cinemas americanos a partir de 17 de dezembro.
* "O Aviador" (The Aviator)
Trata-se da biografia de Howard Huges, levada a cabo por Martin Scorsese, estrelada por Leonardo di Caprio. Cate Blanchett intepreta Katherine Hepburn; Kate Beckinsale no papel de Ava Gardner, e Gwen Stefani no papel de Jean Harlow. Estréia em 17 de dezembro nos EUA.
* "Lemony Snicket: uma Série de Tristes Incidentes" (Lemony Snicket's A Series of Unfortunate Events)
História baseada em livros populares. Jim Carrey interpreta um parente malvado que tenta roubar a fortuna de três gêmeos órfãos. Comédia com estréia prevista para 17 de dezembro.
* "Meet the Fockers"
Robert de Niro, Ben Stiller e Teri Polo estão na sequência de "Entrando numa Fria". A estréia será na semana de natal: 22 de dezembro.
domingo, janeiro 04, 2004
pra ser sincero
meu flog é muito, mas muito ruim.
tem umas quinze fotos do meu umbigo e nada mais. nada escrito, nenhuma mensagem, nenhuma idéia, nenhuma dica de disco, nenhum questionamento...
ainda assim, em menos de tres meses de vida tem quase a metade de visitas dese blog.
tá, não faço propaganda dele por aí, mas o que importa isso? se é bom tem que ser lido. ou eu sou muito ruim escrevendo (ok, sou medíocre e aceito esse fato) ou (e aqui entra o questionamento) as pessoas hoje em dia não querem mais parar para pensar, ler e debater coisas novas, ver o mundo com outros olhos, os olhos da mente.
pombas, hoje tudo é imagem. tudo é rápido, instantâneo, absoluto.
como é que posso virar escritor dessa forma? ninguém lê mais nada!
ou viro o Paulo Coelho (será que ele precisa de aprendiz?) ou faço um daqueles livros só com fotos de bicho.
...
que fim.
meu flog é muito, mas muito ruim.
tem umas quinze fotos do meu umbigo e nada mais. nada escrito, nenhuma mensagem, nenhuma idéia, nenhuma dica de disco, nenhum questionamento...
ainda assim, em menos de tres meses de vida tem quase a metade de visitas dese blog.
tá, não faço propaganda dele por aí, mas o que importa isso? se é bom tem que ser lido. ou eu sou muito ruim escrevendo (ok, sou medíocre e aceito esse fato) ou (e aqui entra o questionamento) as pessoas hoje em dia não querem mais parar para pensar, ler e debater coisas novas, ver o mundo com outros olhos, os olhos da mente.
pombas, hoje tudo é imagem. tudo é rápido, instantâneo, absoluto.
como é que posso virar escritor dessa forma? ninguém lê mais nada!
ou viro o Paulo Coelho (será que ele precisa de aprendiz?) ou faço um daqueles livros só com fotos de bicho.
...
que fim.
preciso me redimir. na lista dos dez mais não coloquei uma banda que facil, fácil entraria com um discão.
o ARE Weapons. só pude ouvir o disco todo por esses dias (comprei, faz uma semana).
gostei. Muito mesmo.
***
Por falar em ouvir, tem aquela história de baixar tudo e não ouvir nada. Bom, acontece que o disco do outkast está aqui e tirando umas músicas legais...
não desce redondo, não. Posso estar negando uma onda, é verdade. uma segunda, terceira ou quarta ouvida podem se fazer necessárias, mas até então... nada de passar pelo seleto grupo do nível mínimo de qualidade. é muuuuuuuuuito hip hop pra mim, é muuuuuuuito mais do que aguento. se ainda fossem 10 músicas, quem sabe?
mas aquela quantidade absurda...
não podia valer tudo a pena, mesmo.
***
no quesito quantidade e qualidade a exceção feita é para o
"Melon Collie" do Smashing Pumpkins. tem bastante coisa boa no disquinho. nos disquinhos.
1979, bullet with..., tonight tonight, porcelina..., e por aí vai, ainda tem pelo menos mais uns 4 momentos clássicos!!!
o ARE Weapons. só pude ouvir o disco todo por esses dias (comprei, faz uma semana).
gostei. Muito mesmo.
***
Por falar em ouvir, tem aquela história de baixar tudo e não ouvir nada. Bom, acontece que o disco do outkast está aqui e tirando umas músicas legais...
não desce redondo, não. Posso estar negando uma onda, é verdade. uma segunda, terceira ou quarta ouvida podem se fazer necessárias, mas até então... nada de passar pelo seleto grupo do nível mínimo de qualidade. é muuuuuuuuuito hip hop pra mim, é muuuuuuuito mais do que aguento. se ainda fossem 10 músicas, quem sabe?
mas aquela quantidade absurda...
não podia valer tudo a pena, mesmo.
***
no quesito quantidade e qualidade a exceção feita é para o
"Melon Collie" do Smashing Pumpkins. tem bastante coisa boa no disquinho. nos disquinhos.
1979, bullet with..., tonight tonight, porcelina..., e por aí vai, ainda tem pelo menos mais uns 4 momentos clássicos!!!
E a TPS, hein? Não é que a danada vingou, teve seis edições mensais, desde Julho, e ainda fechou o Pub dia 20? Bom, teve o djangou béu, mas não é uma festa “do pub”, é uma festa de Vitória. Hehehe
Bom, brincadeiras a parte, a TPS também não é uma festa do Pub. Ela só acontece lá, porque foram eles que abriram as portas pra gente.
Mas a sexta edição, dia 20/12, como foi, vocês devem estar se perguntando. Bom, foi legal. Digamos que foi uma das melhores, rivalizando, talvez com a segunda edição. Engraçado isso, né? Sei, sem ter que pensar, quais as melhores festas e quais as piores. Me lembro bem de quase tudo que aconteceu, em quase todas elas. Mas enfim, não foi pra isso que comecei a escrever aqui. Foi pra contar como foi a sexta edição da festa.
Pra começar, um atraso básico de minha parte, em parte por ter que pegar a outra metade da festa lá no centro(Hehehehe), em parte por estar um caco. Comovocês devem ter lido logo aí abaixo, sexta também me fiz presente no Pub e toquei as podreiras, bom as podreiras que não têm vergonha de serem chamadas assim. Se disser que toco podreira na TPs, é capaz de ser apedrejado.
Para abrir a pista, dessa vez, chamei o Paulinho. Punk rock natalino foi o que ele me disse que ia tocar. Mas não foi, não. Foi punk normal mesmo. Muito misfits, yobs, dead boys, stiff little fingers, ramones e otras cositas más. Foi um set diferente do que até então as pessoas tinham apresentado. Foi bem segmentado e, no lugar certo com as pessoas certas, daria a maior repercussão.
Bom, depois dele quem resolveu tocar fui eu. Estava cansado, bem cansado, mas mesmo assim encarei as horas de diversão. E, devo dizer, que diversão.
Desencanei de ficar tocando as obscuridades indies da vida e cai de cabeça num set pop, raivoso, retrô.
Hehehehe.
Teve Strokes, Hermanos, Beastie Boys, Faith no More, Clearlake (as indiezadas que enfio no meio da festa…), REM, Radiohead (FINALMENTE!!!), Stone Temple Pilots, essas coisinhas que todos já ouvimos uma vez ou outra no rádio. Se o ar condicionado estava ligado, eu não sei, mas que ferveu lá dentro, ferveu. Às duas da matina, fui pegar meu lugar no balcão para ficar bebendo cerveja(quente, como de costume) e olhando a movimentação do bar.
Foi, digamos assim, de lavar a alma. Deixou água na boca pra próxima edição. Quem sabe uma especial de verão? Hehehe
Típicos incidentes:
- cerveja quente
- pista cheia, lotada, queimando de tão quente
- o som do Iron rolando lá na parte de trás. Depois o cara trocou o disco e o som deu problema o tempo todo. Quem mandou tirar o Iron?
- O doors rolando solto às 5 e meia e as pessoas pedindo pra “tocar mais uma”...
- O fim de festa com todas as músicas deprês dos discos que tinha lá.
- A conversa com um dos últimos freqüentadores a deixar o recinto:
“Essa próxima música é de um filme, e é o fim, literalmente. Você gosta de cinema?”
“*risos*”
“âhn....você trabalha com cinema, né?”
“É, sou cineasta.”
“vou ali ver se deixei o fogão ligado e já volto.”
- presença do apavoramento, que nem descobri quem eram...
- um disco-armadilha, o Ventura, que estava lá, em cima da bancada, de bobeira e resolvi tocar. O danado tava todo arranhado e fez com que no meio da festa a música ficasse pulando, transformando tudo em apavoramento.
- O Evandro pedindo pra tocar um dia qualquer e sendo comfirmado na mesma hora como o próximo convidado da festa
- A despedida do Bob. E toma rum boom....
- Os seguidores do Deus Ar e suas performances de pregação e adoração com os braços levantados aos céus pedindo um soprinho gelado em suas cabeças.
- Alguém me disse que o Angel estava lá, que tinha levado cds e que queria tocar, mas não sei que ele é. Não pude fazer nada...
É, acho que por cima foi isso. Mas cada um teve sua experiência própria. Espero que todos tenham se divertido, e não acabado na cadeia, ou na delegacia, igual aconteceu com o Gudão. Mas isso é outra história...
Ah, e da próxima prometo tocar umas coisinhas novas... mesmo que ninguém dance.
Bom, brincadeiras a parte, a TPS também não é uma festa do Pub. Ela só acontece lá, porque foram eles que abriram as portas pra gente.
Mas a sexta edição, dia 20/12, como foi, vocês devem estar se perguntando. Bom, foi legal. Digamos que foi uma das melhores, rivalizando, talvez com a segunda edição. Engraçado isso, né? Sei, sem ter que pensar, quais as melhores festas e quais as piores. Me lembro bem de quase tudo que aconteceu, em quase todas elas. Mas enfim, não foi pra isso que comecei a escrever aqui. Foi pra contar como foi a sexta edição da festa.
Pra começar, um atraso básico de minha parte, em parte por ter que pegar a outra metade da festa lá no centro(Hehehehe), em parte por estar um caco. Comovocês devem ter lido logo aí abaixo, sexta também me fiz presente no Pub e toquei as podreiras, bom as podreiras que não têm vergonha de serem chamadas assim. Se disser que toco podreira na TPs, é capaz de ser apedrejado.
Para abrir a pista, dessa vez, chamei o Paulinho. Punk rock natalino foi o que ele me disse que ia tocar. Mas não foi, não. Foi punk normal mesmo. Muito misfits, yobs, dead boys, stiff little fingers, ramones e otras cositas más. Foi um set diferente do que até então as pessoas tinham apresentado. Foi bem segmentado e, no lugar certo com as pessoas certas, daria a maior repercussão.
Bom, depois dele quem resolveu tocar fui eu. Estava cansado, bem cansado, mas mesmo assim encarei as horas de diversão. E, devo dizer, que diversão.
Desencanei de ficar tocando as obscuridades indies da vida e cai de cabeça num set pop, raivoso, retrô.
Hehehehe.
Teve Strokes, Hermanos, Beastie Boys, Faith no More, Clearlake (as indiezadas que enfio no meio da festa…), REM, Radiohead (FINALMENTE!!!), Stone Temple Pilots, essas coisinhas que todos já ouvimos uma vez ou outra no rádio. Se o ar condicionado estava ligado, eu não sei, mas que ferveu lá dentro, ferveu. Às duas da matina, fui pegar meu lugar no balcão para ficar bebendo cerveja(quente, como de costume) e olhando a movimentação do bar.
Foi, digamos assim, de lavar a alma. Deixou água na boca pra próxima edição. Quem sabe uma especial de verão? Hehehe
Típicos incidentes:
- cerveja quente
- pista cheia, lotada, queimando de tão quente
- o som do Iron rolando lá na parte de trás. Depois o cara trocou o disco e o som deu problema o tempo todo. Quem mandou tirar o Iron?
- O doors rolando solto às 5 e meia e as pessoas pedindo pra “tocar mais uma”...
- O fim de festa com todas as músicas deprês dos discos que tinha lá.
- A conversa com um dos últimos freqüentadores a deixar o recinto:
“Essa próxima música é de um filme, e é o fim, literalmente. Você gosta de cinema?”
“*risos*”
“âhn....você trabalha com cinema, né?”
“É, sou cineasta.”
“vou ali ver se deixei o fogão ligado e já volto.”
- presença do apavoramento, que nem descobri quem eram...
- um disco-armadilha, o Ventura, que estava lá, em cima da bancada, de bobeira e resolvi tocar. O danado tava todo arranhado e fez com que no meio da festa a música ficasse pulando, transformando tudo em apavoramento.
- O Evandro pedindo pra tocar um dia qualquer e sendo comfirmado na mesma hora como o próximo convidado da festa
- A despedida do Bob. E toma rum boom....
- Os seguidores do Deus Ar e suas performances de pregação e adoração com os braços levantados aos céus pedindo um soprinho gelado em suas cabeças.
- Alguém me disse que o Angel estava lá, que tinha levado cds e que queria tocar, mas não sei que ele é. Não pude fazer nada...
É, acho que por cima foi isso. Mas cada um teve sua experiência própria. Espero que todos tenham se divertido, e não acabado na cadeia, ou na delegacia, igual aconteceu com o Gudão. Mas isso é outra história...
Ah, e da próxima prometo tocar umas coisinhas novas... mesmo que ninguém dance.
sexta-feira, janeiro 02, 2004
quinta-feira, janeiro 01, 2004
Estava devendo. Demorou mas saiu.
Dia 19/12 caiu numa sexta-feira. Trabalhava como um cachorro, o que, aliás, já se tornou um hábito. Saí da agência as oito da noite e peguei uma carona até o “terminal” (que coisa mais pobre).cheguei 2 minutos depois dos ônibus terem saído, o que me causou uma espera de 40 minutos até a próxima saída, exatamente às 20:50. contando o trânsito natalino e essas coisas, cheguei em casa 9 e meia.
Normal, diriam uns. Nada de mais, diriam outros. Sim, certo.
Mas nesse mesmo dia, tinha a festa bagaceira2, a revanche. E eu iria dar play e pause mais uma vez. Tinha que estar lá por volta das dez da noite. E ainda não tinha arrumado NADA!!!
Rapidamente gravei dois discos com as novas aquisições e me pirulitei pro Pub.
Paulinho, ou melhor k-ô, abriu a noite com suas seleções reader´s digest.
Depois fui eu. Sem tomar banho, cansadíssimo e estressado, com tanta dor de estômago que chegava a suar frio (maldita gastrite). Cheguei e toquei as músicas da nossa infância, mas tinha um ás na manga. Corri atrás das músicas do começo da onda das boates. Krypton, Smoke Island e outras que não sei o nome, porque até uns 8 anos atrás me recusava a entrar em boates. Ainda bem que envelhecemos.
Bom, voltando a festa, foi um tal de marky mark, snap, technotronic, Mc Hammer, Info Society e afins... aí me chega serjão pedino licença, mal que só. Disse que se não tocasse naquela hora, não ia conseguir tocar mais... ok, ok. Assume aí.
Fui pro balcão do bar. Adoro aquela cadeira de balcão. Você pode ficar ali tomando umas cervejas, olhando o que acontece em volta, sem falar com ninguém, na sua.
Depois acabei voltando pra pista e tocando funk. É, não leu errado. Funk. Serginho, lacraia, mc batata, atchotchoméri e utererê. Foi engraçado. E aí percebi que estava totalmente bêbado, que eram seis da matina e que no sábado que começava ali, teria tum pou soc.
Ui....
Bom, da festa vamos destacar:
Mais uma produção impecável de sabágui pictures
Mais pirulitos e pipocas doce
Fotos malucas(www.bagaceira.cjb.net), fantasias e camisas DIZ: (fina essa mulher!)
Vida colocada em dia
Serjão mal, cortando as músicas pela metade.
Eu mais uma vez “sendo” DJ Mocó
E sobre isso devo dizer que a alcunha trapalhã me dá uma leveze de espírito, uma liberdade de poder errar, de ser tosco, que fico feliz, toco mais alegre e me divirto. Afinal, não é para isso que estamos todos ali?
(continua...)
Dia 19/12 caiu numa sexta-feira. Trabalhava como um cachorro, o que, aliás, já se tornou um hábito. Saí da agência as oito da noite e peguei uma carona até o “terminal” (que coisa mais pobre).cheguei 2 minutos depois dos ônibus terem saído, o que me causou uma espera de 40 minutos até a próxima saída, exatamente às 20:50. contando o trânsito natalino e essas coisas, cheguei em casa 9 e meia.
Normal, diriam uns. Nada de mais, diriam outros. Sim, certo.
Mas nesse mesmo dia, tinha a festa bagaceira2, a revanche. E eu iria dar play e pause mais uma vez. Tinha que estar lá por volta das dez da noite. E ainda não tinha arrumado NADA!!!
Rapidamente gravei dois discos com as novas aquisições e me pirulitei pro Pub.
Paulinho, ou melhor k-ô, abriu a noite com suas seleções reader´s digest.
Depois fui eu. Sem tomar banho, cansadíssimo e estressado, com tanta dor de estômago que chegava a suar frio (maldita gastrite). Cheguei e toquei as músicas da nossa infância, mas tinha um ás na manga. Corri atrás das músicas do começo da onda das boates. Krypton, Smoke Island e outras que não sei o nome, porque até uns 8 anos atrás me recusava a entrar em boates. Ainda bem que envelhecemos.
Bom, voltando a festa, foi um tal de marky mark, snap, technotronic, Mc Hammer, Info Society e afins... aí me chega serjão pedino licença, mal que só. Disse que se não tocasse naquela hora, não ia conseguir tocar mais... ok, ok. Assume aí.
Fui pro balcão do bar. Adoro aquela cadeira de balcão. Você pode ficar ali tomando umas cervejas, olhando o que acontece em volta, sem falar com ninguém, na sua.
Depois acabei voltando pra pista e tocando funk. É, não leu errado. Funk. Serginho, lacraia, mc batata, atchotchoméri e utererê. Foi engraçado. E aí percebi que estava totalmente bêbado, que eram seis da matina e que no sábado que começava ali, teria tum pou soc.
Ui....
Bom, da festa vamos destacar:
Mais uma produção impecável de sabágui pictures
Mais pirulitos e pipocas doce
Fotos malucas(www.bagaceira.cjb.net), fantasias e camisas DIZ: (fina essa mulher!)
Vida colocada em dia
Serjão mal, cortando as músicas pela metade.
Eu mais uma vez “sendo” DJ Mocó
E sobre isso devo dizer que a alcunha trapalhã me dá uma leveze de espírito, uma liberdade de poder errar, de ser tosco, que fico feliz, toco mais alegre e me divirto. Afinal, não é para isso que estamos todos ali?
(continua...)
quarta-feira, dezembro 31, 2003
domingo, dezembro 28, 2003
ok, sei que devo a descrição das festas, mas depois de um fim de ano com trabalho até o ** fazer bico, eu preciso descansar mesmo.
***
lojas de discos usados aqui no Rio são a perdição. ainda mais quando se tem cartão de crédito, cheque e redeshop... ai, ai.
mas eu penso que é investimento, que depois eu recupero em alguma festa dessas da vida e sigo em frente. por míseros 146 reais, comprei DEZ DISCOS!!!
uma média de 14 reais por cada um deles...
entre as novidades, tem
Starsailor
Muse
Doves
CoC
White Zombie
etc,etc,etc...
depois de uma passada por tres bares diferentes com a distinta companhia do Caio, parei na Letras e Expressões e acabei comprando a Q. Revista da melhor qualidade direto da ilha da rainha, por 40 pratas. UI,.....
"e com o álcool fervendo comecei a pensar
por que só guardar dinheiro quando eu posso gastar,
por que só guardar dinheiro quando eu posso gastar,
por que só guardar dinheiro quando eu posso gastar!!!!"
Dandy Warhols - The Dandy Warhols rules
Dandy Warhols - Come Down
Beta Band - Hot Shots II
por volta de 30 pratas cada um, importados da Europa!!!!
di grátiz...
e apesar da grana gasta, fiquei muito feliz, pois sei que são discos que eu queria MUITO ter para mim. valeu, vai.
afinal, quem sabe quando volto pro Rio de novo?
***
lojas de discos usados aqui no Rio são a perdição. ainda mais quando se tem cartão de crédito, cheque e redeshop... ai, ai.
mas eu penso que é investimento, que depois eu recupero em alguma festa dessas da vida e sigo em frente. por míseros 146 reais, comprei DEZ DISCOS!!!
uma média de 14 reais por cada um deles...
entre as novidades, tem
Starsailor
Muse
Doves
CoC
White Zombie
etc,etc,etc...
depois de uma passada por tres bares diferentes com a distinta companhia do Caio, parei na Letras e Expressões e acabei comprando a Q. Revista da melhor qualidade direto da ilha da rainha, por 40 pratas. UI,.....
"e com o álcool fervendo comecei a pensar
por que só guardar dinheiro quando eu posso gastar,
por que só guardar dinheiro quando eu posso gastar,
por que só guardar dinheiro quando eu posso gastar!!!!"
Dandy Warhols - The Dandy Warhols rules
Dandy Warhols - Come Down
Beta Band - Hot Shots II
por volta de 30 pratas cada um, importados da Europa!!!!
di grátiz...
e apesar da grana gasta, fiquei muito feliz, pois sei que são discos que eu queria MUITO ter para mim. valeu, vai.
afinal, quem sabe quando volto pro Rio de novo?
on the road...
ois a todos. estou no Rio de Janeiro, dando uma descansada. também, foi um ano cheio.
correria de um lado para o outro e nos últimos seis meses correria sem sair do lugar pra lugar nenhum.
mas o que importa é que o Natal passou, bem, e o ano novo se aproxima. uma estadia nada esperada em Vitória é o que mais se espera do dia 31. Acho que foi porque criamos muita expectativa em relação ao reveillon. ficamos pensando onde passaríamos, quando iríamos e com quem permearíamos nossos últimos minutos de 2003, um ano que não voltará nunca mais, e acabamos não acertando NADA!
mas camburi tá aí, pro que der e vier. e lá vamos nós....
ois a todos. estou no Rio de Janeiro, dando uma descansada. também, foi um ano cheio.
correria de um lado para o outro e nos últimos seis meses correria sem sair do lugar pra lugar nenhum.
mas o que importa é que o Natal passou, bem, e o ano novo se aproxima. uma estadia nada esperada em Vitória é o que mais se espera do dia 31. Acho que foi porque criamos muita expectativa em relação ao reveillon. ficamos pensando onde passaríamos, quando iríamos e com quem permearíamos nossos últimos minutos de 2003, um ano que não voltará nunca mais, e acabamos não acertando NADA!
mas camburi tá aí, pro que der e vier. e lá vamos nós....
terça-feira, dezembro 23, 2003
fica a pergunta:
oque, eu digo, o que o pessoal do site "ilhavix" tem contra a minha pessoa?
pô, vão nas festas, batem SETENTA(!!!!) fotos e eu não apareço em nenhuma?!
caramba. imagina se eu não estivesse lá em cima daquele palco, dando play e pause...
não apareceria nem em obituário de jornalzinho de bairro.
oque, eu digo, o que o pessoal do site "ilhavix" tem contra a minha pessoa?
pô, vão nas festas, batem SETENTA(!!!!) fotos e eu não apareço em nenhuma?!
caramba. imagina se eu não estivesse lá em cima daquele palco, dando play e pause...
não apareceria nem em obituário de jornalzinho de bairro.
os dez mais de 2003. óbvio, dentro do que eu ouvi.
sem ordem alguma...
The Network - Money money 2020
Skank - Cosmotron
Los Hermanos - Ventura
White Stripes - Elephant (o melhor!)
Super Furry Animals - Phantom Power
Rapture - Echoes
Coldplay - Live 2003 (com o DVD então, putz...)
Stephen Malkmus & The Jicks - Pig Lib
The Shins - Chutes too Narrow
Electric Six - Fire
Rancid - Indestructible
ih, deram onze discos...ah, mas vai, conta o Coldplay como DVD que tá valendo.
***
Pronto, acho que é isso. deixei de fora coisas que teriam entrado no começo do ano como Massive Attack e Placebo, e esnobei os medalhões do Metallica, do Strokes, do Radiohead e do Blur. Não sei se mereciam estar aqui mesmo. AS esquisitices e as bandinhas que só eu gostei tb ficaram de fora. coisas como Junior Senior, Sounds, Marcelo D2, The Kills, Audio Bullys e The Books. mas eles foram lembrados aqui, o que já vale como indicação.
Pior disco do ano: Iron Maiden - Dance of Death
Ps: ainda não ouvi o novo do Otto.
sem ordem alguma...
The Network - Money money 2020
Skank - Cosmotron
Los Hermanos - Ventura
White Stripes - Elephant (o melhor!)
Super Furry Animals - Phantom Power
Rapture - Echoes
Coldplay - Live 2003 (com o DVD então, putz...)
Stephen Malkmus & The Jicks - Pig Lib
The Shins - Chutes too Narrow
Electric Six - Fire
Rancid - Indestructible
ih, deram onze discos...ah, mas vai, conta o Coldplay como DVD que tá valendo.
***
Pronto, acho que é isso. deixei de fora coisas que teriam entrado no começo do ano como Massive Attack e Placebo, e esnobei os medalhões do Metallica, do Strokes, do Radiohead e do Blur. Não sei se mereciam estar aqui mesmo. AS esquisitices e as bandinhas que só eu gostei tb ficaram de fora. coisas como Junior Senior, Sounds, Marcelo D2, The Kills, Audio Bullys e The Books. mas eles foram lembrados aqui, o que já vale como indicação.
Pior disco do ano: Iron Maiden - Dance of Death
Ps: ainda não ouvi o novo do Otto.
domingo, dezembro 21, 2003
quinta-feira, dezembro 18, 2003
quarta-feira, dezembro 17, 2003
A história é simples.
eu quero conhecer uma pessoa por dia. conversar com um estranho por dia, cumprimenta-lo, saber como vai sua vida, seu dia, saber o nome de sua namorada ou de seu namorado, enfim, me tornar íntimo de um estranho. Mas ele ainda será um estranho depois que conhecê-lo melhor? e se tudo se tornar mais estranho a medida que o tempo passe. e se os conhecidos se tornarem estranhos e eu não conseguir mais manter uma relação íntima, profunda, conhecedora com mais alguém. com mais uma pessoa que seja?
eu quero conhecer uma pessoa por dia. conversar com um estranho por dia, cumprimenta-lo, saber como vai sua vida, seu dia, saber o nome de sua namorada ou de seu namorado, enfim, me tornar íntimo de um estranho. Mas ele ainda será um estranho depois que conhecê-lo melhor? e se tudo se tornar mais estranho a medida que o tempo passe. e se os conhecidos se tornarem estranhos e eu não conseguir mais manter uma relação íntima, profunda, conhecedora com mais alguém. com mais uma pessoa que seja?
terça-feira, dezembro 16, 2003
segunda-feira, dezembro 15, 2003
ontem assisti "simplesmente amor".
Talvez para me sentir mais no clima de fim de ano, mais amoroso, digamos assim.
Para sentir a presença da bondade excessiva do ser humano, para pensar em calor humano, em alegria e não em presentes que tenho que comprar para agradar a minha família. ou qualquer outra pessoa agraciada com um embrulho para rasgar no fim do ano.
o filme?
ah, o filme é leve, e mesmo sendo clichêzão, é bom para um domingo a noite, açucarado. o problema é que não estou nada açucarado e algumas histórias não acabam exatamente bem. Rodrigo Santoro toma um banho de carisma de hugh Grant. e a portuguesa falando em português fica muito mais sincera e simpática do que aquele brasileiro falando inglês dublado.
e cansei do resto. não quero mais escrever...
no mais, um filme leve. o boneco assiste. nota sete e meio.
Talvez para me sentir mais no clima de fim de ano, mais amoroso, digamos assim.
Para sentir a presença da bondade excessiva do ser humano, para pensar em calor humano, em alegria e não em presentes que tenho que comprar para agradar a minha família. ou qualquer outra pessoa agraciada com um embrulho para rasgar no fim do ano.
o filme?
ah, o filme é leve, e mesmo sendo clichêzão, é bom para um domingo a noite, açucarado. o problema é que não estou nada açucarado e algumas histórias não acabam exatamente bem. Rodrigo Santoro toma um banho de carisma de hugh Grant. e a portuguesa falando em português fica muito mais sincera e simpática do que aquele brasileiro falando inglês dublado.
e cansei do resto. não quero mais escrever...
no mais, um filme leve. o boneco assiste. nota sete e meio.
domingo, dezembro 14, 2003
sábado, dezembro 13, 2003
AOL -12:36 - 04/11/2003
>
> Não me leve a mal, é que eu sou Carnal...
>
> :: Ouça agora a faixa 'Bacanal', do Carnal Desire
>
>
> Ao que tudo indica, parece que os ares da Baixada Santista
> andaram fazendo bem para o rock n' roll brazuca. Que o digam
> as bandas Cajamanga (atual Drive V) e Aliados 13,
> recorrentes nas rádios roqueiras pelo Brasil afora. Isso sem
> falar, é claro, nos filhos mais ilustres da cidade de
> Santos, os caras do Charlie Brown Jr., sucesso indiscutível
> nas paradas de sucesso. Graças à trupe do vocalista Chorão,
> por sinal, em breve seremos formalmente apresentados ao som
> divertido e cheio de malícia de outro grupo egresso do
> cenário independente santista. É a hora e a vez do Carnal
> Desire.
>
>
> A banda ganhou a atenção da mídia especializada quando uma
> repórter da AOL perguntou, durante a coletiva de imprensa na
> qual o Charlie Brown Jr. apresentava o seu 'Acústivo MTV',
> se eles estavam pensando em convidar o pessoal do Carnal
> Desire para abrir os seus shows. Rapidamente, Chorão abriu
> um largo sorriso e derreteu-se em elogios ao quarteto - cujo
> vocalista, o polêmico Tarso Carnal, já tinha feito uma
> participação especial no clipe de 'Só Por Uma Noite'. O
> músico então revelou que o Carnal Desire será a primeira
> banda a ser lançada por um selo musical que ele pretende
> lançar em breve. A noticia foi o suficiente para que até a
> MTV resolvesse descer a serra em busca da resposta: quem
> diabos são estes caras?
>
>
> Antes de mais nada, vale esclarecer que estes músicos
> caiçaras já são veteranos no ramo da música - afinal, o
> Carnal Desire existe desde novembro de 91. "O vocalista
> continua sempre o mesmo, mas já tivemos uns 10 bateristas e
> 10 baixistas diferentes no meio do caminho", afirma Tarso,
> 38 anos, funcionário da segurança pública 'nas horas vagas'.
> Aliás, os membros da formação atual também têm outros
> empregos paralelos às suas atividades na banda: enquanto o
> guitarrista Rodrigo BV (28 anos) trabalha diretamente com
> música, o baterista Luiz Carlos, o 'Batata' (30), é
> radialista e o baixista Alex Brasil (28) é advogado.
>
>
> O Carnal Desire surgiu logo após o final de outro banda, que
> atendia pelo sugestivo nome de 'Alcoólica'. O estilo é o
> chamado 'crossover', que mistura elementos do heavy metal e
> do hardcore. As influências vêm de bandas como S.O.D.,
> Anthrax, Slayer, Agnostic Front e Biohazard, entre outras.
> As letras falam sobre sexo de uma maneira divertida e que os
> mais conservadores podem taxar de 'machistas' ou 'sexistas'.
> O grupo não dá a menor bola para as críticas - tanto é que a
> divertida performance de Tarso tornou-se memorável. Subindo
> ao palco mascarado e com vestimentas sadomasoquistas, ele
> joga revistas pornôs para um público alucinado e que não
> pára um minuto.
>
>
> "Nós já conversamos com o Chorão e ele vai escolher as
> músicas. A prensagem inicial deve ter 5.000 cópias, com
> contrato para dois CDs. Estamos confiantes porque o cara tem
> o toque de Midas da mídia", revelou BV. "Tudo que ele
> produz, seja uma grife de roupas ou um tipo de skate, dá
> certo", completa Tarso.
>
>
> Apesar da trajetória de 12 anos, este promete ser o primeiro
> disco completo do Carnal Desire. No meio de uma série de
> coletâneas e 4 ou 5 CDs demo, o álbum completo da banda
> acabou eternamente adiado. "Chegamos a gravar um CD full,
> com quinze músicas, pela Hoop Records. Mas a gravadora não
> tinha dinheiro e o álbum ficou na gaveta", conta Batata.
> "Temos até o roteiro pronto para o videoclipe da música
> 'Profissão Peão'. Mas nunca saiu, porque não temos dinheiro.
> Agora é que as oprotunidades estão surgindo". O guitarrista
> completa que a falta de oportunidade tem tudo a ver com
> grana. "Lançamos tudo independente mesmo. Nunca mantivémos
> regularidade nas gravações porque não temos dinheiro",
> reclama BV.
>
>
> Além de conquistar diferentes gerações de fãs na Baixada
> Santista, o Carnal já fez shows em diversas cidades no
> interior de São Paulo e já chegou, por meio de coletâneas,
> até lugares como Portugal e Malásia. "Acabamos atingindo até
> o público que não fala português. É muito fácil fazer correr
> a propaganda boca-a-boca", diz Batata.
>
>
> :: Abrir as pernas? Nem pensar!
>
>
> A frase acima, de autoria do baterista, resume o pensamento
> da banda quanto a um possível relacionamento com uma
> gravadora de grande porte. "Vendo meu carro e banco tudo,
> mas não me vendo. A gravadora pode remodelar a gente para
> tornar algo mais 'rentável', mas mudar o Carnal? Nem
> pensar", sentencia BV aos possíveis executivos interessados.
>
>
>
> Segundo eles, não haveria motivo para uma censura prévia no
> som do grupo. "Em 86, o Camisa de Vênus teve um álbum todo
> proibido e seguiu em frente. Por que nós teríamos de ser
> diferentes? Nossas músicas não têm todos palavrões assim, é
> tudo meio subentendido".
>
>
> Sobre o futuro, Tarso já tem seus planos engatilhados.
> "Quero ficar rico, famoso, deixar a minha família bem e
> morrer numa orgia de sexo e rock 'n roll". Alguém aí duvida
> que ele já está pronto para o sucesso?
>
dum e-mail da poplist
>
> Não me leve a mal, é que eu sou Carnal...
>
> :: Ouça agora a faixa 'Bacanal', do Carnal Desire
>
>
> Ao que tudo indica, parece que os ares da Baixada Santista
> andaram fazendo bem para o rock n' roll brazuca. Que o digam
> as bandas Cajamanga (atual Drive V) e Aliados 13,
> recorrentes nas rádios roqueiras pelo Brasil afora. Isso sem
> falar, é claro, nos filhos mais ilustres da cidade de
> Santos, os caras do Charlie Brown Jr., sucesso indiscutível
> nas paradas de sucesso. Graças à trupe do vocalista Chorão,
> por sinal, em breve seremos formalmente apresentados ao som
> divertido e cheio de malícia de outro grupo egresso do
> cenário independente santista. É a hora e a vez do Carnal
> Desire.
>
>
> A banda ganhou a atenção da mídia especializada quando uma
> repórter da AOL perguntou, durante a coletiva de imprensa na
> qual o Charlie Brown Jr. apresentava o seu 'Acústivo MTV',
> se eles estavam pensando em convidar o pessoal do Carnal
> Desire para abrir os seus shows. Rapidamente, Chorão abriu
> um largo sorriso e derreteu-se em elogios ao quarteto - cujo
> vocalista, o polêmico Tarso Carnal, já tinha feito uma
> participação especial no clipe de 'Só Por Uma Noite'. O
> músico então revelou que o Carnal Desire será a primeira
> banda a ser lançada por um selo musical que ele pretende
> lançar em breve. A noticia foi o suficiente para que até a
> MTV resolvesse descer a serra em busca da resposta: quem
> diabos são estes caras?
>
>
> Antes de mais nada, vale esclarecer que estes músicos
> caiçaras já são veteranos no ramo da música - afinal, o
> Carnal Desire existe desde novembro de 91. "O vocalista
> continua sempre o mesmo, mas já tivemos uns 10 bateristas e
> 10 baixistas diferentes no meio do caminho", afirma Tarso,
> 38 anos, funcionário da segurança pública 'nas horas vagas'.
> Aliás, os membros da formação atual também têm outros
> empregos paralelos às suas atividades na banda: enquanto o
> guitarrista Rodrigo BV (28 anos) trabalha diretamente com
> música, o baterista Luiz Carlos, o 'Batata' (30), é
> radialista e o baixista Alex Brasil (28) é advogado.
>
>
> O Carnal Desire surgiu logo após o final de outro banda, que
> atendia pelo sugestivo nome de 'Alcoólica'. O estilo é o
> chamado 'crossover', que mistura elementos do heavy metal e
> do hardcore. As influências vêm de bandas como S.O.D.,
> Anthrax, Slayer, Agnostic Front e Biohazard, entre outras.
> As letras falam sobre sexo de uma maneira divertida e que os
> mais conservadores podem taxar de 'machistas' ou 'sexistas'.
> O grupo não dá a menor bola para as críticas - tanto é que a
> divertida performance de Tarso tornou-se memorável. Subindo
> ao palco mascarado e com vestimentas sadomasoquistas, ele
> joga revistas pornôs para um público alucinado e que não
> pára um minuto.
>
>
> "Nós já conversamos com o Chorão e ele vai escolher as
> músicas. A prensagem inicial deve ter 5.000 cópias, com
> contrato para dois CDs. Estamos confiantes porque o cara tem
> o toque de Midas da mídia", revelou BV. "Tudo que ele
> produz, seja uma grife de roupas ou um tipo de skate, dá
> certo", completa Tarso.
>
>
> Apesar da trajetória de 12 anos, este promete ser o primeiro
> disco completo do Carnal Desire. No meio de uma série de
> coletâneas e 4 ou 5 CDs demo, o álbum completo da banda
> acabou eternamente adiado. "Chegamos a gravar um CD full,
> com quinze músicas, pela Hoop Records. Mas a gravadora não
> tinha dinheiro e o álbum ficou na gaveta", conta Batata.
> "Temos até o roteiro pronto para o videoclipe da música
> 'Profissão Peão'. Mas nunca saiu, porque não temos dinheiro.
> Agora é que as oprotunidades estão surgindo". O guitarrista
> completa que a falta de oportunidade tem tudo a ver com
> grana. "Lançamos tudo independente mesmo. Nunca mantivémos
> regularidade nas gravações porque não temos dinheiro",
> reclama BV.
>
>
> Além de conquistar diferentes gerações de fãs na Baixada
> Santista, o Carnal já fez shows em diversas cidades no
> interior de São Paulo e já chegou, por meio de coletâneas,
> até lugares como Portugal e Malásia. "Acabamos atingindo até
> o público que não fala português. É muito fácil fazer correr
> a propaganda boca-a-boca", diz Batata.
>
>
> :: Abrir as pernas? Nem pensar!
>
>
> A frase acima, de autoria do baterista, resume o pensamento
> da banda quanto a um possível relacionamento com uma
> gravadora de grande porte. "Vendo meu carro e banco tudo,
> mas não me vendo. A gravadora pode remodelar a gente para
> tornar algo mais 'rentável', mas mudar o Carnal? Nem
> pensar", sentencia BV aos possíveis executivos interessados.
>
>
>
> Segundo eles, não haveria motivo para uma censura prévia no
> som do grupo. "Em 86, o Camisa de Vênus teve um álbum todo
> proibido e seguiu em frente. Por que nós teríamos de ser
> diferentes? Nossas músicas não têm todos palavrões assim, é
> tudo meio subentendido".
>
>
> Sobre o futuro, Tarso já tem seus planos engatilhados.
> "Quero ficar rico, famoso, deixar a minha família bem e
> morrer numa orgia de sexo e rock 'n roll". Alguém aí duvida
> que ele já está pronto para o sucesso?
>
dum e-mail da poplist
sexta-feira, dezembro 12, 2003
perdoai-me senhor. eu não sei mais o que faço.
estou ouvindo, desde ontem, quinta-feira, Beatles e hoje, sextinha básica
comecei a destruir uma coletânea remasterizada do...
aahammm.. bem... do ...
é,,,,
daquela banda, do cachorro preto. saqualé?
aquela, da escada...
ah tá bom, eu digo...
Led Zepellin.
estou ouvindo, desde ontem, quinta-feira, Beatles e hoje, sextinha básica
comecei a destruir uma coletânea remasterizada do...
aahammm.. bem... do ...
é,,,,
daquela banda, do cachorro preto. saqualé?
aquela, da escada...
ah tá bom, eu digo...
Led Zepellin.
quinta-feira, dezembro 11, 2003
e já que o clima é natalino (entenda isso por sol demais na cabeça) e de virada de ano, mudanças e despedidas, fica aqui a minha:
adeus ilha maldita.
que você afunde nos mangues nojentos que te cercam,
no congo de uma nota só que irrita meus ouvidos,
nos pseudo-intelectuais mudernosos que nunca sairam daqui,
nos aproveitadores e nos traidores e nos detratores.
cresça muito para baixo, afunde, suma.
e apareça de novo.
***
nada como uma segunda chance.
adeus ilha maldita.
que você afunde nos mangues nojentos que te cercam,
no congo de uma nota só que irrita meus ouvidos,
nos pseudo-intelectuais mudernosos que nunca sairam daqui,
nos aproveitadores e nos traidores e nos detratores.
cresça muito para baixo, afunde, suma.
e apareça de novo.
***
nada como uma segunda chance.
quarta-feira, dezembro 10, 2003
além mar.
lá longe, tão perto, num instante, pode estar e está algo que ao mesmo tempo eu você e todo o mundo quer.
o além-mar, desde os primórdios, foram cheios de segredos a serem descobertos, de obstáculos a serem enfrentados e superados e de novidades.
eu adoraria sentir o sabor de novidade, nesse fim de ano. quem sabe natal que vem eu não faço um boneco de neve, no parque em frente ao meu loft na França?
ou quem sabe não faço um boneco de neve de farofa de dendê, e coloco no meio da minha cozinha, num buraco quente qualquer desse mundo.
É, quem sabe....
lá longe, tão perto, num instante, pode estar e está algo que ao mesmo tempo eu você e todo o mundo quer.
o além-mar, desde os primórdios, foram cheios de segredos a serem descobertos, de obstáculos a serem enfrentados e superados e de novidades.
eu adoraria sentir o sabor de novidade, nesse fim de ano. quem sabe natal que vem eu não faço um boneco de neve, no parque em frente ao meu loft na França?
ou quem sabe não faço um boneco de neve de farofa de dendê, e coloco no meio da minha cozinha, num buraco quente qualquer desse mundo.
É, quem sabe....
terça-feira, dezembro 09, 2003
segunda-feira, dezembro 08, 2003
e domingo, fui assistir ao filme "25TH Hour" ou "a ultima noite".
um filme sobre o nada. sobre uma ultima noite de um cara condenado a sete anos de prisão.
edward norton, philip seymour e spike lee.
legalzinho, apesar de achar o filme um pouco perdido no que se propos. era a última noite do cara, mas deram um jeito de enfiar um monte de questionamentos existenciais de um outro personagem, um monologo ufanista sobre nova iorque e um monte de imagens do Osama e das torres (eu sei, spike lee é NY até o rabo, mas porra... será que eu preciso ouvir e ver ele descorrer a raiva dele sobre tudo e todos?!)
bom, filme nota sete. o bonequinho assite.
um filme sobre o nada. sobre uma ultima noite de um cara condenado a sete anos de prisão.
edward norton, philip seymour e spike lee.
legalzinho, apesar de achar o filme um pouco perdido no que se propos. era a última noite do cara, mas deram um jeito de enfiar um monte de questionamentos existenciais de um outro personagem, um monologo ufanista sobre nova iorque e um monte de imagens do Osama e das torres (eu sei, spike lee é NY até o rabo, mas porra... será que eu preciso ouvir e ver ele descorrer a raiva dele sobre tudo e todos?!)
bom, filme nota sete. o bonequinho assite.
segunda feira depois de dois churrascos no sábado e um domingo tempestuoso.
as coisas começam a se clarear um pouco no trabalho. os tickets alimentação sairam. uma boa. uma boa.
bom, sobre os churrascos:
ganhei o cd do skank no amigo x da agência que começou as 16:00.
sai as 17, fugindo, deixando pra trás tenis e camisa, para "fingir" que não estava indo embora. cheguei no outro churrasco, as 18:00, seis acidentes depois (não meus, óbvio). e mais de meia hora em engarrafamentos. saco, não pode chover que capixaba sai logo batendo. eita povinho....
bom, cheguei no outro churrascpo, ficamos até as 20:00. cheguei em casa e APAGUEI!
todo mundo saiu depois e eu dormi de 21:30 até as 11:30 de domingo. beleza de descansada!
as coisas começam a se clarear um pouco no trabalho. os tickets alimentação sairam. uma boa. uma boa.
bom, sobre os churrascos:
ganhei o cd do skank no amigo x da agência que começou as 16:00.
sai as 17, fugindo, deixando pra trás tenis e camisa, para "fingir" que não estava indo embora. cheguei no outro churrasco, as 18:00, seis acidentes depois (não meus, óbvio). e mais de meia hora em engarrafamentos. saco, não pode chover que capixaba sai logo batendo. eita povinho....
bom, cheguei no outro churrascpo, ficamos até as 20:00. cheguei em casa e APAGUEI!
todo mundo saiu depois e eu dormi de 21:30 até as 11:30 de domingo. beleza de descansada!
sexta-feira, dezembro 05, 2003
gosto do charlie brown jr.
admito, sem vergonha.
e você, o que está fazendo lendo isso aqui, que não foi ainda fazer o dever de casa e ouvir o bocas ordinárias?!
começa com o Guerrilha, só pra perder o ranço. depois passa pra somos poucos mas somos loucos e em seguida com a boca amargando.
***
sem o sabor de guarda-chuva na boca, abra de vez o coração e se entregue a Com minha loucura..., não fure os olhos da verdade e só por uma noite. da última vez que ouvi uma banda tão detonada pelo mundo e dei uma pequena chance a eles, surgiu um los hermanos.
e eu, mereço um voto de confiança?
admito, sem vergonha.
e você, o que está fazendo lendo isso aqui, que não foi ainda fazer o dever de casa e ouvir o bocas ordinárias?!
começa com o Guerrilha, só pra perder o ranço. depois passa pra somos poucos mas somos loucos e em seguida com a boca amargando.
***
sem o sabor de guarda-chuva na boca, abra de vez o coração e se entregue a Com minha loucura..., não fure os olhos da verdade e só por uma noite. da última vez que ouvi uma banda tão detonada pelo mundo e dei uma pequena chance a eles, surgiu um los hermanos.
e eu, mereço um voto de confiança?
o tempo passa e é cada vez mais dificil dizer por que que ainda continou certas coisas. certas manias. certos momentos.
a incerteza assalta de supetão a geladeira e deixa uma pessoa mais quieta dentro da sala.
uma vontade de cair e gritar e de aprender a usar as palavras de uma forma não convencional, de uma forma não clichê que chega a arrepiar os folículos pilosos do ante braço da guria.
um erro aqui, outro ali e temos, então, uma coisa mal escrita.
um brinde a todos. vou tentar dormir.
a incerteza assalta de supetão a geladeira e deixa uma pessoa mais quieta dentro da sala.
uma vontade de cair e gritar e de aprender a usar as palavras de uma forma não convencional, de uma forma não clichê que chega a arrepiar os folículos pilosos do ante braço da guria.
um erro aqui, outro ali e temos, então, uma coisa mal escrita.
um brinde a todos. vou tentar dormir.
quinta-feira, dezembro 04, 2003
acabo de ver um dos clipes mais doidos.
é do Eagles of Death Metal.
quer ver?
clica aqui:
http://www.foundryfilm.com/musicvideos/creeper/
é do Eagles of Death Metal.
quer ver?
clica aqui:
http://www.foundryfilm.com/musicvideos/creeper/
terça-feira, dezembro 02, 2003
segunda-feira, dezembro 01, 2003
Para não fazer a besteira de perder todo esse post vou escrevê-lo no bloco de notas. Ok, tosco demais, vou partir para o Word.
Maldição, estou me acostumando a escrever em Macs, computadores maravilhosos que não tem acentos.
Bom, como sempre faço uma revisão do que foi a festa, minha participação e a de meus convivas (tanto os que tocam, quanto os que pulam iguais a uns loucos na pista).
A festa começou tarde, vitimada por um motorhead ao qual estive mais ausente do que presente (o que também não parece ter sido impedimento para a diversão de ninguém). Chego, atrasado, nervoso, cismado, e o CD-J está estragado.
Tive um treco. Fiquei em pânico. O sangue subiu mais para a cabeça, fiquei mais nervoso, sentia a orelha e o corpo queimar. Sinais de velhice, de uma noite mal-dormida de sexta para sábado (na verdade não dormida, já que fui me deitar somente ás sete da matina de sábado), ou de pura falta de vontade de estar ali novamente, virando telhado de vidro mais uma vez.
É fácil falar mal quando você não está na linha de tiro, mas meu amigo, quando é seu nome que está na lista de discussão do Pub, sua festa que está nos jornais, seu gosto musical e sua posição perante um público deseducado musicalmente que está em jogo, o negócio vira um bicho de sete cabeças.
Bom, o problema do CD-J foi resolvido com um outro cdplayer que já estava pronto para a substituição. E a festa começa. DJ K.Baço, ou Bonna simplesmente, subiu paa as picapes meio nervoso, é verdade, mas mandou um set que me assustou profundamente. Como poderia tocar depois do que aquele cara tinha feito lá em cima? Um set perfeito, redondo, com seqüência e o cacete. De babar. E pra completar, kalunga destruiu uma sequência de billys de deixar kalangos colados nas caixas de som.
Aos dois, meus parabéns mais sinceros. Posso morrer feliz, porque sei que os dois estão aí. Bom, tremendo de medo, tentando agradar a todos e não tocar as imbecilidades ou as babas babadas, subi para tentar me manter vivo pelas próximas duas horas. E foi só o que me lembro. Um começo com Motorhead e um final com Pixies. No meio, foi de network a mini-especial rapture com três músicas. Teve chicks on speed, adult., peaches, cake, loser manos, stills, Thermals, strokes, stone temple pilots, SFA, nada surf, relaxed muscle, planet hemp (que o cdj fez o favor de pular e engasgar me deixando na mão total) e uma outra música que ele simplesmente não quis tocar de jeito nenhum e ficou refugando o tempo todo.
Ou seja, uma briga intensa com o play e com o pause. Estréia de meu case com 320 cd, que mais me atrapalhou do que ajudou. Perdi velocidade, perdi o jeito, preciso me acostumar a ver 8 cds ao mesmo tempo ao invés de 2.
Na verdade me baseio muito em Sp ou Rio e esqueço mesmo que estou tocando em Vitória. Fica aquela sensação de coito interrompido. A galera querendo pular as músicas de sempre e eu socando prego, tocando o que quero. Essa briga ainda vai dar o que falar. Mas depois ninguém vem falar que eu não toco “indie”. A escolha por um set mais balançado, menos guitarras e mais batidas não surtiu muito efeito. Por pouco não faço feio (apesar de achar, mas disso falo depois).
Depois de tocar, fui para o balcão e me afundei num banquinho daqueles e me entupi de cerveja. Queria esquecer a noite e assumir minha derrota. Depois Bonna voltou e resolvemos tocar mais, depois do NMT, que começou com nirvana, passou por foo fighters e por tudo mais que vocês já ouviram em algum lugar.
Assumimos um duelo interessante, que resultou em estranheza da pista (esvaziou em dez minutos. Hahahah!!!). segue set-list da guerra pelo território do desconhecido:
Taylor – B52: Private Idaho
Bonna - Joan Jett: I love rock roll
Taylor – Helmet: Unsung
Bonna - FNM: Be aggressive
Taylor – Foo fighters: alone+easy target
Bonna - Weezer: Tired of sex
Taylor – Super Furry Animals: Man don´t give a fuck
Bonna - Paul Westerberg: Waiting for Somebody
Taylor – Rooney: Sorry, Sorry
Bonna - Goldfinger: 99 red ballons
Taylor – Rancid: If I fall back down
Bonna - Strokes / Vanila Ice: Last Nite Ice Baby Save My Life
Taylor – Michael Jackson: Don´t Stop till you get enough
Bonna - Rinocerose: Le rock summer
Taylor – Peaches: operate me
Bonna – brujeria: Don Quixote del marijuana
Taylor – Chicks on speed: Give me back my man
Bonna – Beck: Sexx Laws
Aí eu estava tão bêbado que não lembrei de anotar mais nada...
Enfim, uma derrota acachapante, numa disputa entre amigos.
A noite termina numa padaria de sempre, quebrados ao meio. Na mesa ao lado, um cara compra A Tribuna e passa direto por um encarte da CST que me tomou uma noite de sono inteira para ser feito. Típico fim...
***
agora é a hora de reclamar da vida de dizer que estava realmente cansado daquilo tudo e que pensei realmente em ter tocado qualquer coisa pela última vez em minha vida. Por que será que na festa dos outros eu me divirto e na minha só faço ficar decepcionado?
E outra, hoje, segunda (sim, ainda é segunda feira), achei mais de 50 fotos da festa no site do Ilha in, ou vix nite, alguma coisa assim. Mais de 50 e eu não apareci em nenhuma!!!
Quem esses caras acham que são? Hehehe
Tenho que aparecer.
***
toques noturnos(ou o que só eu percebi da festa)
- Calango precisa sair mais de casa. Ele se amarrou apesar de dizer o contrário.
- Eagles of Death Metal é uma das coisas mais legais que já ouvi esse ano!!!
Valeu bonna por me fazer perceber o que estava debaixo do meu nariz.
- The Network é a minha banda preferida do mês. Um dos melhores discos do ano, fácil, fácil.
- Gustavo lá na festa e eu bêbado, tentando falar de RPG...
- Teco mordendo todo mundo.
- O balcão do bar, amigo inseparável.
- Luciana fumando, mais uma vez... que vergonha. Daqui uma semana a gente se fala.
- A sombra verde da Bia
- As camisas da festa e eu sem estar usando a minha.
- As presenças de sempre, obrigado por terem ido.
- Babe pulando ao som de Big Bang Baby
- Todas as caras que vi nas fotos do tal site e não sabia nem que tinham estado na festa
- O ar condicionado que SEMPRE deixa a pista na mão (será pra vender mais cerveja?). Na próxima prometo levar dois ventiladores e sorteá-los depois da festa. heheheh
- A camisa da Inglaterra falsificada do Alex, com o número 1 e escrito zémaria.
- Os chapéus e bonés estilo caminhoneiro. Quero um pra disfarçar a calvície.
Enfim, acho que foi isso. Quem foi, foi. Quem não foi, fica pra próxima. Como digo, sempre haverá uma próxima. A Ilma está aí, que não m,e deixa mentir, quero dizer, descansar.
Hehehehehe
Fui.
Maldição, estou me acostumando a escrever em Macs, computadores maravilhosos que não tem acentos.
Bom, como sempre faço uma revisão do que foi a festa, minha participação e a de meus convivas (tanto os que tocam, quanto os que pulam iguais a uns loucos na pista).
A festa começou tarde, vitimada por um motorhead ao qual estive mais ausente do que presente (o que também não parece ter sido impedimento para a diversão de ninguém). Chego, atrasado, nervoso, cismado, e o CD-J está estragado.
Tive um treco. Fiquei em pânico. O sangue subiu mais para a cabeça, fiquei mais nervoso, sentia a orelha e o corpo queimar. Sinais de velhice, de uma noite mal-dormida de sexta para sábado (na verdade não dormida, já que fui me deitar somente ás sete da matina de sábado), ou de pura falta de vontade de estar ali novamente, virando telhado de vidro mais uma vez.
É fácil falar mal quando você não está na linha de tiro, mas meu amigo, quando é seu nome que está na lista de discussão do Pub, sua festa que está nos jornais, seu gosto musical e sua posição perante um público deseducado musicalmente que está em jogo, o negócio vira um bicho de sete cabeças.
Bom, o problema do CD-J foi resolvido com um outro cdplayer que já estava pronto para a substituição. E a festa começa. DJ K.Baço, ou Bonna simplesmente, subiu paa as picapes meio nervoso, é verdade, mas mandou um set que me assustou profundamente. Como poderia tocar depois do que aquele cara tinha feito lá em cima? Um set perfeito, redondo, com seqüência e o cacete. De babar. E pra completar, kalunga destruiu uma sequência de billys de deixar kalangos colados nas caixas de som.
Aos dois, meus parabéns mais sinceros. Posso morrer feliz, porque sei que os dois estão aí. Bom, tremendo de medo, tentando agradar a todos e não tocar as imbecilidades ou as babas babadas, subi para tentar me manter vivo pelas próximas duas horas. E foi só o que me lembro. Um começo com Motorhead e um final com Pixies. No meio, foi de network a mini-especial rapture com três músicas. Teve chicks on speed, adult., peaches, cake, loser manos, stills, Thermals, strokes, stone temple pilots, SFA, nada surf, relaxed muscle, planet hemp (que o cdj fez o favor de pular e engasgar me deixando na mão total) e uma outra música que ele simplesmente não quis tocar de jeito nenhum e ficou refugando o tempo todo.
Ou seja, uma briga intensa com o play e com o pause. Estréia de meu case com 320 cd, que mais me atrapalhou do que ajudou. Perdi velocidade, perdi o jeito, preciso me acostumar a ver 8 cds ao mesmo tempo ao invés de 2.
Na verdade me baseio muito em Sp ou Rio e esqueço mesmo que estou tocando em Vitória. Fica aquela sensação de coito interrompido. A galera querendo pular as músicas de sempre e eu socando prego, tocando o que quero. Essa briga ainda vai dar o que falar. Mas depois ninguém vem falar que eu não toco “indie”. A escolha por um set mais balançado, menos guitarras e mais batidas não surtiu muito efeito. Por pouco não faço feio (apesar de achar, mas disso falo depois).
Depois de tocar, fui para o balcão e me afundei num banquinho daqueles e me entupi de cerveja. Queria esquecer a noite e assumir minha derrota. Depois Bonna voltou e resolvemos tocar mais, depois do NMT, que começou com nirvana, passou por foo fighters e por tudo mais que vocês já ouviram em algum lugar.
Assumimos um duelo interessante, que resultou em estranheza da pista (esvaziou em dez minutos. Hahahah!!!). segue set-list da guerra pelo território do desconhecido:
Taylor – B52: Private Idaho
Bonna - Joan Jett: I love rock roll
Taylor – Helmet: Unsung
Bonna - FNM: Be aggressive
Taylor – Foo fighters: alone+easy target
Bonna - Weezer: Tired of sex
Taylor – Super Furry Animals: Man don´t give a fuck
Bonna - Paul Westerberg: Waiting for Somebody
Taylor – Rooney: Sorry, Sorry
Bonna - Goldfinger: 99 red ballons
Taylor – Rancid: If I fall back down
Bonna - Strokes / Vanila Ice: Last Nite Ice Baby Save My Life
Taylor – Michael Jackson: Don´t Stop till you get enough
Bonna - Rinocerose: Le rock summer
Taylor – Peaches: operate me
Bonna – brujeria: Don Quixote del marijuana
Taylor – Chicks on speed: Give me back my man
Bonna – Beck: Sexx Laws
Aí eu estava tão bêbado que não lembrei de anotar mais nada...
Enfim, uma derrota acachapante, numa disputa entre amigos.
A noite termina numa padaria de sempre, quebrados ao meio. Na mesa ao lado, um cara compra A Tribuna e passa direto por um encarte da CST que me tomou uma noite de sono inteira para ser feito. Típico fim...
***
agora é a hora de reclamar da vida de dizer que estava realmente cansado daquilo tudo e que pensei realmente em ter tocado qualquer coisa pela última vez em minha vida. Por que será que na festa dos outros eu me divirto e na minha só faço ficar decepcionado?
E outra, hoje, segunda (sim, ainda é segunda feira), achei mais de 50 fotos da festa no site do Ilha in, ou vix nite, alguma coisa assim. Mais de 50 e eu não apareci em nenhuma!!!
Quem esses caras acham que são? Hehehe
Tenho que aparecer.
***
toques noturnos(ou o que só eu percebi da festa)
- Calango precisa sair mais de casa. Ele se amarrou apesar de dizer o contrário.
- Eagles of Death Metal é uma das coisas mais legais que já ouvi esse ano!!!
Valeu bonna por me fazer perceber o que estava debaixo do meu nariz.
- The Network é a minha banda preferida do mês. Um dos melhores discos do ano, fácil, fácil.
- Gustavo lá na festa e eu bêbado, tentando falar de RPG...
- Teco mordendo todo mundo.
- O balcão do bar, amigo inseparável.
- Luciana fumando, mais uma vez... que vergonha. Daqui uma semana a gente se fala.
- A sombra verde da Bia
- As camisas da festa e eu sem estar usando a minha.
- As presenças de sempre, obrigado por terem ido.
- Babe pulando ao som de Big Bang Baby
- Todas as caras que vi nas fotos do tal site e não sabia nem que tinham estado na festa
- O ar condicionado que SEMPRE deixa a pista na mão (será pra vender mais cerveja?). Na próxima prometo levar dois ventiladores e sorteá-los depois da festa. heheheh
- A camisa da Inglaterra falsificada do Alex, com o número 1 e escrito zémaria.
- Os chapéus e bonés estilo caminhoneiro. Quero um pra disfarçar a calvície.
Enfim, acho que foi isso. Quem foi, foi. Quem não foi, fica pra próxima. Como digo, sempre haverá uma próxima. A Ilma está aí, que não m,e deixa mentir, quero dizer, descansar.
Hehehehehe
Fui.
sábado, novembro 29, 2003
pois é moçada.
minha sexta acabou as sete da manhã de sábado, sozinho, tomando café numa padaria. muito grato, viu CST.
nem deu pr´eu avisar aqui essa semana que sábado, HOJE!!!, tem Tum pou soc n° 5.
as novidades dessa vez?
camisas da festa para quem compareceu a todas as edições.
ok, não tem pra todo mundo, mas tem umas guardadas com a Ilma pros de sempre.
vocês sabem quem são.
hahahaa
espero vocês lá.
PS: que foto ridícula a minha no prazer e cia da Gazeta de sexta feira...
parecia que estava bebado e tomando um choque..
***
agora deixa eu ir que tem meio jogo do botafogo pr´eu ver.
minha sexta acabou as sete da manhã de sábado, sozinho, tomando café numa padaria. muito grato, viu CST.
nem deu pr´eu avisar aqui essa semana que sábado, HOJE!!!, tem Tum pou soc n° 5.
as novidades dessa vez?
camisas da festa para quem compareceu a todas as edições.
ok, não tem pra todo mundo, mas tem umas guardadas com a Ilma pros de sempre.
vocês sabem quem são.
hahahaa
espero vocês lá.
PS: que foto ridícula a minha no prazer e cia da Gazeta de sexta feira...
parecia que estava bebado e tomando um choque..
***
agora deixa eu ir que tem meio jogo do botafogo pr´eu ver.
sexta-feira, novembro 28, 2003
40 titulos e textos e anuncios e conceitos e dias e dias e dias de trabalho.
Não é coisa de Hercules ou de 80 dias de uma volta ao mundo. Mas tá quase, quase, quase.
O limite entre insanidade, trabalho e direitos humanos é muito tênue.
Os dias passam e nada, eu disse, nada fica.
Quando morrermos, nada será lembrado. Nada ficará.
E não estamos muito longe de dias como esses. Eles estão por aí, a espreita, prontos para lhe atacar ao menor sinal de …
De qualquer coisa.
_-_-_-_-_-_-____----_-_-___-_-----_-_---------__------_------_--_------__-_-__-_-_
coisas coisas coisas (tudo pode ser coisas)
TUDO E COISAS.
***
kalunga - o livre
(engraçado isso. invejo essa liberdade, apesar de conhecer as incertezas que ela traz).
Não é coisa de Hercules ou de 80 dias de uma volta ao mundo. Mas tá quase, quase, quase.
O limite entre insanidade, trabalho e direitos humanos é muito tênue.
Os dias passam e nada, eu disse, nada fica.
Quando morrermos, nada será lembrado. Nada ficará.
E não estamos muito longe de dias como esses. Eles estão por aí, a espreita, prontos para lhe atacar ao menor sinal de …
De qualquer coisa.
_-_-_-_-_-_-____----_-_-___-_-----_-_---------__------_------_--_------__-_-__-_-_
coisas coisas coisas (tudo pode ser coisas)
TUDO E COISAS.
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kalunga - o livre
(engraçado isso. invejo essa liberdade, apesar de conhecer as incertezas que ela traz).
vamos falar mais o que hoje?
não sei...
ontem paulinho me salvou. ligou, do nada, meia noite pro meu celular. ele estava em VV e passou aqui na MP pra me salvar. peguei uma carona até a Reta da Penha, mas aí, fiquei com preguiça de andar até em casa e fui até o teatro galpão ver o ensaio do pedreiro, quer dizer, márcio.
foi legalzim...
mas o sono imperou.
bom, o sono impera em minha vida essa semana. e no fimde, quando é pra gente descansar, tem festa. ai jesuizsi.
não sei...
ontem paulinho me salvou. ligou, do nada, meia noite pro meu celular. ele estava em VV e passou aqui na MP pra me salvar. peguei uma carona até a Reta da Penha, mas aí, fiquei com preguiça de andar até em casa e fui até o teatro galpão ver o ensaio do pedreiro, quer dizer, márcio.
foi legalzim...
mas o sono imperou.
bom, o sono impera em minha vida essa semana. e no fimde, quando é pra gente descansar, tem festa. ai jesuizsi.
quarta-feira, novembro 26, 2003
um dois tres...
to sem foto outra veiz.
fale sério moçada, estou eu aqui de novo, sem nada para escrever.
bom, só se fazer disso um diarinho...
segunda eu fui no cinema e vi matrix revolutions... médio. ler na internet as explicações do filme está sendo muito mais legal. daqui a pouco se tornará, com certeza, projeto de mestrado e doutorado em hollywood.
terça eu assisti ao cena aberta, um programinha legal da Globo. passado no sul. então, fui assistir na casa de um gaúcho. Foi bem legal. ele estava fazendo um prato tailandês, com abacaxi, frango, camarão, creme de leite... e que se come, não em um prato, mas dentro de um abacaxi.
bom. acompanhava uma salada de rucula com manga e molho de mostarda.
é, até que tive umas coisas para escrever. hoje, quarta, tem uma festa na MP para os clientes. é nossa hora de faZer sala para todos os caras que reprovam nossos textos, idéias e lay-outs. fazer o que, né?
tem sushi e uisque, pra facilitar o trabalho, pelo menos.
heheheheh
to sem foto outra veiz.
fale sério moçada, estou eu aqui de novo, sem nada para escrever.
bom, só se fazer disso um diarinho...
segunda eu fui no cinema e vi matrix revolutions... médio. ler na internet as explicações do filme está sendo muito mais legal. daqui a pouco se tornará, com certeza, projeto de mestrado e doutorado em hollywood.
terça eu assisti ao cena aberta, um programinha legal da Globo. passado no sul. então, fui assistir na casa de um gaúcho. Foi bem legal. ele estava fazendo um prato tailandês, com abacaxi, frango, camarão, creme de leite... e que se come, não em um prato, mas dentro de um abacaxi.
bom. acompanhava uma salada de rucula com manga e molho de mostarda.
é, até que tive umas coisas para escrever. hoje, quarta, tem uma festa na MP para os clientes. é nossa hora de faZer sala para todos os caras que reprovam nossos textos, idéias e lay-outs. fazer o que, né?
tem sushi e uisque, pra facilitar o trabalho, pelo menos.
heheheheh
segunda-feira, novembro 24, 2003
terça-feira, novembro 18, 2003
ok, o complemento perfeito para o dia. acaba de chegar uma multa para mim, de quase 200 paus.
merda de transito. merda de cidade. merda de guardinhas que merecem a morte.
***
deu no Uol.
o real é a moeda mais instável do MUNDO!!!
o que que eu estou fazendo aqui?!
MEU DEUS!!!!
***
Echo no Brasil. será que eles passam no ES?
só no dia que morrerem eles vão se lembrar do que é Espirito Santo.
o inferno, o que eu estou fazendo aqui??!!!
***
ahhhahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!!!!!!!!
(isso foi um grito de raiva, ódio, de3cepção, vontade de matar, esquertejar, destruir)!!!!!!
que dia de merda. que blog rabugento!!!!!
merda de transito. merda de cidade. merda de guardinhas que merecem a morte.
***
deu no Uol.
o real é a moeda mais instável do MUNDO!!!
o que que eu estou fazendo aqui?!
MEU DEUS!!!!
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Echo no Brasil. será que eles passam no ES?
só no dia que morrerem eles vão se lembrar do que é Espirito Santo.
o inferno, o que eu estou fazendo aqui??!!!
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ahhhahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!!!!!!!!
(isso foi um grito de raiva, ódio, de3cepção, vontade de matar, esquertejar, destruir)!!!!!!
que dia de merda. que blog rabugento!!!!!
hoje acordei cedo. perdi o ônibus, e fiquei mofando VINTE minutos na porra do ponto de onibus.
debaixo do sol, é claro.
Meu dente estádoendo pra caralho e é tudo culpa da carniceira que se diz dentista.
droga de dia!!
esse agora é o Blog das lamentações. primo do muro, que existe em algum lugar d o Oriente médio.
debaixo do sol, é claro.
Meu dente estádoendo pra caralho e é tudo culpa da carniceira que se diz dentista.
droga de dia!!
esse agora é o Blog das lamentações. primo do muro, que existe em algum lugar d o Oriente médio.
segunda-feira, novembro 17, 2003
essa está no próximo Zine.
claro que lá tem coisas a mais para ler e fotinhas.
***
Guitarristas graças a Deus
Já é tradição. Uma banda aparece, fica grande, faz sucesso, o principal guitarrista sai e lança seu álbum solo. Isso quando não o lança como um trabalho paralelo a própria banda. Mas a tradição só é boa até aí. Geralmente, na avassaladora maioria das vezes, esses discos costumam ser esquecidos pelos fãs, ignorados pelo público e às vezes detonados pela crítica.
Será que os grandes guitarritas solo, técnicos até o fim, chatos e enroladores para alguns, Deuses para outros são os únicos que conseguem algum sucesso comercial?
O que explica uma boa vendagem do Joe Satriani, por exemplo, e um resultado pífio do Dave Navarro? Ou um disco de ouro para ymgie malmsteim e um de borracha pra Jerry Cantrell?
Segue uma pequena lista de artistas das seis cordas que tentaram, alguns em vão, partir para uma carreira solo.
Jerry Cantrell
Dave Navarro
Graham Coxon
Bernard Butler
Wayne Kramer
John Frusciante
John Squire
claro que lá tem coisas a mais para ler e fotinhas.
***
Guitarristas graças a Deus
Já é tradição. Uma banda aparece, fica grande, faz sucesso, o principal guitarrista sai e lança seu álbum solo. Isso quando não o lança como um trabalho paralelo a própria banda. Mas a tradição só é boa até aí. Geralmente, na avassaladora maioria das vezes, esses discos costumam ser esquecidos pelos fãs, ignorados pelo público e às vezes detonados pela crítica.
Será que os grandes guitarritas solo, técnicos até o fim, chatos e enroladores para alguns, Deuses para outros são os únicos que conseguem algum sucesso comercial?
O que explica uma boa vendagem do Joe Satriani, por exemplo, e um resultado pífio do Dave Navarro? Ou um disco de ouro para ymgie malmsteim e um de borracha pra Jerry Cantrell?
Segue uma pequena lista de artistas das seis cordas que tentaram, alguns em vão, partir para uma carreira solo.
Jerry Cantrell
Dave Navarro
Graham Coxon
Bernard Butler
Wayne Kramer
John Frusciante
John Squire
Minha pele já não é tão lisa como antes. Minha mão já não é tão livre de calos como uma vez foi. Minha cabeça já não tem tantos fios de cabelo quanto tinha há uns anos atrás. E ao mesmo tempo, nada mudou. Aqui dentro nada mudou. É assustador.
Mas um dia isso tudo bate na gente mesmo e aí, é melhor deixar o tempo passar e aproveitar o resto que nos resta.
Mas um dia isso tudo bate na gente mesmo e aí, é melhor deixar o tempo passar e aproveitar o resto que nos resta.
domingo, novembro 16, 2003
vamos lá.
estou com umas coisas novas por aqui. deixa eu colocar aqui, quem sabe alguém não fala deles depois de um tempo e aí, eu posso falar mais uma vez que "descobri" antes.
(isso já deu no saco, estou cansado de ter que virar noites atrás de qquer bandinha semi-conhecida dos 2 continentes)
Bleu - Redhead
capinha mais ou menos, né? mas o som até agora está muito bom.
Black Keys - desse aqui tem dois discos. o primeiro "The big Come Up"
e o segundo, Thickfreakness. um som negão, como disse Paulone, o fazedor de Panetone.
na verdade estou ouvindo mais o primeiro, mas a capa do segundo é mais bonita. heheh
o Brassy - Gettin Wise é outro que roda bem.
e pra finalizar, o Franz Ferdinand
um discão. na verdade, um singlão com 3 músicas que eu aposto alto pra estourar nas pistas no planeta Terra. Vitória está fora, óbvio. aqui nem liam lynch rolou...
estou com umas coisas novas por aqui. deixa eu colocar aqui, quem sabe alguém não fala deles depois de um tempo e aí, eu posso falar mais uma vez que "descobri" antes.
(isso já deu no saco, estou cansado de ter que virar noites atrás de qquer bandinha semi-conhecida dos 2 continentes)
capinha mais ou menos, né? mas o som até agora está muito bom.
Black Keys - desse aqui tem dois discos. o primeiro "The big Come Up"
e o segundo, Thickfreakness. um som negão, como disse Paulone, o fazedor de Panetone.
na verdade estou ouvindo mais o primeiro, mas a capa do segundo é mais bonita. heheh
o Brassy - Gettin Wise é outro que roda bem.
e pra finalizar, o Franz Ferdinand
um discão. na verdade, um singlão com 3 músicas que eu aposto alto pra estourar nas pistas no planeta Terra. Vitória está fora, óbvio. aqui nem liam lynch rolou...
alo.
all right.
vamos do começo.
fim de semana nas montanhas, no meio do nada. cerveja na geladeira, comida no fogão a lenha, namorada, amigos, risadas. foi tudo muito bom.
***
Pedra Azul também poderia ser conhecida como Paraíso. não faria feio.
eita lugar lindo...
***
Domingão, chego em casa as 17:00. dá tempo de arrumar minhas coisas, dar um pulinho no mundo virtual e esperar o jogo.
e daí, me veio a vontade de escrever isso aqui.
do amor e de outras coisas
é bom amar. sentir-se amado.
estar junto de pessoas que, como você, conseguem entender um pouco do que passa nesse mundo cada vez mais louco.
o problema do amor é quando você não consegue mostrar que ele existe.
um abraço refugado, um telefonema esquecido entre títulos e textos, um beijo estalado perdido em um bico de descontentamento...
ok. pode parecer repetitivo, mas não o é. hoje, principalmente, não o é.
tenho formas diferentes de amar. e dessa forma amo a todos. mesmo.
é uma pena que nem todos sintam isso. ou entendam.
eu só posso agora pedir desculpas...
e tentar seguir como se nada estivesse acontecendo.
***
até.
all right.
vamos do começo.
fim de semana nas montanhas, no meio do nada. cerveja na geladeira, comida no fogão a lenha, namorada, amigos, risadas. foi tudo muito bom.
***
Pedra Azul também poderia ser conhecida como Paraíso. não faria feio.
eita lugar lindo...
***
Domingão, chego em casa as 17:00. dá tempo de arrumar minhas coisas, dar um pulinho no mundo virtual e esperar o jogo.
e daí, me veio a vontade de escrever isso aqui.
do amor e de outras coisas
é bom amar. sentir-se amado.
estar junto de pessoas que, como você, conseguem entender um pouco do que passa nesse mundo cada vez mais louco.
o problema do amor é quando você não consegue mostrar que ele existe.
um abraço refugado, um telefonema esquecido entre títulos e textos, um beijo estalado perdido em um bico de descontentamento...
ok. pode parecer repetitivo, mas não o é. hoje, principalmente, não o é.
tenho formas diferentes de amar. e dessa forma amo a todos. mesmo.
é uma pena que nem todos sintam isso. ou entendam.
eu só posso agora pedir desculpas...
e tentar seguir como se nada estivesse acontecendo.
***
até.
sexta-feira, novembro 14, 2003
Strokes – Room on fire
nota 8.
Depois de trazer o rock de volta aos holofotes, os Strokes se tornaram uma referência. Deram início a um movimento chamado da “nova revolução do rock”, acordaram a cena nova-iorquina e, de quebra, entraram para a história. E isso com um só disco lançado. A pergunta que pairava no ar era: será que eles sustentam a farsa por mais um disco?
Bom, como no rock menos às vezes é mais (vide o movimento punk), o Strokes emplacou um belo segundo trabalho. Room on Fire não muda muita coisa em relação ao Is This It. Tem aquela voz típica do Casablanca, aquelas guitarrinhas vagabundas, aquela cozinha emporcalhada de gordura. Tem músicas como Meet me in the bathroom, Reptilia e I can’t win, que não dá para ouvir só uma vez. Tem o peso e a sujeira de uma banda que todos sabemos que é ruim, mas que não conseguimos deixar de gostar.
antes que me perguntem, e aí, como foi? eu conto aqui.
bom, ontem, dia 13/11 teve uma festa do Encontro Nacional de Estudantes de Filosofia lá no Pub 455. Fui convidado para tocar, e apesar de dizer que não poderia tocar pois era uma quinta-feira e tudo mais, acabei indo. (meu nome tava no flyer, né? ia acabar me queimando se não aparecesse). Cheguei e a casa estava bem vazia. o caio estava na mesa de sinuca e o Edson, o Tato, o Xatir e o Diego (que nem conhecia, mas que estava fazendo aniversário) estavam lá também. Renato já estava tocando alguma coisa na hora em que eu cheguei. pedi para tocar logo, pois precisaria sair cedo, tinha mesmo que dormir de ontem para hoje.
então, peguei as carrapetas lá pelas 23:00. comecei tocando pra mim, não tinha ninguem na pista mesmo. rolou uns electro tipo peaches, adult., le tigre e umas coisas mais rockão. foi bem legal e vi que funciona bem. Bem até demais. dá pra encarar um chicks on speed e levar um lance mais dançante. A TPS vai ser um pouco diferente.
house of Jealous Lovers está devidamente aposentada. fiz um teste ontem e Out of the races and onto the tracks ficou foda naquele somzão. Olio, a primeira versão, mais rock, também pode ser uma boa pedida.
fora isso, encaixar um motorhead depois do adult. foi algo, digamos corajoso e irresponsável.
L7 caiu bem também. e seguiu um Future Kings Of Spain bem barulhento. não sei se dá certo. é muita guitarria (esse nome de banda é realmente um achado), e um melodia escondidinha, lá no fundo... tímida.
outra que vi que dá certo e muito é The Music. como nunca tinha tocado isso antes?!
bom, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. a pista encheu, a casa encheu e espero todos vocês para curtir um som diferente MESMO, dia 21 no Aperto. e dia 29/11...
TUM POU SOC - todo mundo tenta, mas só a TPS é penta.
hahahahaha
ridículo.
.
.
.
.
.fui
PS: Abraços as presenças constantes Sal, Rodrigo1, Rodrigo2, Luciana (sempre comigo:), e o pessoal que sempr trabalha lá. hehehe
ps do ps: o pessoal da filosofia acabou não aparecendo. foram sorteadas caixas de cerveja e eles preferiram ficar lá na UFES bebendo. eu os entendo.
bom, ontem, dia 13/11 teve uma festa do Encontro Nacional de Estudantes de Filosofia lá no Pub 455. Fui convidado para tocar, e apesar de dizer que não poderia tocar pois era uma quinta-feira e tudo mais, acabei indo. (meu nome tava no flyer, né? ia acabar me queimando se não aparecesse). Cheguei e a casa estava bem vazia. o caio estava na mesa de sinuca e o Edson, o Tato, o Xatir e o Diego (que nem conhecia, mas que estava fazendo aniversário) estavam lá também. Renato já estava tocando alguma coisa na hora em que eu cheguei. pedi para tocar logo, pois precisaria sair cedo, tinha mesmo que dormir de ontem para hoje.
então, peguei as carrapetas lá pelas 23:00. comecei tocando pra mim, não tinha ninguem na pista mesmo. rolou uns electro tipo peaches, adult., le tigre e umas coisas mais rockão. foi bem legal e vi que funciona bem. Bem até demais. dá pra encarar um chicks on speed e levar um lance mais dançante. A TPS vai ser um pouco diferente.
house of Jealous Lovers está devidamente aposentada. fiz um teste ontem e Out of the races and onto the tracks ficou foda naquele somzão. Olio, a primeira versão, mais rock, também pode ser uma boa pedida.
fora isso, encaixar um motorhead depois do adult. foi algo, digamos corajoso e irresponsável.
L7 caiu bem também. e seguiu um Future Kings Of Spain bem barulhento. não sei se dá certo. é muita guitarria (esse nome de banda é realmente um achado), e um melodia escondidinha, lá no fundo... tímida.
outra que vi que dá certo e muito é The Music. como nunca tinha tocado isso antes?!
bom, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. a pista encheu, a casa encheu e espero todos vocês para curtir um som diferente MESMO, dia 21 no Aperto. e dia 29/11...
TUM POU SOC - todo mundo tenta, mas só a TPS é penta.
hahahahaha
ridículo.
.
.
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.
.fui
PS: Abraços as presenças constantes Sal, Rodrigo1, Rodrigo2, Luciana (sempre comigo:), e o pessoal que sempr trabalha lá. hehehe
ps do ps: o pessoal da filosofia acabou não aparecendo. foram sorteadas caixas de cerveja e eles preferiram ficar lá na UFES bebendo. eu os entendo.
quinta-feira, novembro 13, 2003
14:58. em uma quinta-feira, eu estava de cabeça baixa teclando algum texto no meu micro computador e de repente, senti alguém atrás do monitor se abaixando para falar alguma coisa comigo. Levantei a cabeça para ver quem era e o que queria e adivinhem?
There was no one.
Arrepios e cabelos eriçados seguiram, alguns segundos após a constatação.
There was no one.
Arrepios e cabelos eriçados seguiram, alguns segundos após a constatação.
segunda-feira, novembro 10, 2003
parece que o velox voltou ao normal. as músicas voltaram a baixar novamente (ufa) e o matrix no cinema não me atrai tanto. queria mesmo era ver o conto de verão, mas pelo jeito, com sessão às 17 horas.... vou ter que esperar sair no Vídeo.
***
dúvida rápida:
será que a tecnologia irá modificar também o nome das video locadoras para DVD locadoras?
será que vou falar fui ao DVD ao invés de ir à um vídeo?
***
bom, mas na verdade, o que queria falar aqui é que tem quase uma mini-campanha de spots do Vital/PMV/Prevenção de AIDS aprovada e pronta para ir para as ruas. só falta um OK do vizinho da minha mãe. quem sabe não sai algo amanhã.
e por falar em trabalho, um filme lindíssimo que fiz para a Hortifruti deve chegar por essas paragens logo, logo. Pena que por aqui não vai ter veiculação. só no Rio e em Sampa. já é alguma coisa, né?
hehehe
beijos procêis
***
dúvida rápida:
será que a tecnologia irá modificar também o nome das video locadoras para DVD locadoras?
será que vou falar fui ao DVD ao invés de ir à um vídeo?
***
bom, mas na verdade, o que queria falar aqui é que tem quase uma mini-campanha de spots do Vital/PMV/Prevenção de AIDS aprovada e pronta para ir para as ruas. só falta um OK do vizinho da minha mãe. quem sabe não sai algo amanhã.
e por falar em trabalho, um filme lindíssimo que fiz para a Hortifruti deve chegar por essas paragens logo, logo. Pena que por aqui não vai ter veiculação. só no Rio e em Sampa. já é alguma coisa, né?
hehehe
beijos procêis
sábado, novembro 08, 2003
pra terminar
eu sinto o vento entrando no quarto.
a luz acessa me mostra o mundo.
trabalho ou lazer, já não sei.
perco o interesse.
perco a chance de ser como uma vez fui.
ela passa, assim como o vento.
e não me esquenta mais como fazia de tempos em tempos.
dentro de mim agora, há um vazio
talvez não dê tempo de recuperar.
o tempo, talvez, dê.
respiro. penso, me absorvo.
é hora.
é chegada a hora.
e viva os clichês.
eu sinto o vento entrando no quarto.
a luz acessa me mostra o mundo.
trabalho ou lazer, já não sei.
perco o interesse.
perco a chance de ser como uma vez fui.
ela passa, assim como o vento.
e não me esquenta mais como fazia de tempos em tempos.
dentro de mim agora, há um vazio
talvez não dê tempo de recuperar.
o tempo, talvez, dê.
respiro. penso, me absorvo.
é hora.
é chegada a hora.
e viva os clichês.
ah, ia me esquecendo.
dia 29/11 tem TPS 5.
a última, quem sabe.
quero viver a minha vidinha normal, tranquila. quero casar e ter filhos e sair às 19:30 do trabalho para um happy hour e ir dormir meia-noite, numa sexta-feira.
pode parecer besteira. uma chorumela sem motivo, mas quero ser comum, como diria Sir Jarvis, do Pulp. quero sair para um lugar onde não conheça ninguém. onde possa finalmente me sentar e relaxar. com ou sem cerveja. com ou sem certeza.
ah, um sábado a noite em casa...
não há nada igual.
dia 29/11 tem TPS 5.
a última, quem sabe.
quero viver a minha vidinha normal, tranquila. quero casar e ter filhos e sair às 19:30 do trabalho para um happy hour e ir dormir meia-noite, numa sexta-feira.
pode parecer besteira. uma chorumela sem motivo, mas quero ser comum, como diria Sir Jarvis, do Pulp. quero sair para um lugar onde não conheça ninguém. onde possa finalmente me sentar e relaxar. com ou sem cerveja. com ou sem certeza.
ah, um sábado a noite em casa...
não há nada igual.
tá, agora deixa eu botar pra fora uma melancolia causada pelo disco do Elbow.
***
é aquela coisa. sábado a noite em casa. um som deprê na vitrola (ou no computador, neste caso). o ombro começa a doer de tanto que mexi no mouse. a vida inteira passa diante dos olhos e, depois dela, a morte também. Me descubro obcecado pela idéia de morrer. a toda hora, em todo momento, qualquer chance que tenho de morrer (o mínimo perigo) eu morro.
morro quando subo a 3° ponte, voltando do trabalho. me jogo lá de cima.
morro quando desço a mesma ponte e percebo que não tenho freios no carro. me espatifo numa cabine de pedágio.
morro quando vou dormir e nunca mais acordar. morro com o coração explodindo depois de subir uma escada, ou depois de correr mais de dois minutos, morro e morro a cada momento. e morrendo assim, esqueço de viver.
...
***
ouvindo: Soundre Lerche - Faces Down
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é aquela coisa. sábado a noite em casa. um som deprê na vitrola (ou no computador, neste caso). o ombro começa a doer de tanto que mexi no mouse. a vida inteira passa diante dos olhos e, depois dela, a morte também. Me descubro obcecado pela idéia de morrer. a toda hora, em todo momento, qualquer chance que tenho de morrer (o mínimo perigo) eu morro.
morro quando subo a 3° ponte, voltando do trabalho. me jogo lá de cima.
morro quando desço a mesma ponte e percebo que não tenho freios no carro. me espatifo numa cabine de pedágio.
morro quando vou dormir e nunca mais acordar. morro com o coração explodindo depois de subir uma escada, ou depois de correr mais de dois minutos, morro e morro a cada momento. e morrendo assim, esqueço de viver.
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ouvindo: Soundre Lerche - Faces Down
todo mundo faz um monte de coisas no sábado.
Lu lava as roupas.
Fernando arruma as coisas da casa que não funcionam.
ivanilde faz pão de queijo.
luis organiza seus mp3s.
daí, dessa arrumação, saem capas que nunca tinha visto e que são bem bonitinhas...
algumas aí pra vocês. (ao som do Elbow - A cast of thousands)
Starlight Mints - Dream That Stuff Was Made Of
Starsailor - Silence Is Easy
South - With the Tides
***
podem notar que todos os discos são de bandas com a letra S.
essa é a minha letra preferida no Rock and Roll.
Na verdade, para mim, não existe letra mais rock n roll do que a letra S.
Meu filho vai ter um nome começado com a letra S. qual será?
Lu lava as roupas.
Fernando arruma as coisas da casa que não funcionam.
ivanilde faz pão de queijo.
luis organiza seus mp3s.
daí, dessa arrumação, saem capas que nunca tinha visto e que são bem bonitinhas...
algumas aí pra vocês. (ao som do Elbow - A cast of thousands)
Starlight Mints - Dream That Stuff Was Made Of
Starsailor - Silence Is Easy
South - With the Tides
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podem notar que todos os discos são de bandas com a letra S.
essa é a minha letra preferida no Rock and Roll.
Na verdade, para mim, não existe letra mais rock n roll do que a letra S.
Meu filho vai ter um nome começado com a letra S. qual será?
terça-feira, novembro 04, 2003
segunda-feira, novembro 03, 2003
Ah meu Deus, não falei da música “In The Cold Cold Night” , do White Stripes.
Como no disco, que canta é Meg. Ela se levanta da batera, vai até o centro do palco, solta a voz delicada, anda sob intensas palmas e assobios em direção a um pianinho que só serviu para ela tocar um pedacinho dessa música, volta para o centro do palco, mais assobios e palmas e termina a música.
E agora me bateu uma coisa aqui… aquele piano a direita do palco só serviu mesmo para essa música. E mesmo assim, só num pedacinho… Putz!!!
Como no disco, que canta é Meg. Ela se levanta da batera, vai até o centro do palco, solta a voz delicada, anda sob intensas palmas e assobios em direção a um pianinho que só serviu para ela tocar um pedacinho dessa música, volta para o centro do palco, mais assobios e palmas e termina a música.
E agora me bateu uma coisa aqui… aquele piano a direita do palco só serviu mesmo para essa música. E mesmo assim, só num pedacinho… Putz!!!
Tim Festival. Ou o que fazer no Rio com 9 amigos.
sexta-feira, um avião da Gol salvou meu dia e me despejou na pista de pouso mais poética do mundo. Do Aeroporto S. Dummont até a casa do meu irmão em Botafogo foram dez sinais e um engarrafamento. Desnecessário dizer que estava hipertenso, apreensivo e já nervoso. Eram 19 e alguma coisa e o Tim Festival começava às 18. Queria conferir o Whirlwind Heat. Mal, mal vi o SFA. Cheguei ao show, correndo e peguei o terceiro show da noite já no clássico Golden Retriever que costumo tocar nas TPSs da vida. Depois vieram Juxtaposed with U, Out of Control e o fim excepcional com They don’t give a fuck about men.
Detalhes do show:
Além de serem uma das bandas mais bonitas e estranhas da Grande Bretanha, o SFA é também bom de palco. Com psicodelia jorrando pelos poros, os galeses encantaram quem já os conhecia e fizeram um show OK para o resto da platéia. Eles vestidos de chewbaccas no fim do show, levantando a taça Fifa foi demais. Mas pelo visto, não foi a primeira vez que eles usam fantasias e roupas diferentes em shows.
Rapture, o hype da noite, começou tímido. Aqueles 4 caras ali em cima, com faces juvenis, pareciam assustados por estarem:
1º - no Rio de Janeiro
2º - abrindo pro WS
3º - tocando para 4.000 pessoas.
Mas não estavam, não. Era só impressão. Uma primeira impressão errada, por sinal. A platéia que estava ali para ver o WS, com certeza já tinha ouvido “House of Jealous Lovers”, pelo menos. Mas Olio e as outras músicas de seu primeiro disco lançado no Brasil, Echoes, também tiveram uma boa aceitação. Destaque para o saxofonista dançando o tempo todo, pra voz gritada e maavilhosa do guitarrista e do contra-ponto feito pela voz sóbria do baixista. E o baterista que pulava para cima e para baixo tocando como se estivesse numa boate dos anos 80. Um bom show, que pegou embalo do meio para o fim, com pelo menos duas ou três músicas queridinhas da modernada presente.
WS… bom, o que falar do White Stripes? Fui esperando vê-los como há um ano atrás na entrega do VMA da MTV, pela TV. Simples e vigorosos. E foi isso que pude presenciar. Jack, Meg e sua gangue de terno preto e gravata vermelha fazendo a segurança mandaram no palco. Mandaram na platéia. E mandaram o sossego embora. As guitarras esporrentas de Jack e sua voz gritada preenchiam todo o Tim Stage. E preciso dizer que o som estava perfeito! A acústica era muito boa (apesar de estarmos em uma tenda de lona!!!). Meg não toca bateria. Ela bate com as baquetas nos tambores, como uma criança que acabou de ganhar uma mini-bateria de presente faria. Mas é tudo tão sincero, sua falta de jeito, sua jogada de cabelo pro lado, sua cara de esforço, ao estender umas porradas mais vigorosas, sua pose, meio de lado, trazendo as baquetas lentamente para mais perto de si, seu prazer quase sexual ao tocar (quantas caras daquelas poderiam estar ilustrando uma fotonovela pornô?)…
Enfim, na falta de uma análise mais imparcial, espero pelo texto de Caio. Eu não posso comentar o show dos dois. Mas acho que a minha vontade de assistir dez shows deles seguidos, um atrás do outro, vale como uma mostra do que achei. Maravilhoso, apoteótico, grandioso, divino. Deus, naquela hora e vinte minutos, vestia botas e uma calça de lycra metade vermelha, metade preta.
****
sábado fomos caminhar de manhã (quase 1 da tarde). Ipanema, Copacabana, sebos, cds usados, habib’s, choppes e mais choppes e manjubinhas fritas com limão, cervejas Baden Baden…
das lojas maravilhosas vieram:
- um vale de 50 reais para a próxima visita às lojas
- Super Furry Animals – Phantom Power
- White Stripes – Elephant (importado)
- Deconstruction – S/T (importado)
- The House of Love – S/T (o da borboleta) (importado)
- South – From Here on in
- The Apples in Stereo – Velocity of Sound
- Levellers – Zeitgeist (importado)
- REM – Reconstruction of the Fables
- REM – Perfect Circle (ao Vivo, pirata) (importado)
- The CURE – desintegration
- Ah, falta um que eu nem me lembro…
Depois fomos a um Pub irlandês em Copa, tomamos um copo com 650 ml de Guiness ao módico preço de 15 pratas. Vendo por esse lado, o copo de heinekken do mesmo tamanho até nem parecia muito caro em seus 5 reais. Conversas de literatura, provas de uisque irlandês e músicas ao vivo com violão e gaita. Bom, bebemos e eu já mais pra lá do que pra cá, acabei aceitando a provocação do Carlos Alexandre (nosso anfitrião) e me vi na frente do Tim Festival. Mais 30 pratas e lá estava eu, vendo a Peaches detonar no palco. Louca, desesperada. Calcinha e sutiã, fuck the pain away, um manto com as letras “ XXX”, o microfone no short rosa de lycra que ela vestiu depois, o dueto com o Iggy Pop via telão, double A triple X, uma guitarra em punhos, esporro, duas mulheres, tres mulheres, beijos e beijos. Louco, nota dez.
A espera pelo Marlboro é que foi feita de sangue, suor e lágrimas. Já passavam das seis quando ele resolveu começar a tocar. Foi uma aula de funk, desde Sex Machine até vai lacraia. Mas com convidados do naipe de Bonde das tchuchucas, Os carrasco, Cidinho e Doca, a espera estava se tornando enlouquecedora. E, por mais cool que possa ser, aguentar aquela enrolação às 8 da manhã era uma verdadeira batalha. Desistimos do show alguns segundos antes do MC Serginho entrar em cena. Ainda ouvimos alguma coisa dele… nada demais. Uma padaria antes da cama. E foi só. Domingo, 4 da tarde estávamos, eu e Lu, na casa dos meus parentes e de lá só paramos aqui em VIX.
Foi bom ver tanta gente da Ilha lá pelas bandas cariocas. Um ótimo rock, com gosto de quero muito mais. Dia 15/11 tem D2 e afrika Bambaata. E aí, encara um BRA?
O saldo: positivo.
sexta-feira, um avião da Gol salvou meu dia e me despejou na pista de pouso mais poética do mundo. Do Aeroporto S. Dummont até a casa do meu irmão em Botafogo foram dez sinais e um engarrafamento. Desnecessário dizer que estava hipertenso, apreensivo e já nervoso. Eram 19 e alguma coisa e o Tim Festival começava às 18. Queria conferir o Whirlwind Heat. Mal, mal vi o SFA. Cheguei ao show, correndo e peguei o terceiro show da noite já no clássico Golden Retriever que costumo tocar nas TPSs da vida. Depois vieram Juxtaposed with U, Out of Control e o fim excepcional com They don’t give a fuck about men.
Detalhes do show:
Além de serem uma das bandas mais bonitas e estranhas da Grande Bretanha, o SFA é também bom de palco. Com psicodelia jorrando pelos poros, os galeses encantaram quem já os conhecia e fizeram um show OK para o resto da platéia. Eles vestidos de chewbaccas no fim do show, levantando a taça Fifa foi demais. Mas pelo visto, não foi a primeira vez que eles usam fantasias e roupas diferentes em shows.
Rapture, o hype da noite, começou tímido. Aqueles 4 caras ali em cima, com faces juvenis, pareciam assustados por estarem:
1º - no Rio de Janeiro
2º - abrindo pro WS
3º - tocando para 4.000 pessoas.
Mas não estavam, não. Era só impressão. Uma primeira impressão errada, por sinal. A platéia que estava ali para ver o WS, com certeza já tinha ouvido “House of Jealous Lovers”, pelo menos. Mas Olio e as outras músicas de seu primeiro disco lançado no Brasil, Echoes, também tiveram uma boa aceitação. Destaque para o saxofonista dançando o tempo todo, pra voz gritada e maavilhosa do guitarrista e do contra-ponto feito pela voz sóbria do baixista. E o baterista que pulava para cima e para baixo tocando como se estivesse numa boate dos anos 80. Um bom show, que pegou embalo do meio para o fim, com pelo menos duas ou três músicas queridinhas da modernada presente.
WS… bom, o que falar do White Stripes? Fui esperando vê-los como há um ano atrás na entrega do VMA da MTV, pela TV. Simples e vigorosos. E foi isso que pude presenciar. Jack, Meg e sua gangue de terno preto e gravata vermelha fazendo a segurança mandaram no palco. Mandaram na platéia. E mandaram o sossego embora. As guitarras esporrentas de Jack e sua voz gritada preenchiam todo o Tim Stage. E preciso dizer que o som estava perfeito! A acústica era muito boa (apesar de estarmos em uma tenda de lona!!!). Meg não toca bateria. Ela bate com as baquetas nos tambores, como uma criança que acabou de ganhar uma mini-bateria de presente faria. Mas é tudo tão sincero, sua falta de jeito, sua jogada de cabelo pro lado, sua cara de esforço, ao estender umas porradas mais vigorosas, sua pose, meio de lado, trazendo as baquetas lentamente para mais perto de si, seu prazer quase sexual ao tocar (quantas caras daquelas poderiam estar ilustrando uma fotonovela pornô?)…
Enfim, na falta de uma análise mais imparcial, espero pelo texto de Caio. Eu não posso comentar o show dos dois. Mas acho que a minha vontade de assistir dez shows deles seguidos, um atrás do outro, vale como uma mostra do que achei. Maravilhoso, apoteótico, grandioso, divino. Deus, naquela hora e vinte minutos, vestia botas e uma calça de lycra metade vermelha, metade preta.
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sábado fomos caminhar de manhã (quase 1 da tarde). Ipanema, Copacabana, sebos, cds usados, habib’s, choppes e mais choppes e manjubinhas fritas com limão, cervejas Baden Baden…
das lojas maravilhosas vieram:
- um vale de 50 reais para a próxima visita às lojas
- Super Furry Animals – Phantom Power
- White Stripes – Elephant (importado)
- Deconstruction – S/T (importado)
- The House of Love – S/T (o da borboleta) (importado)
- South – From Here on in
- The Apples in Stereo – Velocity of Sound
- Levellers – Zeitgeist (importado)
- REM – Reconstruction of the Fables
- REM – Perfect Circle (ao Vivo, pirata) (importado)
- The CURE – desintegration
- Ah, falta um que eu nem me lembro…
Depois fomos a um Pub irlandês em Copa, tomamos um copo com 650 ml de Guiness ao módico preço de 15 pratas. Vendo por esse lado, o copo de heinekken do mesmo tamanho até nem parecia muito caro em seus 5 reais. Conversas de literatura, provas de uisque irlandês e músicas ao vivo com violão e gaita. Bom, bebemos e eu já mais pra lá do que pra cá, acabei aceitando a provocação do Carlos Alexandre (nosso anfitrião) e me vi na frente do Tim Festival. Mais 30 pratas e lá estava eu, vendo a Peaches detonar no palco. Louca, desesperada. Calcinha e sutiã, fuck the pain away, um manto com as letras “ XXX”, o microfone no short rosa de lycra que ela vestiu depois, o dueto com o Iggy Pop via telão, double A triple X, uma guitarra em punhos, esporro, duas mulheres, tres mulheres, beijos e beijos. Louco, nota dez.
A espera pelo Marlboro é que foi feita de sangue, suor e lágrimas. Já passavam das seis quando ele resolveu começar a tocar. Foi uma aula de funk, desde Sex Machine até vai lacraia. Mas com convidados do naipe de Bonde das tchuchucas, Os carrasco, Cidinho e Doca, a espera estava se tornando enlouquecedora. E, por mais cool que possa ser, aguentar aquela enrolação às 8 da manhã era uma verdadeira batalha. Desistimos do show alguns segundos antes do MC Serginho entrar em cena. Ainda ouvimos alguma coisa dele… nada demais. Uma padaria antes da cama. E foi só. Domingo, 4 da tarde estávamos, eu e Lu, na casa dos meus parentes e de lá só paramos aqui em VIX.
Foi bom ver tanta gente da Ilha lá pelas bandas cariocas. Um ótimo rock, com gosto de quero muito mais. Dia 15/11 tem D2 e afrika Bambaata. E aí, encara um BRA?
O saldo: positivo.